segunda-feira, 24 de junho de 2013

Presidenta Dilma, depois do pronunciamento à Nação é hora de partir pros finalmente e pôr na rua os incompetentes.

Agora que a presidenta Dilma colocou os pingos nos ii, falta passar da palavra à ação e por no olho da rua:
  • Helena Chagas, da Secom, que, além de não saber comunicar as ações do governo nem defendê-las, enche a mídia corporativa de dinheiro para que ela fale mal do governo que caberia a Helena defender;
  •  José Eduardo Cardozo, o ministro da Justiça mais inoperante de todos os tempos.  Graças à sua incompetência, a presidenta se viu surpreendida pelas manifestações atuais, sem contar as questões indígenas, com assassinatos, demissão na Funai etc;
  • Paulo Bernardo, o exótico ministro das Comunicações, que, geralmente, em vez de defender os interesses dos consumidores sai em defesa das teles. Basta olhar o ranking do Procon de SP, por exemplo, para ver onde nos leva o apoio do ministro;
  • A ministra Gleisi, casada com Paulo Bernardo (um dos maiores erros da 'gestora' Dilma esse de admitir um casal no ministério) e com interesse voltado a sua eleição ao governo do Paraná em 2014, e que trabalha não para Dilma ou o país, mas para suas conveniências paroquiais, atendendo aos ruralistas.
A demissão desses ministros vai sinalizar ao país que o discurso da presidenta é pra valer e que, ouvindo as manifestações dos últimos dias, ela vai trabalhar para que a base aliada detone uma figura nefasta e medíocre como Marcos Feliciano, apoie as reivindicações dos indígenas no Centro-oeste e no Norte, exija dos governos dos estados que receberam verbas públicas (como o meu Estado do Rio), que as utilize ou as devolva à União.

Dilma tem que rodar a baiana e fazer com que seus (supostos) aliados se portem como tal, atendendo às reivindicações populares e com foco, especialmente, naquilo que foi destacado no discurso de posse da presidenta: a eliminação da miséria. Um governo com esse objetivo só pode contar com o apoio de todos.

A partir daí, a presidenta pode voltar a merecer o que sempre teve e continua tendo, o apoio da maioria dos brasileiros, atingido agora por uma onda de manifestações que, se têm em grande parte uma motivação golpista, denunciam incoerências e fraquezas do governo popular que ajudamos a construir.
 

Brasil. O quebra cabeça...

Caros amigos,

Há tempos não escrevo. Mas o assunto é de urgência importância!!


Nada menos que as maiores manifestações populares que o Brasil já viveu!




Eis algumas peças do quebra-cabeça

  - O país Brasil foi inventado em 1822. Tem 191 anos.

  - 67 anos monárquicos (um poder prevalecia)

  - 41 anos de uma república oligárquica (domínio da elite cafeeira). Existiam eleições, mas a descoberto (votos abertos),  facilmente controladas pelos coronéis. Existia um pacto entre o governo federal e os estaduais – política dos governadores. E ainda, se houvesse por um acaso assim, muito grande, algum movimento popular que conseguisse superar toda essa dominação e eleger um deputado, esse deputado certamente não escaparia da “degola” da Comissão Verificadora de Poder (comissão que validava a eleição). A isso se convencionou chamar (erroneamente) de república,  mas com um paliativo: oligárquica. República oligárquica. Ou República Velha.

  - 15 anos de ditadura

  - 19 anos de república dita populista. Um período relâmpago, iniciado por um presidente de extrema direita (que inclusive aboliu o partido comunista, em plena democracia. Oi?), que vagarosamente caminhou para a esquerda progressista: foi seguido pelo Getulio Vargas – e a criação das gigantes estatais, JK – e o plano de metas 50 anos em 5, e João Goulart, com suas reformas de base.

  - Mais 21 anos de ditadura – dessa vez, militar.

  - 5 anos de preparos para a democratização... (Tancredo Neves/José Sarney eleito indiretamente)

  - E, por fim, 23 anos com a república que conhecemos.

  - Ou seja: dos 191 anos do Brasil, 103 anos foram de ditadura, absolutismo!

  - 5 anos de preparação(?) para a redemocratização (presidente eleito indiretamente)

  - 41 anos de uma oligarquia  (república disfarçada, dominada pela elite: qualquer semelhança é mera coincidência)

  - e os nossos parcos 23 anos de república contemporânea.

Nossa democracia é recente, frágil! Somos um país historicamente autoritário.

E estamos todos perguntando: o que está acontecendo? E aonde isso vai dar?

Bom... eu não sei.

Mas sei que na república velha, em 1904, portanto 15 anos após a instauração dessa república oligárquica, acontecia a revolta da vacina.

Foi no governo de Rodrigues Alves.

  - Rodrigues Alves foi o presidente da república velha que teve seu governo marcado pelo “quadriênio  progressista” - 4 anos de desenvolvimento! Investiu em ferrovias, portos, urbanização e saneamento urbanos. Com a vacinação pública, pretendia-se acabar com a febre amarela e com a varíola.

  - A vacinação não foi aceita popularmente.... e o governo tomou uma atitude impopular: obrigou a vacinação das pessoas.

  - As pessoas saíram nas ruas... “Não nos obrigarão a tomar a vacina!!!”
Algum Arnaldo Jabor de época, diria: facínoras, calhordas, ululantes, mentecaptos!!!

  - E, se fosse hoje, pipocaria nas redes virtuais: “Não é só a imposição da vacina.... é muito mais que isso! É a imposição dessa política ridícula... não conseguirmos eleger deputados, essa ridícula Comissão Verificadora do Poder... o voto não ser secreto... o governo gastar absurdos para valorizar o café... E vossa mercê  a pensar que é “só a imposição da vacina” ?? Rampeiros...

  - Mas …

  - não foi hoje.

   - E a revolta da vacina foi rapidamente dominada.

  - Sei também que, apenas 22 anos depois da revolta da Vacina, em 1926, Washington Luis tomava posse como presidente.

  - O governo anterior – Arthur Bernardes – havia relegado os problemas do café aos estados!

  - Washington Luis se livrou dos compromissos com os governadores extinguindo a “políticas dos governadores”.

  - Em 1929, com a crise da quebra da bolsa, negou socorro aos cafeicultores (o problema era dos estados!)

  - Também não se submeteu à política do 'café com leite', e indicou presidente contrário ao acordo.

  - Ou seja, Washington Luis desbundou com todos os principais agentes políticos da época: a elite.

  - A elite iria perder o governo?

  - Não.

  - Em 1930 houve um golpe.

...

  - Os agentes políticos tradicionalmente de direita, pouco aparecem.... Mas detém forças incríveis. Esse golpe foi bastante apoiado pela extrema direita, os integralistas, que posteriormente também foram alijados da ditadura. Se você não compreende bem o que significa esquerda e direita nos dias de hoje, mesmo em movimentos apartidários, veja este vídeo.

  - Em tempo: Não acho o governo de Washington Luis bom, apesar de ter sido acertadamente contrário às forças políticas da época. Ele tinha como principal lema construir estradas. Minha visão de urbanista é bem mais favorável às ferrovias. Além disso, ele promoveu repressões violentas à esquerda da época, o que sou veementemente contrário.)

  No que tange ao enfrentamento desses agente políticos, da elite, situação similar aconteceu em 1964. João Goulart era o presidente.

  - J. Goulart insistia nas “reformas de base” (reforma agrária, fiscal, administrativas, eleitorais, etc).

  - Multidões o apoiavam, como no comício de 13/03/1964.

  - O então presidente peitava os agente políticos ocultos, os principais setores conservadores, os detentores do poder econômico.

  - A elite iria perder o governo?

  - Não.

  - Em 1964 houve outro golpe.

  - Golpe que também foi apoiado pela direita conservadora.... e festejada pela mídia que permanece aí até hoje. Folha, Estadão, Globo.... (veja manifestações dessas mídias aqui:  )

2013
  - Os agentes político econômicos da nossa geração estão mais complexos, elaborados.

  - Vejamos alguns importantes:
 
  - 1. Temos uma máfia dos transporte público. Elegem prefeitos e conseguem governos em causa própria. Instauram transportes ineficientes, por serem mais lucrativos.

Por isso, somos inundados com transportes ruins, ineficientes e caros (o dono da Gol linhas aéreas conseguiu criar essa empresa apenas explorando o transporte público de São Paulo). Veja esta entrevista com Raquel Rolnik, sobre transporte público.

  - 2. As grandes empreiteiras conseguem leis permissivas que aumentam exponencialmente seus lucros através de projetos nefastos, ruins e urbanisticamente degradantes.

  - 3. Agentes econômicos baseados no status quo, no consumismo e relações bancárias.

   - 4. Um mundo europeu e estadounidense sedento pelas suas antigas colônias, especialmente nesse momento de crise.

Os primeiros afrontamentos à esses agentes políticos (elite):

  - (ao 4.) O Brasil, no campo externo, insiste em agrupamentos que rivalizam com os países centrais (as antigas “metrópoles”): BRICS, IBAS, UNASUL, CELAC, dentre outros.

  - (ao 3.) Uma política incipiente de valorização dos setores produtivos – com as quedas de juros, a imposição da Petrobras comprar bens industriais navais brasileiros, etc

E chegam as manifestações!!!

  - (ao 2.) A primeira indicação do que estaria além dos R$0,20 surge nas primeiras passeatas: o dinheiraço gasto com a copa.

  - (ao 1.) A grande vitória para as manifestações, lideradas pelo MPL: é revogado o aumento das tarifas e se instaura uma pauta de discussão do transporte público.

Ahh... As manifestações. As manifestações tiveram início claramente de viés esquerdista: direito a um transporte público e de qualidade.

  - A princípio, outro agente político importantíssimo,  a mídia tradicional (5.),   foi contra. (não se engane: é a Globo, Veja, Folha, etc) . Veja o Jabor aqui, o editorial da Folha de S. Paulo aqui,  e o do Estado de São Paulo aqui.

  - Após claro apoio massivo populacional, rapidamente muda de lado... E em seguida vem a onda da direita.

-  (foram apoiadas pela mídia? Máfia dos transportes? Empreiteiras? Agentes políticos estrangeiros? Será  a famigerada elite econômica?)

-  Difícil dizer... Mas a história condena!

  - Atacam as reivindicações de esquerda, as bandeiras vermelhas odiosas, não importando que esses partidos estavam junto com as manifestações desde sempre, desde antes do Arnaldo Jabor comparar as manifestações com aquele grupo criminoso das prisões.

  - Sim, o movimento MPL é apartidário! Mas as forças políticas favoráveis a causa sempre foram bem vindas. Veja a entrevista do MPL no Roda Viva aqui.

  - A mídia cirurgicamente míope divulga manifestações “anti-partidárias” ou melhor “anti-partidos de esquerda”, travestidas de apartidárias. (É a mesma mídia "esquizofrênica" que diz defender a liberdade de expressão.)

  - Surgem frases como: “Não queremos comunismo!” (Sério, essa foi articulada por algum agente da CIA que foi congelado em 1964 e acordou em 2013.)

  - E agora?

  Temos a possibilidade de enfrentar essa elite:

  - As empreiteiras: com investigações sérias nas construções para a Copa.

  - A máfia dos transporte público, com o plano nacional de mobilidade urbana com foco em TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE

  - E, ainda, transformar de fato o Brasil: com 100% DO PETRÓLEO INDO PARA A EDUCAÇÃO

  - E mais: a chance única de emplacar uma reforma política mais representativa. (COMO GARANTE A CONSTITUIÇÃO).

Mas e aí...

A elite vai perder o governo? 
 

domingo, 23 de junho de 2013

Reflexão. Fascistas passarão, mas o que vai ficar?


Ninguém sabe nada…

Por Bruno Pavan.

A poeira das ondas das manifestações está baixando no Brasil.

Depois da saída do movimento Passe Livre das ruas – que vai pra periferia, aquela que nunca dormiu – as pautas vão ficando cada vez mais ambíguas e o caminho, na opinião deste editor, é que o movimento mingue nas ruas.

Muitas ideias para serem colocadas nas gavetas, é como alguém que tenta arrumar seu guarda-roupa, joga todas as roupas no chão para depois ver o que vai e o que fica.

E onde vão ficar.

Saindo os neo-nazistas das ruas, o que sobra é uma grande massa que se mostrou indignada.

A rede jogada dessa forma tão aberta – corrupção, mensalão, educação, saúde, PEC 37 etc – é normal.

Eu não sei fazer música, mas eu faço, já cantavam os Titãs...

Alguns desses que estão nas ruas, querem fazer música.

A sua própria música.

E precisam de uns acordes iniciais para fazê-la.

Um erro seria colocar todo mundo num mesmo saco.

Seria mais um erro dos inúmeros que os partidos cometeram nos últimos anos de democracia brasileira.

Não adianta só por no gráfico.
 
Não adianta o PT, depois de anos longe das ruas, dos movimentos sociais, sair empunhando bandeiras.

A esquerda, que sempre conquistou corações e mentes dos jovens, tem uma oportunidade grande de se reinventar agora.

É preciso mostrar aos que estão nas ruas, que muitas das pautas levantadas por eles, já são pautas de movimentos sociais há muito tempo.

Mas tem que deixar a arrogância de lado.

E mostrar o caminho da esquerda e da democracia pra esses que querem algo pra chamar de seu.

Não se trata de ser oportunista, se trata de plantar uma sementa na cabeça dos descontentes.

É hora de apresentar instituições como o Ministério Público e figuras como Roberto Gurgel e Daniel Dantas.
 
É hora de mostrar que o país é composto de três poderes e que o presidente – eleito pelo voto – comanda um deles.

Que a prefeitura da sua cidade não pertence a um partido.
 
Muitos destes que gritam sem ter muita coisa a dizer, tem o desejo de saber mais.
Claro que os que querem fazer política com ursinho de pelúcia – Marina Silva, Heloísa Helena -  serão as primeiras da fila dos “sem partido”.

Mas, se os movimentos sociais e partidos os tratarem como inimigos, eles vão continuar sendo os rebeldes do eu sozinho.

Quem está nas ruas pra destilar discursos de ódio e pra tomar uísque com energético em clima de micareta, passarão.

Aqueles que ficarem com uma semente plantada germinando na cabeça, passarinho.

Publicado em Brasil

Link desta matéria: http://foradefocoblog.wordpress.com/2013/06/23/fascistas-passarao-mas-o-que-vai-ficar/ 

Refinaria Premium. Petrobras assina carta de intenções com a Sinopec (Chinesa).

 
Veja o comunicado da nossa área de Relacionamento com Investidores a respeito de estudo conjunto para a Refinaria Premium 1, no Maranhão: 

“A Petrobras comunica que celebrou, em 11 de Junho de 2013, uma Carta de Intenções com a CHINA PETROCHEMICAL CORPORATION SINOPEC (SINOPEC), com o objetivo de desenvolver estudo conjunto para o Projeto da Refinaria Premium 1, no estado do Maranhão.

A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.

A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”


http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Parceria-296x300.jpgVeja o comunicado da nossa área de Relacionamento com Investidores a respeito de estudo conjunto para a Refinaria Premium 1, no Maranhão:
“A Petrobras comunica que celebrou, em 11 de Junho de 2013, uma Carta de Intenções com a CHINA PETROCHEMICAL CORPORATION SINOPEC (SINOPEC), com o objetivo de desenvolver estudo conjunto para o Projeto da Refinaria Premium 1, no estado do Maranhão.
A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.
A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”
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“A Petrobras comunica que celebrou, em 11 de Junho de 2013, uma Carta de Intenções com a CHINA PETROCHEMICAL CORPORATION SINOPEC (SINOPEC), com o objetivo de desenvolver estudo conjunto para o Projeto da Refinaria Premium 1, no estado do Maranhão.
A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.
A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”
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A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.
A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”
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“A Petrobras comunica que celebrou, em 11 de Junho de 2013, uma Carta de Intenções com a CHINA PETROCHEMICAL CORPORATION SINOPEC (SINOPEC), com o objetivo de desenvolver estudo conjunto para o Projeto da Refinaria Premium 1, no estado do Maranhão.
A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.
A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”
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“A Petrobras comunica que celebrou, em 11 de Junho de 2013, uma Carta de Intenções com a CHINA PETROCHEMICAL CORPORATION SINOPEC (SINOPEC), com o objetivo de desenvolver estudo conjunto para o Projeto da Refinaria Premium 1, no estado do Maranhão.
A Carta de Intenções tem como base o interesse da SINOPEC em estudar conjuntamente com a Petrobras a viabilidade de eventual criação de uma joint venture entre as empresas, para implementação da Refinaria Premium 1.
A referida Carta de Intenções não é vinculante e não gera obrigação entre as partes de firmar futuros acordos comerciais ou operacionais após o resultado dos estudos de viabilidade.”
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Nota à imprensa: esclarecimentos sobre investimentos do governo federal para a Copa do Mundo.



A matéria veiculada pelo Portal UOL na manhã deste domingo (23), assinada por Rodrigo Mattos e Vinicius Konchinski, distorce informações, faz relações incorretas e induz o leitor a uma interpretação errada dos fatos. 

Cabe esclarecer o seguinte:

- Não há um centavo do Orçamento da União direcionado à construção ou reforma das arenas para a Copa.

- Há uma linha de empréstimo, via BNDES, com juros e exigência de todas as garantias bancárias, como qualquer outra modalidade de crédito do banco. O teto do valor do empréstimo, para cada arena, é de R$ 400 milhões, estabelecido em 2009, valor que permanece o mesmo até hoje. O BNDES tem taxas de juros específicas para diversas modalidades de obras e projetos. O financiamento das arenas faz parte de uma dessas modalidades.

- Não houve qualquer aporte de recursos do Orçamento da União nos últimos anos para a Terracap (Companhia Imobiliária de Brasília). Portanto, a matéria do UOL está errada. Não há recurso algum do Orçamento da União para a obra de nenhuma das arena, o que inclui o Estádio Nacional Mané Garrincha.

- Isenções fiscais não podem ser consideradas gastos, porque alavancam geração de empregos e desenvolvimento econômico e social, e são destinadas a diversos setores e projetos. Só as obras com as seis arenas concluídas até agora geraram 24.500 empregos diretos, além de milhares de outros indiretos, principalmente na área da construção civil.

- É importante reforçar que todos os investimentos públicos do Governo Federal para a preparação da Copa 2014 são em obras estruturantes que vão melhorar em muito a vida dos moradores das cidades. São obras de mobilidade urbana, portos, aeroportos, segurança pública, energia, telecomunicações e infraestrutura turística.

- A realização de megaeventos representa para o país uma oportunidade para acelerar investimentos em infraestrutura e serviços, melhorando as cidades e a qualidade de vida da população brasileira. Os investimentos fortalecem a imagem do Brasil, de seus produtos no exterior e incrementa o turismo no país, gerando mais empregos e negócios para o povo brasileiro.

Ministério do Esporte Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão