sábado, 18 de fevereiro de 2012

"Obamacare": 23/03/2013 é a data que o mundo será chipado?

Isso foi omitido totalmente pela mídia (é claro)...
Mas os blogs alternativos também não captaram esta informação tão importante!

Será mesmo?

Vamos continuar a acompanhar...
Veja o artigo:

Esta nova lei de Saúde (Obamacare) requer um chip RFID implantado em todos os Norteamericanos.

Este chip não só irá conter a sua informação pessoal com capacidade de rastreamento, mas também será vinculada à sua conta bancária. 

E a conseguir isso, a página 1004 da nova lei, lê-se, e cito: "O mais tardar 36 meses após a data da promulgação". 

Agora é a lei da terra que por 23 de março de 2013 vamos todos ser obrigados a ter um chip de RFID sob nossa pele e este chip será o link para nossas contas bancárias, bem como ter os nossos registros pessoais e capacidade de rastreamento integrado.

polidics.com / news / outra-oculto-secreto-em-obamacare-rfid-chip implants.html-


No domingo, 21 de março de 2010 no Senado o projeto de lei HR3200 Saúde foi aprovado e transformado em lei na terça-feira seguinte.


A Página 1004 da nova lei (dita o tempo deste chip), lê-se, e cito: "O mais tardar 36 meses após a data da promulgação"


HR seção 3200 2521, pág. º, 1001 1.


"O secretário deve estabelecer um registro do dispositivo médico nacional (nesta subseção referido como o "registro")
para facilitar a análise de pós-comercialização dados de segurança e os resultados em cada dispositivo que, ''seja ou tenha sido utilizados em um paciente; ''e'' é uma classe de dispositivo III; ou ''uma classe de dispositivo II que é implantável, de apoio à vida, ou de sustentação da vida ".

Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos:

www.fda.gov / downloads / MedicalDevi ...

A classe de dispositivo implantável II é um "sistema de transponder implantável rádio frequência para identificação do paciente e informações sobre saúde." A finalidade de um dispositivo de classe II é coletar dados em doentes médicos, tais como ", afirma dados , paciente levantamento de dados, arquivos padronizados de análise que permitem a partilha e análise de dados de ambientes de dados diferentes, registos de saúde electrónicos, e quaisquer outros dados que julgar convenientes pelo Secretário. "

Classe III inventa são itens, tais como os implantes mamários, marca-passos, válvulas cardíacas, etc Um dispositivo de Classe II que é implantável é, como visto a partir da FDA, um transponder implantável rádio freqüência, chip RFID. De implantes mamários, a marcapassos, para chips RFID qual é a única possível que pode ser usado para os fins indicados na secção B, que é, "para vincular tais dados com as informações incluídas no registro"? Como sabemos por subsecção A, a informação no registro é o nome de um dispositivo. Na planície falar, estamos em um caminho claro a ser dito que os nossos registros médicos eletrônicos vão estar ligados a um dispositivo implantável classe II!


"O Secretário para proteger a saúde pública; deve estabelecer procedimentos para permitir a ligação das informações apresentadas nos termos do parágrafo (A, lembre-se parágrafo A é a classe 2 referência dispositivo implantável) com a segurança do paciente e dados os resultados obtidos no parágrafo (3, que é eletrônico registros médicos), e para permitir análises de dados relacionados; "


Continuando a página 1007, nos padrões, critérios de implementação e seção CRITÉRIOS DE CERTIFICAÇÃO, o secretário de Saúde e Serviços Humanos é dado plenos poderes para intactos todos os mandatos do rol de itens a fazer no processo de criação do registro como bem como ditar a forma como o concebe listado no Registro Nacional de dispositivos médicos estão a ser usadas e implementadas.


"O secretário dos Serviços de Saúde Humanos, por intermédio do chefe do Gabinete do Coordenador Nacional de Tecnologia da Informação em Saúde, adoptará normas, especificações e critérios de implementação, de certificação para a troca eletrônica e uso de certificados registros eletrônicos de saúde de um único dispositivo identificador para cada dispositivo descrito no parágrafo 1 (Registro Nacional de Dispositivos Médicos), se tal identificador é exigido pela seção 519 (f) do Federal Food, Drug e Cosmetic Act (21 USC 360i (f)) para o dispositivo. "


Leia mais: http://www.libertar.in/2012/02/23032013-e-data-que-o-mundo-sera.html#ixzz1mjrOrAA8

PF cumpre mandados de busca e apreensão contra rádios clandestinas

Belo Horizonte/MG - A Polícia Federal, em conjunto com fiscais da ANATEL, cumpriu, entre os dias 15 e 17 deste mês de fevereiro, mandados de busca e apreensão em três cidades da região metropolitana de Belo Horizonte (Betim, Itabirito e Ribeirão das Neves), com a finalidade de apreender equipamentos e encerrar atividades de rádios clandestinas.

Em um dos locais, na cidade de Itabirito, foi encontrada uma espécie de “alçapão”, onde o proprietário da rádio ocultava os equipamentos na tentativa de burlar a fiscalização dos órgãos competentes.

Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Penitenciária Nelson Hungria, onde permanece à disposição da Justiça.

Ele e os demais envolvidos responderão pelo crime de atividade clandestina de telecomunicação e, se condenados, poderão receber pena de até 04 anos de prisão e multa.

Comunicação Social / Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais
Tel.: (31) 3330-5270

A Espanha e o princípio da reciprocidade.

Coisas da Política. A Espanha e o princípio da reciprocidade

Por. Mauro Santayana.

Se, conforme o personagem de Guimarães Rosa, cada um de nós tem os seus seis meses, com as sociedades nacionais ocorre a mesma coisa. Em tempos recentes, e as causas são conhecidas, o Brasil passou por momentos amargos, e centenas de milhares de brasileiros se dispersaram pelo mundo – do Japão à Irlanda, de Portugal ao Canadá. Era a diáspora econômica, depois da diáspora política dos anos de chumbo.

Uma onda de xenofobia nos atingiu, principalmente na Península Ibérica. Em Portugal, país de que jamais poderíamos esperar uma atitude dessas, fomos rechaçados como leprosos morais. Foi necessária uma combinação diplomática hábil, entre firmeza e paciência, conduzida, nos momentos mais agudos, pelo Embaixador José Aparecido de Oliveira, que contou com as personalidades políticas mais responsáveis daquele país – entre elas e, em primeiro lugar, Mário Soares – a fim de que o repúdio aos brasileiros se amenizasse.

Dos espanhóis, a quem não nos ligavam os mesmos sentimentos afetivos, recebemos tratamento igual, mas que não nos doeu, naquele momento, tanto quanto o daqueles de quem herdamos a língua e a nossa forma de sentir o mundo.

Na época, muitos brasileiros lembraram, menos como cobrança histórica, mas com perplexidade, da acolhida que o nosso país sempre  deu aos europeus, nas épocas de crise, principalmente aos portugueses, mesmo tendo sofrido, como havíamos sofrido, a brutalidade do colonialismo. Em toda a Europa, a situação foi semelhante. Registremos, com justiça, que – mesmo com o rigor de suas leis a respeito do assunto – nos Estados Unidos, no Japão, e no Canadá, os brasileiros não foram vistos com o mesmo desprezo que sofríamos na Europa.

Os ventos históricos movem as nossas velas, neste momento. As circunstâncias internas e externas, aproveitadas com inteligência pelo governo e pela sociedade brasileira, nos permitiram, até agora, fazer frente à crise internacional, e assegurar relativo crescimento ao país. Os que têm bom senso se esquivam de considerar essa situação como adquirida para sempre.  Também contraria a nossa índole transformar os  êxitos atuais em manifestações grosseiras de desforra. As lições da História não podem ser desprezadas.

Todos os povos são iguais. O sentimento de patriotismo é positivo, mas  não pode ser exercido na xenofobia, no chauvinismo, no preconceito étnico. A nossa diplomacia sempre tratou com cautela o problema dos brasileiros no Exterior. Por um lado, em alguns governos, como os de Fernando Collor e Fernando Henrique, fomos conduzidos pelo complexo de inferioridade, e tentávamos entrar no convívio dos países maiores – como fazem os servidores contratados para as festas – pelas portas dos fundos.

Pelo outro, temíamos, ao tratar de tema tão delicado, que o nosso endurecimento pudesse provocar situações ainda mais difíceis aos nossos compatriotas no exterior. Depois que o Tratado de Schengen foi alterado pelos acordos de Lisboa, de 2007, a situação dos chamados extracomunitários na Europa se tornou ainda mais dramática. A Espanha, Portugal e a Itália exacerbaram o controle da entrada, em suas fronteiras, dos visitantes latino-americanos em geral – e dos brasileiros, em particular.

E, convém registrar: o Aeroporto de Barajas, em Madri, destacou-se na brutalidade em reter os turistas brasileiros em suas instalações, principalmente os mais jovens, antes de devolvê-los, sob o látego da humilhação. Muitos eram algemados, e assim mantidos nas dependências policiais, sem comer, nem beber. Ao mesmo jejum eram submetidas as crianças retidas.

Em 2007, mais de 3.000 brasileiros já haviam sido repatriados dos aeroportos espanhóis, com um prejuízo, só em passagens, de mais de 6 milhões de dólares. Em 2008, foram 2.196. Em 2009, 1.714. Em setembro de 2010, ocorreu a segunda Reunião Consular de Alto Nível entre os dois países, mas nada mudou. Naquele ano foram expulsos mais 1.695 brasileiros.

O governo atual, que procura solucionar problemas antigos, entre eles, os da corrupção no Estado, decidiu reexaminar a questão. O Itamaraty vinha tentando, com a paciência tradicional da Casa, resolver o problema com as autoridades espanholas, sem qualquer êxito. Reuniões se fizeram em Madri e foram feitas promessas, nunca cumpridas.


Diante de tudo isso, a Chancelaria decidiu exercer, na defesa de nossos compatriotas, o direito e o dever da reciprocidade. A partir de dois de abril, os espanhóis que vierem ao Brasil deverão cumprir as mesmas exigências que as autoridades espanholas exigem dos visitantes brasileiros. Nenhuma a mais, nenhuma a menos.

Em conseqüência, um movimento de ódio, insuflado pela extrema-direita espanhola, ocupou a internet, com insultos chulos contra o povo brasileiro. Voltaram aos estereótipos: todo jovem brasileiro que chega a Madri é um travesti; toda jovem, uma prostituta. Travestis e prostitutas existem em todas as sociedades, e se essas pessoas mudam de país é porque encontram em seu destino mercado para as suas atividades. E há mais: as organizações internacionais humanitárias denunciam essa mobilização como tráfico internacional da escravidão branca. Moças e rapazes são seduzidos com falsos contratos de trabalho, ou sob enganosas promessas de casamento, para serem submetidos ao cárcere privado, em prostíbulos.

Em princípio, qualquer estado soberano  tem o direito de fechar suas fronteiras a qualquer estrangeiro, negando-lhe a entrada, sem  explicar sua atitude. Mas é da boa norma, nas relações internacionais, que trate com dignidade o recusado, favorecendo seu contato com as autoridades consulares de seu país, se as houver, e de prestar-lhe a assistência recomendada nas circunstâncias, como alimentá-lo e dar-lhe alojamento decente, enquanto durar a custódia. Não era o que ocorria aos brasileiros em Madri.

Temos sido muito complacentes – em nome dos interesses dos negócios do turismo – com os estrangeiros. Em certo momento, e já no governo Lula, o ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia, propôs que revogássemos, unilateralmente, a exigência de vistos de turismo para os cidadãos norte-americanos. Felizmente, prevaleceu, na ocasião, o bom senso e a ponderação do Itamaraty de que não devíamos fazê-lo. Agora, o mesmo complexo de inferioridade se manifesta. Em  programa de televisão, certa senhora de São Paulo, apresentada como analista de não sabemos bem o quê, criticou a posição brasileira. Somos humilhados e ofendidos pelos espanhóis e devemos, conforme essa senhora,  tratá-los com o pão, o sal e as flores da velha hospitalidade.  Não só devemos oferecer a outra face aos que nos estapeiam, mas, também,  beijar as mãos agressoras.

Vamos receber, com o devido respeito, a partir do segundo dia de abril,  todos os espanhóis que chegarem às nossas fronteiras, marítimas, aéreas e terrestres, munidos da mesma documentação que nos exigem em seu país, e submetê-los aos mesmos trâmites imigratórios, mas sem nenhum arranhão aos direitos humanos.

Franco saúda os brasileiros no aeroporto de Barajas.

O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos, e merece o nosso respeito.

 Mas, até mesmo para que dêem valor à nossa acolhida, os espanhóis honrados sabem que devem cumprir as mesmas normas que cumprimos quando visitamos o seu país. Não merece respeito o povo que não respeita os outros povos, nem lhes exige, em troca, o mesmo comportamento.

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/17/santayana-e-a-espanha-franco-esta-vivo/

 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

São Bento. Pré-candidato diz que prefeito é inoperante.

Ademias Costa
Considerado como líder de um novo grupo político que está surgindo na cidade em São Bento, até então polarizado pelos ex-prefeitos Isaac Dias, a família Muniz e o atual prefeito Luizinho Barros, o empresário Ademias Costa, presidente local do PRP, diz que a cidade precisa, urgentemente de um administrador, por está um verdadeiro caos. 

“Até parece os escombros de uma guerra, a saúde e uma calamidade, o asfalto é uma verdadeira ficção, na educação, a merenda desapareceu faz tempo e o saneamento básico é coisa abstrata.

A cidade  está abandonada e o Ministério Público precisa mostrar sua cara, uma vez que ali impera o nepotismo, com o secretariado formado , em sua maioria, por familiares”, afirmou Ademias.

Pré-candidato a prefeito da cidade, Ademias destaca  que o foco de sua plataforma administrativa está na educação profissionalizante.

Ele diz ser necessário preparar a juventude para o ingresso no mercado com o advento da Refinaria Premium de Bacabeira. “O projeto está aí, batendo as nossas portas, mas o prefeito Luzinho Barros ainda não se deu conta da importância de preparar nossa juventude para ocupar seu espaço. Há uma letargia em todos os sentidos nessa administração, que é a síntese do atraso, do descaso e da  incompetência”, assinalou. Enquanto, isso, segundo Ademias, Luizinho Barros gasta tubos de dinheiro tentando eleger a esposa dele, ex-secretária de Saúde, prefeita de Palmeirândia.

FONTE: http://www.djalmarodrigues.com.br/2012/02/17/pre-candidato-diz-que-prefeito-de-sao-bento-e-inoperante/

Brasil vai ceder helicópteros para liberação de reféns na Colômbia.

Brasília - O vice-ministro de Assuntos Políticos da Colômbia, Jorge Enrique Bedoya, anunciou que dois helicópteros brasileiros com uma tripulação de 15 pessoas serão utilizados na liberação de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Ainda não há uma data para a operação. O governo colombiano aguarda uma sinalização das Farc para poder organizar o resgate.

Bedoya fez o anúncio durante encontro preparatório para a reunião dos ministros da Defesa e Justiça da UNASUL, que acontece nos dias 3 e 4 de maio em Cartagena de Índias, Colômbia.

A participação do Brasil se dará apenas durante o processo de entrega dos reféns. O país não está autorizado pelo governo colombiano a fazer quaisquer gestões com as Farc.

Juan Manuel Santos também deixou claro que nenhum país ou organização poderá tratar de um processo de paz com a guerrilha. O presidente colombiano enfatizou que está é uma responsabilidade do seu governo.

Jorge Enrique Bedoya explicou ainda que a Colômbia quer a liberação dos reféns sem que haja um espetáculo midiático.

Além do Brasil, também o Comitê Internacional da Cruz Vermelha irá trabalhar na elaboração dos protocolos necessários para a liberação dos seqüestrados.

Uma reunião entre integrantes do governo colombiano, da Cruz Vermelha e do Brasil, deverá ser realizada nos próximos dias para organizar a operação.
 
Fonte: http://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha

Israel. Hizbollah mata o número dois do Mossad.

De acordo com a BBC de Londres, que cita a mídia árabe, o Hizbollah teria matado ontem, quinta-feira (17), ninguém menos que Zvi Ashkalov, o número dois na hierarquia do Mossad.

Segundo o que foi apurado, um explosivo foi acoplado em seu carro quando esse dirigia em algum lugar na Espanha. Eu não consegui saber a cidade ou a localidade espanhola que isso acontecera.

O jornal kuaitiano “Al Watan” afirmou que o ataque foi uma represália ao assassinato de Imad Fayez Mughniyah e a mais cinco cientistas iranianos assinados de forma misteriosa.
 
Imad Mughniyah morreu em 12 de fevereiro de 2008 devido a uma explosão de um carro bomba.
 
Israel nunca assumiu a autoria do atentado, mas o Hizbollah acredita cegamente que o atentado foi perpetrado pelos serviços secretos israelenses.
 
Fonte:http://codinomeinformante.blogspot.com/

'Economist': Dilma aos poucos toma caminho próprio e deixa marca.

A presidente Dilma Rousseff se distancia de seu antecessor, imprime estilo próprio ao governo e pode estar preparando uma agenda ambiciosa, afirma a tradicional revista The Economist, em edição que chegou às bancas na noite de quinta-feira. Sob o título "Sendo ela mesma", o texto destaca que, sem gestos bruscos, a presidente vem emergindo da sombra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, "predecessor e patrono", "para remodelar o estado brasileiro a seu próprio jeito". 

Com uma ilustração que mostra a presidente Dilma Rousseff dirigindo um ônibus que entra em uma rua chamada Dilma's Way (Caminho de Dilma), com membros de seu gabinete sendo arremessados para fora do veículo e o ex-presidente observando um Lula um tanto intrigado, a The Economist destaca os princípios firmes, o perfil mais técnico, a lealdade a aliados e o toque feminino como traços principais do atual governo brasileiro. 

A revista destaca que, embora tenha mantido a composição - e muitos ministros - de Lula, a presidente demitiu sete ministros por suspeita de corrupção, "depois de defendê-los inicialmente". E, embora tenha escolhido seus sucessores, manteve certo pragmatismo - traço de Lula - como no caso da substituição de Mario Negromonte no Ministério das Cidades. O novo titular da pasta, Aguinaldo Ribeiro, "já enfrentava acusações ao assumir", lembra a publicação. 

Agenda ambiciosa
Por outro lado, a Economist afirma que Dilma parece estar preparando terreno para uma agenda mais ambiciosa. "Muitas de suas escolhas soariam descabidas sob Lula", pondera a publicação, antes de citar as nomeações de Eleonora Menicucci, para a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Marco Antonio Raupp, para a Ciência e Tecnologia, e Maria das Graças Foster, para a presidência da Petrobras, como sinais de que está sendo posto em prática "um programa próprio". 

A revista diz que, em seu primeiro ano de governo, Dilma levou ao Congresso apenas uma grande reforma, a Desvinculação das Receitas da União, que permite ao Executivo manejar livremente até 20% de suas receitas anuais. Mas estariam a caminho, segundo a Economist, a reforma no sistema previdenciário, a partilha dos recursos do Pré-Sal, o Código Florestal e a adoção de metas para o serviço público. 

Diante deste cenário, a publicação cita a aprovação crescente, 59%, a ampla maioria na Câmara dos Deputados, onde a oposição "tem meros 91 representantes entre os 513 parlamentares", e o crescimento econômico como fatores que podem ajudar a presidente a se livrar de aliados problemáticos e "lembrar quem manda".

Fonte:http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5618469-EI306,00-Economist+Dilma+aos+poucos+toma+caminho+proprio+e+deixa+marca.html