terça-feira, 14 de maio de 2013

Angelina Jolie fez uma mastectomia.

Angelina Jolie, câncer, saúde
EPA


Angelina Jolie fez uma cirurgia – uma mastectomia (remoção da mama), para evitar o risco de desenvolver câncer de mama.

"Meus médicos sugeriram que eu tinha uma chance de 87% de desenvolver câncer de mama. Assim que eu ouvi isso, eu decidi minimizar o risco", disse Jolie.

O alto risco de câncer na atriz é hereditário, porque sua mãe morreu com a idade de 56 anos, depois de uma luta de quase 10 anos contra o câncer.

Segundo a atriz, ela decidiu contar sobre a cirurgia, que é um desafio extremamente difícil para qualquer mulher, para ajudar outras mulheres que se encontram em uma situação similar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

UFMA – Temporal deixa Campus do Bacanga parcialmente alagado.

Um forte temporal caiu sobre à área da UFMA e adjacências, causando medo, correria e alguns prejuízos materiais, além de um prejuizo incalculável no acervo da Biblioteca Central.

Pois o temporal, acompanhado de fortes rajadas de ventos, relâmpagos e trovões, inundou parcialmente a sala de dança, sala de multimídia e as salas do térreo do Bloco 2.

Ocorreu falta de luz momentânea, o transbordo do sistema de esgoto no térreo do Bloco 2 do CCH, contribuindo para a inundação do corredor térreo, que ficou submerso na área próxima a Ágora.

Segundo conversas com outros discentes, outras áreas como o C.T. o Ginásio (Quadra poliesportiva) e o Paulo Freire também sofreram alagamentos.

Mas à Área mais atingida foi o Prédio da Biblioteca Central que com os fortes ventos e a chuva torrencial, seu forro não aguentou e veio abaixo, não se sabe ainda se houve feridos, nem o tamanho do prejuizo no acervo da Biblioteca.

VEJA AS FOTOS ABAIXO.

 

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02. Esgoto transbordando.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Terreo do Bloco 02 próximo à Ágora totalmente Alagado.

Terreo do Bloco 02 Alagado.

Salas de Dança e Multimídia Totalmente Alagada

Via de Acesso Totalmente Alagada

Salas de Dança e Multimídia Totalmente Alagada

Espaço próximo à Ágora totalmente Alagado.

Espaço próximo à Ágora totalmente Alagado.

Rampa de Acesso próximo à Ágora totalmente Alagado.

Calçada totalmente tomada pela Água

Área atrás do Restaurante Universitário também com água acumulada




Matricidio - Em Minas Gerais um filho menor de idade faz roleta-russa e mata a mãe em Montes Claros.



 
Uma mulher morreu após ser atingida por um tiro no peito na noite deste sábado (11) em Montes Claros (MG). 

O autor do disparo, segundo a PM, é um menor de 16 anos que é filho da vítima. 

A família estava reunida na sala da casa quando o menor chegou com uma arma dizendo que iria fazer roleta-russa com a mãe, o que ocasionou o disparo que atingiu a vítima.

Iranir Aparecida Peres dos Santos foi socorrida e encaminhada ao hospital Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.  Durante as buscas, a polícia encontrou um revólver calibre 38, com numeração raspada, com três cartuchos intactos e um deflagrado.

Ainda segundo a PM, o menor foi apreendido em fevereiro por tráfico de drogas. 



 

neste 13 de maio, comemoramos os 125 anos da abolição da escravatura no Brasil.

Abolição 125 anos As ameaças dos escravocratas.


Este domingo será diferente nos arredores do Senado Federal, que convocou uma sessão extraordinária para votar, ainda hoje e de forma definitiva, o projeto de lei que acaba com a escravidão no Brasil. 

A tranquilidade do Campo de Santana, grande praça no centro do Rio de Janeiro, em frente à Casa Legislativa, deve ser quebrada novamente pela multidão que vem acompanhando, atenta, as discussões em torno da proposta no parlamento. 

Nos debates travados ontem, o Barão de Cotegipe, senador pela Bahia, tomou conta da tribuna com um longo e inflamado discurso. Demitido do Conselho de Ministros recentemente pela princesa regente, Isabel, ele representa uma das últimas vozes que se declaram abertamente contra a abolição geral e imediata.

Com certa ironia em alguns momentos, o senador enumerou os efeitos negativos da proposta enviada pela princesa, que governa interinamente o país. Detalhou questões jurídicas, políticas e econômicas, além de "incovenientes práticos" para os fazendeiros, preocupação "humanitária" com os ex-cativos "ignorantes" e com o risco de uma "desordem generalizada". 

Apesar do posicionamento do parlamentar, os senadores aprovaram a matéria em segundo turno — feito que deve ocorrer hoje, na terceira e última votação, segundo previsões tanto dos liberais quanto dos conservadores.


Logo no início da sessão de ontem, o ministro da Agricultura, Rodrigo Augusto da Silva, destacado por Isabel para articular a aprovação da proposta no parlamento, foi ao plenário do Senado. Não chegou a pedir a palavra, mas sentou-se à direita do presidente da Casa para acompanhar os debates. 

Um dos que mais falaram, Cotegipe desdenhou do clamor social em prol da causa abolicionista. "Nem sempre devemos confiar na opinião do momento. As grandes manifestações de entusiasmo, em todos os tempos, nunca foram permanentes ou muito duradouras."

O senador também mencionou as acusações que o atingem desde que, escalado pelo imperador D. Pedro II, empreendeu os esforços necessários para que a Lei dos Sexagenários passasse no Senado, em 1885. 

A cláusula que previa a obrigação de mais tempo de trabalhos forçados a título de indenização aos senhores de escravos deixou Cotegipe mal tanto com os abolicionistas — que, revoltados com a condição imposta, passaram a exigir a partir daquele momento a libertação total — quanto com os fazendeiros — contrários a qualquer tipo de modificação legal. Cotegipe ressaltou, entretanto, que, apesar de não ser favorável à abolição neste momento, não criará empecilhos para a aprovação do texto.

Camélias Flôr simbolo do Movimento Abolicionista.
Ele chamou a atenção, porém, para a necessidade de integrar, por meio de políticas públicas, os ex-escravos à comunidade livre. "São necessárias sociedades de proteção aos libertos", alertou o nobre. O conservador Candido de Oliveira, senador por Minas Gerais, retrucou: "Não há mais libertos, são cidadãos brasileiros". A tréplica veio imediatamente. "São libertos. Mas direi, se quiser, até que são ingleses", ironizou o barão de Cotegipe, arrancando risadas do plenário. 

Ele ressaltou ainda que está recebendo cartas de fazendeiros preocupados com o fim da servidão. Os senhores de terras do Rio de Janeiro, abalados com uma sequência de safras ruins, têm sido os mais contrários à causa. Quando o projeto de abolição da escravatura foi votado na Câmara dos Deputados, dos nove votos contrários, oito foram dados por parlamentares fluminenses.

Monarquista convicto, o barão de Cotegipe disse que a abolição total enfraquecerá a Coroa e representará o avanço dos republicanos no país. Ele afirmou que os defensores da República "candidamente" descarregaram seus interesses na causa abolicionista. O senador, porém, desdenhou das censuras. "Não há ninguém atualmente mais impopular nesta terra do que eu", declarou.

"Os bancos e os particulares adiantaram somas imensas para o desenvolvimento da lavoura, das fazendas. Que percam! Enfim, senhores, decreta-se que neste país não há propriedade, que tudo pode ser detruído por meio de uma lei, sem atenção nem a direitos adquiridos, nem a inconvenientes futuros. 

Sabeis quais as consequências? Não é segredo: daqui a pouco se pedirá a divisão de terras".
 
Barão de Cotegipe

Bibliografia: A abolição no Parlamento — 65 anos de lutas (volumes I e II); Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre; D. Pedro II, de José Murilo de Carvalho; Imperador Cidadão, de Roderick J. Barman; O Abolicionismo, de Joaquim Nabuco; O Castelo de Papel, de Mary Del Priore; O Eclipse do Abolicionismo, de Joaquim Nabuco; Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda; Visões da Liberdade, Sidney Chalhoub. Arquivos do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Museu Imperial e da Biblioteca Nacional Digital do Brasil // Especialistas consultados: 

Arethuza Helena Zero, doutora em desenvolvimento econômico e autora da tese Escravidão e Liberdade: as alforrias em Campinas no Século XIX, defendida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Bruno de Cerqueira, historiador, fundador e gestor do Instituto Cultural D. Isabel I — A Redentora; Carlos Sant"Anna Guimarães, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco; Diva do Couto Gontijo Muniz, professora doutora da Universidade de Brasília especialista em Brasil Império; Marcos Magalhães, professor doutor em história colonial do Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília e consultor legislativo do Senado.

Material Lincado de: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/5/13/escravidao-por-um-fio

Imperatriz. Desentendimento por causa de mulher amigo dispara três tiros contra outro que morre no local .


Jhonata matou seu amigo de infancia.
Jhonata e Claudemir que eram amigos desde criança onde cresceram juntos na Rua Floriano Peixoto, Bairro Nova Imperatriz, na noite de domingo depois de uma discurssão um tirou a vida do outro com tres disparos de arma de fogo, os dois estavam bebendo e jogando sinuca em um Bar na Avenida Industrial, por causa de uma mulher, Jhonata Costa Gomes, conhecido por Nenzim sacou um revolver da cintura e efetuou três tiros contra o amigo de infancia Claudemir Sousa Nascimento, 31 anos. Conhecido por Phardal que não resistiu e morreu no local.

Claudemir foi morto com tres tiros

Segundo populares os dois sempre saiam juntos, Claudemir trabalhava de frentista no Posto Regina Na BR 010, Jhonata foi preso pela Policia Militar a apresentado no Plantão Central onde foi autuado em flagrante por homicídio pelo Delegado Andrade. FOTOS JESNEM MORAIS.

domingo, 12 de maio de 2013

Uma ressurreição assombra o STF.

Vários advogados dos réus do mensalão levantaram uma questão interessante em seus embargos declaratórios no Supremo. Eles mostram uma contradição de datas para a realização de um crime que teve um impacto considerável na hora de definir a pena de cada um.

Como você poderá acompanhar neste vídeo, o que se debatia em 2012 era a data em que José Dirceu havia “fechado o pacote” de R$ 20 milhões com José Carlos Martinez, presidente do PTB. 


A data correta, como se verá, era outubro de 2003. 


Mas os juízes, após diversas intervenções de Joaquim Barbosa, se convenceram que o encontro havia sido em dezembro de 2003. Não é uma questão de calendário. 


Em outubro de 2003, as leis que puniam a corrupção no país previam penas relativamente leves. A mínima era de 1 ano de prisão. A máxima, 8 anos. 


Mas, por uma iniciativa do governo Lula, em novembro daquele ano se consumou uma mudança no código penal. As penas foram agravadas. A pena mínima tornou-se de 2 anos. A máxima, 12 anos. 


Basta reparar que era um erro muito fácil de ser evitado.


Bastava um assessor do STF entrar no Google e conferir quando o ex-deputado Martinez havia morrido.


Não foi um fim banal, mas um desastre de avião. 


A data foi 4 de outubro de 2003. Está lá, na Wikipédia. Fiz isso há alguns minutos. 


Em 12 de novembro de 2012, no entanto, a ressurreição de Martinez fez seus efeitos.


Numa postura que trai alguma desconfiança, Marco Aurélio chegou a sublinhar: “é importantíssimo saber a data em que o pacote foi fechado”. 


Com a mesma dúvida, Gilmar Mendes questionou Joaquim:


- Portanto, a data em que Vossa Excelência o identifica é de?


- É posterior à lei, é dezembro de 2003.


Outro ministro, Celso de Mello, esclareceu, concordando com Joaquim, que Martinez faleceu “quando estava em vigor a leis mais gravosa”.


Foi assim, nesse ambiente, que vários réus foram condenados pelo crime de corrupção ativa. O advogado Rogério Tolentino chegou a dizer que os réus condenados por corrupção passiva receberam a data correta, enquanto os condenados por corrupção ativa, como Dirceu e Jose Genoíno, receberam a data errada. 


Dirceu foi condenado a 7 anos e 11 meses por corrupção ativa.


Faltou um mês para que fosse punido pela pena máxima – pelo critério antigo. Mas, pela nova legislação, foi uma punição menos grave.


O contexto das discussões entre os ministros mostra que eles votaram numa coisa quando a realidade era outra. 


Será que as penas teriam sido tão longas se eles tivessem consciência de que os parâmetros eram outros?


Essa é a pergunta.


Nenhum ser humano está livre de cometer lapsos e erros de todo tipo.


Quantas vezes isso já aconteceu aqui neste espaço? Quantas correções já publiquei em minhas reportagens? 


Perdi a conta.


Então não quero fingir que tenho muita lição a dar.


Mas estamos falando de um julgamento, apresentado como o mais importante da história do tribunal.


Estavam em jogo a liberdade e os direitos dos cidadãos, num país democrático. Os ministros questionaram, suspeitaram de um erro, mas ele foi cometido mesmo assim. Votaram a partir de um dado falso.


Essa é a questão que sobra aqui.


Os condenados terão suas penas reduzidas por causa desse erro? Ou vamos fingir que não aconteceu nada?  

Paulo Moreira Leite
Desde janeiro de 2013, é diretor da ISTOÉ em Brasília. Dirigiu a Época e foi redator chefe da VEJA, correspondente em Paris e em Washington. É autor dos livros A Mulher que era o General da Casa e O Outro Lado do Mensalão.

 Máteria Lincada de: http://istoe.com.br/colunas-e-blogs/colunista/48_PAULO+MOREIRA+LEITE

Brasil continua a defender o amianto.... é constrangedor.

Washington Novaes *
É constrangedor. Contrariando parecer do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil há poucos dias absteve-se de votar em Genebra uma resolução no âmbito da Convenção de Roterdã que obrigaria qualquer país exportador de qualquer produto baseado em qualquer variedade de amianto a informar previamente o importador sobre o conteúdo dessa carga perigosa. Não se tratava de proibição de exportar, apenas de informação prévia.
http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/10/31/331147/20121031074617951780o.jpg
Foto da minna em Goiás.
 
Os Ministérios brasileiros do Desenvolvimento e de Minas e Energia tomaram posição contra a resolução sob o argumento de que poderia prejudicar as exportações brasileiras da variedade crisotila, que não seria problemática, embora centenas de pareceres científicos no mundo todo digam que é tão prejudicial quanto o amianto. Por isso 66 países já baniram o uso de qualquer variedade - incluídos Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Holanda, Japão, Itália, Hungria, Grã-Bretanha e Estados Unidos; na América do Sul, Argentina, Chile e Uruguai estão entre os países que proibiram a importação. A União Europeia condena o uso. Recentemente, na Itália, dois proprietários de uma grande empresa produtora de artefatos de amianto foram condenados a 16 anos de prisão pelos danos à saúde dos trabalhadores.

Os ministérios que se posicionaram contra a adesão do Brasil alegam prejuízos econômicos à produção e à geração de empregos - o Brasil é o terceiro maior produtor mundial, com 306,3 mil toneladas anuais no último balanço (a Rússia é o maior), e o segundo na exportação (134,1 mil toneladas de fibras, no valor de US$ 79,9 milhões, e 49,9 mil toneladas de manufaturados, no valor de US$ 145,3 milhões). Toda a produção nacional para consumo no mercado interno está hoje concentrada na mina de Cana Brava, em Minaçu (GO), que tem vida útil prevista para quase mais 30 anos.

A indústria de construção civil interna consome a maior parte da produção que aqui fica, em telhas onduladas, chapas de revestimento, tubos e caixas d'água. Na indústria automobilística, o consumo está concentrado em produtos de fricção (freios, embreagens). Mas há consumo também em produtos têxteis, filtros, papel e papelão, isolantes térmicos. E o setor que produz fibras alternativas à crisotila assegura que pode atender a todo o consumo dos produtos problemáticos.

É, no mínimo, curiosa a posição brasileira contrária à informação prévia na exportação, pois desde 1984 a variedade nacional de amianto vem sendo questionada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que na Resolução 348 incluiu os resíduos de amianto na classe dos perigosos e passou a exigir uma advertência impressa aos consumidores, em todos os produtos, quanto ao risco do consumo. Só que a legislação "não pegou". Dois anos depois, uma portaria do Ministério do Trabalho relacionou os perigos dos materiais a que os trabalhadores nessa área estavam expostos. A Convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os mesmos riscos (n.º 162), assim como sobre a prevenção e proteção dos trabalhadores no setor, é de 1986. No Senado brasileiro há muito tempo tramita um projeto do senador Eduardo Suplicy que propõe o banimento do produto.

Não é só. Vários Estados brasileiros já aprovaram legislação que proíbe o uso do amianto e a exportação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Mato Grosso. A execução da lei, entretanto, está suspensa, à espera do julgamento de recursos dos produtores no Supremo Tribunal Federal. A alegação é de "inconstitucionalidade" dessas leis estaduais.

É problemático, já que a Organização Mundial de Saúde calcula que a cada ano morrem 100 mil pessoas que foram expostas aos produtos extraídos - que ela considera cancerígenos - ou seus derivados. E serão 10 milhões de pessoas até 2030, vítimas de cânceres do sistema respiratório e de membranas que recobrem os pulmões, o peritônio e o pericárdio. As mortes também podem estar associadas ao câncer de laringe e ao câncer do ovário.

Tudo isso tem levado os críticos do amianto/crisotila a propor o fim da extração, do transporte, da industrialização, da comercialização e da utilização do produto, em todas as suas formas, em todo o País - até porque "não há limite de tolerância seguro para a exposição e o manuseio".

Já o argumento central dos defensores do amianto/crisotila está nos prejuízos que advirão para o município e a região de Minaçu, onde está a extração. Ali quase tudo depende dessa atividade - o emprego, o transporte, a comercialização, a hospedagem, etc. Em mais de três décadas de discussões e questionamentos, entretanto, nada foi feito para lá criar novas atividades substitutivas.
 
* Washington Novaes é jornalista. E-mail: wrlnovaes@uol.com.br.