sábado, 1 de fevereiro de 2014

Terra Indígena Awá - Superintendente do Incra/MA participa de reunião para avaliar o processo de desintrusão da área.

Em reunião realizada na quarta-feira (29), na Sede da Justiça Federal do Maranhão, em São Luís, ficou acordado que o Incra permanecerá até o dia 7 de fevereiro realizando o cadastramento dos moradores não índios que serão retirados da Terra Indígena (TI) Awá, no Noroeste do estado e que receberam a notificação da 5ª Vara da Seção Judiciária do Maranhão. A equipe de cadastramento da autarquia continuará na Base de Operações do Exército, instalada em São João do Caru, recebendo as inscrições.
Coordenada pelo Juiz Federal José Carlos Madeira, a reunião teve por objetivo fazer um balanço das ações relativas à desintrusão da TI Awá, desenvolvidas até o momento pelos órgãos federais. “Queremos fazer uma avaliação do ritmo do trabalho que está sendo desenvolvido pela União. Uma espécie de balanço, pois temos um compromisso com o êxito desse processo”, destacou.
O representante da Secretaria Geral da Presidência da República, Nilton Tubino, fez um breve relato de como ocorreu o processo de notificação na TI Awá e informou aos presentes o número de notificações realizadas pelos oficias de justiça (427) e o número de famílias que procuraram o Incra (165) para fazer o cadastro visando serem assentadas e incluídas no Plano Nacional de Reforma Agrária.
Nilton Tubino também informou que uma equipe composta por 16 servidores do Incra, Instituto de Identificação, Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e Delegacia Regional do Trabalho (DRT-MA) está na região para emitir documentos civis e trabalhistas das famílias que estão sendo notificadas e não possuem todos os documentos necessários para realizarem o cadastro no Incra e no CadÙnico. Esta ação é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural.
Assentamento
Com relação às áreas para assentar as famílias que sairão da TI Awá, o superintendente regional do Incra/MA, José Inácio Rodrigues, explicou as três principais frentes que a autarquia está atuando: compra direta de terra, revisão ocupacional e articulação com o Instituto de Colonização e Terras do Estado (Iterma) e Programa Terra Legal.
A compra de terras é realizada por meio do Decreto 433. Uma equipe da divisão de Obtenção de Terras do Incra/MA, já está realizando vistoria em área oferecida ao Instituto, localizada no município Igarapé do Meio. Já o trabalho de revisão ocupacional, vai identificar lotes vagos em assentamentos já existentes.
As articulações do Incra com o Iterma e com o Programa Terra Legal resultaram no deslocamento de quatro equipes para realizarem, de 29 de janeiro a 8 de fevereiro, o levantamentos em campo sobre possíveis áreas para assentar as famílias desintrusadas. O Iterma visitará cinco áreas de domínio estadual, no município de Zé Doca, e o Programa Terra Legal fará levantamentos no mesmo período, em áreas de domínio Federal, nos municípios de Bom Jardim e Bom Jesus das Selvas. “A meu ver essa articulação como Iterma e Terra Legal é a melhor alternativa. É mais rápida e as áreas são mais próximas de onde as famílias já estão”, avaliou José Inácio.
Prazos
A Justiça Federal do Maranhão confirmou também o prazo para a saída voluntária dos ocupantes da terra indígena – 40 dias a contar do recebimento da notificação. Com isto, no dia 23 de fevereiro os primeiros moradores devem deixar a área.
No dia 13 de fevereiro, o comitê de desinstrusão, instituído pelo Juiz Federal, fará a primeira reunião em São Luis. Coordenado pela Secretaria Geral da Presidência da República, o comitê tem caráter consultivo e irá tomar conhecimento das áreas negociadas pelo Incra para assentar os ocupantes não índios da terra indígena. “Espero que esta ação seja um novo paradigma no processo de desintrusão, para não se colocar lavradores e índios em confronto. Pois, ambos merecem um olhar atento e respeitoso do Estado brasileiro”, disse o Juiz José Carlos Madeira.
Participaram ainda da reunião representantes do Ministério Público Federal, da Advocacia Geral da União, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Funai, Força Nacional, Censipam, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação da Agricultura e Pecuária do Maranhão (Faema) e Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Maranhão (Fetaema), entre outros.

Manaus - Irmãos que assassinaram 10 homossexuais são presos.

Irmãos que assassinaram 10 homossexuais são presos.  

Polícia prende irmãos que confessaram ter assassinado 10 (dez)  homossexuais só no ano passado. 

Delegado disse ter se surpreendido com a frieza dos assassinos e que "eles já podem ser considerados serial killers"

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Jucenildo Soares Damascena, 18 anos, e Ricardo Damascena Cunha, 19 anos, confessaram os assassinatos

A Polícia Civil do Amazonas prendeu nesta quarta-feira dois irmãos que confessaram ter assassinado dez homossexuais só no ano passado. 
Jucenildo Soares Damascena, 18 anos, e Ricardo Damascena Cunha, 19 anos, foram presos em cumprimento a um mandado de prisão pela morte do estudante de jornalismo Steve Host da Costa Barros, 36 anos, assassinado no dia 29 de novembro de 2013, na zona leste de Manaus.
O delegado Orlando Amaral, que investigou os suspeitos, disse ter se surpreendido com a frieza dos irmãos. “Eles já podem ser considerados serial killers. 
São extremamente frios, que chega a assustar”, disse o delegado.
Jucenildo e Ricardo foram presos no final da manhã no bairro Santa Etelvina, na zona norte de Manaus. 
Com eles a polícia encontrou o aparelho celular do estudante universitário, além da câmera filmadora dele e um tênis.
Durante a apresentação à imprensa, na Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd), os irmãos contaram como assassinaram Steve Host e também falaram sobre os outros crimes. 
“Matei ele porque me prometeu dinheiro e não me deu. Não me arrependo. Morreu, morreu. É menos um gay”, disse Ricardo Damasceno
Segundo o suspeito, outros nove homossexuais foram assassinados por ele pelo mesmo motivo. As últimas três vítimas foram assassinadas com ajuda do irmão mais novo. “Eu vi meu irmão matando e pedi para fazer junto com ele. Não somos homofóbicos. Eu ajudava ele a estrangular”, afirmou Jucenildo.
O modo de ação dos irmãos sempre começava com a aproximação deles com as vítimas. Elas sempre eram estranguladas e, depois de mortas, roubadas pelos suspeitos. “Depois que iniciamos as investigações do latrocínio do universitário e chegamos aos dois suspeitos, já tínhamos a confirmação de outras três vítimas. 
Só não tínhamos ideia que seriam muito mais. Agora vamos investigar para saber quem são essas pessoas mortas por eles”, disse o delegado.
Além do universitário Steve Host, as outras vítimas confirmadas são:
- Henrique Júnior Rabelo Maio, 31 anos, encontrado morto em um hotel, na rua Floriano Peixoto, no centro de Manaus, no dia 18 de novembro de 2013; 
- Carlos Macambira da Silva, 41 anos, achado morto em um sítio, no bairro Santa Etelvina, zona norte; e 
- o industriário Jucinei José de Araújo Barbosa, 46 anos, morto na residência dele, no bairro Nova Cidade, também na zona norte, no dia 16 de dezembro de 2013.
Os irmãos vão ser encaminhados à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa nesta quinta-feira. 
Eles responderão pelo crime de latrocínio.
Márcio Azevedo, Terra Manaus
Link desta Matéria: 

BAHIA - Polícia Federal abre inquérito para apurar conflito entre índios e homens da Força Nacional.

Índios da tribo tupinambás e homens da Força Nacional de Segurança envolveram-se em uma troca de tiros.

A Polícia Federal abriu na manhã desta sexta-feira (31) um inquérito para apurar os ataques a base da força de pacificação instalada na cidade de Buerarema, na região da Serra do Padeiro, sul da Bahia. Índios da tribo tupinambás e homens da Força Nacional de Segurança envolveram-se em uma troca de tiros na madrugada de quarta-feira (29).

Em nota, a Polícia Federal informou que não irá se pronunciar até a conclusão do inquérito. Recentemente, duas fazendas foram reintegradas por ordem judicial e uma base policial foi instalada em uma delas, na Serra do Padeiro. Por volta de 19h da terça (28), os índios começaram a cercar a área e horas depois, segundo a Polícia Federal, a atirar e lançar fogos de artifícios contra a base da Força Nacional. 

Os índios também bloquearam uma estrada que dá acesso à base com troncos de árvore. “Eles derrubaram umas 10 ou 12 árvores em cinco pontos da estrada para impedir que o pessoal que iria fazer o reforço chegasse”, diz o delegado federal Alex Cordeiro.  

Foto - http://blogdoleomoura.blogspot.com.br/2010
Ninguém ficou ferido na troca de tiros. Policiais federais foram para o local para reforçar a segurança na base. A pedido do governador da Bahia, Jaques Wagner, integrantes da Força Nacional chegaram à região em agosto do ano passado com o objetivo de garantir a segurança local e prevenir o agravamento dos conflitos entre índios e produtores rurais. 

Conflito Desde o ano passado, índios tupinambás vêm ocupando fazendas do sul da Bahia. Eles dizem que as terras pertenciam aos seus ancestrais, e exigem que as autoridades concluam o processo de demarcação das terras indígenas.

No último dia 21, um homem foi encontrado morto em uma fazenda de Itapebi, que fica na área de conflito. As polícias Federal e Civil investigam se a morte está relacionada a um possível confronto entre índios tupinambás, que ocupavam quatro fazendas, e homens armados supostamente contratados para desocupar as propriedades.

Leia mais Matérias sobre este assunto:

1 - Bahia - Índios Tupinambás e Policiais trocam tiros em Buerarema, no Sul do Estado. http://www.maranauta.blogspot.com.br/2014/01/bahia-indios-tupinambas-e-policiais.html

2 - Bahia - Conflito em Buerarema: Tensão entre Índios e Brancos aumenta obrigando o reforço policial na Área. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/08/bahia-conflito-em-buerarema-tensao.html

Café com Sociologia apresenta: A Arte de lidar com grosserias.

A Arte de lidar com grosserias

Por Marco Santo - Para todos os que têm de tratar com clientes irritantes, ou com pessoas que se acham superiores aos outros, aprenda com a funcionária da GOL, destrua um ignorante sendo original, como ela foi.

Uma funcionária da GOL, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo quando teve que lidar com um passageiro que provavelmente, merecia voar junto com a bagagem...
Um voo lotado da GOL foi cancelado.

Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse: 

- Eu tenho que estar neste voo, e tem que ser na primeira classe! A funcionária respondeu;

- O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.

O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem:

- Você faz alguma ideia de quem eu sou ?

Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando:

- Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a voz ecoou por todo o terminal).

E continuou:

- Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido... Se alguém é responsável por ele, ou é seu parente, ou então se puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da GOL. Obrigada.

Além das gargalhadas descontroladas de todos ainda levou uma calorosa salva de palmas...

Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:

- Eu vou te foder!

Sem recuar, ela sorriu e disse:

- Desculpe meu senhor, mas mesmo para isso, o senhor vai ter de esperar na fila, tem muita gente querendo o mesmo.

Genial. A recepcionista foi muito inteligente e astuta. Quebrou a "carteirada que o gaiato queria aplicar".......Nota 10, ela sinceramente merece.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bahia - Índios Tupinambás e policiais trocam tiros em Buerarema, no sul do Estado.

Índios da tribo Tupinambá e agentes da Polícia Federal (PF) trocaram tiros na madrugada desta quarta-feira (29), em Buerarema, no sul do estado, de acordo com informações da PF.
Força Nacional troca tiros com os Tupinambas.

De acordo com o órgão, duas fazendas foram reintegradas por ordem da justiça, uma base policial foi instalada em uma dessas fazendas e com isso, os índios precisaram deixar as terras.
Os índios colocaram barreiras nas príncipais vias que cortam a região de Buerarema e segundo a polícia, o objetivo da ação era isolar a base da Força Nacional que está na área de conflito.
“Os índios começaram a atirar na base policial de dentro do mato com armas de fogo e fogos de artifício. Os policiais pediram reforços, então eles derrubaram mais de 10 árvores no meio da pista para impedir a chegada dos outros policiais” contou o delegado da Polícia Federal, Alex Cordeiro. Ainda segundo a polícia, os agentes conseguiram chegar à base na manhã desta quarta (29). Ninguém ficou ferido na ação.
A índia Tupinambá, Magnólia Jesus da Silva, disse que os índios foram expulsos com a roupa do corpo das casas. “Eles mandaram todos saírem das casas, os índios nem conseguiram pegar nada, saíram com a roupa do corpo e agora estão no meio do mato. Quando os índios gritam, eles [policiais] atiram para dentro do mato” relata Magnólia.
No mês de outubro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus, entrou com uma Ação Civil Pública pedindo novo prazo para que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decida a respeito do processo de demarcação do território indígena tupinambá na região de Buerarema.
Ainda no mesmo mês, o governador da Bahia, Jaques Wagner se reuniu com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em Brasília,  para discutir os conflitos de terra na região.
Após a reunião, foi decidido que o ministro iria comparecer à Bahia dias depois para a um encontro com lideranças indígenas e proprietários rurais com o objetivo de mediar o conflito de terras do município de Buerarema.
O processo começou em 2004 e em abril de 2012, a consultoria jurídica do Ministério da Justiça emitiu parecer favorável à Fundação Nacional dos Índios (Funai). De acordo com o processo, o prazo para que o ministro desse um parecer seria de 30 dias, mas a ação já corre há um ano e meio, sem nenhuma decisão.
Wagner afirmou que a mediação busca um entendimento na questão que envolve a disputa de uma área de 47 mil hectares.
Já o ministro, informou que a questão seria analisada com total imparcialidade e que o plano de segurança para restabelecimento da paz na região, está sendo elaborado de forma conjunta entre o Ministério da Justiça, Ministério Público Federal, Força Nacional de Segurança e Secretaria de Segurança Pública da Bahia.

Conflito
A localidade conhecida como Serra do Padeiro, entre Buerarema, Una e Ilhéus, é alvo de disputa entre índios e produtores rurais.
De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), indígenas estão ocupando fazendas na Terra Indígena Tupinambá de Olivença, que pertence aos índios Tupinambás.
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) afirma que 300 indígenas Tupinambás participam das ações de ocupação das fazendas, que ficam em uma área de 47.376 hectares.
Segundo o Cimi, a área foi reconhecida pela Funai e o processo estaria parado no Ministério da Justiça, o que teria motivado a ocupação das terras.
Leia mais noticias a respeito: Bahia – Conflito em Buerarema: Tensão entre Índios e Brancos aumenta obrigando o reforço Policial na Área.  http://maranauta.blogspot.com.br/2013/08/bahia-conflito-em-buerarema-tensao.html

São Paulo - Sobe para 33 o número de ônibus incendiados na capital paulista.

Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil EdiçãoDenise Griesinger
Mais um ônibus coletivo foi incendiado na noite de ontem (29) na capital paulista. 

Com isso, segundo contagem da São Paulo Transporte (SPTrans), chega a 33 o número de ônibus incendiados desde o início do ano, o que dá uma média de mais de um coletivo queimado por dia. A Polícia Civil investiga se esses incêndios são ações do crime organizado.

São Paulo - Ônibus incendiado ontem (28) na Estrada do M'Boi Mirim, zona sul de São Paulo( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Ônibus incendiado na Estrada do M'Boi Mirim,zona sul de São PauloMarcelo Camargo/Agência Brasil

O incêndio de ontem ocorreu por volta das 21h30, na Rua Guabiroba de Minas, Jardim Lageado, zona leste da cidade

Segundo a Polícia Militar, cerca de 15 manifestantes colocaram entulho na via e pararam o coletivo da Viação VIP, que fazia a Linha Metrô Itaquera – Santo Antônio. 

Os criminosos quebraram vidros, obrigaram os passageiros a descer e atearam fogo no veículo. 

O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas não evitou que o coletivo ficasse completamente destruído. Não houve detidos e ninguém ficou ferido.

Ontem, a Polícia Militar deteve quatro homens e apreendeu quatro menores de idade, suspeitos de atearem fogo num ônibus que passava pela Estrada do M’Boi Mirim, na zona sul, por volta das 12h. 

O grupo, que protestava pela morte de um homem, interditou a via e gritou palavras de ordem como “justiça”.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os suspeitos foram encontrados com galão de gasolina, chumaço de estopa, mangueira e isqueiros. Eles foram indiciados pelos crimes de incêndio, associação criminosa e dano ao patrimônio.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SÃO PAULO - Ônibus param por Falta de Segurança.

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