segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Vale encolheu. E agora?



Por Lúcio Flavio Pinto, em seu blog

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Em linguagem cifrada, mega-empresa anuncia perdas de US$ 4,2 bilhões, resultado de operações desastrosas. Não seria hora de rever atuação?
 
No dia 20 de dezembro a Vale informou à opinião pública ter concluído a avaliação anual da mineração de cobre de Onça Puma e dos ativos de alumínio, ambos no Estado do Pará, “o que implicará no reconhecimento do impairment antes de impostos de US$ 4,2 bilhões, o que impactará nosso resultado contábil no quarto trimestre de 2012”.

A linguagem codificada de “economês” do comunicado deve ter prejudicado o entendimento da gravidade da questão, acessível apenas aos iniciados e aos integrantes do “mercado”.

Ao invés de citar a expressão técnica em língua estrangeira, a mineradora brasileira, podia prestar uma homenagem póstuma a Joelmir Betting. Ele foi o primeiro jornalista da era atual a se comunicar com seus leitores, ouvintes e telespectadores em linguagem humana inteligível. Combateu a irracionalidade da linguagem cifrada, que a Vale voltou a usar na sua nota oficial no encerramento de 2012. Além de ferir o estilo no léxico nacional.

A expressão impairment significa que a empresa perdeu valor em termos quantitativos, mas também em excelência, poder ou eficiência. O termo tem origem no latim; em francês se tornou empetrer.

Claro que o mercado ao qual se destina em primeiro lugar a mensagem da Vale só usa o inglês e tem autorização legal para fazê-lo. Mas por que deixar de lado o português, mais próximo do léxico latino? Questão de esnobismo técnico ou opção consciente pelo recado dirigido só aos iniciados?

Linguagens à parte, a Vale reconheceu, afinal: os problemas surgidos com os dois fornos de Onça Puma determinaram a paralisação total de suas operações de ferro-níquel desde junho de 2012. Segundo o comunicado, após analisar o caso, a Vale “decidiu reconstruir um dos fornos, com custo estimado em US$ 188 milhões em 2013, e planeja a retomada da operação para o quarto trimestre de 2013”.

Em virtude desses problemas “e diante da atual situação de mercado para ferro-níquel, a valoração de Onça Puma determinou a necessidade de reconhecimento de impairment antes de impostos de US$ 2,848 bilhões. O valor contábil de Onça Puma era de US$ 3,778 bilhões em 30 de setembro de 2012”.

Prossegue a comunicação oficial da empresa: “A volatilidade dos preços do alumínio e as incertezas macroeconômicas sobre a economia europeia contribuíram para redução do valor de mercado da nossa participação de 22% na Hydro ASA (Hydro), produtora de alumínio norueguesa, a um nível inferior ao valor contábil do investimento. Com base nos preços das ações da Hydro em 30 de setembro de 2012, estamos reconhecendo impairment antes de impostos de US$ 1,3 bilhão, o que afetará nosso lucro no 4T12 [quarto trimestre do ano passado].

Apesar destes impactos, permanecemos confiantes nos fundamentos de longo prazo do mercado global de níquel. Ao mesmo tempo, acreditamos no potencial dos ativos da Hydro para criar valor significativo para o acionista como resultado de uma combinação única de uma rica dotação de recursos naturais e de liderança tecnológica em alumínio.

Os impairments anunciados não terão qualquer efeito no fluxo de caixa da Vale e serão tratados como itens excepcionais. Nossa revisão anual de ativos será concluída em conjunto com a divulgação de nossas demonstrações financeiras de 2012 em 27 de fevereiro de 2013”.

Segui linearmente o texto divulgado pela Vale para mostrar que se a empresa praticasse de fato os princípios de transparência que proclama em suas numerosas peças de publicidade, teria dito logo de início que seu valor contábil de balanço, a ser divulgado no próximo mês de fevereiro, sofrerá uma redução de mais de 4,2 bilhões de dólares.

A causa são os graves problemas operacionais na fábrica de níquel do Onça Puma, que terá uma redução de valor de mais de US$ 2,8 bilhões, e da “volatilidade” do alumínio, cujos preços continuam baixos no mercado internacional.

Embora a Vale diga que a correção nos fornos da usina do Onça Puma será suficiente para que a fábrica volte a funcionar no final deste ano, essa previsão parece otimista. O projeto já era muito problemático quando estava sob o controle da empresa canadense Canico.

Sua aquisição pela Vale parece ter sido um impulso sem maior análise do então presidente da empresa, Roger Agnelli, que ficou no cargo durante dez anos, um recorde na história da antiga Companhia Vale do Rio Doce. Uma explosão ocorreu no primeiro dos fornos em junho.

Quinze dias depois, outra explosão no segundo forno, que continuou funcionando como se nada de anormal tivesse acontecido. Parece que assim como a compra e a implantação seguiram um ritmo acelerado, a operação da usina manteve essas características.

A perda de valor também comprova a irreflexão da Vale na transação que transferiu todo o complexo de alumínio implantado no Pará, compreendendo desde a mineração de bauxita e produção de alumina pela Alunorte (a maior fábrica do mundo) até a metalurgia da Albrás, a oitava maior do mundo, à Norsk Hydro. A multinacional norueguesa conseguiu assim sua plena verticalização, da mina à indústria de transformação.

Em troca, a ex-estatal recebeu da multinacional norueguesa 22% de suas próprias ações. Em fevereiro de 2011, quando a transação se consumou, essas ações valiam US$ 3,5 bilhões. Hoje valem US$ 2,2 bilhões. A Vale entregou um polo integrado de alumínio em troca de ninharia. Foi um dano irreparável à soberania do Brasil nesse setor vital da economia.

A mineradora, que caiu do 2º para o 3º lugar no ranking mundial, o primeiro abalo depois da era imperial de Roger Agnelli, diz ainda acreditar no futuro. Só que ele se tornou menos certo do que antes. 

O lucro, se houver em 2012, desta vez não terá os valores estratosféricos do passado, que resultavam em dividendos sem igual para os seus donos e acionistas. Mas não em ganho consolidado para o país.


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Minério de ferro dispara e leva Vale e Brasil de carona. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/minerio-de-ferro-dispara-e-leva-vale-e.html

Rádio Digital: nova batalha pela Comunicação.

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Tudo recomenda que Brasil adote padrão DRM: livre e barato, multiplica alcance de própria internet. Mas liberdade incomoda oligopólio das mídias…
By admin
Por Thiago Novaes*, no Coletivo Digital.

“A tarefa da radiodifusão, como tudo, não se esgota ao transmitir informações. Além disso, tem que organizar a maneira de pedir informações, isto é, converter os informes dos governantes em resposta às perguntas dos governados. A radiodifusão tem que tornar possível o intercâmbio. Apenas ela pode organizar, em conjunto, as falas entre os ramos do comércio e os consumidores sobre a normalização dos artigos de consumo, os debates sobre altas de preço do pão, as disputas municipais. Se consideram que isso é utópico, eu lhes peço que reflitam sobre o porquê de ser utópico. Mas, seja o que for que o rádio trate de fazer, seu empenho deverá consistir em fazer frente àquela inconseqüência em que incorrem, tão ridiculamente, quase todas as instituições públicas.”

Faz mais de dois anos, um grupo de pesquisadores vem desenvolvendo pesquisa com o objetivo de subsidiar o governo brasileiro, radiodifusores e ouvintes sobre as possibilidades sócio-técnicas que o padrão DRM de rádio digital pode oferecer para a comunicação social. Vários documentos foram produzidos neste período, todos publicados na Internet[1][2][3][4], [5],  apontando para a imensa superioridade técnica do DRM, sigla para Rádio Digital Mundial

Trata-se, resumidamente (DRM para imprensa), de um padrão aberto, regulamentado pela ITU, que funciona em todas as faixas de frequência, que possui o mesmo codec de áudio do Sistema Brasileiro de TV Digital, otimiza o uso do espectro, funciona em baixas potências e consome muito menos energia. Pensado para ser um padrão global de interesse público, o DRM é o favorito de emissoras educativas e estatais de vários países, e aos poucos vai conquistando novos mercados, combinando desenvolvimento econômico ao social.

Essas características bastariam para eleger o DRM o padrão de rádio digital a ser adotado no país, como já o fizeram a Índia e a Rússia. Porém, muito mais ainda é possível!

As transmissões digitais de rádio, assim como de TV, não se limitam ao transporte de sinais de áudio ou vídeo, mas se voltam mesmo para emissão de dados, fazendo das plataformas digitais que se utilizam da propagação eletromagnética terrestre e também Ionoférica, meios de comunicação de alta capacidade de fluxo de dados: no caso da TV Digital, estamos falando transmissões de taxas até 19MB/s, ou seja, capazes de viabilizar a transmissão de um filme duas horas de alta-definição em aproximadamente 25 minutos.

Mas o que esses dados querem dizer?
Quando se fala em Internet, serviços gratuitos como Facebook, Blogspot,  Gmail, Youtube, etc., geralmente se esquece que toda esta comunicação e acesso tão importantes ao cotidiano das sociedades pós-industriais, tudo isso depende de uma infra-estrutura que está fora do controle dos usuários, tais como as fibras óticas que garantem, com segurança, que cirurgias sejam realizadas à distância, ou como o endereçamento DNS, ainda concentrado em poucos países e grupos.

Com o Rádio Digital Mundial, pode-se não apenas transmitir áudios com qualidade de CD para o nosso e outros continentes, mas também arquivos, disponibilizando novos serviços, modificando radicalmente conceitos estabelecidos na era analógica, já que mesmo o audiovisual pode também ser transmitido via rádio digital, como no caso do serviço Diveemo, que consiste da transmissão de vídeo via rádio. Se você leu este post até aqui e deu uma passeada pelos links, já pode imaginar, então, porque os monopólios da comunicação estão trabalhando para evitar ao máximo que o padrão DRM seja o escolhido pelo governo brasuca.

Ao invés do DRM, muitos empresários da comunicação preferem o padrão HD Rádio, propriedade da Ibiquity, padrão este que apesar de ter sido aprovado pela ITU, tem seu codec de áudio como uma “caixa-preta”, é segredo industrial da Ibiquity, funciona mal na faixa do AM, não atende às Ondas Curtas, não funciona bem em baixas potências, consome muito mais energia que seu concorrente DRM, além de não otimizar o uso do espectro. 

Como estratégia para deslegitimar o DRM, proliferaram recentemente declarações dúbias, inclusive de membros do governo, realizando uma espécie de trocadilho, como a afirmação de Genildo Lins, de que “os testes com rádio digital não foram bons“. O secretário de comunicação eletrônica do governo refere-se, na verdade, apenas ao padrão que mantém os mesmos emissores de alta-potência, o HD, já que o DRM, além de funcionar em alta-potência, atende às baixas-potências, sendo o único padrão que funciona em todas as faixas de frequências.

A proposta de adiamento da decisão sobre o padrão de rádio digital vem acompanhada de uma estratégia de se realizar a migração das rádios AM (na verdade, das emissoras AM em Ondas Médias) para o VHF, acabando com a faixa AM, visto que o HD Rádio teve desempenho insatisfatório na faixa do AM. Se o HD não funciona para as AM, acabemos com o AM, propõem as emissoras comerciais!

Paralelas à escolha do padrão, pesquisas vêm sendo realizadas no sentido de se aumentarem as possibilidades de comunicação utilizando o espectro, como proposto pela técnica FHSS, ou atentas à necessidade de Espectro Livre, como descreveu David Weinberg, autor também de “O Mito da Interferêcia no Espectro de Rádio“.

Juridicamente, vale a pena lembrar das recentes iniciativas dos governos da Argentina e Equador que, amparados em suas Constituições, promoveram a divisão do espectro em três, visando assegurar a complementariedade dos serviços privado, públicos e estatal de radiodifusão. Se bem sucedida, esta política poderia ampliar enormemente o acesso do cidadão não apenas ao consumo plural de conteúdo, mas viabilizar a livre e diversa expressão das pessoas, através do Espectro Livre, sintonizando as possibilidade digitais com o Art XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ratificado no Art 13 do Pacto de San Jose da Costa Rica e presente na Carta Magna brasileira, em seu Art 5o.

Esperamos que este breve artigo sirva de referência para que cidadãos e cidadãs do Brasil, da América Latina e do mundo passem a tomar parte na definição do padrão tecnológico de rádio digital que vigorará em nossas sociedades nas próximas décadas. Nosso interesse não é mais que promover o debate público, em defesa do interesse público, mas a força dos interesses privados parece novamente tentar se sobrepor ao que é melhor para todxs. Contamos com você nesta luta!

*Thiago Novaes é Pesquisador em Telecomunicações, membro do Coletivo Rádio Muda – muda.radiolivre.org – e consultor do http://www.drm-brasil.org/.

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Vice-governador e secretário das Cidades participaram de audiência em Brasília



O vice-governador Washington Luiz e o secretário de Estado das Cidades, Hildo Rocha, participaram, na manhã desta quinta-feira (17), em Brasília, de audiência com a secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães. 

O encontro teve como finalidade conhecer ações e projetos que possam diminuir o déficit habitacional no Maranhão e apresentar propostas que possam agilizar o andamento do Programa de Regularização Fundiária Urbano de São Luís e, também, o Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) no Estado.

A secretária Inês Magalhães elogiou as propostas apresentadas por Hildo Rocha, e colocou o staff do Ministério à disposição da Secretaria de Estado das Cidades para discutirem juntos o modelo de parceria para o desenvolvimento de novos projetos.

O vice-governador considerou a audiência produtiva e colocou o Governo do Estado à disposição do Ministério das Cidades no sentido de apresentar informações, readequar os projetos em andamento e envolver outros órgãos estaduais para que essa parceria se torne cada vez mais forte e duradora. 

“Saio dessa reunião convicto de que, com a experiência do secretário Hildo Rocha, a boa vontade do Ministério em reforçar as ações em andamento e alavancar novos projetos, e o engajamento e esforço do corpo técnico de outras instituições do governo estadual, faremos um grande trabalho no sentido de reduzir o déficit habitacional e consequentemente promover a melhoria da qualidade de vida da nossa população”, afirmou Washington Luiz.

O secretário Hildo Rocha fará reuniões frequentes com técnicos do ministério, com o intuito de sanar as pendências dos projetos que estão em curso e avaliarem a situação atual e os cronogramas constantes das propostas apresentadas.


Texto de Raphael Garreto - SECOM.
 

21 de Janeiro: dia contra a intolerância religiosa.



Em 2007 foi sancionada, pelo ex-presidente Lula, a Lei nº 11.635 que faz do 21 de janeiro o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. 

A data presta homenagem à Iyalorixá baiana (mãe de Santo) Gildásia dos Santos e Santos, que faleceu na mesma data, em 2000, vítima de enfarto.

Ela era hipertensa e teve um ataque cardíaco após ver sua imagem utilizada sem autorização, em uma matéria do jornal evangélico Folha Universal, edição 39, sob o título “Macumbeiros Charlatães lesam o bolso e a vida dos clientes”. 

O texto não era menos ofensivo e agredia as tradições de matriz africana, das quais Gildásia era representante.

Falar em intolerância religiosa e ter um dia para provocar a reflexão sobre o tema é importante, mas não encerra o debate. Para Silvany Euclênio, secretária de Políticas para as Comunidades Tradicionais, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), falar em tolerância não vai resolver a negação e a coisificação que recai sobre a população negra brasileira.

Silvany defende que já está na hora de se garantir o direito constitucional das pessoas vivenciarem livremente a sua cultura. “Por isso, proponho que no dia 21 de janeiro, se pense contra o racismo e em defesa da ancestralidade africana no Brasil, já que o enfrentamento ao racismo passa necessariamente pelo combate à violência contra a ancestralidade africana e vice-versa”, afirma.

Tradições e culturas - De acordo com gestora da SEPPIR, uma das facetas mais contundentes do racismo no país foi ter tolhido dos negros a possibilidade de viverem suas tradições e culturas, desde que aportaram no país para servir como mão de obra escrava.

A resistência registrada desde então, afirma Silvany, possibilitou a criação dos territórios tradicionais de matriz africana, locais de afirmação da identidade e subjetividade histórica e cultural dos negros.

Nesses espaços foram preservados valores civilizatórios, idiomas, indumentárias, práticas alimentares e de relação com o sagrado, com o meio ambiente e com a sociedade do entorno, garantindo a preservação de um modo de viver marcado pelo acolhimento e pela solidariedade.

O que aconteceu com Gildásia mostra o desrespeito com que essas tradições são vistas ou recebidas. Ataques de violência – incêndios, depredações, assassinatos, calúnias – contra seus espaços, símbolos, casas, pessoas, são vividos cotidianamente pela população negra.

“Mesmo aqueles que não seguem suas tradições ancestrais ou não exprimem isso em seu modo de vida, não são poupados do racismo”, diz a secretária. “Basta apresentar características fenotípicas da população africana para se cair nas garras do racismo”, afirma.

Fonte: Seppir

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 São Jorge – O santo guerreiro, salve. http://maranauta.blogspot.com.br/2012/10/sao-jorge-o-santo-guerreiro-salve.html 

Dia 23 de Abril – São Jorge.  http://maranauta.blogspot.com.br/2012/04/dia-23-de-abril-sao-jorge.html

Ministro Lobão: suprimento de energia está garantido.

Valter Campanato/ABr: Brasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, descartou desabastecimento de energia no país, após reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. O ministro disse ainda que está mantido o desconto na conta de luz a partir do próximo mês
"O período de chuvas é realmente em janeiro, fevereiro, março e abril. Não temos problemas com nossos reservatórios, vamos preenchê-los todos e garantir o suprimento de energia por todo ano e pelos anos seguintes", comentou o ministro de Minas e Energia.

21 de Janeiro de 2013 às 17:23
Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil.

Brasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (21) que o país não terá problemas com o nível dos reservatórios das hidrelétricas porque o período de chuvas já começou. Segundo ele, o suprimento de energia está garantido.

"O período de chuvas é realmente em janeiro, fevereiro, março e abril. Não temos problemas com nossos reservatórios, vamos preenchê-los todos e garantir o suprimento de energia por todo ano e pelos anos seguintes. 

Só o fato de estarmos acrescentando cerca de 9 mil megawatts de energia este ano é uma segurança para frente. Nós estamos acrescentando cada vez mais e fazendo balanceamento de térmicas e hidrelétricas", explicou o ministro.

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas subiu nas regiões desde a semana passada.

A Região Norte, que apresentava 43,51% da capacidade total na semana passada, agora está com 45,04%. 

No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o crescimento passou de 32,09% para 33,31%. 

Já na Região Nordeste, o nível subiu de 29,64% para 29,84%. 

No subsistema Sul, houve uma queda na semana passada, mas desde a última sexta-feira (18), o nível passou de 48,67% para 48,94%.

A manutenção do nível dos reservatórios das hidrelétricas é importante para garantir a geração de energia necessária para o país, que tem sua matriz energética baseada principalmente na energia hidráulica. 

Por causa do baixo nível dos reservatórios das usinas registrado nos últimos meses, o governo teve que acionar as térmicas, que são mais caras e poluentes.

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Ministro Edison Lobão consegue com a presidente Dilma financiamento de 1 bilhão de Reais para a melhoria das estradas no Maranhão.

Livros da "Trilogia cinquenta tons de cinza" são lacrados. Sites internacionais falam sobre o episódio do “Juiz que mandou recolher livros eróticos no RJ”.

ABC News
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Um juiz brasileiro ordenou que a trilogia erótica “Cinquenta tons de cinza” fosse retirada das prateleiras de livrarias da cidade de Macaé, ou pelo menos, evitar que menores possam abrir os livros.

Uma declaração feita pelo Departamento Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, diz o juiz Rafael Queiroz Campos, foi emitida depois que ele viu as crianças em uma das livrarias da cidade procurando por livros eróticos.

Onze cópias de “Cinza” estão entre 64 livros retirados das prateleiras de duas livrarias porque o seu conteúdo foi considerado “impróprio” para os jovens com idade inferior a 18 anos.

Os livros podem ser devolvidos às prateleiras apenas se foram lacrados e colocados fora do alcance de menores.


USA Today


São Paulo (AP) – Um juiz brasileiro ordenou que livrarias garantam que a trilogia erótica “Cinquenta tons de cinza” esteja fora de alcance de menores.


O juiz Rafael Queiroz Campos emitiu uma ordem em 14 de janeiro depois que ele viu crianças em uma das livrarias da cidade procurando por livros eróticos, de acordo com um comunicado emitido pelo Departamento Judiciário do Estado do Rio de Janeiro na noite de quita-feira.

Onze cópias da trilogia “Cinza” estavam entre 64 livros retirados das prateleiras de duas livrarias porque o seu conteúdo foi considerado impróprio para menores de 18 anos.

Dois dias após a ordem do juiz, os livros estavam de volta às prateleiras, mas lacrados e fora do alcance de menores, como Campos instruiu.

O juiz baseou sua decisão em uma lei que diz que “revistas e publicações cujo conteúdo é impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes só pode ser vendido se lacrada e com alertas sobre o seu conteúdo.”

As obras de E. L. James foram os livros mais vendidos no Brasil no ano passado, de acordo com a revista semanal Veja. “Cinquenta tons de liberdade” foi o mais vendido, seguido de “Cinquenta tons de cinza” e “Cinquenta tons mais escuros”.

Apesar de mandar tirar os livros de prateleiras ser algo incomum, isso não causou qualquer reação maior ou tumulto no Brasil.

No ano passado, as bibliotecas públicas em vários estados dos EUA tiraram a trilogia das prateleiras ou não pediram a trilogia toda, alegando que é muito pesado ou muito mal escrito.


Perez Hilton


Um juiz brasileiro ordenou que as livrarias garantam que a trilogia erótica Cinquenta tons de cinza esteja fora das prateleiras.


As lojas podem estocar os livros, mas eles fizeram isso para que crianças não possam ler romances que incluam cenas de sexo explícito.

O juiz baseou sua decisão em uma lei que diz: “As revistas e publicações cujo conteúdo é impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes só pode ser vendido se lacrada e com alertas sobre o seu conteúdo.”

Dois dias após a decisão – o livro estava de volta nas prateleiras, mas lacrados e fora do alcance de menores.

Embora a trilogia é uma das mais vendidas no país, a decisão não causou muito alvorço entre os brasileiros.

Nós também não queremos que nossas crianças leiam a trilogia!


Huffington Post


SÃO PAULO – Um juiz brasileiro ordenou que a trilogia erótica “Cinquenta tons de cinza” seja retirado das prateleiras das livrarias na cidade de Macaé, ou pelo menos lacrado para impedir que menores de idade possam abri-los.


Uma declaração do Departamento Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, pelo juiz Rafael Queiroz Campos, foi emitida depois que ele viu crianças em uma das livrarias da cidade procurando por livros eróticos.

Onze cópias de “Cinza” estão entre os 64 livros retirados das prateleiras de duas livrarias porque o seu conteúdo foi considerado impróprio para jovens com idade inferior a 18 anos.

Os livros podem ser devolvidos às prateleiras apenas se forem lacrados e colocados fora do alcance de menores.


Yahoo Brasília – Um juiz do estado do Rio de Janeiro, Brasil, confiscou cópias da trilogia erótica altamente popular “Cinquenta tons de cinza” e outros livros eróticos de duas lojas, dizendo aos proprietários que eles devem lacrar os romances para evitar que crianças fiquem folheando.


Polícia e funcionários judiciais na cidade de Macaé apreenderam 64 livros, incluindo 11 exemplares da trilogia “Cinquenta tons de cinza” da britânica E. L. James, após as lojas terem desrespeitados as leis brasileiras ao não esconder imagens eróticas e conteúdo considerado impróprio para menores de 18 anos.

Os oficiais devolverão o livros no prazo de cinco dias, se os proprietários das livrarias garantirem que eles serão lacrados antes de serem colocados de volta para exibição.

O juiz Rafael Baddini de Queiroz Campos, do Tribunal local da Família, agiu depois de encontrar um grupo de crianças que se reuniram em torno de uma vitrine em uma das livrarias da cidade onde o conteúdo erótico estava em exposição, o site do Rio de Janeiro na web disse.

Reuters 18 de janeiro – Um juiz do estado do Rio de Janeiro, Brasil, confiscou cópias da trilogia erótica altamente popular “Cinquenta tons de cinza” e outros livros eróticos de duas lojas, dizendo aos proprietários que eles devem lacrar os romances para evitar que crianças fiquem folheando.

Polícia e funcionários judiciais na cidade de Macaé apreenderam 64 livros, incluindo 11 exemplares da trilogia “Cinquenta tons de cinza” da britânica E. L. James, após as lojas terem desrespeitados as leis brasileiras ao não esconder imagens eróticas e conteúdo considerado impróprio para menores de 18 anos.

Os oficiais devolverão o livros no prazo de cinco dias, se os proprietários das livrarias garantirem que eles serão lacrados antes de serem colocados de volta para exibição.

O juiz Rafael Baddini de Queiroz Campos, do Tribunal local da Família, agiu depois de encontrar um grupo de crianças que se reuniram em torno de uma vitrine em uma das livrarias da cidade onde o conteúdo erótico estava em exposição, o site do Rio de Janeiro na web disse.


Fontes: ABC NewsUSA TodayPerez HiltonHuffington PostYahoo e Reuters – Tradução: Rafael – Equipe Portal 50 Tons.
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Mortes e prisões por embriaguez nas rodovias federais do Maranhão.


Arleysson Rodrigo - 20.Jan.2013.

Segundo o relatório da Polícia Rodoviária Federal, doze acidentes foram registrados no sábado (19) e na madrugada de domingo (20), nas rodovias federais do Maranhão. Duas pessoas morreram e outras sete ficaram feridas.

Um dos acidentes com morte ocorreu no município de Bacabeira, na BR-135. Uma colisão entre uma bicicleta e um veículo que não foi identificado, provocou a morte de um ciclista.

Outro aconteceu em Bacabal, na BR-316. A batida entre uma moto Honda e um caminhão que não foi identificado, o acidente terminou com a morte do motociclista de 39 anos.

Em Santa Luzia, a 292 Km da capital, na BR 222, uma carreta tanque de marca Scânia/T113, placa MMQ 1390 do Ceará, saiu da pista, capotando em seguida, ocasionando ferimentos graves no motorista.

Na BR 135, foi preso Ronald Sousa Mendes, que dirigia um Fiat/Siena de placa JIH 6178, do Distrito Federal. Havia contra o motorista um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça do Distrito Federal e ter apresentado a fiscalização (CnH) Carteira Nacional de Habilitação falsa.

Na da BR 230, no Km 403, em Balsas, foi preso o condutor do veiculo Fiat/Strada, placa NXI 3273, do Maranhão, por dirigir em estado de embriaguez alcoólica.

Em Imperatriz, na BR 010, foi preso o condutor do veículo moto Honda/CG 150, placa NHF 6877, do Maranhão, também por dirigir alcoolizado.

Já em Porto Franco, no Km 160, da BR 010, também foi preso o motorista do veículo Scânia, de placa MXD 2012, de Tocantins, por estar bêbado.




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