Internado até ontem, quarta-feira (16), no Hospital São Domingos, no
bairro do Bequimão, capital maranhense, Ricardo Santos Rodrigues, foi
transferido após sofrer um novo atentado.
“Ricardinho” ou “Carioca”, como é conhecido, sobreviveu a disparos de
revolver dentro Hospital São Domingos, no apartamento onde se
encontrava se recuperando de outros tiros.Os autores das duas tentativas de homicídios até momento não foram identificados.
Mas, a polícia acredita que são os mesmos que tentaram assassiná-lo,
no último dia 3 de janeiro no bairro do Turú, em São Luís. “Carioca” é
testemunha no inquérito policial encaminhado à justiça que apurou o
“Caso Décio”.
Ele deverá ser ouvido no próximo dia 31 de janeiro pela juíza Ariane Mendes Castro Pinheiro, da 1ª Vara do Tribunal do Júri.
No primeiro atentado sofrido por “Carioca” no inicio deste mês, ele
se encontrava no interior de seu veículo, um Corola de placas NNF-8653,
por voltas das 19 horas, transitando na Avenida General Artur Carvalho,
quando foram realizados seis disparos contra seu carro, três tiros
atingiram “Carioca”.
De acordo com o inquérito polícial, “Carioca” que atua no ramo de
maquinas caça-níqueis na capital, teria confirmado a Gláucio Alencar,
que Fábio Brasil pretendia matá-lo.
“Carioca” após a segunda tentativa de homicídio que sofreu foi
transferido para outro hospital, onde se encontra sob a vigilância de
agentes da Policia Civil.
Da Alemanha para o Mali voaram na noite
de quinta-feira dois aviões de transporte militar Transal que foram
enviados para lá para transportar tropas da CEDEAO no âmbito do apoio à
operação militar contra militantes islamistas
O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo representante oficial da Bundeswehr para a Força Aérea, o coronel Holger Neumann.
Na missão estão participando 12 soldados da Bundeswehr – membros da tripulação dos aviões.
Cada máquina é capaz de transportar cerca de 90 soldados de uma só vez.
Brasília - Três universidades federais firmaram hoje (17) acordo de
parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para
a administração dos respectivos hospitais universitários: a
Universidade de Brasília (UnB), a Universidades Federal do Maranhão
(UFMA) e do Triângulo Mineiro (UFTM).
De acordo com o portal do
Ministério da Educação (MEC), a partir da assinatura do contrato, tem
início a implantação de plano de reestruturação de cada hospital, a ser
executado de forma conjunta entre universidade e empresa.
Além das três universidades, outras 14 instituições federais de
educação superior assinarão os contratos com a empresa nos próximos
meses. A parceria deve proporcionar a recuperação da infraestrutura
física e tecnológica e a recomposição do quadro de pessoal, um dos
principais desafios da rede. Os profissionais serão contratados mediante
a realização de concursos públicos e processos seletivos.
A Ebserh foi criada em dezembro do ano passado para administrar os
recursos financeiros e humanos dos hospitais universitários. A empresa é
vinculada ao Ministério da Educação e, pela lei que a criou em dezembro
de 2011, trata-se de empresa pública de personalidade jurídica de
direito privado e patrimônio próprio.
Os hospitais continuam
academicamente subordinados às universidades, mas serão
administrativamente independentes.
Atualmente, os 46 hospitais universitários vinculados a 32
universidades federais são responsáveis pela formação de grande número
de profissionais médicos no país.
Em determinadas regiões, são as
unidades hospitalares mais importantes do serviço público de saúde e
cumprem papel fundamental na consolidação do Serviço Único de Saúde
(SUS), pois 70% das unidades são consideradas de grande porte e têm
perfil assistencial de alta complexidade.
Vinculada ao Ministério da Educação, a Ebserh será uma empresa
pública de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio
próprio. Desta forma, os hospitais universitários estarão academicamente
subordinados a universidades, mas serão administrativamente
independentes. A empresa terá sede em Brasília, com capital social
integralmente subordinado à União.
A Ebserh tem como objetivo administrar recursos financeiros e
humanos dos hospitais universitários. De acordo com nota da PGR, na
avaliação de Gurgel, a lei viola dispositivos constitucionais ao
atribuir à empresa a prestação de um serviço público.
Segundo o procurador-geral, a lei viola o Inciso 19 do Artigo 37 da
Constituição, que estabelece que a instituição de empresa pública poderá
ser autorizada somente por meio de lei específica, cabendo à lei
complementar definir as áreas de atuação dessa empresa.
Gurgel apontou ainda que o fato de as atividades de prestação de
serviços de assistência à saúde estarem inseridas integral e
exclusivamente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) está em
desarmonia com a Lei Orgânica do SUS (Lei 8.080/1990).
A contratação de servidores com base na Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT) e as contratações por meio de celebração de contratos
temporários e de processo simplificado também são questionadas pelo
procurador-geral.
O ministro Antonio Dias Toffoli é o relator do caso no STF.
Atualmente, os 46 hospitais universitários vinculados a 32
universidades federais são responsáveis pela formação de grande número
de profissionais médicos no país.
Em determinadas regiões, são as
unidades hospitalares mais importantes do serviço público de saúde e
cumprem papel fundamental na consolidação do SUS, já que 70% das
unidades são consideradas de grande porte e têm perfil assistencial de
alta complexidade.
“Nosso compromisso até o fim de 2014 é
zerar as famílias que estão vivendo abaixo da linha da pobreza no
Piauí”. Essa foi a proposta feita pelo governador Wilson Martins a
presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de implementar uma espécie de
Bolsa Família do Piauí nos 100 municípios mais pobres do Estado, o
Programa de Complementação de Renda Mais Viver.
Com o programa, o Governo do Estado deve
injetar mensalmente nestes municípios um total de R$ 2 milhões.
O
anúncio foi feito durante a solenidade de nomeação de 148 novos soldados
para o corpo efetivo da Polícia Militar, na manhã desta terça-feira
(15), no Palácio de Karnak.
“Nossa proposta é fazer com que nenhuma
família ganhe menos do que R$ 350 e para isso o Governo do Estado vai
completar este valor, seja ele qual for.
Hoje temos condições e
equilíbrio financeiro para isso”, assegura Martins, ao comentar que o
programa levará em conta o Cadastro Único do Governo Federal e a
complementação vai variar de família para família.
O Bolsa Família do
Piauí deve ser implantado ainda este ano, devendo ser reafirmado durante
a visita da presidente Dilma Rousseff ao Piauí, na próxima sexta-feira
(18).
Segundo dados do Instituto de Pesquisa e
Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), um estudo nacional sobre a
redução da extrema pobreza no Brasil destaca o Piauí em primeiro lugar
entre os Estados da federação.
De acordo com o levantamento, o Estado
teve uma redução, entre 2006 e 2011, de mais de dez pontos percentuais,
caindo de 18,62% para 8,59% de sua população.
Mesmo sendo brutalmente
atacado, conseguiu resultado histórico nas eleições municipais.
As eleições municipais de 2012 foram um marco para o Partido dos
Trabalhadores, que, mesmo num momento politicamente conturbado,
conseguiu vencer em 68 cidades paulistas, inclusive na capital.
Elegemos
55 vices e 675 vereadores em 382 cidades.
Governamos 45% do total da
população do Estado de São Paulo. É o melhor resultado eleitoral da
nossa história. Esse resultado consolida a relação do PT com a sociedade brasileira e
paulista.
Mesmo o partido sendo brutalmente atacado devido ao
julgamento da ação penal 470, os eleitores falaram em alto e bom tom que
têm identidade com o nosso projeto.
É um equívoco adotarmos uma postura defensiva no atual debate da
conjuntura. O PT é o partido que construiu um modelo de governo que
inovou as políticas públicas no Brasil. Esse modelo teve início nas
cidades onde administramos e sempre adotou princípios éticos e de zelo
com o dinheiro público.
Somos os protagonistas na adoção da transparência na prestação de
contas e na execução orçamentária. Muitas das diretrizes do modo petista
de governar transpuseram as fronteiras petistas e contagiaram a cultura
administrativa e da governança, independente da coloração partidária.
O modo petista de governar tem identidade: é impossível um governo
liderado pelo PT, que tenha inspiração na nossa história, não se
estruturar na democracia direta, não dialogar com os oprimidos -no
sentido mais amplo do conceito de opressão-, não ter a sensibilidade no
enfrentamento às injustiças históricas e no combate a todas as formas e
expressões de misérias.
Por mais que um governo liderado pelo PT possa ser amplo na
capacidade de diálogo com toda a sociedade -e temos que perseguir
governos de expressão democrática-, jamais podemos esquecer qual é a
nossa missão histórica: nascemos e nos construímos sonhando com uma
sociedade justa, igualitária e que radicalize a democracia. Portanto,
que torne sujeitos nas relações de poder aqueles que sempre foram
subjugados.
O grande desafio do modo petista de governar é visualizar as novas
demandas históricas. O século 21 nos coloca o desafio de prepararmos as
nossas cidades para que elas sejam capazes de ser palco da produção de
riquezas sem dizimar os recursos naturais e sem segregar socialmente.
Tem que ser prioridade a busca da sustentabilidade. Não a
sustentabilidade como clichê do politicamente correto, mas, sim, como
uma nova forma de organização da produção e distribuição de riquezas.
Outro desafio para o PT é ser o interlocutor de propostas que
expressem as aspirações da nossa juventude. Os jovens são vítimas de
todas as expressões de violência, morrem nas periferias do sistema;
quando não são pobres e negros, também "morrem" com a incapacidade de
sonhar e de acreditar em novo modelo de sociedade.
Mais que um discurso eleitoral, o modo petista de governar cria a
identidade de um projeto nos municípios brasileiros. Persegui-lo deve
ser a prioridade dos (das) nossos (nossas) chefes do Executivo nos
municípios e dos nossos vereadores e vereadoras nas Câmaras Municipais.
O PT, ao longo da sua história, formulou novos paradigmas para as
políticas públicas. Provou, liderando a coalizão nos governos Lula e
Dilma, que é possível construir um grande país com programas inovadores e
arrojados, sem perder de vista a responsabilidade administrativa.
Vamos olhar para a nossa história e seguir com passos firmes na busca
do nosso futuro.
Afinal: "Uma cidade parece pequena se comparada com um
país, mas é na minha, na sua cidade que se começa a ser feliz".
Membros do grupo terrorista somali “As
Shabaab”, que haviam sequestrado Dennis Alex, agente dos serviços
especiais franceses, comunicaram no Twitter terem executado o agente.
Na véspera, eles anunciaram a condenação de Alex à pena de morte.
As
autoridades francesas atribuem estas informações ao desejo de
popularidade uma vez que, segundo a informação de que dispõem, Alex já
teria estado morto até esse momento.
No
sábado passado, um comando francês levou a cabo, na Somália, uma
operação, considerada malograda, para libertar o agente dos serviços
secretos que, segundo o ministério da Defesa francês, foi paga com a
morte de dois militares franceses e do refém, assim como a liquidação de
17 terroristas.
A
Fundação Municipal de Cultura (Func) de São Luís não vai mais montar a
passarela do samba no Anel Viário para o carnaval deste ano.
A
decisão foi tomada depois de a União das Escolas de Samba do Maranhão
(Uesma) informar que as agremiações da capital não desfilariam sem
receber cachê da Prefeitura.
Como a
passarela seria montada para ninguém passar, o titular da Func, Chico
Gonçalves determinou que a estrutura não seja erguida.
Parte dos R$ 2
milhões disponíveis para o Carnaval seria investida justamente na parte
estrutural.
Com a decisão, 50% do
recurso será destinado à Secretaria Municipal de Saúde (Semus) e o
restante permanece com a Func para custeio de outras atividades do
Carnaval.