quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Maranhão. Radialista é assassinado em Coêlho Neto. Maranhão

Lamentável!


Raimundinho do Povo, radialista comunitário da Cidade Livre FM 87,9 MHz foi assassinado covardemente e por motivo fútil, hoje por volta das 7 horas da manhã, na Rua das Virtudes, no Bairro Santana, na cidade de Coelho Neto. 
O assassino disparou três tiros de revólver contra a vítima, sendo que uma das balas atingiu-lhe o pescoço. Logo após o crime o assassino fugiu a pé tomando rumo ignorado.

Estamos inconformados com esse crime bárbaro que aconteceu em nossa cidade. Esperamos que a POLÍCIA faça a sua parte e prenda o assassino o mais rápido possível.

Perdemos um amigo que diariamente emprestava a sua voz para entreter a comunidade através das ondas do rádio.
Fonte:http://erisantoscastro.blogspot.com/2012/02/em-primeira-mao-radialista-e.html 
 

Aeroportos Privatização II."Concessão dos Aeroportos foi estratégia de redistribuição de renda".

A concessão dos Aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos à inciativa privada desagrada a quem é contra as privatizações, por princípio.

E a princípio, o governo Dilma é contrário à privatizações. Então qual é a lógica dessas concessões?


Se olharmos bem a operação ao longo dos 20 a 30 anos, veremos que não há uma política pública de diminuição do Estado no setor aéreo, e sim um remanejamento de capital estatal de uma região para outra, a fim de promover o desenvolvimento regional.


O governo está arrecadando dinheiro em mercados ricos como São Paulo e Brasília, para investir em mercados menos desenvolvidos que precisam de aeroportos melhores, como nas regiões Norte, Nordeste, no Pantanal, em Foz do Iguaçu, etc. O resultado disso será melhor distribuição de renda, principalmente para a indústria do turismo.


A concessão rendeu R$ 24,5 bilhões pelo que já existe em São Paulo, Campinas e Brasília. Esse dinheiro é destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que tem a finalidade de garantir verbas para outros aeroportos a serem reformados ou construídos sob direção ESTATAL, especialmente os regionais.


Portanto, o dinheiro do setor aéreo não está sendo "desestatizado", está sendo remanejado da região mais rica para as regiões mais pobres, corrigindo desequilíbrios regionais.

Outra fonte de receita destes aeroportos concedidos, também para reinvestir nos aeroportos estatais através deste Fundo:
 
- 10% do faturamento bruto anual de Guarulhos;
 
- 5% do faturamento bruto anual de Viracopos;
 
- 2% do faturamento bruto anual de Brasília.

Por fim, a Infraero continua dona da concessão de 49% destes  três  aeroportos e, portanto, continuará tendo metade dos lucros deles.

A ideia de conceder à iniciativa privada assusta, e protestos como os da CUT são justos, válidos e compreensíveis, pela má experiência das privatizações no passado, mas dessa vez nada tem a ver com o que foi feito na era tucana. Eis as diferenças:

- O governo concedeu por decisão estratégica própria, e não por imposição do FMI, nem por necessidade de pagar dívidas.

- Não há diminuição do estado no setor. O dinheiro será investido em outros aeroportos estatais.
- A concessão tem prazo: 20 anos para Guarulhos, 25 para Brasília, e 30 para Viracopos, podendo prorrogar apenas por 5 anos. Depois disso, os Aeroportos voltam às mãos Estado e, se lá o governo quiser deixar 100% nas mãos da Infraero ou fazer novo leilão, pode decidir o que for melhor.

- A Infraero não foi privatizada. Ela perdeu espaço nestes Aeroportos por uma mão, mas ganhará pela outra, nos Aeroportos estatais que receberão investimentos do FNAC.

- Se a Infraero não foi privatizada, não haverá demissões em massa de seus funcionários, como ocorria na privataria tucana. No máximo ocorrerá remanejamento, se houver excedente em algum dos aeroportos concedidos.

Se olharmos o todo, a operação foi engenhosa. Havia pouco interesse do capital privado em investir nas outras regiões, e havia muito interesse em investir em São Paulo e Brasília. O governo jogou com os investidores para fazer uma triangulação: captou dinheiro em São Paulo, que será investido no Nordeste, na Amazônia, no Pantanal, etc.

Detalhe: São Paulo e Brasília não terão nenhum prejuízo. Pelo contrário, as concessionárias estão obrigadas a investir R$ 16 bilhões nos 3 aeroportos ao longo dos anos, para ampliação e modernização.

Em tempo: o BNDES não está financiando o valor da concessão, como há gente mal informada dizendo por aí. O BNDES oferece empréstimo para obras de ampliação dos aeroportos, como sempre fez com outros empreendimentos industriais e de infra-estrutura.
 
Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012/02/concessao-dos-aeroportos-foi-estrategia.html 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vereador Nato consegue junto a Prefeitura o Asfaltamento de mais de 75 Ruas no Polo do Coroadinho.

A população do Pólo Coroadinho é beneficiada com mais de 75 ruas asfaltadas, divididas entre as áreas da Vila dos Frades, Vila São Sebastião, Bom Jesus entre outras.

O Vereador Nato declara que é um grande avanço para a população do Pólo Coroadinho, pois o asfaltamento destas ruas permite uma  melhoria significativa na qualidade de vida da população beneficiada.



Petroleo. Para entender o que é estratégico

Postado por Fernando Brito.
O Jurong Aracruz, no Espírito Santo: o navio sonda nasce junto com o estaleiro

O mercado de exploração de petróleo não é igual a uma feira livre, onde você pode ficar rodando e escolhendo, na hora em que quiser, a melhor oferta de preço.
Os contratos de concessão, que vigem na maior parte do mundo, têm datas, prazos que, se não cumpridos, acarretam a perda dos direitos exploratórios.

E os equipamentos são altamente especializados e caríssimos.

O aluguel de uma sonda da águas ultra profundas, no mercado “varejista” – contratos bem negociados ficam um pouco abaixo disso – anda na faixa de US$ 500 mil por dia (por dia, é isso mesmo).

Em 2007 e 2008 a Petrobras teve de fazer malabarismo para colocar sondas em todas as áreas que detinha e por pouco não perde os direitos exploratórios de uma das áreas do pré-sal, o campo de Carioca.

A opção, corretíssima, da empresa foi estimular a fabricação aqui destas sondas. Mas enfrentamos o problema de operação plena dos estaleiros e do ineditismo desta produção.

A solução foi a própria Petrobras coordenar a formação de uma empresa com este fim, a Sete Brasil, reunindo bancos e fundos de investimento.  Foi ela a contratada para fazer as sete primeiras sondas de um lote total de 28 unidades, e concorreu às demais 21, no finalzinho do ano passado, numa licitação que a Petrobras suspendeu à espera de uma baixa de preços.

Mas as sondas têm de sair e vão sair.

Mesmo sem a garantia firmada do contrato, a Sete Brasil contratou uma sonda ao estaleiro Jurong Aracruz, que está sendo construído no Espírito Santo, ainda em fase inicial.

Baseado num desenho inédito, o navio-sonda  poderá operar em lâmina d´água de mais de 3,3 mil metros e tem capacidade para perfurar mais outros 9 mil metros no subsolo.O índice de nacionalização deverá ser superior a 60%.

Se a Petrobras não tivesse o peso que tem na empresa, ela firmaria um contrato assim, de quase US$ 800 milhões? E se a sonda não começasse a ser projetada agora, se as encomendas de partes e equipamentos não pudesse começar a ser feita, se os problemas de um primeiro produto não começassem a ser enfrentados já, haveira prazo para que a sonda entrasse em operação no calendário-limite que tem a Petrobras?

Um empresa de petróleo com as perspectivas que tem a Petrobras precisa deste poder, porque é dele que se origina a pressão que ela precisa fazer sobre seus fornecedores. Se a Sete Brasil bancou os riscos, é porque sabe que há mercado.

A Petrobras tinha apenas duas sondas de águas ultraprofundas em 2007, hoje tem 25, terá 34 dentro de dois anos, quando- aí, sim – entrarão em operação as sondas feitas no Brasil. Em 202o, quando o contrato estiver concluído, serão 65, um terço delas fabricado aqui.

Sem o novo modelo de partilha, sem a garantia de operar todos os nossos poços do pré-sal pela petroleira brasileira, alguém ia meter o peito na correnteza e produzir este bilionário equipamento aqui, turbinando a economia, a indústria, a tecnologia e o emprego?

Imprudência? Imprudência é um gigante que aceita rastejar.

Fonte: http://www.tijolaco.com/

Samsung pode assumir o Estaleiro Atlântico Sul


Atrasos na produção incomodam governo

 Nos bastidores do Governo – o que inclui Petrobras e Transpetro – costura-se um acordo que implique a transferência do controle acionário do maior estaleiro do país – o Atlântico Sul, de Pernambuco – à coreana Samsung. Hoje, a multinacional tem apenas 10% desse megaestaleiro, que tem encomendas bilionárias, de 22 supernavios e sete navios-sonda. O controle é exercido por Camargo Corrêa e Queiróz Galvão, que entraram em um projeto pioneiro, financiado pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM), mas parecem não ter grande interesse em continuar no negócio- nem vocação plena para construir navios.

O Atlântico Sul surgiu como uma espécie de “projeto-de-governo”, na era Lula. Diante de impasses com outros estaleiros, teve-se a idéia de se lançar um super-estaleiro, capaz de construir grandes navios e, além disso, democratizar regionalmente o setor, antes excessivamente concentrado no Rio de Janeiro – o que hoje não mais ocorre, pois, além de projetos em Pernambuco e Alagoas, há pólos crescentes no Rio Grande do Sul e projetos para a Bahia. A descentralização só não é mais intensa porque Santa Catarina rejeitou o estaleiro de OSX, Eike Batista, que traria um pouco de poluição e muitos empregos ao estado e agora cresce de forma acentuada no Norte fluminense. Quando pronto, irá superar o Atlântico Sul em capacidade de produção.

Um fato gerou grandes problemas para o Atlântico Sul: o navio “João Cândido”. Houve erros a começar pelo nome do navio, uma provocação infantil à Marinha do Brasil. João Cândido era um suboficial que liderou revolta contra a estrutura da entidade, o que a Marinha, sob qualquer governo, não aceita.

Problemas estruturais e de montagem fizeram com que, primeiro navio da Transpetro a ser lançado ao mar, o “João Cândido” até hoje não fosse entregue. O segundo navio a ser lançado, o “Celso Furtado”, do Mauá, ficou com a láurea de ser o primeiro incorporado pela Transpetro. E, se houver mais atrasos, o segundo navio a ser entregue será o “Sergio Buarque de Hollanda”, também do Mauá, ou até mesmo o “Rômulo de Almeida”. No caso do “João Cândido”, observadores pessimistas garantem que o navio não pode navegar.

Mas a maioria dos analistas do setor afirma que os problemas decorreram do excesso de soldagem exigido, pois o navio foi feito com mais blocos a serem montados do que seria natural. A pressa de Lula para ter uma solenidade marcante – de recuperação da construção naval e de renascimento industrial no Nordeste – agravou esse fato, mas a maioria dos informantes garante que o American Bureau of Shipping (ABS) irá dar sinal verde ao navio. Com isso, o petroleiro ganharia uma espécie de classificação AAA para a comunidade internacional, pois com aprovação de entidade classificadora internacional, um navio pode ser incorporado à frota alemã ou americana sem ser submetido a qualquer teste.

Resta saber o que irá pedir a Samsung para assumir o estaleiro. Certamente, não irá querer desembolsar altos valores, ao contrário do que desejariam Camargo Corrêa e Queiróz Galvão. Mas, como tem estaleiros na Coréia, a Samsung pode ser atraída pela possibilidade de receber outras obras do Brasil (Petrobras), o que lhe compensaria a árdua tarefa de reorganizar administração e setor técnico do Atlântico Sul. Tudo indica que o acordo pode ser fechado, pois Camargo e Queiróz colheram mais dissabores do que alegrias com o estaleiro pioneiro de Pernambuco. Os estaleiros brasileiros não gostariam de ver obras prometidas ao mercado interno levadas para a Coréia, mas este pode ser o preço para pacificação do Atlântico Sul.
FONTE: NetMarinha

Cantanhede: Ensaio do Bloco Arrastão da Folia abre a temporada carnavalesca com mega evento e reúne público recorde.

Cerca de cinco mil pessoas compareceram ao primeiro ensaio do Bloco Arrastão da Folia realizado sábado (04) em Cantanhede. O mega evento começou oficialmente às quatro horas da tarde e estendeu-se até as quatro da madrugada de domingo.


Atrações
A programação teve de tudo um pouco. Sete atrações, doze horas ininterruptas de samba, forró, swing, e som automotivo.
Máquina de Descascar Alho,
primeira atração da noite
César Muniz e Banda, swing e axé no Trio Matrix
No super Trio Matrix o show ficou por conta de César Muniz que se apresentou nos intervalos das outras seis atrações: Máquina de Descascar Alho, Bateria da Turma do Quinto, Bicho Terra e Banda Amor Real e o potente som automotivo da F-250 Estrondosa, de Imperatriz.

Banda Amor Real
Bateria da Escola de Samba Turma do Quinto
Bicho Terra  
Mírian Rocha com brincantes do Bicho Terra
A coreografia do Bicho Terra contagiou os jovens




Evento prestigiado
Autoridades, empresários e personalidades cantanhedenses prestigiaram o evento


O primeiro ensaio do Bloco Arrastão da Folia foi prestigiado por diversas autoridades e lideranças políticas da região. Participaram do evento os Secretários de Estado Hildo Rocha (Assuntos Políticos) e Coronel Vieira (Chefe da Casa Militar); os deputados estaduais César Pires (DEM) e Roberto Costa (PMDB); o prefeito de Arari, em exercício, Djalma Machado, acompanhado de assessores e do Secretário de Obras daquele município. O vereador de Matões do Norte, Joni Rocha, a ex-secretária de Ação Social de Cantanhede, Mírian Rocha, e o ex-prefeito do município, Hilton Rocha também estavam presentes.

Volta ao passado de glórias e alegrias
A qualidade e a diversidade de atrações, a primorosa organização e o ambiente de alegria reinante durante a realização da festa fez lembrar os mega eventos realizados no período compreendido entre 1997 e 2004, quando o município era administrado pelo hoje Secretário de Estado de Assuntos Políticos, Hildo Rocha.

Mírian Rocha com participantes do evento
A ex-secretária de Ação Social de Cantanhede, Mírian Rocha, ressaltou que durante a administração de Hildo Rocha, todos os setores eram tratados como prioridade. “Investíamos na infraestrutura, na saúde na educação, no esporte e promovíamos grandes eventos para aqueles que gostam desse tipo de festa. Só lamento que atualmente o governo municipal esteja omisso quanto a essas questões, pois a população precisa de serviços públicos de qualidade e de momentos de lazer, como esse que presenciamos hoje, organizado por pessoas que desejam o melhor para a cidade”, ressaltou a ex-secretária de Ação Social de Cantanhede, Mírian Rocha.

Roberto Brandão (Bicho Terra), Hildo Rocha, 
Benilma e César Pires, Deputado Estadual (DEM)
“Muito nos honra participar desta festa maravilhosa. É gratificante percebemos a alegria no rosto dos jovens e a satisfação de todos aqueles que alimentam a esperança de novamente ver Cantanhede reviver os bons tempos quando havia paz, segurança, saúde e educação de qualidade. Hoje, foi como se tivéssemos voltado a esse passado de glórias e alegrias”, enfatizou Mírian Rocha.
Roberto Brandão, Hildo Rocha e Inácio Pinheiro
Roberto Brandão, Joni Rocha (vereador de Matões do Norte)
e Inácio Pinheiro (Bicho Terra)

Aeroportos Privatização I. “Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”.

“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”, entoam manifestantes em frente à Bovespa. 06/02/2012.

CUT, CMP, CGTB, Sindicatos e partidos populares se somaram no ato contra a privatização dos aeroportos e em defesa do patrimônio público.

 
“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”, entoaram nesta segunda-feira (6) manifestantes concentrados em frente à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), contrários ao processo de privatização dos aeroportos.

O protesto reuniu militantes do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (SINA), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central de Movimentos Populares (CMP), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Pátria Livre (PPL), que se pronunciaram contra a entrega do patrimônio público nacional. A privatização dos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, de Viracopos, em Campinas, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, que juntos respondem por 30% da movimentação dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do sistema brasileiro foi denunciada como um “crime de lesa-Pátria”.

“É preciso falar o português claro, pois não tem sentido nenhum dar dinheiro público para os estrangeiros virem tomar o que é nosso. Infelizmente é o patrimônio do Brasil que está sendo entregue pelo governo que nós ajudamos eleger. É a pauta dos derrotados, vindo com força”, denunciou Francisco Lemos, presidente do SINA.

Lemos lembrou que primeiro o governo disse que não havia dinheiro para modernizar os aeroportos diante da urgência da Copa do Mundo – e que era preciso garantir a participação estrangeira no leilão. Depois, o BNDES foi acionado para financiar a desnacionalização, o que é totalmente absurdo.

Como sintetizou o secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Vagner Freitas, “a privatização dos aeroportos representa um descarrilhamento do governo”. “A proposta neoliberal de sucateamento do patrimônio público e abertura ao capital internacional foi derrotada nas urnas, pois todos sabemos o que significou a privatização da telefonia, da energia e da siderurgia. Neste momento em que o país precisa crescer e se desenvolver para enfrentar os impactos da crise internacional, não podemos permitir o retrocesso. Ao privatizar os aeroportos, o governo não está sendo leal com o voto das urnas e a CUT não vai admitir esta violência”, ressaltou Vagner.

“Coerente com o que defendemos e pensamos quando enfrentamos a polícia e a repressão nos anos 90, estamos aqui hoje para denunciar o absurdo que é entregar o filé do transporte aéreo brasileiro, os melhores e mais lucrativos aeroportos à iniciativa privada. E pior, com 80% dos investimentos oferecidos pelo BNDES, que é um banco público”, acrescentou Quintino Severo, secretário geral da CUT Nacional.

Representante da CMP, Luiz Gonzaga (Gegê) denunciou a privatização como um retrocesso lamentável e defendeu a mais ampla mobilização da sociedade brasileira para impedir o prosseguimento de tal crime.

O presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira destacou a importância da unidade das centrais e do movimento social para a luta em defesa do Brasil. “Nós precisamos de um Estado cada vez mais forte e atuante em defesa dos interesses do nosso povo, do desenvolvimento nacional. Privatizar é o oposto disso, é abrir mão da soberania”, condenou Bira.

Para o diretor executivo da CUT Nacional, Júlio Turra, o momento exige dos movimentos sindical e social uma ação mais contundente, “para não dar vida fácil aos privatistas e aos que querem continuar perpetrando crimes como este contra o patrimônio público”. “Não vamos permitir que continuem metendo a mão em recursos públicos, em dinheiro do BNDES, para dar lucro garantido a meia dúzia de assaltantes”, acrescentou o secretário de Políticas Sociais da CUT São Paulo, João Batista Gomes (Joãozinho).

Membro da direção nacional do PT, Marcos Sokol lembrou que um serviço público essencial, como e o caso dos aeroportos brasileiros, funciona na base de subsídio cruzado, onde a parte lucrativa garante a deficitária. “Agora querem privatizar o filé, deixando o osso para o Estado. Isso é um crime, uma concessão ao capital internacional, é a volta dos que não foram, na realidade. Se há males que vêm para o bem, posso dizer que esse crime contra a nação brasileira não ficará impune”, acrescentou Sokol.

Em nome da Juventude Pátria Livre (JPL), Antonio Henrique denunciou que a privatização dos aeroportos é “um ato praticado pelas viúvas de FHC, que depois de terem vendido 121 estatais lucrativas querem agora continuar entregando aos estrangeiros a nossa fronteira aérea, dilapidando a nossa empresa de infraestrutura aeroportuária”. “O que precisamos é de mais Estado, de empresas públicas para fazer o Brasil crescer”, concluiu.

Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/dilma-eu-nao-me-engano-privatizar-e-coisa-de-tucano.html