sábado, 24 de janeiro de 2015

São Luís - Aluno nota mil do Enem dividia tempo entre curso técnico, cursinho e estudos.

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas

Depois de um ano dividindo o tempo entre curso técnico, cursinho e estudos em casa, Luis Henrique Sales, de 19 anos, conquistou, junto com 249 estudantes em todo o Brasil a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O estudante, que tem paralisia cerebral, conta que dormia apenas das 2h30 às 6h30 na preparação para o exame. A nota máxima foi a melhor recompensa que poderia ter.

“Foi uma alegria. Ele disse: mãe a senhora não acredita. Eu disse, parabéns. E pronto, não conseguimos nos dizer mais nada”, diz a mãe, Dourizan de Sales Santos, emocionada. Caso consiga uma vaga em uma faculdade, Luis Henrique será o primeiro da família a entrar no ensino superior. Ele já havia conseguido uma vaga no Instituto Federal do Maranhão (Ifma) para técnico em mecânica.

O sonho era, no entanto, entrar no ensino superior e, para isso, fazer o Enem. Ele terminou o ensino médio em 2013, se inscreveu no exame, mas não conseguiu fazer a prova porque havia esquecido a identidade em um stand onde fez a inscrição para o vestibular da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). “Pense numa pessoa que chorou. Ele queria muito fazer o Enem. Mas esse ano acabou o sofrimento”, conta o pai, Luis Carlos Magalhães Santos.

A família mora em Garapa, região da periferia da capital maranhense São Luís. Luis Henrique sempre estudou em escola pública. O pai conta que no ensino fundamental o rapaz sofreu preconceito por parte dos outros alunos. “Ele sempre quis provar que pode. No ensino fundamental teve a questão da discriminação, pelo jeito de falar, de andar. Sempre disse para ele iriaa e ainda vai passar por esses momentos, mas que ele pode fazer qualquer coisa que quiser”, diz o pai. O esforço lhe rendeu uma vaga no Colégio de Aplicação da Ufma, o Colégio Universitário, onde cursou o ensino médio.

Agora, o que Luis Henrique quer é cursar engenharia da computação na instituição de ensino superior. Ele espera o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que será divulgado nesta segunda-feira (26). “Estou feliz [com o resultado no Enem] foi muito estudo. Eu escolhi o curso porque é o que eu gosto, o que sempre gostei”, diz o estudante.

Para ele, o segredo de ter tirado nota mil foi ter estudado e aplicado as regras do Enem, que eram discutidas em sala pelos professores do cursinho, além de praticar. “Eu acho que o diferencial foi ter abordado os dois lados, tanto a pessoa que emite o anúncio quanto quem recebe, que são as crianças”, diz. O tema da redação foi Publicidade Infantil, assunto em questão no Brasil.

O diretor do curso preparatório Wellington, Carlos Wellington de Castro, disse que o aluno é motivo de orgulho. “Só dois alunos tiraram a nota máxima no estado”, ressalta. Ele era um dos estudantes beneficiados pelas vagas reservadas no cursinho para ex-alunos de escolas públicas, a preços acessíveis. “Almoçava e ficava ininterruptamente estudando”, conta.
Foto - http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2015-01/aluno-nota-mil-do-enem.

Os estudos sem fim não davam descanso a mãe. Dourizan diz que ficava muito preocupada com a alimentação do filho, que esquecia de comer enquanto estudava. “Eu tinha que fazer lanche, levar para ele”. Agora, ele pode descansar um pouco, andar de bicicleta e comer um prato de macarronada com tranquilidade, prato e atividade preferidos segundo a mãe.

Download do livro Mulheres Negras Contam sua História.

O Prêmio Mulheres Negras contam sua História é uma iniciativa de resgate do anonimato das mulheres negras, como sujeitos na construção da história do Brasil
Das negras vindas da África nos porões das naus portuguesas no XVI até o ano de 1850, quando o tráfico foi proibido. Elas estiveram na labuta das plantações canavieiras e posteriormente do café, nas alcovas e cozinhas das casas grandes.
Foram amas de leite, negras dos tabuleiros vendendo doces e comidas nas ruas, lavadeiras, lutadoras nas revoltas contra a escravidão e a opressão racista. Libertas, pobres e anônimas resistem, combatem a discriminação e estão presentes no rosto do povo pobre que habita este País, mas esquecidas pelos livros que contam nossa história.
Nos últimos cinquenta anos as lutas das mulheres negras se intensificaram e elas ampliaram sua presença no cenário político nacional; as organizações de mulheres negras fizeram uma interação entre a luta feminista e as questões raciais e fortaleceram os movimentos negros, permitindo a incorporação do racismo como uma variável das desigualdades, inclusive entre as mulheres.
Por sua vez, o Estado tem contribuído insistentemente com o fortalecimento de políticas públicas para a população negra e para a igualdade entre mulheres e homens, desde a criação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, da Presidência da República (SEPPIR), em 2003.
Um exemplo recente dos resultados da atuação destas Secretarias no avanço das condições sociais das mulheres negras no país foi a articulação conjunta com os movimentos sociais, sindicatos de trabalhadoras domésticas e Congresso.
Nacional, no atendimento das demandas das trabalhadoras domésticas, categoria composta 95% de mulheres sendo que destas 61% são negras. Essa articulação garantiu a conquista da aprovação da PEC no 478/10 que ampliou os direitos das trabalhadoras domésticas, fazendo com que seu trabalho passe a ser realizado dentro dos padrões da dignidade humana.
Foi com muito orgulho que a Secretaria de Política das Mulheres lançou o edital público “Prêmio Mulheres Negras Contam sua História” que deu origem a este livro e expressa nosso compromisso com o enfrentamento ao racismo e ao sexismo. A iniciativa almejou contar as histórias das mulheres negras, para que elas pudessem resgatar a memória de suas antepassadas, descendentes e de suas próprias histórias de enfrentamento do racismo, da violência e a superação da discriminação.
Esta publicação, ao trazer os textos premiados, publiciza o pensamento produzido por mulheres negras a partir de suas experiências individuais e coletivas que expressam a vivência de desigualdades. E traz subsídios para a compreensão das desigualdades e para viabilizar a elaboração de políticas públicas específicas para o seu enfrentamento.
Agradecemos à Ministra Luiza Bairros pelo apoio da SEPPIR/ PR na realização do Prêmio Mulheres Negras Contam sua História, à equipe da SPM pelo trabalho para a sua concretização e à Comissão Julgadora por seu empenho na avaliação dos trabalhos. Agradecemos, em especial, as 521 mulheres que se dedicaram a inscrever um relato de suas vidas contribuindo para a construção de um caminho para uma sociedade mais justa e igualitária.
Eleonora Menicucci: Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República

Link: http://agenciapatriciagalvao.org.br/racismo_/mulheres-negras-contam-sua-historia/

“E ela vivia me agradecendo por tê-la ensinado a gozar com penetração”.

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Meu tio Fábio, um homem sábio do interior, um dia me entregou um livro do Plutarco. Confesso que tremi diante da idéia de enfrentar, na inexpugnável solidão da leitura, as páginas com certeza brilhantes mas inevitavelmente árduas do grego. Mas, prático que é, e conhecedor das limitações de seu sobrinho como leitor, tio Fábio me avisou que desejava que eu lesse somente um trecho marcado numa determinada página.
Ali se contava a história de um soldado que salvara a vida de um rei numa batalha. Um sábio imediatamente aconselhou o soldado a fugir. O soldado preferiu ficar, na esperança de ser recompensado pelo rei que salvara. Acabou morto. E logo. Quando terminei de ler essa história, imediatamente me lembrei de outro trecho de livro que tio Fábio me passara. Platão – tio Fábio sempre bebeu na sabedoria grega -. Contava que Sócrates disse mais ou menos o seguinte aos homens que o condenaram a tomar cicuta: que bem fiz eu a vocês para que me tratem assim?
As duas história tratam do mesmo tema: a ingratidão. E francamente: não sei por que iniciei minha coluna com a dupla história grega de ingratidão humana. Ou melhor. Sei sim. É que eu queria fazer uma conexão entre aqueles episódios e a vida amorosa. O fato cruel e inescapável é o seguinte: o amor é ingrato. O amor tem uma série de virtude: ele ilumina, ele embeleza a vida, ele torna divertido um congestionamento. Mas ele é ingrato como o rei que matou o soldado que o salvara e os atenienses que fizeram Sócrates beber cicuta.
Um amigo meu, Roni Maldonado, outro dia veio desabafar comigo. Ele acabara de romper com a namorada, uma loira de fazer cego olhar para trás, e ela além de gritar-lhe insultos arrebentou a pontapés a porta de seu carro. Roni é essencialmente um ingênuo do amor, um otimista das relações sentimentais. Ela sinceramente achava que, por fatos como ter arrumado um bom emprego para a namorada e num período de depressão ter-lhe até financiado um terapeuta de 120 reais a hora, receberia de volta alguma gratidão, e não uma porta de carro arrebentada a golpes de salto alto.
Tive vontade de apresentar Roni a tio Fábio e pedir a ele (meu tio) que falasse um pouco a meu amigo sobre a gratidão humana. Tive vontade de falar um pouco do soldado e de Sócrates, do rei assassino e da cicuta. Mas apenas balancei a cabeça numa muda expressão de solidariedade a meu amigo ferido na alma. Roni, refleti, passará a vida inteira atrás de uma ilusão, de uma fantasia tão irreal quanto a espada de Arthur: a gratidão amorosa. O que você possa ter feito de bom a alguém numa relação amorosa não conta no final. O que vale são apenas os crimes, geralmente imaginários, que você cometeu. Não conheço caso de amor que termine com uma declaração sincera de agradecimento pelos serviços prestados.
Roni me contou, em sua estupefação tola, que até em relação ao sexo ouviu palavras que quase o reduzem a um eunuco da corte de Ramsés. “E ela vivia me agradecendo por tê-la ensinado a gozar com penetração”, me repetia ele. “No final me disse que eu não tinha nenhuma imaginação quanto a sexo. Que eu era um idiota sexual.”
O meu ponto é o seguinte: faça sempre tudo que puder por sua namorada, mulher, amante. Tudo. Agrade-a de todas as maneiras possíveis. Flores, beijos, bom sexo, atenção. Dê tudo. Mas jamais cometa o erro fatal do soldado. Não faça nada esperando gratidão. O amor é ingrato como o rei que matou o homem que o salvara da morte.

Minas Gerais - Helicóptero comprado pra copa, ainda na gestão dos aliados do Aécio Neves, por falta de pessoal nunca foi usado.


  • Helicóptero de R$ 35 milhões ainda não foi usado por falta de equipamentos
    Helicóptero de R$ 35 milhões ainda não foi usado por falta de pessoal.

A aeronave, modelo alemão EC 145, (o mesmo modelo usado pelo GTA no Maranhão), foi entregue ao governo no final de maio, dias antes do Mundial. Foi adquirida para o transporte de pacientes em estado grave até hospitais de Minas durante a Copa e também depois do evento. Até hoje, porém, não saiu do hangar do Corpo de Bombeiros no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. O motivo: a falta de uma equipe médica.
Apesar de o helicóptero contar com equipamentos de última geração, ele também precisa de um médico, um enfermeiro e outros tripulantes para cumprir sua função. Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde) de Minas Gerais, esses profissionais ainda não foram contratados para trabalhar na aeronave.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

São Luís é a Décima Cidade mais violenta do Planeta, segundo levantamento de ONG Mexicana divulgado no ultimo dia 20 de janeiro de 2015.

Foto - http://www.24-horas.mx/10-de-las-50-ciudades-mas-violentas-del-mundo-son-mexicanas

Levantamento de ONG mexicana aponta que São Luís já é a 10° (décima) cidade mais violenta do Planeta. Dados considerados pela organização não levam en conta os "homicídios ocultos" divulgados recentemente pelo MPMA."

Com um total de 10 cidades, lideradas pelo porto turístico de Acapulco, no México, em 2014, classificou-se como o segundo país com as cidades mais violentas e perigosas em todo o mundoDentro do ranking das 50 cidades com mais assassinatos, as nossas contas do país para 20% concordam que o Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Criminal. Isto foi revelado pelo presidente da entidade, José Antonio Ortega, que disse em conferência de imprensa que este ano uma nova cidade mexicana tinha se juntado a contagem é Ciudad Obregon em Sonora, quando colocado na posição 31.

Depois de Acapulco, na lista dos 50 situa-se na terceira posição com 883 homicídios dolosos, outras cidades mexicanas também incluídos foram: Culiacan, Juarez, 24 classificados, Obregón, Nuevo Laredo (34), Victoria (41) Chihuahua (43), Tijuana (45) Torreón (48) e Cuernavaca na posição 50. De acordo com o novo relatório em relação ao ano anterior, Acapulco permaneceu na posição três, enquanto Ciudad Juárez subiu 10 lugares, depois que em 2013 estava em 37º lugar e em 2014 subiu para 27. Os restantes cidades mencionada posição rebaixada.

Na lista, que pelo quarto ano chamou a San Pedro Sula, em Honduras, como as cidades mais violentas, com uma taxa de 171,20 homicídios, 47 cidades pertencem ao continente americano e os outros três são cidades do Sul Africano.

Com um intervalo que foi mais de 800 assassinatos registrados em Acapulco para 168 em Cuernavaca, México estava dentro das nações onde a violência aumentou, perdendo apenas para o Brasil, que contribuí para a lista de 19 cidades ; quatro cidades por Venezuela e Estados Unidos, respectivamente, três na África do Sul e dois em Honduras.

De acordo com Antonio Ortega, a metodologia para a determinação das cidades, no caso do México foi baseada no número de investigações preliminares registrados no Sistema Nacional de Segurança Pública, que recolhe informação emitida pelos advogados do Estado.

"Sabemos que alguns estados raspar números não contam a verdade e saber quando é figuras INEGI publicados por atestados de óbito de homicídios intencionais, esses números certamente irá subir os valores apresentados pelo sistema", disse Ortega.

Para determinar o número de cidades estrangeiras, os dados foram coletados a partir de sites oficiais via internet. Ser cidades com mais de 300.000 habitantes, o principal requisito para avaliação.

Polícia Federal apreende cocaína em latas de doce no aeroporto de São Paulo.

23/01/2015
PF apreende cocaína em latas de doce no aeroporto de São Paulo
Foto - Polícia Federal

Guarulhos/SP - A Polícia Federal apreendeu, nesta quinta-feira (22), aproximadamente 3 Kg de cocaína oculta dentro de latas de doces e prensada nas hastes de uma mala com dois passageiros de voo internacionalno Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos.
Foram presas duas pessoas. A primeira prisão ocorreu por volta das 20 h, na fila do check-in de voo cujo destino final do passageiro era a cidade de Bruxelas/Bélgica. Um homem, natural da Romênia, foi abordado pelos policiais federais que fiscalizavam a fila de passageiros com o auxílio dos cães farejadores. 
O animal ao se aproximar do homem, demonstrou muito interesse pelas bagagens que ele carregava. Os policiais conduziram o passageiro à delegacia para que fosse efetuada busca pessoal e verificação das bagagens. Em uma bolsa que o homem carregava, foram encontradas três latas de doces em caldas. Os peritos federais encontraram dentro das latas quase 2 Kg de um pó branco, que foi identificado como cocaína. O homem foi preso em flagrante.
A segunda prisão ocorreu duas horas mais tarde na fila do check-in de voo com destino a Abu Dhabi/Emirados Árabes. O passageiro, abordado pelos policiais federais que atuam com os cães farejadores, tinha como destino final a cidade de Yerevan/Armênia. Após a indicação do animal de que haveria algo suspeito na mala, os policiais o conduziram à delegacia para revista pessoal e de suas bagagens. Os peritos federais encontraram dentro das hastes da mala, 1 Kg de cocaína. O homem, natural da Bolívia, foi preso em flagrante.
Os homens, presos por tráfico internacional de drogas, foram conduzidos ao presídio estadual onde permanecerão à disposição da Justiça, respondendo pelos crimes que lhe foram imputados na medida de suas participações.
Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo - Tel: (11) 2445-2212.

Morre o Rei da Arabia Saudita. Preços mundiais do petróleo sobem após divulgação da notícia.

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Foto: Fotolia/Kokhanchikov

Na bolsa, os preços mundiais do petróleo continuam a aumentar no decorrer da negociação de sexta-feira após a notícia da morte do rei saudita Abdullah. 

O rei saudita, Abdullah bin Abdulaziz, morreu nesta sexta-feira aos 90 anos de idade. Ele estava no poder desde agosto de 2005. 

"A morte do rei Abdullah vai aumentar a incerteza e volatilidade dos preços do petróleo no curto prazo", disse à agência Bloomberg o analista da Sanford C. Bernstein & Co Neil Beveridge. 

Outros analistas também manifestam a opinião que o mercado está em estado de incerteza sobre a política do novo rei no âmbito de excesso de oferta no mercado. 

Desde novembro de 2014, a Arábia Saudita tem promovido na OPEP a decisão de manter as quotas de produção de petróleo. Isso agravou o excesso de produção a nível mundial e contribuiu para uma maior deterioração dos preços da energia.