domingo, 14 de maio de 2017

Celebramos o Mestre Antônio Vieira uma vida dedicada a cultura maranhense.

  
Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
No ultimo dia 09 de maio, terça-feira, saudosamente como fazíamos quando Antônio Vieira aqui estava, nos reunimos em frente a “banca do Dácio” na Praia Grande, para ali lhe rendermos homenagens, Mestre.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Mestre onde estiver es sabedor, pois já nos vem acompanhando há nove anos initerruptamente, nestas homenagens espontâneas, simples é verdade, porém verdadeiras e de corpo e alma, foi a  forma como encontramos de manter você Antônio, vivo!

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Eterno em nossas memórias, em nossos corações. Mestre a sua obra musical, inigualável já o imortalizou através das gerações...

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Neste dia 09, se você vivo estivesse mestre, estaria celebrando seus 97 anos de existência terrena. Como o tempo voa... faltam apenas três anos para celebrarmos o seu centenário de nascimento, e ano que vem celebraremos uma década de sua partida...

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Aqui estamos com o Dácio a frente a ouvirmos e cantarolarmos suas musicas, seus versos, a relembrar seus causos. Nesta dia Vieira, do Reviver à Ponta d’areia todos cantam e dizem numa só voz viva Vieira!

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Aqui estamos na companhia de artistas populares, de jovens, de pessoas que contigo conviveram a te homenagear caro Mestre. 

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Começaremos com as cantoras negras do Coletivo Cultural de Mulheres Negras na Arte Lélia Gonzalez, que nas palavras de Rosa Santos, rendem suas homenagens “Antônio Vieira continua sendo um dos ícones da cultura popular maranhense, com sua voz inconfundível, cantou o Maranhão, musicando e cantando o cotidiano de nossa terra.”

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Tivemos ainda uma roda de tambor puxada pelos integrantes do ”Tambor da Lua”.
Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Na sequência uma roda de capoeira, com a presença de muitos apreciadores da arte da capoeira.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
E, fechando esta noite mais que especial, uma roda de samba, puxada pelos sambistas do grupo de sambistas da Praia Grande, músicos que todo sábado alegram  as tardes de quem frequenta os bares da feira praia grande.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Peço desculpas aos leitores por demorar a escrever e publicar este texto.

Foto - Chico Barros em 09/05/2017 na banca do Dácio - Reviver.
Texto de Chico Barros.

sábado, 13 de maio de 2017

Após realização de grande passeata a Polícia Civil comunica a elucidação do assassinato do professor "Manin" em Paraibano - MA.

http://radiosertaoweb.com/noticia/147414/adolescentes-confessaram-que-mataram-o-professor-manin
Em notícia divulgada originalmente na "página noticias de paraibano".
  
Após intensa investigação, ao longo de uma semana, a Polícia Civil elucidou, nessa sexta-feira, 12 de maio, o Homicídio do professor Ivanildo Ferreira, conhecido como professor "Manin".
Foram conduzidos os menores W.S.N., de 17 anos,  e J. F. S. S., de 16 anos,  que confessaram a autoria do ato infracional, ocorrido na noite do último dia 04 de maio de 2017, em Paraibano.
http://radiosertaoweb.com/noticia/147414/adolescentes-confessaram-que-mataram-o-professor-manin
Os menores infratores confessaram que levaram o professor para as proximidades do lixão do referido município, onde o amarraram com fita adesiva e, posteriormente, ceifaram sua vida, utilizando uma faca. O celular de um dos menores, utilizado para marcar o encontro com o professor, foi apreendido, como também a faca utilizada.
http://radiosertaoweb.com/noticia/147414/adolescentes-confessaram-que-mataram-o-professor-manin
Segundo eles, a motivação teria sido roubar o carro do professor, para a posteriori utilização em um sequestro de uma criança, também em Paraibano, onde combrariam R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) pelo resgaste.
PARABÉNS AOS PROFISSIONAIS DA POLÍCIA JUDICIÁRIA. Equipe da Policia Judiciária de Paraibano, sob o comando do delegado João Marcelino, com a participação dos delegados de Passagem Franca, Colinas e do regional de São João dos Patos, Francisco Tavera, obtiveram  êxito na elucidação do ato infracional que causou comoção em toda a região do médio sertão maranhense.
LEIA TAMBEM: “Paraibano clama por segurança pública”, diz deputado Wellington durante grande caminhada pela paz. https://maranauta.blogspot.com.br/2017/05/paraibano-clama-por-seguranca-publica.html

Central - um documentário sobre o capitalismo selvagem.


Central - um documentário sobre o capitalismo selvagem. 26546.jpeg

Caso alguém esteja interessado em saber como funciona o capitalismo em seu estado puro, não deve deixar de ver o documentário Central, sobre o presídio de Porto Alegre, a partir de um roteiro do jornalista Renato Dorneles e com direção de Tatiana Sager.
Os grupos que dominam as galerias, reproduzem o sistema capitalista sem qualquer mediação ou freios da sociedade, transformando cada preso num gerador de lucros, situação da qual ele não se livra nunca mais, mesmo quando saia da cadeia.
Usando imagens tomadas dentro do presídio por uma câmera profissional, mesclada com imagens feitas pelos próprios presos, entremeadas de entrevistas com o juiz da vara de execuções criminais (Sidney Brzuska) , um promotor ( Gilmar Bortoloto),um sociólogo ( Marcos Rolim), vários policiais militare, presos e ex-presos, o documentário,mais do que uma reconstituição da vida num presídio, onde vivem em condições subumanas quase 5 mil pessoas, é uma denúncia do descaso da nossa sociedade com a vida humana.
Ironicamente, quando o grande clamor dessa sociedade é mais segurança, exigindo que a polícia seja mais rigorosa nas prisões, o testemunho dos participantes do documentário é de que ao, entrar no Central, em vez de ser ressocializado, o preso, para poder sobreviver, precisa se associar a uma das facções criminosas que domina o presídio, vínculo que ele nunca mais poderá quebrar.
Como o sistema funciona como uma engrenagem que só visa o lucro dos que comandam a facção criminosa, o preso, querendo ou não, se transforma num soldado dela e precisa cumprir a missão que lhe for destinada dentro ou fora das grades.
O promotor sintetizou a situação desse modo: o sujeito entra como um guri chorão e sai como um bandido frio e capaz de todas as maldades.
Um dado estatístico confirma isso: apenas 10 por cento dos presos cumprem pena pela acusação de assassinato ou tentativa de assassinato. A grande maioria é pelo tráfico de drogas e muitas vezes, apenas pelo consumo de drogas já que a polícia e a justiça, nem sempre estão interessadas em fazer essa separação.
Como disse o juiz, o Estado controla o presídio apenas do lado de fora das grades. Lá dentro, o domínio é das facções, que funcionam como uma instituição que legisla, julga e executa e por incrível que pareça, esse acordo tácito entre as autoridades e os presos é que assegura a tranqüilidade na prisão, sem motins e praticamente sem mortes.
Essa transferência do poder do Estado para os presos fica claro nesse exemplo: dentro do presídio existe uma cantina, administrada por particulares, que pagam um aluguel para o Estado a fim de usar esse espaço (40 mil reais por mês, segundo o juiz), que vende desde refrigerantes até camisas de futebol. Só que não são todos os presos que podem freqüentar o local. O Plantão de Galeria, um homem de confiança da facção, designa quem pode ir e o que pode trazer. As compras são então revendidas pela facção aos demais presos com um valor altamente inflacionado.
O grande lucro dessas facções provém, porém, do tráfico de drogas, que apesar da vigilância policial, é trazida pelas chamadas mulas para dentro do presídio e então comercializadas a um custo exorbitante. Como existe um grande percentual de viciados, eles acabam se endividando e para pagar essa dívida, e com isso sobreviver, são obrigados a cumprir tarefas, dentro e fora do presídio, como assaltos e assassinatos de rivais.
O acordo não escrito entre a polícia e os presos, que dividiu as atribuições de poder dentro do presídio, se gerou uma certa tranqüilidade dentro do Central, transferiu para o semi-aberto e mesmo para as ruas da cidade, os ajustes das contas não pagas dentro do presídio.
Ou seja, o Central não é apenas um calabouço indigno de receber um ser humano, criminoso ou não, como é o grande gerador da violência nas ruas da cidade.
 Marino Boeira é jornalista, formado em História pela UFRGS.

“Paraibano clama por segurança pública”, diz deputado Wellington durante grande caminhada pela paz.


Paz e combate à criminalidade. Foram esses os pedidos da população do município de Paraibano na tarde e início de noite desta sexta-feira (12). Em meio à multidão e aos gritos por justiça social, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) participou de grande caminhada pela paz e segurança pública que aconteceu no município.
O ponto de concentração foi na Rodoviária e, durante o trajeto que reuniu mais de 2 mil pessoas, a população mostrou a indignação para com os vários atos de criminosos que não foram punidos, a exemplo do assassinato do professor Ivanildo, conhecido como Manin, morto de forma cruel na semana passada.
“A gente sai e não sabe se volta. Aqui em Paraibano se mata gente como quem mata barata. E nada é feito”, lamentou uma das professoras que estava no local.
Diante da indignação da população, Wellington ouviu os relatos e mostrou-se ativo e coerente para com os problemas sociais que marcam Paraibano.

“Paraibano quer paz. Paraibano quer justiça. Paraibano quer segurança. A população clama por isso e, enquanto deputado estadual, não poderia me omitir e sequer dar a minha voz a essas solicitações. Sei que nada trará a vida dessas pessoas de volta, mas nosso compromisso é com a segurança dos que estão aqui e, em nome daqueles que foram vítimas da violência, efetivar ações que combatam a criminalidade nesse município. A morte do professor Manin não ficará impune”, pontuou Wellington.
Ao final da caminhada, o deputado Wellington presidiu uma audiência pública que abordou a questão da segurança e resultou em alguns encaminhamentos que serão apresentados na Assembleia Legislativa do Maranhão.

O plano do Pentágono para a Europa. Manlio Dinucci.


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Ao preparar a visita do presidente Trump à Europa – em 24 maio a Roma, em 25 à Cúpula da Otan de Bruxelas, em 26 e 27 ao G7 de Taormina (Sicília, Itália) – o Pentágono apresentou o seu plano estratégico para o “teatro europeu”. 
A apresentação foi feita pela boca do general Curtis Scaparrotti que, na chefia do Comando europeu dos Estados Unidos, é automaticamente o chefe da Otan com o cargo de Comandante supremo aliado na Europa.
No Senado dos Estados Unidos, em 2 de maio, o general recorda que “o teatro europeu continua tendo importância crucial para os nossos interesses nacionais” e que “a Otan nos dá uma vantagem única sobre os nossos adversários”. Tal vantagem, porém, agora é ameaçada por “uma Rússia ressurgente, que busca minar a ordem internacional com direção ocidental e reafirmar-se como potência global”.
O Comandante supremo chama os aliados europeus a cerrar fileiras em torno dos Estados Unidos para defender por todos os meios a “ordem internacional” – esta que é fundada na supremacia econômica, política e militar do Ocidente – posta em perigo pela emergência de novos sujeitos estatais e sociais.
Ele concentra o fogo sobre a Rússia, acusando-a de “atividade maligna e ações militares contra a Ucrânia” (exatamente no terceiro aniversário do massacre de dezenas de russos perpetrado em Odessa, em 2 de maio de 2014, pelos neonazistas ucranianos sob a direção dos EUA e da Otan). Mas, a “ameaça” não provém somente da Rússia: os Estados Unidos – declara o almirante Harris, chefe do Comando do Pacífico – são desafiados atualmente naquela região por “uma China agressiva e uma Rússia revanchista”.
Em resposta a este desafio, anuncia Scaparrotti, o Comando europeu dos Estados Unidos “está retornando ao seu papel histórico de combate, adequando os seus planos às ameaças que diante de nós”. Pede, então, ao Congresso para aumentar os fundos para a “European Reassurance Initiative”, operação lançada pelos EUA em 2014 oficialmente com a finalidade de “reassegurar” os aliados da Otan e parceiros europeus, para a qual foram alocados 3,4 bilhões de dólares em 2017.
“São necessários significativos investimentos – sublinha o general – para aumentar em toda a Europa a nossa presença avançada, o pré-posicionamento de materiais militares, exercícios para a preparação para os conflitos”. O plano é claro e já está em execução: transformar a Europa na primeira linha do novo confronto com a Rússia.
Confirma isto o anúncio, feito em 4 de maio, de que o Exército dos EUA na Europa constituiu um novo quartel general em Poznan, na Polônia, para comandar os mais de seis mil soldados estadunidenses acantonados na Polônia, Estônia, Letônia, Lituânia, Alemanha, Eslováquia, Hungria, Romênia e Bulgária, a fim de “reforçar o flanco oriental da Otan como contenção à Rússia”.
Na instalação de forças no flanco oriental – entre estas, encouraçados, caças-bombardeiros, navios de guerra e unidades de mísseis inclusive nucleares – participam as potências europeias da Otan, como demonstra o envio de tropas francesas e tanques britânicos à Estônia.
E o exército europeu? No encontro com os ministros da defesa da União Europeia (UE), em 27 de abril, em Malta, o secretário geral da Otan, Stoltenberg, não deixou dúvidas: “Ficou claramente conveniado por parte da União Europeia que seu escopo não é constituir um novo exército europeu ou estrutura de comando em competição com a da Otan, mas algo que seja complementar àquilo que a Otan faz”.
Portanto, o bastão de comando continua firmemente nas mãos do Comandante supremo aliado na Europa, um general estadunidense nomeado pelo presidente dos Estados Unidos.
Tradução José Reinaldo Carvalho  - Editor do site Resistência  - Fonte Il Manifesto (Itália)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Estudante, Mateus Ferreira da Silva da UFG/Ciências Sociais, agredido por PM recebe alta em Goiânia

Foto: Luiz da Luz.  Flagrante da agressão ao Estudante Matheus Ferreira da Silva, 33 anos, curso de Ciências Sociais da UFG .
Wendel A. Sousa (*)
O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) informou, por meio de nota, que o estudante Mateus Ferreira da Silva recebeu alta na tarde de ontem (11) com boas condições clínicas. Ele deu entrada no dia 28 de abril, com o diagnóstico de traumatismo cranioencefálico, passou por cirurgia e ficou internado 14 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, posteriormente, na enfermaria.
Mateus é estudante de Ciências Sociais na Universidade Federal de Goiás (UFG) e foi agredido por um policial militar durante as manifestações contra a reformas trabalhista e da Previdência no último dia 28, em Goiânia.
O caso teve repercussão nacional e gerou um debate a respeito da força policial. Dias depois, o secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás, Ricardo Balestreri, apresentou uma proposta de um novo código de ética para a PM goiana.
Segundo Balestreri, os conceitos deveriam ser revistos e a polícia necessitaria passar por uma melhor capacitação: “A intenção é consolidar um novo método prático, profissionalizado e científico para uso da força policial”, disse.
A assessoria de comunicação do Hospital Universitário  informou que Mateus receberá assistência multidisciplinar e que deverá retornar ao hospital rotineiramente para dar continuidade ao tratamento. 

(*) Estagiário sob a supervisão do editor Kleber Sampaio

Russia. Criador do jogo Baleia Azul preso, se declara culpado e diz que está “limpando a sociedade”.

Philipp Budeikin, o cridor do "Baleia Azul"

O responsável pela criação do jogo da Baleia Azul, Philipp Budeykin, de 21 anos, é acusado da morte de pelo menos 16 meninas que participaram do jogo virtual suicida, mas diz que estava apenas “limpando a sociedade” e quem entrou no jogo “queria morrer”. 
Ele se declarou culpado das acusações de incitação ao suicídio de pelo menos 15 jovens do país no chamado ‘Desafio da Baleia Azul’, do qual Budeykin seria o criador, de acordo com as autoridades da Rússia. Ele seguirá preso até 20 de agosto, informou a Justiça russa. 
De acordo com a porta-voz do Tribunal de São Petersburgo, Daria Lebedeva, a Justiça decidiu mantê-lo detido após ele declarar-se culpado das acusações que envolvem o jogo mortal, criado e compartilhado na rede social russa VKontakte. De lá, o desafio se espalhou pelo mundo, com casos de automutilação e suicídio sendo investigados até mesmo no Brasil. 
Budeykin foi preso no dia 15 de novembro do ano passado, em Solnechnogorsk, sendo depois transferido para São Petersburgo. De acordo com o tribunal, além de confessar o acusado  não se opôs em seguir preso até agosto próximo. Ele também passou por exames psicológicos e nada de anormal foi revelado.
Em entrevista ao site russo Saint-Petersburg.ru, Budeykin ironizou as vítimas, chamando-as de “lixo biológico”, que elas estavam “felizes em morrer” e que o seu objetivo seria “limpar a sociedade”.
Os investigadores russos apuraram que, entre dezembro de 2013 e maio de 2016, Budeykin e outros curadores (nome dado aos que controlam o desafio e manipulam as vítimas) criaram oito comunidades na rede social russa VKontakte, nas quais apoiavam o jogo e a tarefa final: o suicídio do participante.
Embora Budeykin esteja implicado em 15 casos de incitação ao suicídio, a imprensa russa já reportou anteriormente que mais de 100 mortes de jovens no país podem ter relação com o desafio.
No Brasil, a polícia de ao menos oito estados realiza investigações de casos de automutilação que teriam vínculo com o Baleia Azul. A Polícia Federal também abriu inquérito para apurar os crimes e iniciativas contra o jogo estão em andamento tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, em Brasília.
Segundo as autoridades russas, Budeikin tem recebido cartas de amor de várias fãs na prisão onde está detido em São Petersburgo, na Rússia. Elas morriam felizes. Eu estava dando à elas o que não tinham na vida real: calor, compreensão, uma ligação a algo”, disse o jovem, citado pelo Metro.
Há pessoas e há lixo biológico. Os últimos não têm qualquer valor para a sociedade. Eu estava simplesmente limpando a sociedade destas pessoas. É preciso distinguir pessoas normais de lixo biológico”, destacou.
No Brasil, pelo menos três estados registraram casos em que jovens estão envolvidos no Baleia Azul alguns chegaram a tirar a própria vida. Em resposta ao jogo macabro, brasileiros criaram o Baleia Rosa, com tarefas completamente opostas do jogo suicida russo.