sábado, 15 de dezembro de 2012

Infanticidio. Homem mata sobrinha de 3 anos a pauladas

15. Dez. 2012 - Um homem de 29 anos foi preso na noite de sexta-feira (14) depois de confessar ter matado a sobrinha de 3 anos a pauladas em Ibiúna, interior de São Paulo.

A criança foi encontrada morta na manhã de sexta-feira, depois que o tio chamou o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) porque ela estaria passando mal. 

O crime ocorreu na noite de quinta-feira, quando o tio e a criança estavam sozinhos em casa.

O homem contou à polícia que mandou a menina ao banheiro e ficou nervoso por ela ter desobedecido, pegou um pedaço de madeira e desferiu dois golpes.

De acordo com o tio, ela dormiu logo em seguida mas, ao acordar na manhã seguinte, chamou o serviço de urgência porque ela estava gelada. 

Quando o Samu chegou ao local, a criança já estava morta e a polícia foi chamada.

A avó da menina, que tinha a guarda da criança, e o seu marido, moravam na casa, mas estavam viajando na noite do crime. 

O tio tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas e receptação.

DO TERRA, COM EDIÇÃO DO GI PORTAL

Fonte: http://www.gazetadailha.com.br/2012/12/15/homem-mata-sobrinha-de-3-anos-a-pauladas/

Lula e o presidente francês François Hollande lançam em Paris o anti-consenso de Washington.

 
Antes de ontem, em reunião conjunto do Instituto Lula com a Fundação Jean Jaurès, do Partido Socialista francês, foi divulgada uma nota conjunta histórica, encabeçada por Lula e pelo presidente francês François Hollande.

Nela, convocam-se instituições, fundações e demais entidades ligadas à social-democracia para definir um novo modelo de governança global, baseado na experiência brasileira pós-crise de 2008.

Entenda melhor o alcance dessa manifesto.

Desde a Revolução Industrial inglesa, duas linhas de pensamento dominaram as discussões sobre políticas econômicas nacionais.

Uma delas, internacionalista, defendia o primado do mercado, limitava as ações regulatórias e reduzia o grau de intervenção das políticas nacionais. 
 
Crescia em períodos de esgotamento dos modelos nacionais, acumulava forças, sobrepunha-se a toda forma de regulação, privilegiava o livre fluxo de capitais e, depois, esgotava-se em seus próprios exageros, imersas em grandes crises globais.
 
A segunda, nacionalista, impunha controles aos capitais, práticas protecionistas, graus crescentes de intervenção estatal e, assim como a primeira escola, acabava se esgotando nos seus próprios excessos de intervencionismo.

De certo modo, desde o século 19 a economia mundial capitalista oscila entre esses dois extremos.

Os modelos de intervenção do Estado assumiram um caráter desenvolvimentista nos países do terceiro mundo e um caráter social nos países desenvolvidos. 
 
Nesse segundo grupo gerou a social democracia europeia, responsável pelo avanço do chamado estado do bem estar social.
 
***
Do pós-Guerra até os anos 60 vigorou a linha mais intervencionista. No plano global, foi o período de predominância das grandes instituições multilaterais - FMI, Banco Mundial, BIRD, do controle de capitais e das oscilações cambiais.

De 1972 em diante - quando o presidente norte-americano Richard Nixon desvinculou o dólar do ouro - predominou um período de gradativa liberalização financeira. 
 
No início dos anos 90, um documento denominado de "Consenso de Washington" sugeriu as linhas básicas de política econômica a serem adotadas pelos diversos países que pretendessem se integrar à globalização.
 
Através de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil foi um seguidor religioso do receituário, deixando de lado investimentos públicos e políticas sociais para se concentrar exclusivamente na criação de um ambiente propício ao grande capital. 
 
Supunha-se que, atendidas suas exigências, o desenvolvimento viesse automaticamente.

Essa ilusão atravessou os dois governos FHC e o governo Lula até a grande crise de 2.008.

De lá para cá, houve mudanças gradativas na política econômica interna.
 
Constatou-se que políticas sociais, em vez de passivo, tornou-se um enorme ativo nacional, na medida em que gerou um mercado de consumo dinâmico.
 
Em todas as crises do governo FHC, a reação automática era a de um pesado pacote fiscal que aprofundava ainda mais a crise.
 
Nesse mesmo período, a Europa se afundou na maior crise desde a Segunda Guerra, fruto de políticas econômicas ortodoxas. Pior: iniciou o desmonte do seu estado de bem-estar, um dos grandes avanços civilizatórios do século.

É nesse quadro que se situa o manifesto, em cima de grandes forças globais atrás de um discurso que unifique as ações e permita a superação do modelo e da crise atuais.
 
As virtudes da globalização - Começa pelo reconhecimento da inevitabilidade da globalização: "A globalização é um imenso desafio com o qual se confronta a humanidade. Ela tem um poder formidável de mudança para todas as sociedades: a mudança econômica, com a intensificação das trocas; a mudança cultural, pois essas trocas possibilitam a circulação de ideias e a transformação das práticas culturais e de costumes; a mudança política".

Os problemas da globalização - Depois, aponta os problemas atuais: "A globalização, da forma que ocorre atualmente, está longe de satisfazer as aspirações que legitimamente suscita. A crise econômica internacional agrava a concorrência entre os países e as sociedades. Ela atinge os mais vulneráveis, particularmente os trabalhadores e os jovens. (...) Ela conduz governos a adiar as decisões necessárias para prevenir o aquecimento global".

A críticas às políticas de austeridade - Depois, uma crítica às políticas de austeridade adotadas pela União Europeia: "Isoladas, (...)  mostraram seus limites para encontrar a saída da crise. A retomada ainda não esta garantida, ao mesmo tempo em que os direitos econômicos e sociais estão ameaçados. 
 
É imprescindível que sejam adotadas políticas de crescimento. Somente assim a globalização poderá garantir o respeito à coesão social e ao meio ambiente".

A nova governança - A defesa da nova governança: "Uma nova governança é necessária para regular os conflitos entre as nações e garantir a paz e, de outro, permitir que cada nação realize o modelo de sociedade que escolheu.
 
Os poderes públicos devem garantir que todos tenham oportunidades de desenvolver suas capacidades individuais. Devem também trabalhar em prol da perenidade do meio ambiente para as gerações futurasemail:.

Novo mundo em marcha - Depois, aponta as mudanças em curso: "A sociedade civil mundial se tornou uma realidade tangível. Políticas públicas inovadoras e outros modos de governar surgem em todos os continentes, particularmente nos países emergentes e em desenvolvimento. 
 
As instâncias multilaterais também estão se reconfigurando. A constituição do G20 reflete a mudança dos equilíbrios mundiais, mas seu impacto ainda limitado ilustra a dificuldade dos governos de chegarem a um acordo e de agir de forma concreta".

A conclamação - Finalmente a conclamação: "Os riscos que atualmente ameaçam a humanidade são grandes demais para nos focarmos apenas em uma gestão de curto prazo. 
 
Fazemos uma conclamação em defesa da confiança na capacidade humana de se reinventar e do poder criador de nossa sociedade-mundo, para sair definitivamente da crise e construir as bases de um futuro harmonioso que possa ser compartilhado por todos".
 

O enésimo escândalo e a passividade bovina do PT

Por Lincoln Secco, especial para o Viomundo 
14.Dez.2012 - “Irene preta / Irene boa / Irene sempre de bom humor/ Imagino Irene entrando no céu:/ — Licença, meu branco!/ E São Pedro bonachão:/ — Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.” (Manuel Bandeira).

É de Manuel Bandeira o belo poema “Irene no Céu”. Os três primeiros versos são sempre ritmados por uma acentuação das sílabas poéticas que facilmente nos convida a cantar. Assim, mais que a cor de Irene, também o ritmo parece popular.

Ao mesmo tempo é visível o distanciamento entre o eu poético e a voz da própria Irene ao entrar onde, a princípio, não seria convidada. Afinal, Irene pede licença. Ela não deveria, posto que seja seu o direito de entrar no céu, já que é boa.

Desde 2003, quando Lula se tornou presidente, o Partido dos Trabalhadores (PT) aparece na grande imprensa como uma imensa coleção de escândalos. E desde então uma pergunta tem incomodado a base social do PT: por que os dirigentes petistas têm tanto medo? A resposta não é simples e poderia ser reformulada: Por que alguém que recebe o poder das mãos do povo pede licença para exercê-lo?

Recentemente, a Polícia Federal invadiu o escritório da Presidente da República para encontrar “provas” contra o seu antecessor, que é simplesmente o seu maior apoiador. A primeira e única defesa petista foi a de que agora a PF age como instituição republicana e independente blá blá blá blá… 

Da mesma maneira o STF agiu como instituição independente… Ora, alguém imaginaria a PF invadindo o escritório de Fernando Henrique Cardoso quando ele era presidente?

Ante a condenação de José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha, o PT não reagiu. Aceitou o julgamento como legítimo. Ante o receio do confronto com a imprensa, o relator Odair Cunha buscou refúgio no presidente do PT, Rui Falcão. E este, escondeu-se em algum lugar.

É certo que há políticos em qualquer partido que ganham com a queda de seus adversários internos e o PT não é diferente. Mas nada disso explica um comportamento coletivo de uma passividade bovina. 

A explicação da covardia política não é, evidentemente, a de que os dirigentes petistas sejam naturalmente medrosos. Como em todos os partidos existem os covardes, os corruptos, os que se associam a banqueiros etc. Mas há também os que não se curvam e lutam.

Que o “oprimido” se ache sem o direito de ocupar um lugar que não é o seu, é bastante compreensível. O PT forjou em sua história uma nova elite de sindicalistas, professores de ensino fundamental, líderes de movimentos sociais e pessoas de classe média que oportunamente aderiram ao partido.

A ascensão social e política dessas pessoas não teve correspondência na ideologia, a qual continua sendo a dos que detêm os meios de produção de mercadorias materiais e espirituais.

Contudo, por mais que ataquem o PT e destruam seletivamente suas lideranças, os opositores não conseguem retomar o governo. E isto acontece porque eles não dispõem de programa alternativo nenhum. Sem discutir os erros estruturais do Governo Lula, é visível a melhoria social que ele gerou.

Enquanto durar esta conjuntura, as armas da oposição serão inúteis e o PT poderá continuar jogando seus timoneiros ao mar. Há “petistas” que imaginam que é bom que a imprensa “limpe” o partido. Há os que acreditam que os escândalos apenas maculam a sua História. Nada mais falso. Não é a história do PT que está em jogo. É o seu futuro.

Lincoln Secco é Professor de História Contemporânea na USP e autor de “A História do PT” (São Paulo, Ateliê Editorial)

Fonte:http://mariafro.com/

As 26 vitimas do Massacre de Connecticut, são homenageadas em cerimonia religiosa.

http://portuguese.ruvr.ru/photoalbum/98147909/
Estados Unidos mais uma tragédia aconteceu. Um atirador abriu fogo aleatoriamente contra quem via na escola primária de Newtown (Connecticut), deixando vinte crianças e seis adultos mortos. 

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A tragédia chocou não só os moradores desta cidade tranquila e segura, pelo menos considerada assim anteriormente, mas toda a América. 

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Um culto ecumênico em memória das vítimas do tiroteio foi realizado nesta sexta-feira à noite na cidade estadunidense de Newtown.

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A cerimônia de luto espalhou-se para fora da igreja católica Santa Rosa de Lima que ficou completamente lotada.

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A tragédia chocou não só os moradores desta cidade tranquila e segura, pelo menos considerada assim anteriormente, mas toda a América. “O mal chegou para cá,” comentou o governador de Connecticut Daniel Malloy.

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Na sexta-feira Adam Lanza de 20 anos matou sua mãe em casa, e depois se dirigiu para a escola onde ela trabalhava, e começou a disparar contra crianças. 

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 Anteriormente, a mídia erroneamente atribuiu o massacre ao irmão do atirador, Ryan Lanza.

http://portuguese.ruvr.ru/photoalbum/98147909/
LEIA MAIS: VOCÊ ENCONTRARÁ MAIS INFORMAÇÕES A RESPEITO DESTA NOTÍCIA NO LINK. http://maranauta.blogspot.com.br/2012/12/francoatirador-numero-de-vitimas-do.html

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Francoatirador: Número de vítimas fatais do tiroteio na escola norteamericana sobe para 27 pessoas.

tiroteio, EUA, escola
EPA



De acordo com relatórios recentes, o tiroteio em uma escola primária da cidade estadunidense de Newtown (Connecticut) matou 27 pessoas, relata a Reuters.

Pelo menos 3 pessoas foram feridas, todas elas estão hospitalizadas. Entre os feridos está o professor da escola, que foi ferido na perna. O estado das vítimas está muito grave. 

O atirador desconhecido foi abatido. Segundo os dados preliminais, ele foi munido com duas pistolas. Ainda não está afastada possibilidade do criminoso ter um cúmplice. A polícia está investigando esta hipótese. 

Todas as escolas e jardins da infância da cidade estão fechados.

Anteriormente, foi relatado que na escola, que também serve como um jardim de infância, haviam morrido pelo menos 12 pessoas, incluindo crianças. 

No momento do tiroteio, na escola encontravam-se pelo menos 600 crianças.

Dilma aponta para aliança estratégica com Rússia.

MAXIM SHEMETOV: Russian President Vladimir Putin (R) shakes hands with Brazilian President Dilma Rousseff during their meeting in Moscow's Kremlin December 14, 2012. REUTERS/Maxim Shemetov (RUSSIA - Tags: POLITICS)
Presidenta Dilma e Vladimir Putin.
De Moscou, onde fechou o Fórum Empresarial Brasil-Rússia, presidente afirma que problemas econômicos ainda devem persistir por um bom tempo nos países desenvolvidos e que por isso vínculos como Brasil e Rússia são "resposta concreta" à crise; ela se encontrou nesta sexta com o presidente russo, Vladimir Putin.


14 de Dezembro de 2012 às 11:54


Pena de morte para ateus é legalizada em 7 países.

Além dos países que punem os ateus com a morte, em outras nações os céticos e humanistas são obrigados a mentir para obter seus documentos oficiais, sem os quais é impossível ir para a universidade, receber tratamento médico e viajar para o exterior.

Os ateus e outros céticos religiosos sofrem perseguição ou discriminação em muitas partes do mundo e em pelo menos sete países podem ser executados se sua falta da crença se tornar conhecida. 

A informação é de relatório da IHEU (União Internacional Humanista e Ética) divulgado no último dia 10/12/2012.

pena morte ateus
Pena capital para céticos vigora no Afeganistão, Irã, Maldivas,Sudão, Mauritânia, Paquistão e Arábia Saudita. 
O relatório mostra que a situação dos “infiéis” é mais grave em países islâmicos, onde religião e Estado se confundem. As consequências para o cético às vezes podem ser brutais.

Ele também aponta que em alguns países europeus e nos Estados Unidos as leis favorecem os religiosos e suas organizações e tratam os ateus e humanistas como cidadãos de segunda classe.

O “A Liberdade de Pensamento 2012″ afirma que “há leis que negam aos ateus o direito de existir, restringindo a sua liberdade de não ter nenhuma crença e de expressão. Também revogam sua cidadania e limitam seu direito de se casar.”

Há leis que “obstruem o acesso dos céticos à educação pública, proíbe que exerçam cargo público, criminalizam a sua crítica à religião e os executam por deixar a religião de seus pais.”

O relatório foi levado ao conhecimento de Heiner Bielefeldt, relator especial das Nações Unidas sobre a liberdade de religião ou crença. Ele disse haver pouca divulgação de que os ateus estão protegidos por acordos globais de direitos humanos.

O IHEU — que congrega mais de 120 entidades humanistas, ateístas e seculares em mais de 40 países — informou que divulgou hoje o relatoria para marcar o Dia da ONU de Direitos Humanos.

De acordo com o relatório, que abrange 60 países, os sete onde ser ateu ou desertar da religião oficial pode trazer a pena capital são o Afeganistão, Irã, Maldivas, Mauritânia, Paquistão, Arábia Saudita e Sudão.

O relatório de 70 páginas não enumera casos recentes de execução por motivo de “ateísmo” porque os pesquisadores dizem que o delito é muitas vezes embutidos em outras acusações.

Em uma série de outros países — como Bangladesh, Egito, Indonésia, Kuwait e Jordânia — a publicação de ideias ateístas ou pontos de vista humanistas sobre religião são totalmente proibidos ou estritamente limitada, de acordo com leis de “blasfêmia”.

Em muitos destes países, e outros como a Malásia, os cidadãos têm de se registrar como seguidores de religiões oficialmente reconhecidas, as quais normalmente incluem não mais do que o islã, cristianismo e judaísmo.

Ateus e humanistas são, assim, obrigados a mentir para obter seus documentos oficiais, sem os quais é impossível ir para a universidade, receber tratamento médico, viajar para o exterior.

Países da Europa, da África subsaariana, da América Latina e da América do Norte, embora tenham governo tido como secular, dão privilégios a igrejas cristãs, como isenção fiscais e tratamento diferenciado em atividades como a educação.

Na Grécia e na Rússia, o governo protege ferozmente da Igreja Ortodoxa, cujos sacerdotes ocupam lugar de destaque em eventos de Estado. Na Grã-Bretanha bispos da Igreja da Inglaterra têm assentos na câmara alta do Parlamento.

Nos Estados Unidos, embora a liberdade de religião e de expressão tenha a proteção da Constituição, “há um clima social e político em que ateus e não-religiosos se sentem como os americanos menores ou não-americanos”, diz o relatório.

Em pelo menos sete Estados, há disposições legais que impedem ateus de assumirem cargos públicos. No Arkansas, uma lei proíbe ateu de depor como testemunha em um julgamento.

Paulopes, com informação da íntegra do relatório da UHEU e da Reuters, via Huffington Post.

Fonte:  http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/12/pena-de-morte-ateus-legalizada-paises.html