quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ministério Público Federal promete, apartir de 2013, fiscalizar prefeituras com ensino ruim.

A fiscalização começará em 2013 e terá como prioridade as regiões Nordeste e Norte, que registraram pior desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação.
 
O Ministério Público Federal vai fiscalizar a gestão de verbas públicas em cidades com pior Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb), revela o jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira, dia 18. O trabalho começará em 2013 e poderá propor ação civil pública contra os gestores. 

A fiscalização terá como prioridade as regiões Nordeste e Norte, que registraram pior desempenho na avaliação do Ministério da Educação. 

A procuradora Maria Cristina Manella disse que enviará às escolas um questionário sobre diversos aspectos, como o conteúdo pedagógico e alimentação. 

Ela disse à repórter Flávia Foreque que os órgãos que poderiam fiscalizar a qualidade do ensino público, como os conselhos de acompanhamento dos repasses do Fundeb, "existem formalmente, mas na prática a atuação deles é quase zero e não têm poder de penalização". Na visão dela, "o Ministério Público Federal tem muitos instrumentos para isso. O último é a ação judicial". 

A fiscalização terá como modelo uma iniciativa do Ministério Público Federal iniciada há dois anos na cidade baiana de Nilo Peçanha. 

O procurador da República Eduardo El Hage, responsável pelo projeto na Bahia, afirmou que "um município não pode receber milhões e apresentar um resultado pífio". 

Ele lembra que foram identificados problemas estruturais como banheiros sem portas, salas com goteiras e escolas sem cadeiras compatíveis. Segundo ele, a sociedade e a prefeitura se mobilizaram e o Ideb da cidade subiu de 2,1 em 2009 para 4,1 em 2011. 

O procurador disse que não detectou desvio de recurso público, apenas má gestão da verba. O caso não levado ä Justiça, mas ele destaca que é possível entrar com uma ação civil pública para cobrar que o dinheiro seja bem aplicado. 

Fonte: http://www.cgceducacao.com.br/canal.php?c=2&a=17162

Deu no Wall Street Journal: Irmãos em Karl Marx. Abaixo os capitalistas, as nações, os patrões, a família, a propriedade, etc.

7/10/2009, Brian C. Anderson, The Wall Street Journal
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
Surpreendentemente, dada a ruína associada a seu nome, Karl Marx está novamente em moda. O revés econômico global fez aumentar as vendas de Das Kapital a picos jamais antes vistos. Michael Moore, com seu mais recente filme, rivaliza com o Comunista Original na denúncia dos males do capitalismo; e, ano passado, a mídia parece ter-se deliciado com os obituários dos proprietários dos meios de produção.
Michael Hardt e Antonio Negri, assim, estão bem posicionados para tirar vantagem do revival de Marx, com a publicação de Commonwealth, no qual reimaginam o marxismo para o século 21.
O Sr. Hardt dá aulas de literatura na Duke University e é pós-modernista radical furioso – quer dizer: é professor universitário nos EUA. O Sr. Negri, teórico da política, tem ficha corrida menos comum. Há 30 anos, o governo italiano convenceu-se de que ele era o líder intelectual do grupo terrorista esquerdista “Brigadas Vermelhas” e arquiteto do sequestro e assassinato, em 1978, do líder do Partido da Democracia Cristã italiana, Aldo Moro. Sem meios para provar o envolvimento do Sr. Negri no assassinato – ele sempre rejeitou as acusações – as autoridades italianas o condenaram por “insurreição armada contra o estado”. Ante os 30 anos de gaiola que o esperavam, o Sr. Negri escafedeu-se para a França, onde permaneceu, filósofo no exílio, até 1997, quando voltou à Itália para cumprir o restante da pena, já então reduzida. É desses gurus da esquerda, cujo campo de trabalho aconteceu bem longe das salas de aula de faculdades.
Commonwealth [1] completa uma trilogia iniciada em 2000 com Império [2] e continuada com Multidão [3] em 2004. O livro é uma poção de bruxas, mistura de diferentes ingredientes do radicalismo contemporâneo. O capitalismo merece morrer, creem os srs. Hardt e Negri, porque violentou e corrompeu “o comum”. O comum não é só “os frutos da terra e o que a natureza dá”, dizem eles; é o universo de coisas necessárias à vida social – “conhecimentos, idiomas, códigos, informação, afetos”. Sob o capitalismo, a natureza é saqueada; a sociedade, brutalizada.
Mesmo assim, as condições para a emancipação do povo florescem dentro do capitalismo, creem os autores (exatamente como Marx acreditava, em meados do século 19). Diferente do operário de fábrica de ontem, o operário do conhecimento, hoje, tem cada vez menos necessidade de patrão. As empresas extraem mais do operário, nos dizem, quando o operário é deixado só para criar, conectar-se e cooperar como bem entenda. Vale também para o “trabalho afetivo” que oferece serviços ao público, “mesmo sob condições de máxima limitação e exploração, como os call centers”.
Os srs. Hardt e Negri propõem que todos se livrem dos patrões, é claro, mas também atacam outro bicho-papão da esquerda radical: a propriedade privada. A posse da propriedade serve de base a estruturas de poder injustas – por que a “riqueza comum” [orig. the “common wealth”] dos mundos humano e natural não poderia ser responsabilidade de todos, recurso de todos? Bem-vindos ao Manifesto Comunista 2.0.
Commonwealth atualiza a defesa que Marx fez do proletariado como agente da revolução. Os autores preferem falar de “a multidão”, que inclui trabalhadores de todos os tipos, naturalmente, mas também reúne as principais forças da política identitária: ativistas negros e hispânicos, feministas radicais, transgressores “homo” [orig. “queer"] e outros supostos agredidos pelo capitalismo global. Nem todos esses se entendem muito bem, os srs. Hardt e Negri admitem; por isso, a esquerda tem de persuadir esse exército-de-reserva, para que valorize a importância do “paralelismo revolucionário”. Movimentos do “Poder Negro” que maltratem homossexuais e mulheres, por exemplo, não têm qualquer futuro promissor. Depois da revolução, contam os autores, as políticas identitárias, bem como a luta de classes, dissolver-se-ão.
Para que a revolução seja bem-sucedida, três formas pressupostas corrompidas do comum têm de ser destruídas. Algumas das frases mais duras de Commonwealth atingem a família: mamãe, papai e as crianças talvez não saibam, mas são parte de uma instituição “patética”, uma “máquina” que “devora e esmaga o comum” com “o egoísmo mais cego”. Os srs. Hardt e Negri clamam: “Abaixo a família!” Os dois outros matadores do espírito do mundo são: a empresa e a nação. Quando a multidão assumir “o controle dos meios de produção e reprodução”, eles prometem, o trio maldito será varrido para a lata marxista de lixo da história.
Os autores alertam os senhores do mundo capitalista de que, se quiserem sobreviver um pouco mais, têm de promover reformas, incluindo a cidadania global; renda para todos; e democracia participativa. Mas os srs. Hardt e Negri não esperam que seus avisos sejam ouvidos. A revolução irromperá – e em breve. Pode ser violenta, o que não parece preocupá-los: “Qual a melhor arma contra os poderes reinantes – luta armada, manifestações pacíficas, êxodo, campanhas pela imprensa, greves de trabalhadores, transgredir as regras de gênero, o silêncio, a ironia ou muitas outras – depende da situação”. Piratas, muçulmanos que tumultuam a periferia de Paris e os Panteras Negras, todos são elogiados em Commonwealth como heróis da ruptura.
Os srs. Hardt e Negri pouco se esforçam para construir argumentos que apoiem suas asserções e predições violentas. Escrevem como quem nada sabe do século 20 e de muitas outras coisas, inclusive de economia e ciência social (ainda citam Lênin e Mao, como se fossem fonte de análise política e econômica aproveitável). Como a abolição da propriedade não levará a estados totalitários violentos, como sempre aconteceu no passado? Os autores garantem que, dessa vez, será diferente, sem explicar por quê. E, se se abole a família, como as crianças crescerão até se converter em adultos produtivos? Temos de crer que o mundo da pós-família será ótimo, porque sim (a palavra “criança” é praticamente omitida no livro). Como os autores livram-se das provas de que a globalização capitalista já arrancou da pobreza milhões de seres humanos? Resposta: não se livram.
Commonwealth é livro sombrio, maléfico. Muito preocupa que tenha sido lançado sob o prestigioso imprimatur da Harvard University Press. Incontáveis milhões de seres humanos foram massacrados por seguidores de Karl Marx no século 20. Deus nos ajude, se o carrasco voltar no século 21.


Notas dos tradutores
[1] Commonwealth, Michael Hardt and Antonio Negri, Harvard University Press, 434 pages, $35 [sem tradução para o português]
[2] Pode ser baixado de Negri, Antonio - Antonio Negri de: FilesTube
[3] Império pode ser baixado de “Cantinho da Educação” (Instituto Veritas) em português. .


Vamos por fim no imbróglio se Holandinha assinou ou não a CPI do Cachoeira!!!

Veja a matéria abaixo oficial do Congresso Nacional… Procure o nome do deputado Edivaldo Holanda Junior, mensure e veja quem de fato vem mentindo!!!

 
A matéria é do dia:  20/04/2012 – 18h25 CPIs – Caso Cachoeira – Atualizado em 20/04/2012 – 19h08

Tércio Ribas Torres

O Congresso Nacional divulgou, na tarde desta sexta-feira (20), a lista dos parlamentares que assinaram o requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista para investigar as relações de agentes públicos e privados com o empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. Ao todo, 72 senadores e 396 deputados assinaram o documento.

Veja a lista dos senadores e deputados que assinaram o requerimento.

Lista dos senadores e deputados que assinaram o requerimento
 Senadores  Deputados 
Acir Gurgacz PDT-RO   Abelardo Camarinha PSB-SP
Aécio Neves PSDB-MG   Abelardo Lupion DEM-PR
Alfredo Nascimento PR-AM    Ademir Camilo PSD-MG
Aloysio Nunes Ferreira PSDB-SP Afonso Florence PT-BA
Alvaro Dias PSDB-PR    Afonso Hamm PP-RS
Ana Amélia PP-RS    Alberto Filho PMDB-MA
Ana Rita PT-ES    Alberto Mourão PSDB-SP
Angela Portela PT-RR    Alceu Moreira PMDB-RS
Anibal Diniz PT-AC    Alessandro Molon PT-RJ
Antonio Carlos Valadares PSB-SE    Alexandre Leite DEM-SP
Antonio Russo PR-MS    Alexandre Roso PSB-RS
Armando Monteiro PTB-PE    Alexandre Santos PMDB-RJ
Blairo Maggi PR-MT    Alfredo Kaefer PSDB-PR
Casildo Maldaner PMDB-SC    Alfredo Sirkis PV-RJ
Cássio Cunha Lima PSDB-PB    Alice Portugal PCdoB-BA
Cícero Lucena PSDB-PB    Aline Corrêa PP-SP
Ciro Nogueira PP-PI    Almeida Lima PPS-SE
Cristovam Buarque PDT-DF    Amauri Teixeira PT-BA
Cyro Miranda PSDB-GO    André Figueiredo PDT-CE
Delcídio do Amaral PT-MS    Andre Moura PSC-SE
Eduardo Amorim PSC-SE    Andre Vargas PT-PR
Eduardo Braga PMDB-AM    Andreia Zito PSDB-RJ
Eduardo Lopes PRB-RJ    Ângelo Agnolin PDT-TO
Eduardo Suplicy PT-SP    Angelo Vanhoni PT-PR
Epitácio Cafeteira PTB-MA    Anthony Garotinho PR-RJ
Fernando Collor PTB-AL    Antônio Andrade PMDB-MG
Flexa Ribeiro PSDB-PA    Antonio Balhmann PSB-CE
Francisco Dornelles PP-RJ    Antonio Bulhões PRB-SP
Gim Argello PTB-DF    Antonio Carlos Magalhães Neto DEM-BA
Humberto Costa PT-PE    Antonio Carlos Mendes Thame PSDB-SP
Inácio Arruda PC DO B-CE    Antonio Imbassahy PSDB-BA
Ivo Cassol PP-RO    Ariosto Holanda PSB-CE
Jader Barbalho PMDB-PA    Armando Vergílio PSD-GO
Jarbas Vasconcelos PMDB-PE    Arnaldo Faria De Sá PTB-SP
Jayme Campos DEM-MT    Arnaldo Jardim PPS-SP
João Capiberibe PSB-AP    Arnaldo Jordy PPS-PA
João Durval PDT-BA    Arolde De Oliveira PSD-RJ
João Ribeiro PR-TO    Arthur Lira PP-AL
João Vicente Claudino PTB-PI    Arthur Oliveira Maia PMDB-BA
Jorge Viana PT-AC    Artur Bruno PT-CE
José Agripino DEM-RN    Asdrubal Bentes PMDB-PA
José Pimentel PT-CE    Assis Carvalho PT-PI
Kátia Abreu PSD-TO    Assis Do Couto PT-PR
Lídice da Mata PSB-BA    Assis Melo PCdoB-RS
Lindbergh Farias PT-RJ    Átila Lins PSD-AM
Lúcia Vânia PSDB-GO    Audifax PSB-ES
Luiz Henrique PMDB-SC    Augusto Carvalho PPS-DF
Magno Malta PR-ES    Augusto Coutinho DEM-PE
Maria do Carmo Alves DEM-SE    Benedita Da Silva PT-RJ
Mário Couto PSDB-PA    Benjamin Maranhão PMDB-PB
Marta Suplicy PT-SP    Berinho Bantim PSDB-RR
Mozarildo Cavalcanti PTB-RR    Bernardo Santana de Vasconcellos PR-MG
Paulo Bauer PSDB-SC    Beto Faro PT-PA
Paulo Davim PV-RN    Biffi PT-MS
Paulo Paim PT-RS    Bohn Gass PT-RS
Pedro Simon PMDB-RS    Bonifácio de Andrada PSDB-MG
Pedro Taques PDT-MT    Brizola Neto PDT-RJ
Randolfe Rodrigues PSOL-AP    Bruno Araújo PSDB-PE
Renan Calheiros PMDB-AL    Cândido Vaccarezza PT-SP
Ricardo Ferraço PMDB-ES    Carlaile Pedrosa PSDB-MG
Roberto Requião PMDB-PR    Carlinhos Almeida PT-SP
Rodrigo Rollemberg PSB-DF    Carlos Alberto Leréia PSDB-GO
Romero Jucá PMDB-RR    Carlos Bezerra PMDB-MT
Sérgio Souza PMDB-PR    Carlos Brandão PSDB-MA
Valdir Raupp PMDB-RO    Carlos Eduardo Cadoca PSC-PE
Vanessa Grazziotin PC DO B-AM    Carlos Sampaio PSDB-SP
Vicentinho Alves PR-TO    Carlos Souza PSD-AM
Vital do Rêgo PMDB-PB    Carlos Zarattini PT-SP
Waldemir Moka PMDB-MS    Carmen Zanotto PPS-SC
Walter Pinheiro PT-BA    Celso Maldaner PMDB-SC
Wellington Dias PT-PI    Cesar Colnago PSDB-ES
Zeze Perrella PDT-MG César Halum PSD-TO
  Chico Alencar PSOL-RJ
  Chico D’angelo PT-RJ
  Chico Lopes PCdoB-CE
  Claudio Cajado DEM-BA
  Cláudio Puty PT-PA
  Costa Ferreira PSC-MA
  Dalva Figueiredo PT-AP
  Daniel Almeida PCdoB-BA
  Danilo Forte PMDB-CE
  Danrlei De Deus Hinterholz PSD-RS
  Darcísio Perondi PMDB-RS
  Davi Alcolumbre DEM-AP
  Décio Lima PT-SC
  Delegado Protógenes PCdoB-SP
  Deley PSC-RJ
  Devanir Ribeiro PT-SP
  Diego Andrade PSD-MG
  Dilceu Sperafico PP- PR
  Dimas Ramalho PPS-SP
  Domingos Dutra PT-MA
  Domingos Neto PSB-CE
  Domingos Sávio PSDB-MG
  Dr. Aluizio PV-RJ
  Dr. Carlos Alberto PMN-RJ
  Dr. Grilo PSL-MG
  Dr. Jorge Silva PDT-ES
  Dr. Paulo César PSD-RJ
  Dr. Rosinha PT-PR
  Dr. Ubiali PSB-SP
  Duarte Nogueira PSDB-SP
  Dudimar Paxiuba PSDB-PA
  Edinho Araújo PMDB-SP
  Edinho Bez PMDB-SC
  Edio Lopes PMDB-RR
  Edmar Arruda PSC-PR
  Edson Ezequiel PMDB-RJ
  Edson Pimenta PSD-BA
  Edson Santos PT-RJ
  Eduardo Barbosa PSDB-MG
  Eduardo Cunha PMDB-RJ
  Eduardo Da Fonte PP-PE
  Eduardo Gomes PSDB-TO
  Eduardo Sciarra PSD-PR
  Efraim Filho DEM-PB
  Eleuses Paiva PSD-SP
  Eli Correa Filho DEM-SP
  Eliseu Padilha PMDB-RS
  Emanuel Fernandes PSDB-SP
  Enio Bacci PDT-RS
  Erika Kokay PT-DF
  Erivelton Santana PSC-BA
  Esperidião Amin PP-SC
  Evandro Milhomen PCdoB-AP
  Fábio Ramalho PV-MG
  Fábio Souto DEM-BA
  Fabio Trad PMDB-MS
  Fátima Bezerra PT-RN
  Fátima Pelaes PMDB-AP
  Felipe Maia DEM-RN
  Félix Mendonça Júnior PDT-BA
  Fernando Coelho Filho PSB-PE
  Fernando Ferro PT-PE
  Fernando Francischini PSDB-PR
  Fernando Jordão PMDB-RJ
  Fernando Marroni PT-RS
  Fernando Torres PSD-BA
  Filipe Pereira PSC-RJ
  Flávia Morais PDT-GO
  Flaviano Melo PMDB-AC
  Francisco Araújo PSD-RR
  Francisco Escórcio PMDB-MA
  Gabriel Chalita PMDB-SP
  Gabriel Guimarães PT-MG
  Genecias Noronha PMDB-CE
  George Hilton PRB-MG
  Gera Arruda PMDB-CE
  Geraldo Resende PMDB-MS
  Geraldo Simões PT-BA
  Geraldo Thadeu PSD-MG
  Gilmar Machado PT-MG
  Giovani Cherini PDT-RS
  Giovanni Queiroz PDT-PA
  Giroto PMDB-MS
  Givaldo Carimbão PSB-AL
  Glauber Braga PSB-RJ
  Gonzaga Patriota PSB-PE
  Gorete Pereira PR-CE
  Guilherme Campos PSD-SP
  Hélio Santos PSD-MA
  Henrique Afonso PV-AC
  Henrique Eduardo Alves PMDB-RN
  Henrique Fontana PT-RS
  Henrique Oliveira PR-AM
  Heuler Cruvinel PSD-GO
  Homero Pereira PSD-MT
  Hugo Leal PSC-RJ
  Hugo Motta PMDB-PB
  Iracema Portella PP-PI
  Irajá Abreu PSD-TO
  Iriny Lopes PT-ES
  Íris De Araújo PMDB-GO
  Ivan Valente PSOL-SP
  Izalci PR-DF
  Jaime Martins PR-MG
  Jair Bolsonaro PP-RJ
  Jairo Ataíde DEM-MG
  Jandira Feghali PCdoB-RJ
  Janete Rocha Pietá PT-SP
  Jânio Natal PRP-BA
  Jean Wyllys PSOL-RJ
  Jerônimo Goergen PP-RS
  Jesus Rodrigues PT-PI
  Jhonatan De Jesus PRB-RR
  Jilmar Tatto PT-SP
  Jô Moraes PCdoB-MG
  João Ananias PCdoB-CE
  João Arruda PMDB-PR
  João Bittar DEM-MG
  João Campos PSDB-GO
  João Dado PDT-SP
  João Magalhães PMDB-MG
  João Maia PR-RN
  João Paulo Cunha PT-SP
  João Paulo Lima PT-PE
  Jonas Donizette PSB-SP
  Jorge Tadeu Mudalen DEM-SP
  Jorginho Mello PSDB-SC
  José Airton PT-CE
  José Augusto Maia PTB-PE
  José De Filippi PT-SP
  José Guimarães PT-CE
  José Humberto PHS-MG
  José Mentor PT-SP
  José Nunes PSD-BA
  Josias Gomes PT-BA
  Jovair Arantes PTB-GO
  Júlio Campos DEM-MT
  Júlio Delgado PSB-MG
  Júnior Coimbra PMDB-TO
  Jutahy Junior PSDB-BA
  Keiko Ota PSB-SP
  Laurez Moreira PSB-TO
  Lázaro Botelho PP-TO
  Leandro Vilela PMDB-GO
  Lelo Coimbra PMDB-ES
  Leonardo Gadelha PSC-PB
  Leonardo Monteiro PT-MG
  Leonardo Picciani PMDB-RJ
  Leonardo Quintão PMDB-MG
  Leonardo Vilela PSDB-GO
  Leopoldo Meyer PSB-PR
  Liliam Sá PSD-RJ
  Lincoln Portela PR-MG
  Lira Maia DEM-PA
  Lourival Mendes PTdoB-MA
  Luci Choinacki PT-SC
  Luciana Santos PCdoB-PE
  Lucio Vieira Lima PMDB-BA
  Luis Carlos Heinze PP-RS
  Luiz Alberto PT-BA
  Luiz Argôlo PP-BA
  Luiz Carlos Setim DEM-PR
  Luiz Couto PT-PB
  Luiz Fernando Faria PP-MG
  Luiz Fernando Machado PSDB-SP
  Luiz Noé PSB-RS
  Luiz Pitiman PMDB-DF
  Luiz Sérgio PT-RJ
  Luiza Erundina PSB-SP
  Manato PDT-ES
  Manuela D’ávila PCdoB-RS
  Mara Gabrilli PSDB-SP
  Marcelo Castro PMDB-PI
  Marcelo Matos PDT-RJ
  Marcio Bittar PSDB-AC
  Márcio Macêdo PT-SE
  Márcio Marinho PRB-BA
  Marco Tebaldi PSDB-SC
  Marcon PT-RS
  Marcos Medrado PDT-BA
  Marcos Montes PSD-MG
  Marcos Rogério PDT-RO
  Marcus Pestana PSDB-MG
  Marina Santanna PT-GO
  Marinha Raupp PMDB-RO
  Mário Feitoza PMDB-CE
  Mário Negromonte PP-BA
  Marllos Sampaio PMDB-PI
  Maurício Quintella Lessa PR-AL
  Maurício Trindade PR-BA
  Mauro Lopes PMDB-MG
  Mauro Nazif PSB-RO
  Mendonça Filho DEM-PE
  Mendonça Prado DEM-SE
  Miguel Corrêa PT-MG
  Milton Monti PR-SP
  Miriquinho Batista PT-PA
  Miro Teixeira PDT-RJ
  Missionário José Olimpio PP-SP
  Moreira Mendes PSD-RO
  Nazareno Fonteles PT-PI
  Neilton Mulim PR-RJ
  Nelson Bornier PMDB-RJ
  Nelson Marchezan Junior PSDB-RS
  Nelson Padovani PSC-PR
  Nelson Pellegrino PT-BA
  Newton Cardoso PMDB-MG
  Newton Lima PT-SP
  Nilda Gondim PMDB-PB
  Nilson Leitão PSDB-MT
  Odair Cunha PT-MG
  Odílio Balbinotti PMDB-PR
  Onofre Santo Agostini PSD-SC
  Onyx Lorenzoni DEM-RS
  Osmar Júnior PCdoB-PI
  Osmar Serraglio PMDB-PR
  Osmar Terra PMDB-RS
  Otavio Leite PSDB-RJ
  Oziel Oliveira PDT-BA
  Padre João PT-MG
  Padre Ton PT-RO
  Pastor Eurico PSB-PE
  Pastor Marco Feliciano PSC-SP
  Pauderney Avelino DEM-AM
  Paulo Abi-Ackel PSDB-MG
  Paulo Cesar Quartiero DEM-RR
  Paulo Feijó PR-RJ
  Paulo Ferreira PT-RS
  Paulo Foletto PSB-ES
  Paulo Freire PR-SP
  Paulo Pereira da Silva PDT-SP
  Paulo Piau PMDB-MG
  Paulo Pimenta PT-RS
  Paulo Rubem Santiago PDT-PE
  Paulo Teixeira PT-SP
  Paulo Wagner PV-RN
  Pedro Chaves PMDB-GO
  Pedro Eugênio PT-PE
  Pedro Novais PMDB-MA
  Pedro Uczai PT-SC
  Perpétua Almeida PCdoB-AC
  Pinto Itamaraty PSDB-MA
  Policarpo PT-DF
  Professor Setimo PMDB-MA
  Professora Dorinha Seabra Rezende DEM-TO
  Raimundo Gomes De Matos PSDB-CE
  Ratinho Junior PSC-PR
  Raul Henry PMDB-PE
  Raul Lima PSD-RR
  Reginaldo Lopes PT-MG
  Reguffe PDT-DF
  Reinaldo Azambuja PSDB-MS
  Reinhold Stephanes PSD-PR
  Renan Filho PMDB-AL
  Renato Molling PP-RS
  Renzo Braz PP-MG
  Ricardo Berzoini PT-SP
  Ricardo Izar PSD-SP
  Ricardo Tripoli PSDB-SP
  Roberto De Lucena PV-SP
  Roberto Freire PPS-SP
  Roberto Santiago PSD-SP
  Roberto Teixeira PP-PE
  Rodrigo De Castro PSDB-MG
  Rodrigo Maia DEM-RJ
  Rogério Carvalho PT-SE
  Rogério Marinho PSDB-RN
  Romário PSB-RJ
  Romero Rodrigues PSDB-PB
  Ronaldo Benedet PMDB-SC
  Ronaldo Caiado DEM-GO
  Ronaldo Fonseca PR-DF
  Ronaldo Zulke PT-RS
  Rosane Ferreira PV-PR
  Rose De Freitas PMDB-ES
  Rubens Bueno PPS-PR
  Rubens Otoni PT-GO
  Rui Palmeira PSDB-AL
  Ruy Carneiro PSDB-PB
  Sabino Castelo Branco PTB-AM
  Salvador Zimbaldi PDT-SP
  Sandes Júnior PP-GO
  Sandra Rosado PSB-RN
  Sandro Mabel PMDB-GO
  Sarney Filho PV-MA
  Sérgio Brito PSD-BA
  Sergio Guerra PSDB-PE
  Severino Ninho PSB-PE
  Sibá Machado PT-AC
  Silvio Costa PTB-PE
  Simplício Araújo PPS-MA
  Stepan Nercessian PPS-RJ
  Sueli Vidigal PDT-ES
  Takayama PSC-PR
  Teresa Surita PMDB-RR
  Tiririca PR-SP
  Valadares Filho PSB-SE
  Valdir Colatto PMDB-SC
  Valmir Assunção PT-BA
  Valtenir Pereira PSB-MT
  Vander Loubet PT-MS
  Vanderlei Macris PSDB-SP
  Vanderlei Siraque PT-SP
  Vaz De Lima PSDB-SP
  Vicente Candido PT-SP
  Vicentinho PT-SP
  Vieira Da Cunha PDT-RS
  Vilalba PRB-PE
  Vitor Penido DEM-MG
  Waldenor Pereira PT-BA
  Waldir Maranhão PP-MA
  Walney Rocha PTB-RJ
  Walter Feldman PSDB-SP
  Wandenkolk Gonçalves PSDB-PA
  Washington Reis PMDB-RJ
  Weliton Prado PT-MG
  Wellington Roberto PR-PB
  William Dib PSDB-SP
  Wilson Filho PMDB-PB
  Wolney Queiroz PDT-PE
  Zé Geraldo PT-PA
  Zenaldo Coutinho PSDB-PA
  Zezéu Ribeiro PT-BA
  Zoinho PR-RJ

Veja a lista dos senadores e deputados que assinaram o requerimento.

http://www.senado.gov.br/noticias/agencia/quadros/qd_387.html


Fonte: http://caiohostilio.com/

eleições 2012. Holandinha pára e Washington avança…

São Luís - Washington Luiz parou Edivaldo Holanda Junior.
Agora é fato: as pesquisas qualitativas analisadas pelos principais comitês confirmam a farsa da pesquisa DataM e mostram estagnação nos índices do candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC) e crescimento – ainda que pequeno – de Washington Luiz (PT).

No comitê de Holandinha, a paralisação é atribuída ao que chamam de “campanha suja, agressiva contra o candidato”.

Já no comitê de Washington, a análise é que o candidato do PTC parou por que não conseguiu explicar os fatos contra eles mostrados na propaganda. Analisam ainda que, se não tivesse sido deixado tão soltou no início da campanha, Holandinha sequer teria chegado ao patamar que tem hoje.

O fato é que os dados analíticos mostram que o prefeito João Castelo ainda é o primeiro na disputa em São Luís, com Holanda parado e Washington subindo.

Isto explicaria os comentários nervosos dos aliados de Holandinha nos últimos dias.

E poderá se refletir já nas próximas pesquisas…

Fonte:http://www.marcoaureliodeca.com.br/

Com o “mensalão”, caíram alguns representantes do PT, mas não a causa que o partido representa, defende o teólogo e escritor Leonardo Boff.



Por Leonardo Boff
Há um provérbio popular alemão que reza: “você bate no saco mas pensa no animal que carrega o saco”. Ele se aplica ao PT com referência ao processo do “mensalão”. Você bate nos acusados mas tem a intenção de bater no PT. A relevância espalhafatosa que o grosso da mídia está dando à questão, mostra que o grande interesse não se concentra na condenação dos acusados, mas através de sua condenação, atingir de morte o PT.

De saída quero dizer que nunca fui filiado ao PT. Interesso-me pela causa que ele representa pois a Igreja da Libertação colaborou na sua formulação e na sua realização nos meios populares. Reconheço com dor que quadros importantes da direção do partido se deixaram morder pela mosca azul do poder e cometeram irregularidades inaceitáveis. Muitos sentimo-nos traídos, pois depositávamos neles a esperança de que seria possível resistir às seduções inerentes ao poder. Tinham a chance de mostrar um exercício ético do poder na medida em que este poder reforçaria o poder do povo que assim se faria participativo e democrático.
Foto: Leonardo Boff, Dilma Rousseff e Chico Buarque / Agência Brasil



Lamentavelmente houve a queda. Mas ela nunca é fatal. Quem cai, sempre pode se levantar. Com a queda não caiu a causa que o PT representa: daqueles que vem da grande tribulação histórica sempre mantidos no abandono e na marginalidade. Por políticas sociais consistentes, milhões foram integrados e se fizeram sujeitos ativos.

Leia também

·         Marilena Chauí rouba cena em debate: ‘classe média paulistana é sinistra’

·         Fernando Meirelles: ‘Nossos sonhos não cabem no capitalismo’

·         Yoani Sánchez: reveladas novas mentiras da blogueira cubana

Eles estão inaugurando um novo tempo que obrigará todas as forças sociais a se reformularem e também a mudarem seus hábitos políticos.

Por que muitos resistem e tentam ferir letalmente o PT? Há muitas razões. Ressalto apenas duas decisivas.

A primeira tem a ver com uma questão de classe social. Sabidamente temos elites econômicas e intelectuais das mais atrasadas do mundo, como soia repetir Darcy Ribeiro. Estão mais interessadas em defender privilégios do que garantir direitos para todos. Elas nunca se reconciliaram com o povo.

Como escreveu o historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma no Brasil 1965,14) elas “negaram seus direitos, arrasaram sua vida e logo que o viram crescer, lhe negaram, pouco a pouco, a sua aprovação, conspiraram para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que continuam achando que lhe pertence”. Ora, o PT e Lula vem desta periferia.

Chegaram democraticamente ao centro do poder. Essas elites tolerariam Lula no Planalto, apenas como serviçal, mas jamais como Presidente. Não conseguem digerir este dado inapagável. Lula Presidente representa uma virada de magnitude histórica. Essas elites perderam. E nada aprenderam.

Seu tempo passou. Continuam conspirando, especialmente, através de uma mídia e de seus analistas, amargurados por sucessivas derrotas como se nota nestes dias, a propósito de uma entrevista montada de Veja contra Lula. Estes grupos se propõem apear o PT do poder e liquidar com seus líderes.

A segunda razão está em seu arraigado conservadorismo. Não quererem mudar, nem se ajustar ao novo tempo.

Internalizaram a dialética do senhor e do servo. Saudosistas, preferem se alinhar de forma agregada e subalterna, como servos, ao senhor que hegemoniza a atual fase planetária: os USA e seus aliados, hoje todos em crise de degeneração.

Difamaram a coragem de um Presidente que mostrou a autoestima e a autonomia do país, decisivo para o futuro ecológico e econômico do mundo, orgulhoso de seu ensaio civilizatório racialmente ecumênico e pacífico.

Querem um Brasil menor do que eles para terem vantagens.

Por fim, temos esperança. Segundo Ignace Sachs, o Brasil, na esteira das políticas republicanas inauguradas pelo PT e que devem ser ainda aprofundadas, pode ser a Terra da Boa Esperança, quer dizer, uma pequena antecipação do que poderá ser a Terra revitalizada, baixada da cruz e ressuscitada. 

Muitos jovens empresários, com outra cabeça, não se deixam mais iludir pela macroeconomia neoliberal globalizada. Procuram seguir o novo caminho aberto pelo PT e pelos aliados de causa. Querem produzir autonomamente para o mercado interno, atendendo aos milhões de brasileiros que buscam um consumo necessário, suficiente e responsável e assim poderem viver um desafogo com dignidade e decência.

Essa utopia mínima é factível. O PT se esforça por realizá-la. Essa causa não pode ser perdida em razão da férrea resistência de opositores superados porque é sagrada demais pelo tanto de suor e de sangue que custou.

FONTE: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/09/leonardo-boff-mensalao-pt.html?

Papiro pode indicar possível casamento de Jesus com Maria Madalena.

 (HarvardMagazine/Divulgação)

 
Uma professora da Universidade Harvard afirmou nesta terça-feira (18/9) ter encontrado um pedaço de papiro do século IV que contém uma frase nunca vista em nenhuma versão das Escrituras: "Jesus disse para eles. Minha esposa...". Karen L. King é especialista em história do cristianismo na universidade, e não disse onde foi encontrado o papiro. Ele é menor do que um cartão de crédito com oito linhas de um lado, escritas em tinta preta legível apenas com lentes de aumento.

De acordo com a professora, a escritura não prova que Jesus era casado, mas conflita com preceitos da Igreja Católica com relação à família e ao casamento. No texto em questão, discípulos questionam a presença de Maria entre eles e Jesus a defende. Logo abaixo da linha sobre a mulher de Jesus, o papiro inclui uma outra frase provocativa que diz "ela será capaz de ser minha discípula".

Até hoje, a professora havia mostrado o fragmento a apenas um pequeno e seleto grupo de especialistas em papiros e linguística copta. Eles concluíram que o fragmento é provavelmente autêntico. A mulher mostrou com exclusividade o papiro a jornalistas de veículos americanos. A apresentação oficial será no Congresso Internacional de Estudos Coptas, em Roma.
 
Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/09/18/interna_ciencia_saude,323217/papiro-pode-indicar-possivel-casamento-de-jesus-com-maria-madalena.shtml

Protesto marca retorno de aulas no Colun - UFMA.


Foto: Gazeta da Ilha - Protesto Colun.
O retorno das atividades docentes no COLUN/UFMA, nos turnos matutino e vespertino, nesta segunda feira, dia 17, foi marcado por atos de protesto.

De acordo com os  manifestantes, a atividade é uma demonstração contrária ao “autoritarismo da intervenção arbitrária, que destituiu a direção eleita e impôs a comunidade escolar uma gestão biônica com dois docentes que concorreram às eleições anteriores e foram derrotados nas urnas, agora elevados à direção com uma canetada do magnífico”.

Os docentes, técnicos e alunos do COLUN/UFMA visivelmente abalados e sentindo-se desrespeitados pela Gestão Superior da UFMA e traídos por alguns colegas, por ocasião da suspensão da greve docente, manifestaram-se utilizando mordaças e palavras de ordem como: “Não a intervenção. Eleições Diretas Já!”

Eles garantem que a comunidade escolar além de denunciar os desmandos da Administração Superior, resolveu que não aceitará os interventores impostos e que irá lutar para garantir a normalidade democrática imediatamente, o que só se realizará com a imediata convocação das eleições diretas para os cargos eletivos do COLUN/UFMA.


Fonte: http://www.gazetadailha.com.br/2012/09/18/protesto-marca-retorno-de-aulas-no-colun/