sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Mineração. Não tem bobo, mas os espertos fazem seu papel


 

Quando começam os campeonatos estaduais e os times grandes começam a jogar – e suar – para vencer as agremiações menores, é comum a gente ouvir dizer que “não existe mais time bobo” no futebol.

Se no futebol não existe, imagine em mercados mundiais milionários como o de minério de ferro.

E, lógico, se não tem bobo, quem meter-se a esperto corre o risco de acabar fazendo este papel.

Depois de se desfazer, a preço de banana, da frota de navios mineraleiros da Docenave, no início da década passada, quando o frete marítimo estava barato e barato também estava o minério, o ex-presidente da vale, Roger Agnelli, diante dos preços altos que o transporte do minério de ferro – agora também caríssimo – resolveu ser esperto e comprar, a toque de caixa, uma superfrota de navios gigantes para acelerar as exportações da Vale e não perder, com o rebaixamento do custo do frete próprio, cargas para seus concorrentes australianos e indianos.

Ora, todos sabem que a gula é a soma do apetite com a pressa e, neste caso, o apetite de lucros e a pressa de fazer negócios de ocasião, ditados exclusivamente pelas flutuações de mercado.

O resultado, que já foi antecipado em vários episódios, agora toma forma com a decisão anunciada ontem governo chinês, de proibir a atracação de navios com mais de 300 mil toneladas de porte bruto – os da Vale têm 400 mil – em seus portos, alegando razões operacionais e de segurança.

Mesmo que seja estranho que um país proíba a atracação de navios que ele próprio fabrica – uma dúzia dos gigantes da Vale foi ou será feita lá – o acidente com o Vale Beijing (que ironia…) no porto de Itaqui no Maranhão, não há dúvidas que ficou “coberta” nesta decisão.

E é claro que, no fundo, todos sabem que a razão é outra, a de preservar o problemático mercado de frete naval chinês, atingido pela retração do mercado internacional provocada pela crise.

Agnelli, o voraz, não consegue entender que o mundo multilateral é feito de parcerias estratégicas. A rapidez com que quis os navios impediu-o de ver que eles poderiam ser o centro de uma parceria que envolvesse a vinda de estaleiros chineses, contratos firmes de fornecimento de aço naval e de exportação de minério de ferro.

Como, aliás, fez JK com os japoneses, quando o “boom” daquele país, no final dos anos 50, passou a demandar quantidades enormes, para a época, de minério de ferro. Muitos dos navios que o transportaram, ao longo dos anos 60 e 70, saíram do estaleiro Ishikawagima, montado pelos japoneses aqui na Ponta do caju, no Rio de Janeiro.

Agora, “micada” em três dúzias de navios gigantes – prontos ou contratados – que não podem aportar em seu principal destino, a Vale terá de se virar para desvia-los a outros países e a montar centros de distribuição na África e na Arábia, para transferir a carga a navios menores, muitos deles chineses.

O nosso “grande empresário”, tão cantado em prosa e verso por uma imprensa tão ruim de visão a longo prazo quanto ele, deixou uma herança que vai custar muito, não apenas aos acionistas da Vale, mas ao Brasil, a quem ela pertence, por história e importância econômica.

Por: Fernando Brito em 01.02.2012.

Fonte: http://blogprojetonacional.com.br/nao-tem-bobo-mas-os-espertos-fazem-seu-papel/

São Luís. Polícia Federal prende homem por corrupção ativa.

09/02/2012
 
São Luís/MA- Policiais federais hoje, 8/2, em fiscalização no posto da PRF de Itapecuru Mirim, BR 135, abordaram um veículo em que estava um casal que voltava do Mato Grosso.

Ao efetuarem uma busca no veículo, os policiais encontraram dinheiro escondido embaixo do carpete e no motor. Questionado sobre o dinheiro, o condutor de 28 anos de idade não soube explicar a origem dos valores.

Ao saber que iria para a delegacia de polícia, o condutor ofereceu aos policiais rodoviários federais a quantia de R$10 mil para que ficassem quietos, que assim seria bom para todos. Quando os policiais recusaram a oferta o condutor tentou fugir correndo, mas foi preso e conduzido para a Superintendência Regional de Polícia Federal em São Luís.

O valor total apreendido foi de R$19.287,00. Não foram encontrados entorpecentes no veículo. A carteira de identidade do condutor e o veículo foram apreendidos e encaminhados para perícia por suspeita de adulteração.

O condutor será autuado por corrupção ativa e será encaminhado ao Presídio de Pedrinhas, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: http://www.dpf.gov.br/agencia/noticias/2012/fevereiro/pf-prende-homem-por-corrupcao-ativa

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Greve ou motim?

Escrito por Laerte Braga   
Qui, 09 de Fevereiro de 2012

É fato que policiais militares ganham pouco. É uma realidade que professores ganham muito pouco e são espancados por policiais militares quando entram em greve e buscam condições dignas de trabalho.

Ou moradores do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos. A “reintegração de posse” – uma posse malandra, fraudulenta – foi feita da forma mais violenta que se possa imaginar, sem qualquer respeito àqueles moradores. Há suspeitas de abuso sexual, de roubo de pertences das pessoas que foram expulsas de suas casas, há evidências claras de barbárie por parte da PM de São Paulo. Vai ficar por isso mesmo e ninguém tem dúvidas de que isso aconteceu, levando em conta os antecedentes da “corporação”.

Polícia é uma instituição civil. Polícia Militar com a estrutura que temos é uma anomalia no Estado de direito.

Policiais militares são trabalhadores?

É claro que são. Só não têm consciência de classe trabalhadora, “ou lugar de classe”, como bem disse a socióloga Vanessa Dias.

Servem às elites econômicas e políticas em seus respectivos estados. Quando terminar a “greve” – motim – na Bahia, sem qualquer vacilo vão espancar camelôs, professores, desocupar áreas para o latifúndio, muitos voltarão às atividades segundas (segurança de traficantes, de contraventores, etc.).

O aumento dos índices de homicídios na capital da Bahia e numa ou outra cidade do interior, 132% segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, não significa como querem fazer crer os policiais militares que sua presença é indispensável nas ruas. A presença da Polícia, sim, mas da instituição civil, com o objetivo de prevenir e combater o crime, manter a ordem pública.

Parte dos “grevistas” ocupa a Assembléia Legislativa, parte está nas ruas portando armas que pertencem ao poder público. Semeando terror para forçar negociações com o governo do estado.

Dois únicos governadores enfrentaram o poder paralelo das polícias militares em seus estados. Leonel Brizola, no Rio de Janeiro, e Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul. Proibiram prisões ao arrepio da lei. Invasões de casas sem mandados judiciais. Revistas humilhantes a homens e mulheres e repressão a manifestações populares.

Os dois foram vítimas de toda a sorte de imputações caluniosas sobre suposta “ligação com o crime organizado através de acordo”. Com o tempo essas acusações se mostraram falsas, foram orquestradas nos porões da bandidagem oficial e encontraram guarida na mídia de mercado, parte desse sistema corrupto. Sócia desse modelo.

Quando os telejornais se “indignam” com a situação na Bahia não estão preocupados com o cidadão comum, o trabalhador, o que mora em Salvador, nada disso. No caso o jogo é desgastar um governador (não estou entrando no mérito, não sou do partido dele) para beneficiar em eleições municipais os caciques que durante anos sufocaram aquele estado e agora tentam voltar à prefeitura da capital através da sigla do terror e da corrupção: ACM Neto.

Para além desse objetivo existem outros que se alastram por todo o país. Existe a possibilidade que mais seis ou sete dessas “corporações” entrem em “greve” em outros estados brasileiros.

É motim puro e simples. Uma demonstração de força da pistolagem oficial na tentativa de levar pânico ao cidadão, mostrar as garras aos seus próprios chefes e tentar reagir à imagem cada vez mais negativa dessas forças anômalas ao chamado Estado democrático (como se o tivéssemos em sua essência).

O caso Pinheirinho ganhou repercussão internacional e deve ser levado a instâncias de direitos humanos em vários lugares do mundo. Isso desagrada a grupos de extrema-direita como o governo do estado de São Paulo (controlado pela seita terrorista OPUS DEI).

Não há um só dia que os jornais – da mídia de mercado, logo deles – não noticie violências cometidas por policiais militares, ou prisões desses “trabalhadores” por ilícitos – como gostam de dizer – tais como tráfico de drogas, assassinatos a mando de criminosos, assaltos etc.

Em Belo Horizonte, há menos de três dias, um PM matou um motoqueiro dominado e sem qualquer reação da vítima, ou possibilidade disso, pura covardia. Foi preso, e daí?

A hipótese de fim da “greve” na Bahia e anistia – como reivindicam – para os “grevistas” soa como absurda. Professores, por exemplo, quando entram em greve buscando condições dignas de trabalho são rechaçados violentamente pelos governos de seus estados e através das respectivas polícias militares. Pagam os dias parados ao final da greve.

E com uma diferença fundamental. Não saem às ruas portando armas do poder público e intimidando e ameaçando pessoas, quiçá matando para reforçar os “índices” de homicídio e justificar as pressões sobre o governador, em última instância, a própria população.

É hora de repensar a instituição Polícia. Esse assunto foi discutido no Congresso Nacional Constituinte de 1986 (gerou a Constituição de 1988) e um forte lobby de polícias militares estaduais evitou o fim dessa aberração em termos de Estado de direito.

Sem levar em conta que o próprio modelo/sistema está falido, enfrenta perspectivas de crise e de tocaia. A extrema-direita já percebeu que Dilma Rousseff é menor que o cargo que ocupa, a despeito da “boa vontade”. Como disse o ex-presidente FHC, “Dilma desmistificou a privatização”. Deu a colher de chá que faltava para justificar a privataria tucana, criando a privataria petista.

Por trás de cada movimento semelhante aos dos policiais militares baianos existem objetivos inconfessáveis de um Estado autoritário, prepotente, privatista e que em todas as suas dimensões serve às elites econômicas, que por sua vez controlam as elites políticas (executivos, legislativos e judiciários) em grande maioria.

Eu ouço sempre falar em progresso. Não percebo essa afirmação como real. Só é progresso aquilo que é comum a todas as pessoas. Se somente a alguns, é privilégio.

E progresso não são sedes suntuosas de bancos, de grandes empresas, nem extensas áreas de cultivo de transgênicos regados a agrotóxico do latifúndio brasileiro - mas nem tanto, pois o etanol já é dos gringos.

Progresso representa educação, saúde, condições dignas de existência, coexistência e convivência humanas, trabalho, moradia (as casas do programa Minha Casa Minha Vida são construídas com verbas repassadas a prefeituras e superfaturadas, além de serem gaiolas de qualidade duvidosa), enfim, toda uma gama de direitos básicos e fundamentais que, normalmente, as polícias militares reprimem.

São trabalhadores sem “consciência de classe”, servem aos donos, são como que cães amestrados que neste momento estão sem coleira e focinheira, caso da Bahia.

Não há “greve”, apenas um motim. E um erro colossal de setores ditos de esquerda – a esquerda que a direita adora – em tentar transformar um motim num movimento de trabalhadores com consciência de classe, com consciência do lugar de classe.

Isso não existe, soa a oportunismo eleitoral e eleições neste sistema que temos não são caminhos para a democracia.

O sistema é como uma bolha. Isolado da classe trabalhadora. Voltado para seu interior – o da bolha – sem a menor intenção de mudar as regras.

Por isso está falido, por isso o governo Dilma Rousseff vai ficando cada vez mais com cara de PSDB.

A luta popular é outra, tem outro viés.

Laerte Braga é jornalista.
 
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Nhozinho Santos. Único estádio de SL é interditado Exigências de TAC não foram cumpridas. Veja!

Na tarde desta quarta-feira (8), o único Estádio de Futebol da capital maranhense, com condições mínimas para a realização de jogos, foi considerado inadequado.

A decisão de interditar o Estádio Nhozinho Santos se deu após inspeção realizada no local pelo Ministério Público. O motivo foi o não cumprimento do TAC - Termo de Ajustamento de Conduta firmado ano passado, entre a Prefeitura de São Luís e a Promotoria do Consumidor.

No TAC o município se comprometia em adequar o Estádio ao que determina o Estatuto do torcedor, o prazo acordado terminou hoje. A vistoria foi realizada por uma equipe do Corpo de Bombeiros, eles constataram que as medidas de segurança que foram prometidas não foram cumpridas.

Com a medida a jogo que estava marcado para está quinta-feira (9), entre o São José de Ribamar e o Moto, pelo Campeonato Maranhense está suspenso, e não se sabe até quando.

A inspeção foi realizada pelo Ministério Público, Corpo de Bombeiros e PROCON.

Fonte: http://folhamaranhao.com/noticias/esporte/exigencias-nao-foram-cumpridas-e-unico-estadio-de-sl-fecha-as-portas-5268.html

Piaui. Bloqueadas matrículas de terras griladas.

Decisão assinada pela Corregedora Geral de Justiça do TJPI, Desembargadora Eulália Pinheiro, determina o bloqueio imediato das matrículas de mais de meio milhão de hectares de terras no extremo sul do Piauí. Para efeito de comparação, a extensão da área corresponde a 1/4 do estado de Sergipe. 

As terras foram registradas nos cartórios das Comarcas de Avelino Lopes, Gilbués e Parnaguá com dados adulterados. A constatação surgiu após correições extraordinárias nos cartórios de registro de pessoas e imóveis das comarcas de Avelino Lopes e Gilbués e inspeção em matrículas específicas no cartório de Parnaguá.

O juiz-corregedor auxiliar Luís Henrique Moreira Rêgo foi designado e realizou as correições e a inspeção nos cartórios das três comarcas após pedido de providências protocolado na Corregedoria Geral de Justiça. Em seu relatório, o magistrado destaca que, após verificar os Livros de Registros de Imóveis, encontrou irregularidades de todos os tipos. "Escrituras foram 'fabricadas' e dados constantes nos registros foram adulterados. Faltam escriturações de dados nos Livros. Eram emitidas apenas certidões sem que os registros constem nas páginas, que ficam em branco para posterior escrituração", informou.

Para exemplificar as irregularidades, o juiz Luís Henrique citou caso onde, na cidade de Parnaguá, uma propriedade de 437 hectares foi ampliada para mais de 49 mil hectares por decisão do hoje Juiz aposentado Osório Bastos, quando este estava em atividade. 

Atualmente, o magistrado inativo cumpre prisão domiciliar, aguardando julgamento, por acusação em vários crimes. Em outro caso, na comarca de Gilbués, um funcionário do cartório alterou uma matrícula com área primitiva de Cr$20,00(vinte cruzeiros, unidade usada à época para definir a relação valor/extensão), transformando-a em 1.920 hectares por simples escritura particular em 1966, sem ação divisória ou demarcatória.

Segundo o juiz-corregedor, o mesmo funcionário só começou a trabalhar no referido Cartório na década de 80 e acabou se tornando proprietário das terras por meio de uma escritura pública de doação que não foi localizada no Cartório. "É possível afirmar que a referida matrícula e as dela decorrentes, são de origem inconsistente, merecendo, portanto, serem anuladas, já que são falsificadas", acrescentou o Juiz.

Ao analisar o relatório e documentos probatórios anexos, a Desembargadora Eulália decidiu que todas as matrículas das referidas Comarcas e de outras no Estado devem ser verificadas, a fim de que, eventualmente, possam ser descobertas irregularidades semelhantes . 

A corregedora geral editou provimento, regulamentando o bloqueio das matriculas investigadas pelo Juiz Auxiliar da Corregedoria. Também enviou ofícios aos juízes titulares das comarcas citadas no relatório e aos representantes locais do Ministério Público, sugerindo o afastamento dos Titulares dos Cartórios. A desembargadora determina ainda a esses Tabeliães que informem também os endereços referentes às matrículas investigadas, para abertura de processos individuais.

Por último, a corregedora geral, também através de ofício, recomenda à Procuradoria Geral do Estado, o ajuizamento de Ações Discriminatórias em Avelino Lopes e Morro Cabeça no Tempo, para registrar áreas pertencentes ao Estado do Piauí. Cópia da decisão foi enviada à Superintendência da Polícia Federal no Piauí, para a competente apuração de que, na mesma leva, alguns títulos teriam sido usados como garantia em ações de execução fiscal junto ao INSS. Por determinação da Desembargadora Eulália Pinheiro, Correições e Inspeções com os mesmos objetivos poderão se estender a outras Comarcas do Piauí que possam estar em situação semelhante.

Do TJPI

Fonte: http://www.cnj.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18097:bloqueadas-matriculas-de-terras-griladas-no-pi&catid=224:judiciario&Itemid=584

Rio de Janero. Cabo dos bombeiros, é preso acusado de incitar greve.

Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil.
 
Rio de Janeiro – O Corpo de Bombeiros do Rio decretou, na noite de ontem (8), a prisão administrativa, de 72 horas, do cabo Benevenuto Daciolo, acusado de crime militar de incitamento. Daciolo foi um dos líderes do movimento grevista dos bombeiros fluminenses no ano passado e chegou a ser detido com outros 400 militares por motim.

Bombeiros e policiais militares fluminenses ameaçam entrar em greve por aumento salarial. Segundo o Corpo de Bombeiros, a Constituição proíbe que militares (inclusive bombeiros e policiais) façam greve. O secretário estadual de Defesa Civil e comandante dos bombeiros, Sérgio Simões, informou que já solicitou à Justiça a prisão preventiva de Daciolo.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) deve votar às 11h de hoje (9) o Projeto de Lei 1.184/12, que trata de aumento concedido a servidores da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e de agentes penitenciários. O texto seria votado na última terça-feira (7), mas foi retirado de pauta após receber 78 emendas.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-09/cabo-dos-bombeiros-do-rio-e-preso-acusado-de-incitar-greve

O Líder ex-soldado Prisco, é Preso. Policiais militares em greve começam a deixar Assembleia Legislativa da Bahia.

Luciana Lima - Enviada Especial.
 
Salvador - Os policiais militares (PMs) em greve que ocupavam a Assembleia Legislativa da Bahia desde o dia 31 de janeiro começaram a deixar o prédio por volta das 6h de hoje (9). A saída foi anunciada de madrugada pelo advogado Rogério Andrade, que defende alguns líderes do movimento. A saída é feita com calma e todos estão sendo revistados pelos militares do Exército que cercam o local desde a última segunda-feira (6).

O líder do movimento Marcos Prisco deverá ser o último a deixar o prédio. Ele e mais 11 PMs tiveram a prisão decretada pela Justiça e  exigiam a revogação da medida para encerrar a greve. Há pouco, um policial que protestava dentro de uma gaiola, também passou pela revista do Exército. Ele fazia o protesto desde domingo (5).

Depois de serem revistados, os policiais militares que não têm mandado de prisão, entram em seus próprios carros para ir embora.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-09/policiais-militares-em-greve-comecam-deixar-assembleia-legislativa-da-bahia