domingo, 8 de setembro de 2013

Eleições 2014 - Severino Sales segue reestruturando o PRP.

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Foto - Blog do Jorge Aragão.
Desde que assumiu o comando do PRP (Partido Republicano Progressista) no Maranhão, o ex-vereador Severino Sales segue na luta contra o tempo para reestruturar a legenda visando as eleições de 2014.

Na última quinta-feira (05), Sales promoveu no Restaurante Mandacaru um jantar que serviu como o primeiro grande encontro dos novos filiados do partido. Dezenas de lideranças de diversas regiões do Maranhão estiveram presentes e demonstraram que o PRP deverá vir forte para a disputa eleitoral.

O evento também contou com a presença do secretário-geral da Executiva Nacional do PRP, Lelé Arantes de São Paulo, que veio pessoalmente destacar o trabalho de reestruturação que está sendo promovido por Severino Sales.

“Aqui no Maranhão nós já tivemos três deputados estaduais. Queremos com a ajuda de vocês fazer o PRP um partido grande a nível estadual. Não podemos ficar a reboque de outras legendas, precisamos crescer”, afirmou.

Lelé Arantes assegurou que o PRP do Maranhão terá autonomia para decidir os rumos do partido no Estado nas eleições de 2014. “Aquilo que for melhor para o PRP daqui, a Executiva Nacional respeitará”, finalizou.

Sales destacou a importância do encontro e o apoio que vem recebendo da Executiva Nacional para o trabalho de reestruturação do PRP no Maranhão.

“É importante agradecer a todos que aqui estão, pois demonstram que acreditam no projeto de crescimento do PRP. Juntos seremos fortes e voltaremos aos bons tempos do PRP e conseguiremos ter representantes do Maranhão na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. O apoio, liberdade e confiança da Executiva Nacional tem sido fundamental para esse momento do nosso partido”, declarou Severino Sales.

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Foto - Blog do Jorge Aragão.
O Blog relaciona alguns nomes que estavam presentes no evento e que podem reforçar o PRP nas eleições de 2014. Isamara Meneses (de Chapadinha e suplente de deputada estadual), Catarina Bacelar (secretária de Estado da Mulher), Edivar Ribeiro (ex-vice-prefeito de Timon), Nato (vereador de São Luis), Carlinhos Machado (ex-prefeito de Alexandre Costa), Carlinhos Maranhão (Timon), Cláudio Paz (secretário de Saúde de Codó), Eduardo Caldas (São Luis), Antônio Garcez (São Luís), Biné Soares (secretário de Educação de Presidente Dutra), Clóvis Paz (ex-superintendente de Iluminação Pública da Semosp), Joãozinho de Santana do Maranhão e Bebeto Abas de Arari (esposo de Simplesmente Maria), Tércio Dominici (presidente da ACLEM), Juca Câmara, presidente do Diretório de São Luís e vice-presidente do PRP, Eduardo Caldas, Guilherme Lauande e Márcio Leonardi, tesoureiro e secretário-geral do PRP, respectivamente do partido.

Além disso, o ex-prefeito de Pastos Bons, Enoque Mota, Alexa Brejão de São Francisco do Brejão e Gildo Moraes (ex-presidente do Moto Club), não puderam comparecer ao encontro, mas asseguram apoio a reestruturação do PRP e ao trabalho desenvolvido por Severino Sales.

Atualmente o PRP está em 118 municípios maranhenses e conta com 61 vereadores (dois deles em São Luís, Francisco Chaguinhas e Nato), um prefeito (São João do Carú, com Jadson Lobo Rodrigues) e três vice-prefeitos, mas, como ficou claro no encontro, o objetivo é crescer mais no Maranhão.


Brasil atrasa pagamento e os três últimos helicopteros Mi-35M da FAB aguardam envio na Rússia.

Um dos três últimos Mi-35M (AH-2 Sabre) para Força Aérea Brasileira visto na unidade da Rostvertol. (Foto: Aero)
Um dos três últimos Mi-35M (AH-2 Sabre) para Força Aérea Brasileira visto na unidade da Rostvertol. (Foto: Aero, via Rustam)
Matéria copiada do sítio Cavok Brasil. 

"Recebemos de nosso amigo russo Rustam as imagens, feitas em agosto de 2013, dos três restantes helicópteros de ataque Mi-35M (AH-2 Sabre) destinados para Força Aérea Brasileira, que aguardam na Rússia o pagamento pelo governo brasileiro, para então serem enviados para o Brasil.


Estes são os três últimos helicópteros de ataque Mi-35M que a FAB receberá. (Foto: Aero, via Rustam)
Estes são os três últimos helicópteros de ataque Mi-35M que a FAB receberá. (Foto: Aero, via Rustam)
Os helicópteros de números 60, 61 e 62 estão prontos na unidade da Rostvertol, e estão aguardando pelo envio desde que foram fabricados em 2011. 

A última previsão era que os helicópteros deviam ter sido enviados em meados de 2012.

De acordo com nosso colaborador russo, a agência de exportação de defesa russa Rosoboronexport espera entregar os helicópteros ainda nesse trimestre, mas isso depende do lado brasileiro."

Leia mais notícias de cunho militar: Guerra na Síria - Avião F-22 derrubado sobre a Jordânia e quatro mísseis Tomahawk interceptados. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/09/guerra-na-siria-aviao-f-22-derrubado.html

UEMA - Bolsista do Ciências Sem Fronteiras recebe estágio de empresa coreana de aeronaves.

João Luis é bolsista de graduação sanduíche em engenharia mecânica da Hanyang University, por meio do Programa Ciências Sem Fronteiras (O programa oferece bolsas em ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde).


O programa oferece bolsas em ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde

Divulgação / EBC - João Luis de Meneses Barros.
O estudante brasileiro João Luis de Meneses Barros, da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), conseguiu uma oportunidade de estágio no Applied Aerodynamics Laboratory (Aerolab), o laboratório de Aerodinâmica da Hanyang University, da Coreia do Sul. 

A universidade é um dos mais importantes centros de pesquisa da Coreia do Sul, e tem como foco de pesquisa o projeto conceitual e preliminar de aeronaves de asa fixa, helicópteros, turbo máquinas e demais sistemas que façam uso de análise de Dinâmica de Fluidos. 

João Luis é bolsista de graduação sanduíche em engenharia mecânica da Hanyang University, por meio do Programa Ciências Sem Fronteiras. Com duração de dois meses, o estágio foi realizado em um laboratório e o estudante participou principalmente da fase do projeto conceitual de aeronaves.

O conceito do projeto é o de uma aeronave não-convencional, que os cientistas acreditam ser o modelo promissor nas próximas gerações de aeronaves, mas hoje encontramos basicamente apenas modelos em fase de testes. “A configuração chama-se Blended Wing-Body (comumente conhecido como BWB), em que o corpo e a asa da aeronave tem formatos aerodinâmicos semelhantes, agindo em conjunto para gerar força de sustentação de voo. 

Pesquisas neste seguimento apontam que aeronaves comerciais desse modelo poderiam comportar de 450 a 800 passageiros, sendo em média 20% mais econômicas em combustível do que aeronaves convencionais de mesma classe”, explica o aluno.

Anteriormente, o aluno já havia participado de estágio na STX Corporation (Divisão de Plantas e Máquinas) e também foi voluntário na Unesco, apresentando projeto sobre a realidade brasileira em colégios coreanos por meio do Programa de Conscientização Cultural (Cross Cultural Awareness Programme).

Estágio
Segundo o estudante, ele participa da construção e análise de um modelo de jato executivo, com capacidade de 14 a 19 pessoas. Devido a este conceito ser bem menor que os primeiros protótipos neste seguimento, o estudante ressalta que o projeto acaba se tornando bastante delicado, em que a viabilidade ainda está em estudo. “No estágio, fiquei responsável por fazer um levantamento de dados de aeronaves tradicionais da mesma classe, fazer estudo de estimativa de peso que a aeronave teria para decolagem, bem como o estudo de aerofólios (design que dá forma aerodinâmica à aeronave, fazendo-a gerar força de sustentação) para condição de voos transônicos. 

Acompanhei as simulações mais complexas que meus superiores faziam, que é a parte que mais consome tempo, devido à enorme capacidade computacional requerida”, relata João.

Resultados - João destaca que o estágio neste laboratório foi uma excelente oportunidade de acompanhar de perto o início de um projeto de uma aeronave real, que encerra em si todas as competências em engenharia, e a mais alta tecnologia disponível no mercado. 

“Esta experiência foi uma ampliação dos horizontes de potencialidade do setor. Fiquei bastante feliz pelo feedback positivo dos meus superiores, principalmente pela minha adaptação à cultura de trabalho e vivência coreana, o que me rendeu um convite para estudar o nível de Mestrado e PhD em Aeronáutica pelo laboratório”, destaca o bolsista.

Laboratório
Sob coordenação do professor PhD, Jin-Soo Cho, presidente da Sociedade Aeroespacial da Coreia do Sul e um dos mais importantes pesquisadores do país, o Applied Aerodynamics Laboratory é mantido na Hanyang Universit. 

Este faz parte de uma rede de laboratórios de pesquisa diretamente ligados à Korean Aerospace Industries (KAI), equivalente a Embraer no Brasil, e com faturamento de US$ 1,9 bilhão em 2012. Reconhecido como “Laboratório de Excelência” pela companhia coreana, participou de projetos tal como o desenvolvimento do caça supersônico de treinamento T-50. 

Fontes: CNPq

Link original desta matéria: http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2013/09/06/bolsista-do-ciencias-sem-fronteiras-recebe-estagio-de-empresa-coreana-de-aeronaves

Chico Vigilante (PT): 7 de setembro teve derrota dos vândalos.

A conclusão, diz o deputado distrital (PT), só pode ser uma: "arruaceiros não têm legitimidade para atuar em nome da sociedade"; em nota, parlamentar afirma que "a grande massa os abandonou" neste feriado, que prometia, pelas redes sociais, ter "o maior protesto da história do Brasil"; o povo não quer "armar um palco de guerra", mas protestar "com propostas concretas", avalia Chico Vigilante.

8 de Setembro de 2013.

Brasília 247 - Numa crítica aos Black Blocs e aos atos de vandalismo ocorridos durante as manifestações populares, o deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) comemorou, na noite deste feriado de Sete de Setembro, a derrota dos "heróis mascarados".

Foto - Brasil 247.
Em nota divulgada à imprensa, Chico afirma que eles demostraram vitória, ao longo do dia, ao enfrentar a polícia e ao depredar agências bancárias ou, no caso de São Paulo, a Câmara Municipal, uma vergonha "para nós".

O parlamentar conclui que a explicação para esse cenário de fracasso para o que chama de "ação inconsequente" só pode ser uma: o povo quer protestar com propostas concretas, e não armar um palco de guerra. "Arruaceiros não têm legitimidade para atuar em nome da sociedade brasileira", diz.

Leia a íntegra de sua nota:

NOTA À IMPRENSA

Foto Brasil 247 - Deputado Distrital Chico Vigilante - PT.
O dia sete de setembro chega ao fim e o que pretendiam grupos como o Black bloc não se realizou. Foi frustada a expectativa deles de atuar como abre alas diante de milhares de pessoas pelas ruas - como heróis mascarados invadindo prédios públicos em imagens veiculadas pela mídia.

As manifestações que levaram mais de 200 mil pessoas no Rio e em São Paulo no mês de junho, não voltaram a se repetir. E sabemos porque: a maioria daqueles brasileiros que se manifestaram anteriormente não querem se aliar a este tipo de ação inconsequente e perigosa que se vislumbrava para o sete de setembro.

Inconformados com as comemorações oficiais ocorridas de forma pacífica, em Brasília e nas principais capitais do país, os vândalos começaram na parte da tarde a enfrentar a polícia e tentar alcançar alvos definidos como o estádio Mané Garrincha em Brasília, o Congresso Nacional, o Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, e a praça da Sé, em São Paulo.

Deixaram um rastro de destruição por onde passaram principalmente em São Paulo, com a depredação da Câmara Municipal e de várias agências bancárias quebradas e incendiadas.

Em total desrespeito aos símbolos nacionais, os Black Bloc arrancaram e incendiaram as bandeiras do Brasil e do estado do Rio, no Monumento a Zumbi dos Palmares, hasteando no lugar bandeiras negras. Para eles uma demonstração de vitória. Para nós, vergonha.

Insatisfeitos por não conseguir alcançar o estádio Mané Garricha, os manifestantes de Brasília ocuparam a Rodoviária e a Praça do Museu da República. Nos trajetos, depredações de carros, lojas, pessoas feridas, um repórter fotográfico gravemente ferido por um dos cachorros da polícia, rotwaillers e pastores alemães, com certeza nervosos no meio de bombas de gás lacrimogênio e sprays de pimenta. Muitos feridos e dezenas de detenções, de mascarados ou não, para averiguações.

A conclusão é uma só: arruaceiros não tem legitimidade para atuar em nome da sociedade brasileira. Sejam eles de direita ou de extrema esquerda, sem proposta política definida, não contribuem para o avanço social e político do país. Por isso a grande massa os abandonou. Eles são perigosos e espalham o medo. A sociedade quer se manifestar com propostas concretas e objetivos claros, não armar um palco de guerra, para desestabilizar o país.

Chico Vigilante - Deputado Distrital.

sábado, 7 de setembro de 2013

Discovery exibe documentário “Sereias: Novos Indícios” - Notícias de ontem.

Em maio o Animal Planet exibiu nos EUA a continuação do documentário (Mockumentary na verdade) Sereias (Mermaids: The Body Found) que causou estardalhaço desde o momento que foi exibido. Mermaids: The New Evidence trás à público o registro novos eventos que confirmariam a realidade possível dessas míticas criaturas.

Conduzido pelo apresentador Jon Frankel, que reuniu o biólogo marinho e ex-funcionário da National Oceanic and Atmomosferic Administration/ USA-NOAA, Dr Paul Robertson; o geólogo submarino Dr. Torsten Schmidt e o especialista em Circos e Espetáculos Americanos do século IX (anos de 1800) – Barrent Brent, conselheiro de vários museus incluindo o Museu de História Americana do Smithsonian Institute.

O usuário Rodelor legendou o documentário em português e você pode assisti-lo abaixo.



Link: https://www.youtube.com/watch?v=kgyFflUP1mM -

Sereias - Novos Indícios [Dublado - Discovery Channel HD]

Estados Unidos - Como eles espionam o Brasil e a América Latina.

Como eles espionam - Foi a partir da ilha de Ascensão, a 2,5 mil quilômetros do Recife, que agentes de Barack Obama conseguiram bisbilhotar conversas telefônicas e trocas de e-mails da presidenta Dilma Rousseff.



Jornalistas - Claudio Dantas Sequeira e Josie Jeronimo.


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A cerca de 2,5 mil quilômetros do Recife (PE), numa região inóspita do Atlântico Sul, existe uma pequena ilha de colonização britânica chamada Ascensão. 

É lá que os agentes de Barack Obama captam aproximadamente dois milhões de mensagens por hora. São basicamente conversas telefônicas, troca de e-mails e posts em redes sociais. 

É dessa pequena ilha que os técnicos da NSA, uma das agências de inteligência dos Estados Unidos, vêm bisbilhotando as conversas da presidenta Dilma Rousseff e de alguns de seus ministros mais próximos, segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ na última semana. 

A ilha de Ascensão tem apenas 91 quilômetros quadrados e seria irrelevante se não estivesse numa posição estratégica, a meio caminho dos continentes africano e sul-americano. Ao lado de belas praias, sua superfície abriga poderosas estações de interceptação de sinais (Singint), que se erguem como imensas bolas brancas. 

Elas integram um avançado sistema de inteligência que monitora em tempo real todas as comunicações de Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela e fazem parte de um projeto conhecido como Echelon (leia quadro à pág. 46), que envolve, além dos Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Canadá.

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INÍCIO DE TUDO
Documentos mostrados pelo ex-analista da CIA Edward Snowden indicam
que a interceptação americana partiu da ilha de Ascensão

O indicativo mais forte de que a invasão de Obama nas conversas da presidenta Dilma e seus ministros se deu a partir da ilha está nos próprios documentos exibidos por Edward Snowden, denunciando o esquema. 

Neles, lê-se, na parte inferior, o grau de classificação “top secret” (ultrasecreto), o tipo de documento Comint/REL (comunicação interceptada) e sua divulgação (USA, GBR, AUS, CAN, NZL), exatamente as siglas que indicam os países do sistema Echelon. “Há um alto grau de probabilidade de que a NSA já tenha entrado não apenas no sistema de comunicações da presidenta, mas em todos os sistemas nacionais críticos”, alerta o consultor em segurança Salvador Ghelfi Raza, que já trabalhou para o governo de Barack Obama.

As antenas da ilha de Ascensão conseguem captar as mensagens logo depois de serem produzidas, antes mesmo que elas cheguem aos satélites para serem distribuídas. Uma vez recolhidas, as informações são lançadas em um gigantesco computador instalado no Fort Meade, em Maryland, nos EUA. 

Lá, são processadas em um programa chamado Prism (Prisma), que localiza, por intermédio de palavras-chaves, aquilo que os bisbilhoteiros procuram, entre os milhões de dados recebidos por hora. A partir daí as informações são submetidas a um outro programa, que quebra a criptografia. 

Ainda em Maryland, computadores traduzem as informações coletadas. Feita a análise, o que for de interesse do governo americano será distribuído aos agentes espalhados por todo o mundo para continuar o serviço de monitoramento. 

Muitas vezes empresas americanas ligadas à telefonia e à internet são acionadas para informações complementares. Com acesso à rede, por um técnico autorizado, é possível captar todo o tráfego de dados, sejam arquivos de vídeo, sejam fotos, trocas de mensagens ou chamadas de voz sobre IP.
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A cooperação de grandes corporações, como Microsoft, Google, Facebook ou mesmo os gigantes da telefonia, Verizon e At&T, é fundamental para o funcionamento da rede da NSA. 

Documentos vazados pelo WikiLeaks mostram ainda que os EUA contam com dezenas de empresas de segurança da informação, num total de 1,2 milhão de técnicos, agentes e autoridades.

Na ilha de Ascensão, que serviu à Inglaterra na Guerra das Malvinas, também estão instalados o serviço de inteligência criptológica britânico (GCHQ), estações de monitoramento de testes nucleares e uma das duas estações da emissora de rádio “The Counting Station”, apelidada de “Cynthia”, pela qual a CIA se comunica com seus agentes secretos espalhados pela América do Sul e África.

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Foi a partir de 11 de setembro de 2011, com George W. Bush e o início da guerra ao terror, que a Casa Branca determinou uma modernização completa da base de Ascensão. 

Desembarcaram na pequena ilha voos regulares com supercomputadores, novas estações de monitoramento e uma vasta gama de equipamentos de ponta. 

O contingente de agentes da NSA cresceu cinco vezes e foi acompanhado por esforços britânicos no mesmo sentido. Ao assumir em 2009, Barack Obama determinou uma revisão completa da política de cyberdefesa, que ele classificou como “o mais sério desafio econômico e de segurança nacional” que os EUA deveriam enfrentar como nação. 

Para o democrata, era necessário promover um salto tecnológico e estratégico em toda a infraestrutura de comunicações e informação. Logo ele nomeou um comitê executivo, integrado por representantes governamentais e do setor empresarial, e um coordenador, o cyberczar, com livre acesso a seu gabinete e com quem passou a despachar diariamente. 

Hoje, a NSA é a agência principal do sistema de inteligência americano. Abaixo dela estão outras 18, inclusive a velha CIA. Embora muitos acreditem que o Echelon seja coisa do passado, a verdade é que ele foi atualizado e sua plataforma de operação digital é a base da atual defesa cibernética, que não respeita limites na realização de seus objetivos estratégicos, políticos e comerciais.

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 Link desta matéria: 

Missão da Nasa parte para investigar órbita da Lua.

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Foto - Brasil 247.

Sonda da Nasa é disparada na madrugada deste sábado 7 de setembro; imagem impressiona; missão é colher informações sobre o que há no entorno da Lua

Brasil 247 - 7 de Setembro de 2013.
Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil.
Brasília – A Nasa, agência espacial norte-americana, enviou na madrugada de hoje (7) uma sonda à órbita da Lua para reunir informações detalhadas sobre o ambiente, as condições perto da superfície e as influências ambientais da poeira lunar.
A missão chamada de Ladee (do inglês, Lunar Atmosphere and Dust Ambiente Explorer) permitirá o conhecimento de novas características da Lua e vai ajudar os cientistas a compreender outros corpos do Sistema Solar, como Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.
Segundo a Nasa, a Lua é o corpo planetário mais acessível da Terra e mudou pouco desde seu desenvolvimento inicial, ao contrário da Terra, de Marte e de Vênus. Por esse motivo, a Lua oferece uma visão única sobre o passado distante da evolução planetária.
 A missão robótica foi lançada com sucesso do Centro Espacial Wallops, na costa da Virgínia, nos Estados Unidos, e deve chegar à Lua em 30 dias, para, em seguida, entrar em órbita lunar. 
A Ladee terá, inicialmente, 40 dias de trabalho. Nos primeiros 30 dias, a sonda terá atividades em grandes altitudes, além da demonstração da tecnologia de laser. 
Durante os últimos dez dias, o subsistema de propulsão a bordo do Ladee irá reduzir a altitude do observatório, enquanto as atividades continuam. A missão terminará 100 dias depois de ser colocada em funcionamento.
A Nasa investiu US$ 280 milhões na missão Ladee, que inclui o desenvolvimento de naves espaciais e de instrumentos científicos, serviços de lançamento, operações de missão, processamento de ciência e apoio de revezamento. 
O veículo de lançamento selecionado para a missão é o Minotauro V, da Força Aérea norte-americana.
De acordo com a Nasa, se a Terra não tivesse a Lua em sua órbita, o planeta giraria três vezes mais rápido, fazendo com que o dia tivesse apenas oito horas. 
A temperatura da Lua durante o dia chega a 134 graus Celsius (ºC) e à noite pode atingir - 244 °C. O dia lunar tem aproximadamente 708 horas (29,5 dias).
Para chegar de carro ao ponto mais próximo da Lua, o homem levaria 135 dias dirigindo a 113 quilômetros por hora. 
Segundo a Nasa, a Lua está realmente se afastando da Terra a uma taxa de 3,8 centímetros por ano. Da Terra, vemos sempre o mesmo lado da Lua.
A área da superfície da Lua é 37.914 quilômetros quadrados, quase a mesma área de superfície do Continente Africano. A Lua não tem vulcões ativos conhecidos.
Na Terra ocorrem duas marés altas e duas marés baixas todos os dias devido à atração gravitacional da Lua.
Edição: Andréa Quintiere.