quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Aeroportos Privatização II."Concessão dos Aeroportos foi estratégia de redistribuição de renda".
A concessão dos Aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos à
inciativa privada desagrada a quem é contra as privatizações, por
princípio.
E a princípio, o governo Dilma é contrário à privatizações. Então qual é a lógica dessas concessões?
Se olharmos bem a operação ao longo dos 20 a 30 anos, veremos que não há uma política pública de diminuição do Estado no setor aéreo, e sim um remanejamento de capital estatal de uma região para outra, a fim de promover o desenvolvimento regional.
O governo está arrecadando dinheiro em mercados ricos como São Paulo e Brasília, para investir em mercados menos desenvolvidos que precisam de aeroportos melhores, como nas regiões Norte, Nordeste, no Pantanal, em Foz do Iguaçu, etc. O resultado disso será melhor distribuição de renda, principalmente para a indústria do turismo.
A concessão rendeu R$ 24,5 bilhões pelo que já existe em São Paulo, Campinas e Brasília. Esse dinheiro é destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que tem a finalidade de garantir verbas para outros aeroportos a serem reformados ou construídos sob direção ESTATAL, especialmente os regionais.
E a princípio, o governo Dilma é contrário à privatizações. Então qual é a lógica dessas concessões?
Se olharmos bem a operação ao longo dos 20 a 30 anos, veremos que não há uma política pública de diminuição do Estado no setor aéreo, e sim um remanejamento de capital estatal de uma região para outra, a fim de promover o desenvolvimento regional.
O governo está arrecadando dinheiro em mercados ricos como São Paulo e Brasília, para investir em mercados menos desenvolvidos que precisam de aeroportos melhores, como nas regiões Norte, Nordeste, no Pantanal, em Foz do Iguaçu, etc. O resultado disso será melhor distribuição de renda, principalmente para a indústria do turismo.
A concessão rendeu R$ 24,5 bilhões pelo que já existe em São Paulo, Campinas e Brasília. Esse dinheiro é destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que tem a finalidade de garantir verbas para outros aeroportos a serem reformados ou construídos sob direção ESTATAL, especialmente os regionais.
Portanto, o dinheiro do setor aéreo não está sendo "desestatizado", está
sendo remanejado da região mais rica para as regiões mais pobres,
corrigindo desequilíbrios regionais.
- O governo concedeu por decisão estratégica própria, e não por imposição do FMI, nem por necessidade de pagar dívidas.
Outra fonte de receita destes aeroportos concedidos, também para reinvestir nos aeroportos estatais através deste Fundo:
- 10% do faturamento bruto anual de Guarulhos;
- 5% do faturamento bruto anual de Viracopos;
- 2% do faturamento bruto anual de Brasília.
Por fim, a Infraero continua dona da concessão de 49% destes três aeroportos e, portanto, continuará tendo metade dos lucros
deles.
A ideia de conceder à iniciativa privada assusta, e protestos como os da
CUT são justos, válidos e compreensíveis, pela má experiência
das privatizações no passado, mas dessa vez nada tem a ver com o que foi
feito na era tucana. Eis as diferenças:
- O governo concedeu por decisão estratégica própria, e não por imposição do FMI, nem por necessidade de pagar dívidas.
- Não há diminuição do estado no setor. O dinheiro será investido em outros aeroportos estatais.
- A concessão tem prazo: 20 anos para Guarulhos, 25 para Brasília, e 30
para Viracopos, podendo prorrogar apenas por 5 anos. Depois disso, os
Aeroportos voltam às mãos Estado e, se lá o governo quiser deixar 100%
nas mãos da Infraero ou fazer novo leilão, pode decidir o que for
melhor.
- A Infraero não foi privatizada. Ela perdeu espaço nestes Aeroportos
por uma mão, mas ganhará pela outra, nos Aeroportos estatais que
receberão investimentos do FNAC.
- Se a Infraero não foi privatizada, não haverá demissões em massa de
seus funcionários, como ocorria na privataria tucana. No máximo ocorrerá
remanejamento, se houver excedente em algum dos aeroportos concedidos.
Se olharmos o todo, a operação foi engenhosa. Havia pouco interesse do
capital privado em investir nas outras regiões, e havia muito interesse
em investir em São Paulo e Brasília. O governo jogou com os investidores
para fazer uma triangulação: captou dinheiro em São Paulo, que será
investido no Nordeste, na Amazônia, no Pantanal, etc.
Detalhe: São Paulo e Brasília não terão nenhum prejuízo. Pelo contrário,
as concessionárias estão obrigadas a investir R$ 16 bilhões nos 3
aeroportos ao longo dos anos, para ampliação e modernização.
Em tempo: o BNDES não está financiando o valor da concessão, como há gente mal informada dizendo por aí. O BNDES oferece empréstimo para obras de ampliação dos aeroportos, como sempre fez com outros empreendimentos industriais e de infra-estrutura.
Em tempo: o BNDES não está financiando o valor da concessão, como há gente mal informada dizendo por aí. O BNDES oferece empréstimo para obras de ampliação dos aeroportos, como sempre fez com outros empreendimentos industriais e de infra-estrutura.
Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012/02/concessao-dos-aeroportos-foi-estrategia.html
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vereador Nato consegue junto a Prefeitura o Asfaltamento de mais de 75 Ruas no Polo do Coroadinho.
A
população do Pólo Coroadinho é beneficiada com mais de 75 ruas
asfaltadas, divididas entre as áreas da Vila dos Frades, Vila São
Sebastião, Bom Jesus entre outras.O Vereador Nato declara que é um grande avanço para a população do Pólo Coroadinho, pois o asfaltamento destas ruas permite uma melhoria significativa na qualidade de vida da população beneficiada.
Fonte: http://blogdovereadornato.blogspot.com
Petroleo. Para entender o que é estratégico
Postado por Fernando Brito.
| O Jurong Aracruz, no Espírito Santo: o navio sonda nasce junto com o estaleiro |
O mercado de exploração de petróleo não é igual a uma feira livre,
onde você pode ficar rodando e escolhendo, na hora em que quiser, a
melhor oferta de preço.
Os contratos de concessão, que vigem na maior parte do mundo, têm
datas, prazos que, se não cumpridos, acarretam a perda dos direitos
exploratórios.
E os equipamentos são altamente especializados e caríssimos.
O aluguel de uma sonda da águas ultra profundas, no mercado
“varejista” – contratos bem negociados ficam um pouco abaixo disso –
anda na faixa de US$ 500 mil por dia (por dia, é isso mesmo).
Em 2007 e 2008 a Petrobras teve de fazer malabarismo para colocar
sondas em todas as áreas que detinha e por pouco não perde os direitos
exploratórios de uma das áreas do pré-sal, o campo de Carioca.
A opção, corretíssima, da empresa foi estimular a fabricação aqui
destas sondas. Mas enfrentamos o problema de operação plena dos
estaleiros e do ineditismo desta produção.
A solução foi a própria Petrobras coordenar a formação de uma empresa
com este fim, a Sete Brasil, reunindo bancos e fundos de investimento.
Foi ela a contratada para fazer as sete primeiras sondas de um lote
total de 28 unidades, e concorreu às demais 21, no finalzinho do ano
passado, numa licitação que a Petrobras suspendeu à espera de uma baixa
de preços.
Mas as sondas têm de sair e vão sair.
Mesmo sem a garantia firmada do contrato, a Sete Brasil contratou uma
sonda ao estaleiro Jurong Aracruz, que está sendo construído no
Espírito Santo, ainda em fase inicial.
Baseado num desenho inédito, o navio-sonda poderá operar em lâmina
d´água de mais de 3,3 mil metros e tem capacidade para perfurar mais
outros 9 mil metros no subsolo.O índice de nacionalização deverá ser
superior a 60%.
Se a Petrobras não tivesse o peso que tem na empresa, ela firmaria um
contrato assim, de quase US$ 800 milhões? E se a sonda não começasse a
ser projetada agora, se as encomendas de partes e equipamentos não
pudesse começar a ser feita, se os problemas de um primeiro produto não
começassem a ser enfrentados já, haveira prazo para que a sonda entrasse
em operação no calendário-limite que tem a Petrobras?
Um empresa de petróleo com as perspectivas que tem a Petrobras
precisa deste poder, porque é dele que se origina a pressão que ela
precisa fazer sobre seus fornecedores. Se a Sete Brasil bancou os
riscos, é porque sabe que há mercado.
A Petrobras tinha apenas duas sondas de águas ultraprofundas em 2007,
hoje tem 25, terá 34 dentro de dois anos, quando- aí, sim – entrarão em
operação as sondas feitas no Brasil. Em 202o, quando o contrato estiver
concluído, serão 65, um terço delas fabricado aqui.
Sem o novo modelo de partilha, sem a garantia de operar todos os
nossos poços do pré-sal pela petroleira brasileira, alguém ia meter o
peito na correnteza e produzir este bilionário equipamento aqui,
turbinando a economia, a indústria, a tecnologia e o emprego?
Imprudência? Imprudência é um gigante que aceita rastejar.
Fonte: http://www.tijolaco.com/
Samsung pode assumir o Estaleiro Atlântico Sul
Atrasos na produção incomodam governo
O Atlântico Sul surgiu como uma espécie de “projeto-de-governo”, na
era Lula. Diante de impasses com outros estaleiros, teve-se a idéia de
se lançar um super-estaleiro, capaz de construir grandes navios e, além
disso, democratizar regionalmente o setor, antes excessivamente
concentrado no Rio de Janeiro – o que hoje não mais ocorre, pois, além
de projetos em Pernambuco e Alagoas, há pólos crescentes no Rio Grande
do Sul e projetos para a Bahia. A descentralização só não é mais intensa
porque Santa Catarina rejeitou o estaleiro de OSX, Eike Batista, que
traria um pouco de poluição e muitos empregos ao estado e agora cresce
de forma acentuada no Norte fluminense. Quando pronto, irá superar o
Atlântico Sul em capacidade de produção.
Um fato gerou grandes problemas para o Atlântico Sul: o navio “João
Cândido”. Houve erros a começar pelo nome do navio, uma provocação
infantil à Marinha do Brasil. João Cândido era um suboficial que liderou
revolta contra a estrutura da entidade, o que a Marinha, sob qualquer
governo, não aceita.
Problemas estruturais e de montagem fizeram com que, primeiro navio
da Transpetro a ser lançado ao mar, o “João Cândido” até hoje não fosse
entregue. O segundo navio a ser lançado, o “Celso Furtado”, do Mauá,
ficou com a láurea de ser o primeiro incorporado pela Transpetro. E, se
houver mais atrasos, o segundo navio a ser entregue será o “Sergio
Buarque de Hollanda”, também do Mauá, ou até mesmo o “Rômulo de
Almeida”. No caso do “João Cândido”, observadores pessimistas garantem
que o navio não pode navegar.
Mas a maioria dos analistas do setor
afirma que os problemas decorreram do excesso de soldagem exigido, pois o
navio foi feito com mais blocos a serem montados do que seria natural. A
pressa de Lula para ter uma solenidade marcante – de recuperação da
construção naval e de renascimento industrial no Nordeste – agravou esse
fato, mas a maioria dos informantes garante que o American Bureau of
Shipping (ABS) irá dar sinal verde ao navio. Com isso, o petroleiro
ganharia uma espécie de classificação AAA para a comunidade
internacional, pois com aprovação de entidade classificadora
internacional, um navio pode ser incorporado à frota alemã ou americana
sem ser submetido a qualquer teste.
Resta saber o que irá pedir a Samsung para assumir o estaleiro.
Certamente, não irá querer desembolsar altos valores, ao contrário do
que desejariam Camargo Corrêa e Queiróz Galvão. Mas, como tem estaleiros
na Coréia, a Samsung pode ser atraída pela possibilidade de receber
outras obras do Brasil (Petrobras), o que lhe compensaria a árdua tarefa
de reorganizar administração e setor técnico do Atlântico Sul. Tudo
indica que o acordo pode ser fechado, pois Camargo e Queiróz colheram
mais dissabores do que alegrias com o estaleiro pioneiro de Pernambuco.
Os estaleiros brasileiros não gostariam de ver obras prometidas ao
mercado interno levadas para a Coréia, mas este pode ser o preço para
pacificação do Atlântico Sul.
FONTE: NetMarinhaRead more: http://www.naval.com.br/blog/#ixzz1litvaVGJ
Cantanhede: Ensaio do Bloco Arrastão da Folia abre a temporada carnavalesca com mega evento e reúne público recorde.
Cerca
de cinco mil pessoas compareceram ao primeiro ensaio do Bloco Arrastão
da Folia realizado sábado (04) em Cantanhede. O mega evento começou
oficialmente às quatro horas da tarde e estendeu-se até as quatro da
madrugada de domingo.
Atrações
Atrações
A programação teve de tudo um pouco. Sete atrações, doze horas ininterruptas de samba, forró, swing, e som automotivo.
| Máquina de Descascar Alho, primeira atração da noite |
| César Muniz e Banda, swing e axé no Trio Matrix |
| Bateria da Escola de Samba Turma do Quinto |
| Bicho Terra |
| Mírian Rocha com brincantes do Bicho Terra |
| A coreografia do Bicho Terra contagiou os jovens |
Evento prestigiado
| Autoridades, empresários e personalidades cantanhedenses prestigiaram o evento |
O
primeiro ensaio do Bloco Arrastão da Folia foi prestigiado por diversas
autoridades e lideranças políticas da região. Participaram do evento os
Secretários de Estado Hildo Rocha (Assuntos Políticos) e Coronel Vieira
(Chefe da Casa Militar); os deputados estaduais César Pires (DEM) e
Roberto Costa (PMDB); o prefeito de Arari, em exercício, Djalma Machado,
acompanhado de assessores e do Secretário de Obras daquele município. O
vereador de Matões do Norte, Joni Rocha, a ex-secretária de Ação Social
de Cantanhede, Mírian Rocha, e o ex-prefeito do município, Hilton Rocha
também estavam presentes.
Volta ao passado de glórias e alegrias
A
qualidade e a diversidade de atrações, a primorosa organização e o
ambiente de alegria reinante durante a realização da festa fez lembrar
os mega eventos realizados no período compreendido entre 1997 e 2004,
quando o município era administrado pelo hoje Secretário de Estado de
Assuntos Políticos, Hildo Rocha.
| Mírian Rocha com participantes do evento |
| Roberto Brandão (Bicho Terra), Hildo Rocha, Benilma e César Pires, Deputado Estadual (DEM) |
Aeroportos Privatização I. “Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”.
“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”, entoam manifestantes em frente à Bovespa. 06/02/2012.
CUT, CMP, CGTB, Sindicatos e partidos populares se somaram no ato
contra a privatização dos aeroportos e em defesa do patrimônio público.
“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”,
entoaram nesta segunda-feira (6) manifestantes concentrados em frente à
Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), contrários ao processo de
privatização dos aeroportos.
O protesto reuniu militantes do Sindicato Nacional dos Aeroportuários
(SINA), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central de Movimentos
Populares (CMP), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB),
Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Pátria Livre (PPL), que se
pronunciaram contra a entrega do patrimônio público nacional. A
privatização dos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, de Viracopos, em
Campinas, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, que juntos respondem por
30% da movimentação dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves
do sistema brasileiro foi denunciada como um “crime de lesa-Pátria”.
“É preciso falar o português claro, pois não tem sentido nenhum dar
dinheiro público para os estrangeiros virem tomar o que é nosso.
Infelizmente é o patrimônio do Brasil que está sendo entregue pelo
governo que nós ajudamos eleger. É a pauta dos derrotados, vindo com
força”, denunciou Francisco Lemos, presidente do SINA.
Lemos lembrou que primeiro o governo disse que não havia dinheiro
para modernizar os aeroportos diante da urgência da Copa do Mundo – e
que era preciso garantir a participação estrangeira no leilão. Depois, o
BNDES foi acionado para financiar a desnacionalização, o que é
totalmente absurdo.
Como sintetizou o secretário de Administração e Finanças da CUT
Nacional, Vagner Freitas, “a privatização dos aeroportos representa um
descarrilhamento do governo”. “A proposta neoliberal de sucateamento do
patrimônio público e abertura ao capital internacional foi derrotada
nas urnas, pois todos sabemos o que significou a privatização da
telefonia, da energia e da siderurgia. Neste momento em que o país
precisa crescer e se desenvolver para enfrentar os impactos da crise
internacional, não podemos permitir o retrocesso. Ao privatizar os
aeroportos, o governo não está sendo leal com o voto das urnas e a CUT
não vai admitir esta violência”, ressaltou Vagner.
“Coerente com o que defendemos e pensamos quando enfrentamos a
polícia e a repressão nos anos 90, estamos aqui hoje para denunciar o
absurdo que é entregar o filé do transporte aéreo brasileiro, os
melhores e mais lucrativos aeroportos à iniciativa privada. E pior, com
80% dos investimentos oferecidos pelo BNDES, que é um banco público”,
acrescentou Quintino Severo, secretário geral da CUT Nacional.
Representante da CMP, Luiz Gonzaga (Gegê) denunciou a privatização
como um retrocesso lamentável e defendeu a mais ampla mobilização da
sociedade brasileira para impedir o prosseguimento de tal crime.
O presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira destacou a
importância da unidade das centrais e do movimento social para a luta
em defesa do Brasil. “Nós precisamos de um Estado cada vez mais forte e
atuante em defesa dos interesses do nosso povo, do desenvolvimento
nacional. Privatizar é o oposto disso, é abrir mão da soberania”,
condenou Bira.
Para o diretor executivo da CUT Nacional, Júlio Turra, o momento
exige dos movimentos sindical e social uma ação mais contundente, “para
não dar vida fácil aos privatistas e aos que querem continuar
perpetrando crimes como este contra o patrimônio público”. “Não vamos
permitir que continuem metendo a mão em recursos públicos, em dinheiro
do BNDES, para dar lucro garantido a meia dúzia de assaltantes”,
acrescentou o secretário de Políticas Sociais da CUT São Paulo, João
Batista Gomes (Joãozinho).
Membro da direção nacional do PT, Marcos Sokol lembrou que um serviço
público essencial, como e o caso dos aeroportos brasileiros, funciona
na base de subsídio cruzado, onde a parte lucrativa garante a
deficitária. “Agora querem privatizar o filé, deixando o osso para o
Estado. Isso é um crime, uma concessão ao capital internacional, é a
volta dos que não foram, na realidade. Se há males que vêm para o bem,
posso dizer que esse crime contra a nação brasileira não ficará
impune”, acrescentou Sokol.
Em nome da Juventude Pátria Livre (JPL), Antonio Henrique denunciou
que a privatização dos aeroportos é “um ato praticado pelas viúvas de
FHC, que depois de terem vendido 121 estatais lucrativas querem agora
continuar entregando aos estrangeiros a nossa fronteira aérea,
dilapidando a nossa empresa de infraestrutura aeroportuária”. “O que
precisamos é de mais Estado, de empresas públicas para fazer o Brasil
crescer”, concluiu.
Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/dilma-eu-nao-me-engano-privatizar-e-coisa-de-tucano.html
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