domingo, 23 de setembro de 2012

Falando de UMBANDA.

Na batalha que se processa no mundo invisível, eles são os "soldados do front". São eles que estão mais perto vibracionalmente de nós, e os que podem ser vistos mais facilmente.

São eles que dão um reforço energético em nossa aura, nos limpam de "mau-olhado" e botam obsessor pra correr. Prestam auxílio da forma que podem, às vezes do único jeito que sabem (ou devem) fazer (usando cigarro, bebida, símbolos ou fogo) mas com muito mais desprendimento e boa vontade do que muitos terapeutas por aí. 

Mesmo os espíritos mais elevados precisam dos humildes servidores da Umbanda pra trabalhar com as energias mais densas, pois, devido a alta freqüência em que os seres mais elevados estão, não podem atuar diretamente na matéria mais densa (que pra nós ainda é invisível, como as energias liberadas por trabalhos de macumba, miasmas mentais, etc). 

Em retribuição, os espíritos de luz ensinam e orientam os irmãos mais endurecidos para que ascendam e assumam postos de trabalho em planos mais elevados, se o quiserem (dando oportunidade a outro mais necessitado de trabalhar nas faixas inferiores).

Aprendi que a Umbanda é dividida em 7 vertentes, e que só uma delas (a Quimbanda, ou Kiumbanda) usa sangue. E que o exu é, entre outras coisas, a "tropa de choque" do terreiro, que cuida da segurança dos participantes. 

Muitos ainda são espíritos recém-saídos do mundo animal, tanto é que muitos não falam, e por isso que têm uma forte energia anímica que a maioria dos médiuns mal consegue controlar. 

Por não ter ainda discernimento, podem acabar sendo grosseiros e até fazendo o mal, se forem induzidos a isso, mas em essência não são ruins. Os exus que trabalham na Quimbanda são chamados exu de Quimbas (ou Kimbas), que são os tais que dizem ser diabo e fazer o mal.

Mas, pra que serve a umbanda na espiritualidade? De forma simplista, vou tentar responder, mesmo sem conhecer muito da Umbanda: Sempre irão existir espíritos de pessoas que não querem ascender de imediato (e talvez nem possam). Ficam rondando pelos bares, pelas ruas, vampirizando, assediando, tomando uma pinga... 

Aí então o espírito acaba descobrindo um terreiro de umbanda. É interessante pro nível evolutivo dele, pois pode ganhar garrafas de bebida (não vai precisar mendigar em bares) em despachos de encruzilhada, galinha (eles tiram a essência, como se comessem) e vela (não sei porque, mas muitos espíritos ADORAM vela acesa... alguém sabe?). 

Mas ele não pode ir chegando e incorporando (afinal, tem toda uma diretoria do "lado de lá", com seguranças na porta - os exús - e hierarquia) então ele pede pros donos do terreiro pra trabalhar ali, geralmente começa como "office boy", fazendo serviços simples, e depois vai pegando experiência com os espíritos que ali trabalham há mais tempo.

Dependendo do tipo de entidade que preside os trabalhos dos terreiros daquela Umbanda, pode aprender tanto trabalhos bons quanto ruins. Mesmo que seja ruim, isso já é uma evolução pro espírito, que já não vai estar vagabundeando pela rua. E não pára por aí. Com a continuidade do aprendizado e das experiências pelas quais ele passa nesse trabalho, o espírito irá desenvolvendo o altruísmo, que é o fato de ajudar pelo ajudar, sem recompensas.

Ele passa a AMAR o que faz, e tudo o que se faz com amor mexe com a pessoa. Um belo dia se critica se o que ele faz é certo. Ele vai percebendo que não precisa de despachos e/ou oferendas pra ser útil, e nisso seu corpo espiritual vai evoluindo juntamente com sua mente, a ponto de não precisar mais de matéria densificada pra satisfazer seus desejos (aprende a se alimentar de luz, das plantas, da energia que é doada espontaneamente pelas pessoas agradecidas...). 

Acaba se aproximando dos espíritos de hierarquia superior, que dirigem os trabalhos da Umbanda, e é relocado para outras funções. Vai pra uma escola onde aprende outras formas de magia, desta vez usando luz, elementos da natureza renováveis - como água e plantas - e acaba se tornando um espírito de luz, podendo até, caso queira, dirigir outros terreiros de Umbanda e dar a outros espíritos que estiverem perdidos na erraticidade da "vida após a vida" a mesma oportunidade que ele um dia teve.

O que me fez falar sobre isso foi a leitura do texto do misterioso Sheik Al Kaparra (nick legal!) que trata justamente da desmistificação da AUM+BANDA (é assim que ele chama), mostrando que a magia com que essas entidades trabalham tem raízes no Tibet e na Índia.

Deixo o aviso de que, pra quem está numa linha de Umbanda, textos acima, ou o do Al Kaparra trarão distorções, diferenças e até mesmo contradições. Mas a idéia aqui é apresentar uma visão mais ampla, prática e despojada, e que vocês aperfeiçoem seus estudos, procurando se informar melhor à respeito desta doutrina (como tudo, aliás, nesse blog).

Ler em espanhol (por Teresa)

Links: Diferença entre Candomblé e Umbanda;
Umbanda sem medo;
Centro espiritualista Caboclo Pery;
Templo de Umbanda Vozes de Aruanda;
Blog Orun Ananda



FONTE: http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2009/04/umbanda.html

Por Haddad, Dilma pode dar Educação a Chalita.

A articulação é complexa e envolve o deslocamento de Aloizio Mercadante para a Casa Civil, no lugar de Gleisi Hoffmann, que voltaria ao Senado para preparar sua campanha ao governo do Paraná em 2014; com o MEC, Chalita poderia apoiar Haddad num eventual segundo turno contra Celso Russomano.

23 de Setembro de 2012 às 13:01.
247 – Fernando Haddad ainda não garantiu sua passagem para o segundo turno em São Paulo, mas essa possibilidade já provoca um balão de ensaio sobre nova movimentação ministerial em Brasília. 

Caso Haddad de fato supere José Serra e carimbe seu passaporte para enfrentar Celso Russomano, o Ministério da Educação seria oferecido a Gabriel Chalita, do PMDB. Assim, Haddad teria um apoio relevante para a disputa no segundo turno.

Quem articula essa mudança é o próprio ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que gostaria de se transferir para a Casa Civil. Mercadante trava uma disputa particular com Marta Suplicy, que se tornou ministra da Cultura, e é potencial candidata ao governo de São Paulo em 2014. Num ministério mais forte, a Casa Civil, ele demarcaria espaço, em seu benefício.

A questão é convencer a presidente Dilma Rousseff e também a atual ministra, Gleisi Hoffmann. O argumento dos aliados de Mercadante é que, retornando ao Senado, ela terá melhores condições para articular sua candidatura ao governo do Paraná em 2014, para enfrentar o atual governador, Beto Richa, do PSDB.

Dilma nutre simpatia pessoal por Chalita e sua ida para a Educação seria natural – e até uma forma de prestigiar o vice-presidente Michel Temer. A questão é saber como ela administraria uma disputa interna em seu governo de dois pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes em 2014: Marta e Mercadante.

Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/81221/Por-Haddad-Dilma-pode-dar-Educação-a-Chalita.htm

Oráculo chinês - Sucessão no comando da China.

Bandeira Chinesa
23. set. 2012 - Folha de São Paulo - Sucessão no comando da China transcorre sob manto de segredo contraditório com importância da economia asiática no capitalismo global.

Ao longo das próximas semanas, as duas maiores economias mundiais concluirão seus processos sucessórios. A coincidência serve para contrastar a enorme diferença entre as práticas políticas da China e dos Estados Unidos.

Nos EUA, os dois candidatos - Barack Obama, democrata em busca da reeleição, e Mitt Romney, o desafiante republicano - e seus aliados se digladiam e se expõem diariamente na mídia.

Líder - Xi Jiping
Na China, o provável líder máximo, Xi Jinping, foi misteriosamente escolhido há pelo menos dois anos. Mesmo assim, pouco se sabe dele. O Partido Comunista nem mesmo fixou a data de seu Congresso para ratificá-lo -será em alguma ocasião entre meados de outubro e o fim do ano.

A opacidade da ditadura chinesa ficou demonstrada uma vez mais no início do mês, quando Xi cancelou compromissos com delegações estrangeiras e desapareceu da cena pública por duas semanas. Durante o sumiço, não houve qualquer explicação oficial, apesar dos rumores de que ele poderia até estar morto (não estava).

Filho de um líder histórico do partido, Xi, 59, é o atual vice-presidente. De sua biografia sabe-se pouco além dos cargos que ocupou e do fato de que é fã de futebol. Não se conhece declaração sua sobre reforma política, bandeira que o atual premiê, Wen Jiabao, carregou por dez anos -sem avanço significativo.

Esse desconhecimento sobre a pessoa de Xi decorre também do poder exercido de forma colegiada. Já não há mais lideranças proeminentes, como Mao Tse-tung e Deng Xiaoping. Os dirigentes comunistas não pertencem mais à geração que tomou Pequim pelas armas em 1949; hoje, são produtos da burocracia partidário-estatal.

Nesse modelo, a instância máxima da hierarquia chinesa é o Comitê Permanente. Sua composição é a informação mais relevante para compreender a política no país. De seus nove membros, apenas dois permanecerão após a reforma: o próprio Xi e o provável futuro premiê, Li Keqiang.

A tendência é que sejam escolhidos dirigentes de baixo perfil, como Xi e o atual líder máximo, Hu Jintao. Outro exemplo é o discreto Li, que ascendeu na burocracia do partido com fama de conciliador.

Nos últimos anos, o único dirigente chinês que buscou ativamente projetar-se foi Bo Xilai. O estilo personalista certamente teve peso em sua inusitada debacle -em março, Bo foi afastado do cargo que ocupava no partido, e sua mulher, Gu Kailai, acabou condenada pelo assassinato de um empresário britânico.

De concreto, sabe-se que a nova direção não alterará as duas principais diretrizes: monopólio do Partido Comunista e foco na manutenção do crescimento econômico.

No primeiro caso, não há sinais de que a China relaxará o garrote político. Basta lembrar que é o único país do mundo que mantém um Nobel da Paz, o dissidente Liu Xiaobo, atrás das grades.

Na esfera econômica, o objetivo será, no curto prazo, reanimar uma economia que se desacelera mais depressa do que o previsto. Embora o crescimento de 7,6% no segundo trimestre esteja dentro da meta para este ano, os números decepcionantes no comércio exterior, entre outros dados, mostram que a tendência de esfriamento ainda não foi revertida.

A médio prazo, a nova direção chinesa precisará enfrentar reformas profundas, ademais previstas no último Plano Quinquenal (2011-15). Os desafios incluem estimular o aumento do consumo interno e ampliar a rede de proteção social da população, surpreendentemente tênue para um país nominalmente comunista.

Nesse cenário, cabe ao governo, aos centros de pesquisa e ao empresariado brasileiro estudar exaustivamente os prováveis rumos de seu maior parceiro comercial. É muito pouco levantar barreiras comerciais, e é por demais arriscado manter uma pauta de exportação excessivamente concentrada em soja e minério de ferro.

O Brasil não é o único país que precisa acompanhar a sucessão chinesa de perto. Dos Estados Unidos, que já venderam US$ 1,17 trilhão em títulos de seu Tesouro para Pequim, às dezenas de países africanos e latino-americanos financiados pela China, quase toda a economia mundial tem fios atrelados ao país asiático.

Trata-se ainda de uma potência militar em ascensão e cada vez mais assertiva, como demonstram as recentes crises por disputas territoriais com Filipinas, Vietnã e, agora, Japão.

A falta de transparência inquieta todos os parceiros. Com tanto em jogo, a cúpula chinesa se mantém avessa ao escrutínio e ao debate, agindo como uma confraria secreta que não presta contas a ninguém.

No mundo do capitalismo globalizado em que a China se torna protagonista, não deixa de ser uma contradição cujo desfecho será crucial acompanhar.

São Luís - Incêndio toma conta de terreno e ameaça prédios na Holandeses.



(12h20) Um incêndio toma conta de uma terrerno na avenida dos Holandeses e ameaça se alastrar pela rede de alta tensão.

O fogo começou por volta de 12h, no canto do terreno localizado após o condimínio Soprts Garden, depois do retorno do Caolho no Olho D’Água.



No terreno há uma uma casa habitada e um barracão. Com baldes de água, moradores tentaram apagar o pequeno foco, mas não conseguiram.



O fogo já chegou nos fios de alta tensão e o Corpo do Bomnbeiros ainda não deu as caras, cerca de 20 minutos depois.

Com baldes de água, moradores tentaram apagar o pequeno foco, mas não conseguiram. 

Um galpão que ficava próximo de onde começou o fogo ficou destruído.

Uma casa no centro do terreno, por pouco, não foi atingida.

Uma viatura do Corpo de Bombeiros só chegou ao local próximo de uma hora e meia depois, mesmo com as constantes ligações que foram feitas por moradores.

Quando os agentes do CB cehagaram, dois terrenos atrás da avenida já haviam sido atingidos e casas próximas eram ameaçadas de serem incendiadas.

Moradores do Condomínio Sports Garden iniciaram jogando água com baldes e depois com hidrantes para evitar que o muro do estacionamento do condomínio fosse atingido.

Há a suspeita de que o incêndio tenha começado por conta de restos de fogos de artifício disparados por várias carreatas de campanha política que passaram pela avenida na manhã deste domimgo.

atualizada às 14h30


Fonte:http://www.gazetadailha.com.br/2012/09/23/incendio-toma-conta-de-terreno-e-ameaca-predios-na-holandeses/

Carta Capital - Editorial - Lula é a obsessão da mídia.

Por que Lula se tornou a obsessão da mídia nativa? Por que tanta raiva armada contra o ex-presidente? Primeiro é o ódio de classe, cevado há décadas, excitado pelo operário metido a sebo, tanto mais no país da casa-grande e da senzala. Onde já se viu topete tamanho? Se me permitem, Lula é personagem de Émile Zola, assim como José Serra está nas páginas de Honoré de Balzac. O sequioso da emergência que chegou lá.
Dez anos depois. No fim de setembro de 2002, jornalões e revistões enxergavam Lula como se vê acima. E o operário ganhou as eleições…
Depois vem a verdade factual, a popularidade de Lula, avassaladora. E vem o confronto com os tempos de Presidência tucana, e o triste fim de Fernando Henrique Cardoso, o esquecido, no Brasil e no mundo. Assim respondem os meus meditativos botões às perguntas acima. E as respostas geram outra pergunta.

Por que a mídia nativa, intérprete da casa-grande, goza ainda de prestígio até junto a quem ataca diária e obsessivamente se seus candidatos perdem os embates eleitorais decisivos? Memento 2002, 2006, 2010. Mesmo agora, véspera dos pleitos municipais, as coisas não estão bem paradas para os preferidos de jornalões e revistões. Será que o jornalismo brasileiro dos dias de hoje faz apostas erradas? Defende o indefensável?

Na semana passada publiquei os números da verba publicitária governista distribuída entre as empresas midiáticas. Mais de 50 milhões para a Globo. Para nós, pouco mais de 100 mil reais. E sempre há quem apareça para nos definir como “chapa-branca”… E a Editora Abril, então? Na compra de livros didáticos, fica com a parte do leão em um negócio imponente que em 2012 já lhe assegurou a entrada de 300 milhões. Pode-se imaginar o que seus livros ensinam. Enquanto isso, a Petrobras acaba de cancelar um contrato de 11 milhões que estava para ser fechado com a casa do Murdoch brasileiro. Vem a calhar, a confirmar-lhe tradições e intentos, a última capa da sua querida Veja, ponta de lança na estratégia da guerra contra Lula.

A revista de Policarpo Jr., parceiro de Carlinhos Cachoeira em algumas empreitadas, produz esta semana mais uma obra-prima de antijornalismo. Formula acusações gravíssimas contra Lula sem esclarecer quem as faz (Marcos Valério ou seus pretensos apaniguados?), mas nome algum é citado, e o advogado do publicitário mineiro desmente a publicação murdoquiana. Ricardo Noblat (porta-voz de Veja?) informa no seu blog que a Abril vai divulgar o áudio de uma entrevista com Valério, e horas depois comunica que Policarpo Jr. convenceu a direção da Abril a deixar para lá, ao menos por ora.

Quanta ponderação, por parte de Policarpo… Suas relações com Cachoeira CartaCapital provou com documentos tão irrefutáveis quanto inúteis: a CPI não vai convocá-lo para depor, como seria digno de um país democrático, porque o solerte presidente-executivo abriliano foi ter com o vice-presidente da República para lembrá-lo de que se Veja for julgada, todos os demais da mídia nativa entram na dança.

Este específico enredo prova as dificuldades de governar o país da casa-grande e da senzala. É preciso recorrer a alianças que funcionam como a bola de ferro atada aos pés do convicto e padecer como vice o representante de um partido pronto a ceder diante das pressões da Abril. E da Globo, como CartaCapital relatou ao longo da cobertura da CPI do Cachoeira. Resta o fato: a mídia nativa é bem menos poderosa do que os graúdos supõem, inclusive os do próprio governo.

Uma exceção talvez seja São Paulo, com sua capital dos shoppings milionários, da maior frota de helicópteros do mundo depois de Nova York, de favelas monstruosas a rodear os bairros endinheirados, de mil homicídios anuais (5 mil no estado). Refiro-me à cidade e ao estado mais reacionários do Brasil. Aqui tudo pode acontecer. 

De todo modo, os senhores, de um lado e do outro, caem na mesma esparrela dos jornalistas que os apoiam ou os denigrem. Os jornalistas e seus patrões, na certeza da ignorância da plateia, acabaram por assumir o nível mental que atribuem a seus leitores, ouvintes e assistentes. Os graúdos apoiados agarram-se em fio desencapado, os ofendidos temem um poder em vias de extinção. E não percebem que a tentativa de demonizar Lula consegue é endeusá-lo.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-obsessao-da-midia/

sábado, 22 de setembro de 2012

MARCIO BRITO n° 13222 - NO BOLETIM DO ZÉ DIRCEU

Publicado em 21-Set-2012.
O jovem tem de oxigenar a forma de fazer política”.
Para Márcio Brito (S. Luís-MA), o mesmo PT que mudou sua vida vai, agora, servir para melhorar a vida dos jovens e das comunidades... 

Márcio Brito, há doze anos no PT, disputa agora a vereança na Câmara Municipal de São Luis (MA). Estudante de escola pública, ele conta nesta entrevista como realizou o sonho de seus pais ao entrar na Universidade Federal do Maranhão, onde cursa Geografia. 
Aos 31 anos, Márcio traz na bagagem anos de militância nos movimentos de bairro e das comunidades, construindo núcleos em regiões carentes da cidade.

Criado na periferia de São Luís, no bairro de Vila Nova, próximo ao mangue, Márcio conta que desde sua infância pouca coisa mudou, em termos de perspectivas para um futuro para os moradores da região. 
Daí seu desejo de lutar por uma cidade melhor e pela mudança efetiva das condições de vida nas comunidades.

Dentro do PT, na militância orgânica e ativa junto aos jovens petistas, Márcio tornou-se secretário estadual da JPT no Maranhão. E membro do executivo municipal do partido. 
Acompanhe a entrevista e saiba mais sobre suas bandeiras para São Luis.

Um sonho coletivo
Nossa candidatura surgiu da necessidade de termos alguém que representasse os anseios da comunidade. Antes de ser um desejo pessoal, esta candidatura é um sonho de todos os que nela se envolveram e que viram a possibilidade de alguém com a minha origem humilde – eu venho das comunidades – representá-los no parlamento.

Eu quero um mandato atuante e em constante diálogo com as comunidades e principalmente com a juventude, com as pessoas que precisam da atenção do poder público. 
Essa candidatura é uma construção coletiva e o que eu fizer terá a aprovação deles. Eles vão executar esse mandato comigo.

Para mim e para todas as pessoas que balançam a bandeira comigo, que acreditam na mudança e estão lá, todos os dias, dispostos à luta, o PT é um partido que pensa no povo, dialoga com ele e, sobretudo, trabalha para o povo, para os que mais precisam, para os que não tiveram direito à educação, ao trabalho etc.

O PT tem a cara do povo brasileiro. É o partido que executa para quem precisa. É esse PT que trabalhou o meu caráter, construiu minha história política e mudou a minha vida. Eu o defendo com unhas e dentes. Minha vida gira em torno do projeto de construirmos uma sociedade mais justa.

Universidade municipal em São Luís

São Luís é governada pelo PSDB e amarga as consequências disso. O governo federal tem feito muitos investimentos, mas se tivermos um prefeito do PT, com linha direta com o governo federal, isso facilita, e muito. Nós temos muita dificuldade de acesso aos programas federais porque a gestão atual não se mobiliza. Ou quando o faz, acaba executando de forma inadequada. Em termos gerais, nós vamos lutar pela construção de uma universidade municipal em São Luís. Precisamos facilitar o acesso do jovem maranhense ao ensino superior.

Defendemos, também, o passe livre para os estudantes e melhorias no setor de transportes, bastante precário na cidade. Eu defendo o passe livre porque já vivi na pele o drama do jovem que não tem dinheiro para se locomover. Certa vez, em casa, nós tivemos de escolher quem – meu irmão ou eu – iria caminhando até o colégio. Sou prova concreta da necessidade e do merecido passe livre para os estudantes.

Outra demanda urgente, aqui, é a construção de creches para as jovens mães que, muitas vezes, deixam de trabalhar porque não têm com quem deixar seus filhos.

Centros de tratamento da dependência química

Um grave problema em São Luís é a questão das drogas. Nós queremos a construção de um centro de tratamento da dependência que seja gratuito e dê suporte às famílias. Outro dia, inclusive, um dos nossos companheiros foi assaltado por um menino e no dia seguinte, a mãe deste rapaz contou que pegou o aparelho na boca de fumo. Ela nos fez um apelo para ajudarmos o seu filho. E nós sabemos que, assim como ela, há muitas famílias nessa situação.

Precisamos, também, de uma utilização adequada dos espaços públicos voltados para a comunidade. Existem locais aqui que nós poderíamos aproveitar para ministrar cursos profissionalizantes, as escolas poderiam estar abertas aos jovens... Precisamos de campos de futebol, pois muitos foram transformados em lixões pela prefeitura.

Renovação geracional

É fundamental que o jovem ocupe seu espaço na política, no debate público e lute por bandeiras que geralmente são divulgadas nas eleições, mas acabam sendo esquecidas durante os mandatos. Os jovens precisam atuar de verdade por elas. É fundamental termos jovens vereadores e prefeitos. O jovem tem de oxigenar as ideias e a forma de conduzir a política. 
É possível o jovem modificar a realidade de sua cidade com políticas diferentes e que de fato trabalham para a juventude. 

Existe uma grande necessidade de que essas bandeiras sejam defendidas de forma mais incisiva por pessoas realmente comprometidas com essas causas e que querem mudar a realidade.

É muito importante para mim ser o candidato da juventude e do PT. Eu sou candidato do partido que mudou esse país e que pode mudar São Luis. O partido que tem mudado a minha vida e a das pessoas. 
É importante ser o candidato das comunidades porque eles vêm em mim a esperança de finalmente terem uma oportunidade de transformar sua realidade e de poder contar com o olhar do poder público. E o nosso partido tem essa bandeira, a da construção de uma sociedade mais justa e melhor para todo mundo.


São Luís - Policial Militar atropela e mata duas pessoas no calçadão da Ponta D’Áreia.


Um policial militar, lotado na Companhia de Turismo da Corporação, e identificado como Anderson Leonardo Rodrigues Viana, atropelou e matou duas pessoas no final da noite de ontem, sexta-feira (21), na Ponta D’Areia, em São Luís.

As vítimas foram identificadas como Elton Anderson Cantanheide Araújo, e Ivone Costa Cantanheide.

Nas informações prestadas no IML (Instituto Médico Legal), consta que os mortos eram primos, e se encontravam no calçadão da praia da Ponta D’Areia, tomando uma cerveja  numbar, quando foram colhidos pelo veículo desgovernado e conduzido pelo policial.

Elton Cantanheide morreu no local e seu corpo de entrada no início da madrugada no IML.

Quanto a sua prima, Ivone Cantanheide, ela ainda foi socorrida e levada para o Socorrão I, mas não resistiu aos ferimentos e morreu logo após dá entrada no hospital.

O policial, que conduzia o veículo, foi conduzido e autuado pelo delegado Fernando Ferreira, no Plantão Central da Reffsa, por homicídio doloso. Em seguida, o PM foi conduzido ao Comando Geral da PM, onde está preso.

A polícia está investigando o caso. Há suspeita de que as mortes podem também terem sido intencionais.

FONTE:http://www.gazetadailha.com.br/2012/09/22/pm-atropela-e-mata-duas-pessoas-no-calcadao-da-ponta-dareia/