sábado, 24 de março de 2012

UFMA. Calourada de inaugração da Concha Acústica, foi um sucesso.

UFMA. Inauguração da Concha Acústica.

Na ultima sexta-feira (23/03) tivemos a calourada geral da Ufma, o referido evento foi realizado na Concha Acústica da UFMA, próximo ao Ponto Final das Linhas de Ônibus 305 e 311. 
Apesar do trânsito caótico, escuridão no percurso e da lama dominante no local, fruto das obras intermináveis e do grande volume de chuva que cai em São Luís, o evento foi um sucesso. 
Família que estuda unida, vai pra calourada unida.
Tinham mais de três mil pessoas no referido evento, calouros dos campus da UFMA do interior do Estado se fizeram representar, além de estudantes de outras universidades e claro não poderia faltar os alunos de todos os cursos da UFMA.
UFMA - Ciências Socias.
Apesar do locutor não anunciar, os calouros e graduandos dos cursos de Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura) também se faziam presentes. 
Esta Equipe de TV colhia depoimentos dos Alunos.
Parabéns a família Ufma e a organização do evento, pois apesar de sua magnitude correu na mais perfeita e absoluta paz, sem nenhuma briga.

Festa num clima de muita paz, brincadeiras, dança e curtição, que rolou até depois da meia noite ao som do Baré de Casco, Bicho Terra e Forrozão Esfregue e Dance. 

Segue abaixo algumas das fotos tiradas na Calourada.


























































UFMA - Ciências Sociais.
UFMA - Ciências Sociais.

UFMA - Ciências Sociais.

UFMA - Ciências Sociais.

Chico Anysio: "Morrer, dormir, talvez sonhar"

Foto: Edição/247 
Releia a entrevista em que Chico Anysio, pela primeira vez, falou em morte. E revelou por que lutava tanto para permanecer entre nós: “Morreu, acabou. Não há outra vida”.
24 de Março de 2012 às 10:20.

247 – Quando, em tratamento contra o enfisema pulmonar, pela primeira vez falou na possibilidade de morrer, Chico Anysio citou um verso de Shakespeare. “Morrer, dormir – talvez sonhar”. E disse ainda por que lutava tanto pela vida. “Até agora não veio ninguém aqui me dizer que tem outra vida melhor me esperando do lado de lá”, disse ele. Releia o depoimento ao jornalista Leonardo Attuch, na revista Istoé:
Chico, um gênio esquecido. A rotina do maior humorista brasileiro fora das telas. Ele está doente, fala e pensa na morte, mas ainda segue à procura de um teatro onde possa dar vida aos novos personagens que criou.

Por Leonardo Attuch.

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho está sentado no centro de um ambiente quase vazio, com os quadros que ele próprio pintou espalhados pelos cantos da sala. Chico Anysio, o criador de tipos inesquecíveis que fizeram história na televisão brasileira, se desculpa pela bagunça. "Acabei de me mudar", diz. Ele agora vive em São Paulo, não mais no Rio de Janeiro. Seu apartamento é modesto, tem apenas dois quartos e 90 metros de área útil num prédio antigo da alameda Santos, e de lá ele quase não sai. Vai ao médico quando sente sintomas estranhos, como a dor de cabeça que o pegou de surpresa no dia em que recebia a reportagem de ISTOÉ pela primeira vez. "Uma dor diferente." 

Aos 78 anos, o humorista, que é considerado por muitos o "Chaplin brasileiro", combate um enfisema pulmonar, adquirido após décadas de fumo compulsivo. Há três meses, sofreu uma pneumonia e ficou quase 30 dias internado. Ao sentir o sopro da morte, Chico escreveu uma espécie de testamento. "Deixo nove filhos: oito homens e uma princesa. A vida está aí para que a aproveitemos, mas a verdade é que estou de saída", postou na internet. Ao falar à ISTOÉ, ele, o criador do Painho, do Pantaleão, do Alberto Roberto, do Bozó e de dezenas de personagens que ainda estão vivíssimos na memória afetiva dos brasileiros, mencionou o fim, citando o Hamlet, de Shakespeare.

Entre uma lembrança e outra, Chico se recorda de uma cena que observou da janela, alguns anos atrás. Num dia de intensa ventania, um rapaz tentava em vão acender um cigarro nas ruas do Rio de Janeiro. Até que se escondeu sob uma marquise e, finalmente, conseguiu. "Burro, mal sabe que o vento queria apenas ajudá-lo", pensou Chico. Essa mesma "burrice" custou ao humorista um pulmão praticamente enferrujado. Todos os dias, ele faz um trabalho de reabilitação pulmonar e caminha numa esteira. Começou fazendo um minuto apenas. Hoje, consegue andar quatro minutos sem se cansar e espera chegar aos 40. Junto com a pneumonia, que causou sua internação no Samaritano, do Rio, aconteceu também uma queda doméstica. "Envelheci cinco anos numa semana", diz ele. "Descobri que a vida é uma prova hípica, o nosso envelhecimento vem aos saltos."

Durante sua entrevista à ISTOÉ, dividida em duas etapas, a segunda já com o apartamento mobiliado e com os quadros na parede, Chico também falou sobre drogas. Durante muitos anos, pairou no meio artístico a suspeita de que ele teria um famoso "nariz de platina", pois suas mucosas nasais não teriam resistido às doses cavalares de cocaína. "Cheirei três ou quatro vezes, algumas vezes até fingi que cheirava para não ser o chato da festa, mas nunca gostei." Ele diz até ter curiosidade em saber como seria um nariz de platina. "Como é isso?", pergunta. Maconha, ele experimentou uma única vez e passou mal. Vícios pesados mesmo, só dois: a nicotina e o trabalho.

Do segundo, ele ainda não abriu mão. Embora tenha um contrato com a Rede Globo até 2012, que lhe rende cerca de R$ 100 mil mensais, Chico não é um homem rico. "Nada pode ser tão caro na vida como o divórcio", diz o humorista, já no sexto casamento, com a fisioterapeuta Malga di Paula, 40 anos mais jovem. "Trabalho porque gosto, mas também porque preciso."

À esposa anterior, a ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, com quem teve dois filhos, ele paga uma pensão de US$ 10 mil. E o destino também lhe pregou uma peça. À medida que os anos passavam, o número de ex-mulheres crescia e o salário na Globo, que já foi de R$ 400 mil, diminuía. "Nunca me programei pensando que aquele meu auge um dia poderia acabar", diz o homem que foi líder de audiência durante 36 anos e saiu do ar em 2001, ao ser derrotado pelos músculos de Arnold Schwarzenegger. Foi quando sua Escolinha do Professor Raimundo teve menos Ibope que o filme O Exterminador do Futuro, exibido pelo SBT, de Silvio Santos.

O trabalho fora da televisão, no entanto, não tem sido tão lucrativo para Chico. Um dos últimos produtos lançados por ele foi um DVD duplo, com os melhores momentos dos seus programas. Vendeu cerca de 15 mil exemplares, mas os direitos autorais não corresponderam. "Sabe quanto eu ganhei?", pergunta, repetindo com os dedos o gesto imortalizado pelo Professor Raimundo ("e o salário, ó!"). "Du-zen-tos e qua-ren-ta e no-ve re-ais", responde o humorista, enfatizando cada uma das sílabas. "Dizem que a culpa é da pirataria." Na maior parte do tempo, Chico se dedica a retocar um espetáculo novo, que ele acaba de criar. Chama-se "Tudo eu" e terá dez novos personagens - entre eles um médico paulista chamado Dr. Haddock Lobo, que não gosta de doentes, assim como o político Justo Veríssimo tinha ojeriza a pobres. 

Sentado na poltrona, diante da reportagem, o artista se transfigura. Sua voz assume um novo timbre e ele fala como um paulistano da Mooca. Num átimo, Chico se transforma novamente, seus olhos diminuem de tamanho e ele passa a ser japonês - seu Fukuda é um dos seus novos tipos, que ele espera, em breve, poder incorporar. "Sairei à procura de um teatro", diz o artista. Mais um corte: Chico agora está fanhoso e sua voz é inconfundível. Pantaleão, um de seus mais célebres personagens, invade o ambiente. "Esse timbre é do Luiz Gonzaga", revela Chico, antes de repetir um de seus bordões mais famosos: "É mentira, Terta?"

O último trabalho publicado se chama "Três Casos de Polícia" e contém uma inspirada história chamada "O Sucessor de Maigret", o célebre detetive criado pelo belga Georges Simenon. A novela, que ele sonha ver traduzida para o francês e interpretada no cinema com Gerard Depardieu no papel principal, revela muito sobre o método de criação de Chico. Antes de escrevêla, passou uma semana em Paris. Obsessivo pela qualidade do trabalho, anotou a direção do tráfego e cronometrou o tempo que um assassino levaria para ir de um ponto a outro da cidade. "Quis ser preciso", diz ele. Como escritor, Chico publicou vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da Vaca", "O Telefone Amarelo" e "O Enterro do Anão".

Com uma voz cansada e bem menos ágil do que seu raciocínio, Chico também se diz um homem sem fé. Fala que, a partir de certa idade, o ser humano se vê diante de uma bifurcação.

Há aqueles que se apegam às religiões, e os que se mantêm descrentes - Chico afirma fazer parte do segundo grupo. "Se houvesse uma eleição para Deus, eu não votaria neste que está aí", diz ele. Mas então por que ele decidiu inserir a figura de um profeta nos seus programas de humor? "Foi antes da bifurcação", ele responde.

Chico gostaria de voltar à televisão. Poucos dias depois de postar um comentário de despedida na internet, ele fez nova confidência na rede. Disse que ainda esperava um telefonema dos irmãos Marinho, assim como uma adolescente aguarda a ligação do primeiro namorado. "Estou vivo e paciente, esperando a cada telefonema que seja alguém da Globo, vestido de azul marinho e dizendo que alguém da mesma cor quer me ver de novo na telinha." O telefone toca, Chico atende e interrompe por alguns instantes a entrevista. Não era ninguém da Globo. Ainda assim ele não perde a esperança. "Eles (a Globo) querem muito que eu faça de novo o Alberto Roberto, mas eu gostaria de fazer também o Justo Veríssimo, que nunca foi tão atual como agora", diz ele. "E queria também que eles me dessem um espaço à tarde, depois das reprises daquelas novelas". 

Chico imagina um "Vale a Pena Rir de Novo". Alguma mágoa? "Quem tem menos de 14 anos não sabe quem eu sou". E ele, sem modéstia, diz que foi uma das pessoas que mais fizeram o brasileiro feliz no século XX. "Pelé, Roberto Carlos, Oscarito... jogo nesse time, com certeza." E sobre o humor, o que o velho Francisco, que desceu de Maranguape, no Ceará, e conquistou o Brasil, tem a dizer? "Há dois tipos: o engraçado, que eu fazia, e o sem graça, que se vê por aí."

"Não há outra vida. Morreu, acabou"
Enquanto fazia sua mudança do Rio de Janeiro para São Paulo, Chico Anysio falou à ISTOÉ. E disse que, aos 78 anos e tendo de enfrentar um enfisema pulmonar agudo, não há como não pensar na morte.

ISTOÉ - Ao deixar um adeus na internet, o sr. sentia a morte por perto?
Chico Anysio - Aos 78 anos, é inevitável. Tive uma pneumonia, sofri uma queda e envelheci cinco anos numa semana. Fumei muito e hoje tenho um enfisema. Mas, quando penso que podia ser um câncer, me sinto premiado.

ISTOÉ - O envelhecimento o deprimiu?
Chico - Não, porque minha cabeça está trabalhando. Criei novos personagens, fui descoberto pelo cinema e imagino novas histórias. Tenho vários livros inéditos. Apenas estou fora da televisão. Só faço uma advertência: talvez seja precipitado escrever meus obituários.

ISTOÉ - O sr. tem fé?
Chico - Não. Já perdi meus avós, meu pai, minha mãe, uma irmã e até agora não apareceu ninguém aqui para me dizer: "Chico, venha, que tem outra vida do lado de cá." Como diz Shakespeare: "Morrer é dormir. Talvez, sonhar." Não há outra vida. Morreu, acabou.

ISTOÉ - Ficar tanto tempo fora da televisão é também uma morte?
Chico - De certa forma, sim. O artista está vivo enquanto atua. E eu, que sou um ator de televisão, estou à procura de um teatro. Criei dez novos personagens e quero mostrá-los. Além disso, o palco é curativo. Às vezes, tenho uma baita dor de estômago. Subo num palco, a dor passa. Saio, ela volta.

ISTOÉ - Como o sr. avalia o humor feito no Brasil hoje?
Chico - Há dois tipos de humor: o engraçado e o sem graça. De repente, na Globo, acharam que era preciso uma coisa nova. Mas o humor nunca pediu uma coisa nova. Ele pede apenas uma coisa engraçada. Recentemente, o "CQC" foi apontado como o melhor programa de humor da televisão brasileira, mas aquilo não é humor. É jornalismo combativo, irreverente. O "Pânico" atinge uma parcela pequena da juventude. E o "Casseta & Planeta", quanto será que daria de Ibope, se não estivesse na Globo?

ISTOÉ - Aos 78, o sr. ainda teria gás para continuar?
Chico - Pelo menos mais dez ou 15 anos.

FONTE: http://brasil247.com/pt/247/cultura/49504/Chico-Anysio-Morrer-dormir-talvez-sonhar.htm

Extraterrestres? Luz misteriosa aparece no céu em cidade do Piauí.


Há muito tempo comenta-se, na localidade de Oitis, em Dom Inocêncio, Piauí, a 615km de Teresina, que um verdadeiro fato sobrenatural, até o momento inexplicável, do ponto de vista lógico e racional, ocorre no período noturno e já está impregnado no imaginário local.
 
Trata-se de uma luz muito intensa e de grandes proporções que, em movimento de subida e descida, ilumina a faixa territorial que fica entre a Barragem São Raimundo Nonato e o morro do Oitis, pico mais elevado do município.
Explicações para o fato existem das mais variadas formas, desde um simples reflexo das águas da represa até fenômenos extraterrestres, como objetos voadores não identificados (OVNI). Alguns moradores mais criativos afirmam que trata-se de uma luz emitida por fantasmas que aparecem na barragem que, na época da construção, acabou inundando o cemitério local.
Já é bastante conhecido o fenômeno existente em cemitérios chamado de “fogo fátuo”, que cientificamente é explicado como tratando-se da emissão de gases pelos cadáveres que, ao entrar em decomposição, liberam gases que, em contato com a atmosfera podem emitir uma luz temporária em forma de chama.
Neste caso específico, seria improvável tal possibilidade, pois a água impediria tal fenômeno. Outros acreditam na hipótese da luminosidade vir de uma estrela refletindo seu brilho na superfície do lago.Há ainda uma outra possibilidade, segundo moradores mais agnósticos e mais remota, é claro, da luz ser proveniente do alto da montanha, não se sabe exatamente como, pois ela desaparece subitamente ao atingir o ponto mais alto do morro.
O fato é presenciado por muitos nativos, que desejam que o fenômeno seja esclarecido para que o local seja elevado a categoria de ponto turístico de Dom Inocêncio pelas suas belezas naturais.
Fonte: Dom Inocencio

FONTE: http://ai5piaui.com/index.php/26077/luz-misteriosa-aparece-no-ceu-em-cidade-do-piaui/

Essas lésbicas são terríveis: Uma breve crônica sobre o Apocalipse.

Fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico e seus porta-vozes: se a decisão pela retirada dos crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ou o fato de ela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.
Marco Aurélio Weissheimer, via Carta Maior. É notável a quantidade de falácias e preconceitos que vêm sendo esgrimidos em público contra a decisão de retirar os crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. 

Olhando para alguns dos artigos publicados recentemente, especialmente no jornal Zero Hora, fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico gaúcho e seus porta-vozes mais ou menos envergonhados: se a decisão pela retirada dos crucifixos ou o fato de ela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.
O ex-senador Paulo Brossard não escondeu seu, digamos, desconforto. Em artigo intitulado Tempos Apocalípticos (ZH – 12/3/2012), Brossard critica a decisão “atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária”. No artigo, isso é dito logo após o ex-senador revelar que a filha, Magda, advertiu-o de que “estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta”. A única associação feita no artigo ao Apocalipse é com a iniciativa desta “opção sexual minoritária”. No final, Brossard “confessa” surpresa com “a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa” e pergunta se a mesma entidade vai propor “a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro”.
Como jurista, Brossard deveria saber que o princípio da separação entre Estado e Igreja não implica, absolutamente, “a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro”. Aqui, o preconceito e a falácia andam de mãos dadas (como aliás, costuma acontecer). O que mais essas lésbicas vão querer agora? Demolir o Cristo Redentor? Acabar com o Natal?
A mesma dobradinha entre falácia e preconceito é exibida no artigo O crucificado, do jornalista Flávio Tavares (ZH – 18/3/2012), que também questiona a motivação das lésbicas e mesmo a legitimidade de sua organização, advertindo para perigos futuros. Tavares sugere que pode ser tudo ressentimento: “Desejarão as lésbicas repetir a intolerância de que foram vítimas?”, escreve, questionando se a liga que as representa não “é mero papel timbrado, como tantas no Brasil?” E adverte para os riscos de acabarem com o Natal e os feriados religiosos.
“Dizer que somos um Estado laico que não admite símbolos religiosos é falso e inadmissível. A ser assim, teríamos de terminar com o Natal e os feriados religiosos que pululam pelo calendário”.
Ao contrário de Brossard, o jornalista ainda poderia merecer o desconto de seu evidente desconhecimento a respeito do teor do princípio de separação entre Estado e Igreja, que não proíbe o uso de símbolos religiosos ou a prática de manifestações religiosas pelas pessoas. Ao contrário do que o jornalista e o jurista dizem, a proibição de símbolos religiosos em repartições públicas não é uma medida intolerante que desrespeita a liberdade de culto. 

É exatamente o contrário. No caso brasileiro, como a Igreja católica não é a religião oficial do Estado (como nenhuma outra o é, aliás), como existem outras religiões no país, e como vale aqui o princípio da liberdade de culto, o Estado e suas instituições, como o Judiciário, deve se manter equidistante das preferências religiosas particulares de seus cidadãos e cidadãs.
O Estado laico ou secular foi inventado, entre outras coisas, para garantir e proteger a liberdade religiosa de cada cidadão, inclusive a liberdade de não ter religião. A ideia é evitar que alguma religião em particular exerça controle ou interfira em questões políticas.
Todos os doutos juristas que vêm se manifestando a respeito do tema sabem disso, obviamente, ou deveriam saber, ao menos. A invenção do Estado laico foi regada com muito sangue e injustiça. Muito sangue, aliás, derramado pela própria Igreja Católica, que torturou e queimou milhares de pessoas na fogueira. Se há juristas interessados em ostentar em suas salas um símbolo de injustiça, poderiam, por exemplo, colocar na parede um retrato de Giordano Bruno, submetido a um “julgamento ultrajante”, brutalmente torturado e mutilado antes de ser queimado na fogueira.
A religião do Estado republicano é a Constituição. É para isso, entre outras coisas, que foi criada essa coisa chamada República. Nem sempre foi assim. Chegou-se a isso após muito sangue, injustiça e intolerância. A República é tolerante e generosa com a diferença. Ela não exige, por exemplo, que os templos religiosos coloquem uma Constituição na parede.
Mas tem gente com medo do iminente apocalipse que se aproxima. Esses dias terríveis onde as lésbicas – essa “opção sexual minoritária”, como diz Brossard – têm o poder de influir no que ocorre no interior dos tribunais. Como bom católico que é, Brossard foi pedir ajuda ao guardião da fé Dom Dadeus Grings, um ferrenho crítico dos direitos dos homossexuais e um revisionista do Holocausto. O diálogo pode ter sido mais ou menos assim: “Antigamente não se falava em homossexual”, reclamou, saudoso, Dom Dadeus a Brossard. “Minha filha Magda disse que é o Apocalipse”, respondeu o ex-ministro do STF… Pausa para um sinal da cruz.
Essas lésbicas são terríveis. Só falta elas pedirem agora o fim da isenção de impostos para as igrejas. É o fim dos tempos…
Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior.
FONTE:http://limpinhocheiroso.blogspot.com.br/

Fé de mais. Universal x Mundial. Em nova denúncia Valdemiro Santiago é acusado de ter mansão no valor de R$ 10 milhões.

Após a denúncia no último domingo, 18, do Programa Domingo Espetacular da Rede Record, de propriedade do Bispo Edir Macedo, o Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso instaurou nesta segunda-feira, 19 um procedimento para investigar o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. 

O apóstolo é suspeito de enriquecimento ilícito e fraude contra o sistema financeiro. A Record revelou que Santiago usou dinheiro de sua igreja para comprar fazendas no Pantanal e milhares de cabeças de gado.


Foi justamente a reportagem exibida pelo programa que serviu de base para o MP dar início à abertura da investigação.

Segundo a Justiça, apesar dos altos valores arrecadados pelo apóstolo, a Igreja Mundial tem dezenas de templos ameaçados de fechar por ordens de despejo. 

O apóstolo Valdemiro Santiago, depois da denúncia da Record, falou em seu programa que perdoaria seus acusadores, no caso bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.

Em seguida, Edir Macedo publicou em seu blog um artigo em que fala abertamente sobre a polêmica entre ambos.

O líder da Igreja Universal afirmou que “acreditava na seriedade do trabalho do Valdemiro”, mas achava estranho o fato de o líder da Mundial “pregar um evangelho e viver outro”. Para ele, “chama atenção no seu ‘apostolado’ que ao pregar destile ódio, mas ao pedir oferta, chore”. 

Afirmando não ter problemas pessoais com Valdemiro, Edir Macedo relata que eram amigos, e que compreenderia se as críticas do apóstolo da Mundial fossem passageiras. 
“Até compreenderia se, algum dia, ele acordasse de mau humor ou estivesse com TPM espiritual e resolvesse destilar seu ódio contra mim”, disparou Edir Macedo. (Com informações da Rede Record).  

Clique e veja a reportagem completa:


FONTE: http://www.luispablo.com.br/

Atualização:

Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, tem uma mansão em condomínio fechado que vale de R$ 7 milhões a R$ 10 milhões. Esta foi a segunda denuncia de Edir Macedo contra Valdemiro Santiago. Na última semana o programa Domingo Espetacular exibiu uma extensa matéria mostrando as fazendas milionárias do apóstolo.

Valdemiro Santiago mora no condomínio Tamboré 2, ao lado de Alphaville, em Santana de Paranaíba, região na Grande São Paulo onde ricos e pessoas da classe média alta têm casa. O portal publicou a foto da casa, de uma vista área, e informou que Valdemiro Santiago mora ali com a sua mulher, Francileia de Castro Gomes de Oliveira. Também foram reproduzidos trechos de escrituras de dois apartamentos — estimados em R$ 500 mil, no total — que o casal tem em Alphaville.

Mão dupla - Acusações de enriquecimento ilícito também já foram feitas contra Edir Macedo. Ele teria comprado a TV Record por R$ 45 milhões com dinheiro dos fiéis. Além disso, investigações de 2009 do Ministério Público de São Paulo denunciam que em 2006 ele comprou um apartamento em Miami (EUA) avaliado em US$ 2,1 milhões (R$ 3,58 milhões). Em 2008, pagou US$ 4,7 milhões (R$ 8 milhões) por outro apartamento, também nos Estados Unidos. Macedo também seria o dono de dois imóveis em São José dos Campos (SP): uma mansão de 2 mil metros quadrados construída em 2007 avaliada em US$ 6 milhões (R$ 10 milhões) e uma casa comprada há mais de 10 anos por US$ 600 mil (R$ 1milhão).

Levantamento de três anos atrás do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), um órgão do Ministério da Fazenda, indicava que a fortuna pessoal de Edir Macedo era de pelo menos US$ 2 bilhões (US$ 3,4 bilhões).
FONTE:http://www.patiogospel.com.br/2012/03/em-nova-denuncia-valdemiro-santiago-e.html

sexta-feira, 23 de março de 2012

Morre Chico Anysio. Humorista faleceu nesta sexta-feira (23), no Rio, após sofrer duas paradas respiratórias.


Foto: ig

Chico Anysio morre no Rio de Janeiro aos 80 anos.
Morreu nesta sexta-feira (23) Chico Anysio

O humorista e ator tinha 80 anos e estava internado desde o dia 22 de dezembro de 2011. 

Ele faleceu às 14h52 em decorrência de complicações cardiorespiratórias.

Chico faleceu no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde se recuperava de uma infecção urinária. Ele chegou a receber alta médica em dezembro, mas foi novamente internado um dia depois. O humorista apresentou uma melhora em janeiro e fevereiro deste ano e já respirava sem a ajuda de aparelhos. No início desta semana, no entanto, piorou e foi para a UTI novamente. Nessa quinta (22), seus médicos divulgaram boletim dizendo que seu estado era crítico e que ele havia passado por uma punção para retirada de sangue do pulmão esquerdo.

A fase de saúde fragilizada do comediante já vinha se arrastando há muito tempo. Em 2009 ele foi internado por conta de uma pneumonia. Em agosto de 2010 sofreu uma hemorragia digestiva. Logo depois, teve outra pneumonia.

Em dezembro de 2010, Chico passou por uma angioplastia para desobstruir as artérias e acabou ficando 110 dias internado, até 21 de março. Nesse período ficou em coma por três vezes, após uma série de complicações em seu quadro de saúde.

VIDA EM FAMÍLIA: SEIS MULHERES E NOVE FILHOS
Chico era casado com a empresária Malga Di Paula, sua sexta esposa, e a única com quem não teve filhos. Ele é pai de nove filhos.

Fonte:http://gente.ig.com.br/morre-chico-anysio/n1597706027151.html

Deputado Francisco Escórcio quer criar o estado do Planalto Central .

O deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) pretende reapresentar proposta para criação do estado do Planalto Central, envolvendo municípios goianos e cidades satélites do Distrito Federal., mas ele não vê chances da proposta ter sucesso se a atual Lei não for modificada.

"Agora nós encontramos a maior dificuldade: a matemática. Eu penso em reeditar o projeto do estado do Planalto Central. 
 
Mas eu tenho que retirar 26 municípios de Goiás. Goiás tem quase duzentos municípios. Será que os outros restantes vão deixar retirar os 26? Mas tenho certeza que se fizer plebiscito nos 26, quase 100% da população quer.
 
Não adianta sonhar sem modificar essa Lei que está aí impedindo que isso passe." ressalta o deputado.

Fonte: Rádio Câmara