segunda-feira, 16 de setembro de 2013

UFMA: Estudante do curso de Engenharia Elétrica morreu envenenado ao participar de uma festa rave.

Felipe Matos, morto durante uma festa eletrônica realizada em julho numa casa no Calhau
Felipe Matos, morto durante uma festa eletrônica realizada em julho numa casa no Calhau
A superintendente de Polícia Civil da Capital, Katerine Chaves, confirmou ao que o jovem de 17 anos, Felipe Matos, morto durante uma festa eletrônica realizada em julho numa casa no Calhau foi envenenado com chumbinho – veneno utilizado para matar roedores.

O laudo do Instituto Criminalística comprovou não haver nenhum indício de entorpecente, mas sim o veneno para matar rato.

Katerine Chaves adiantou ainda que o caso está sendo investigado como homicídio pelo delegado Paulo Márcio, responsável pelo 7° Distrito Policial, no Turu.

“Após a confirmação, através de laudo médico, da existência de chumbinho no sangue da vítima, o primeiro passo é tratar como homicídio”, explicou a superintendente.

Relembre o caso:
Há cerca de dois meses, o jovem Felipe Matos,17 anos morreu na manhã de uma segunda-feira (15) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagi. 

Segundo informações, Felipe Matos estava em uma boate com os amigos quando passou mal e foi levado ao hospital. O rapaz era estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Maranhão.


São Luís/MA: Cururim morre em troca de tiro com a Polícia, na mesma ação foi preso outro suspeito do assassinato de Policial Militar.



 
O Serviço de Inteligência do 6º BPM prendeu nesta segunda-feira (16), um dos envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) que teve como vitima o policial militar da Reserva Acrisio da Paixão Caldas, 52 anos, fato ocorrido no domingo (15), no interior de uma farmácia no bairro do Jardim América, área da Cidade Operária.

Stênio Ramos Santos, 18 anos, foi detido em uma residência localizada na Rua Edmar Cutrim, nº 3,  no Bairro Santa Clara. Ao perceber a presença dos militares, os moradores da casa dispararam contra os policiais.



O segundo suspeito identificado como Eduardo Thayron Oliveira, 19 anos, o “cururim” foi atingido e veio a óbito no Hospital Municipal de Urgência e Emergência Clementino Moura, o Socorrão II.


Stênio seria o dono do Corola preto com placas, NHA 0389, e teria emprestado o veiculo para ser utilizado no assalto. No local, foi apreendido além do veículo, um revólver calibre 38.


A policia já identificou outro suspeito de envolvimento no crime, identificado como, Eduardo Dailton Bastos Lima, o “mosquinha”. Também outros dois elementos são suspeitos de participarem do crime.

Leia mais: São Luís/MA. Mais um Policial militar é executado a tiros no Jardim América.http://maranauta.blogspot.com.br/2013/09/sao-luisma-mais-um-policial-militar-e.html






São Luís/MA. Mais um Policial militar é executado a tiros no Jardim América.

Um policial militar identificado até o momento como Acrísio da Paixão Caldas, 52 anos, foi executado a tiros no Jardim América, na capital maranhense.

De acordo com as primeiras informações, o policial foi assassinado por cinco elementos, sendo que três estariam num veículo Corola, e os outros dois estavam em uma moto.

O policial era reformado e foi executado dentro da farmácia Extra Farma, onde trabalharia como segurança. 
 
Ele ainda foi levado ao Socorrão II, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada no hospital.

Segundo informações colhidas no local do crime, os responsáveis pela morte do policial, não seriam do Maranhão. 

O Comando Geral da Polícia Militar já teria conhecimento da ação desses elementos aqui em São Luís.

domingo, 15 de setembro de 2013

Imperatriz/MA. Registra 05 mortes violentas (04 assassinatos e 01 vítima de acidente de trânsito) neste final de semana.

Cinco corpos deram entrada no IML na noite de sábado e madrugada de domingo.

Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/

A bruxa esta solta neste final de semana em Imperatriz e cidades próximas,só em Imperatriz quatro mortes foram registradas, sendo uma por acidente e três por arma de fogo.


Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/

O primeiro homicídio aconteceu no Parque Alvorada I por volta das 19h 30 min. Eduardo Silva foi morto com cinco tiros por motoqueiros, na cintura dele estava um revolver calibre 38 com três munições intactas, momentos antes aconteceu um tiroteio em um Bar no Parque Alvorada II, duas pessoas foram baleadas, José Mauro não resistiu e foi a óbito no Socorrão. 
Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/
A terceira vitima de tiros aconteceu por volta das 2h e 40 minutos na Rua Anhanguera, Bairro Brasil Novo,a vitima conhecido por domingos foi morto a tiros, ele era morador da Rua Tamoíos, nº 71, Parque das Estrelas.  

Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/
A quarta morte em Imperatriz aconteceu com uma vitima de acidente de transito, Antonio José do Carmo, que pilotava uma moto trax vermelha, morreu ao tentar fazer um retorno em frente ao Eco Park na Avenida Pedro Neiva de Santana, e foi abalroado por um corsa branco que vinha de João Lisboa na colisão além de atropelar o motoqueiro o referido veículo ainda derrubou um poste. 

Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/
Ainda ocorreu um homicídio na cidade de Ribeirãozinho, Ademir Marques de Melo, 56 anos, foi morto com golpes de arma branca no Bairro Nova Santa Rita, segundo informações o assassino teria sido o usuário de droga Josimar, morador da Vila Macedo em Imperatriz, o motivo do crime teria sido por causa de ciúmes da mãe dele com a vitima.  

Foto - http://noticiadafoto.blogspot.com.br/
Link original desta Notícia: http://noticiadafoto.blogspot.com.br/2013/09/cinco-corpos-deram-entrada-no-iml-na.html

Festival de Cultura Inclusiva tem peça de teatro com atores portadores de deficiência.


Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil.


Wilson Dias/ABr - ALFABETO EM BRAILE.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.

Brasília – Uma peça de teatro encenada por cadeirantes, portadores de síndrome de Down e deficientes visuais e auditivos e uma exposição com pinturas e esculturas também confeccionados por deficientes fazem parte do 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal, realizado até 22 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil. 

Segundo a artista plástica Lurdinha Danezy, idealizadora do projeto, a ideia é mostrar a capacidade criativa e produtiva das pessoas com deficiência e incluí-las nos espaços culturais.
Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.
Lurdinha é mãe do pintor e artista plástico Lucio Piantino, que tem síndrome de Down. Ele também é ator e está na peça de teatro Diversos Dias, encenada no festival. Piantino tem ainda trabalhos na exposição. 

Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.

A artista plástica explicou que o preparo para organizar o festival, com recursos do Fundo de Amparo à Cultura (FAC) e da Petrobras, começou em janeiro deste ano. “Fizemos oficinas de pintura, papel machê, escultura em argila e teatro. A gente foi preparando o material para este festival. Há trabalhos de aproximadamente 30 pessoas, a grande maioria deficiente”, disse.

Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.

De acordo com Lurdinha, entre os alunos e professores das oficinas atuam deficientes e não deficientes. “A nossa proposta é estabelecer uma relação entre pessoas com e sem deficiência. 

Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.
As aulas de escultura em argila foram ministradas por um escultor cego, o Flávio Luís. A professora de cerâmica foi a Marta Guedes, que é deficiente visual. A peça de teatro foi construída em conjunto com a diretora Mônica Gaspar, a partir das vivências dos participantes”, explicou.
 
Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.
Alguns objetos da exposição também têm relação com as vivências de seus idealizadores. É o caso do alfabeto Braile em cerâmica. O espaço tem ainda toda a acessibilidade necessária, como áudio descritor das peças expostas e intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). A proposta do festival impressionou visitantes como o servidor público Anderson Araújo Couto, de 30 anos. 

Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.
“Eu percebi que eles [deficientes visuais] retratam bastante as mãos. Talvez porque as usam para sentir, visualizar. É curioso ver também trabalhos do pessoal com hanseníase, que tem a visão mas não a sensibilidade nas mãos. É justamente o oposto dos deficientes visuais. É um outro olhar. Não é um artista que tem a habilidade da técnica. Eles têm a habilidade do coração”, disse.
Wilson Dias/ABr.
Brasília - 1º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal. Composta por pinturas, esculturas e objetos em cerâmica e papel machê, a mostra objetiva agregar e estimular a capacidade artística de pessoas com deficiência.

Após a temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, o 1º Festival de Cultura Inclusiva segue para o espaço Cia. Lábios da Lua, no Gama, cidade a 30 quilômetros de Brasília. De acordo com Lurdinha Danezy, depois disso a ideia é buscar apoio para levar o evento a outras cidades.
 


Edição: Aécio Amado - Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

O Sociologo Marshall Berman, morreu aos 72 anos.

O sociólogo e filósofo marxista humanista, Marshall Berman, autor das obras "Tudo que É Sólido Desmancha no Ar", "Aventuras no Marxismo" e "Um Século em Nova York" (publicados no Brasil), morreu na última quarta-feira, 11 de setembro de 2013, aos 72 anos. 
De acordo com um amigo, ele sofreu um ataque cardíaco enquanto comia em um de seus restaurantes favoritos em Manhattan, Nova York.
Berman se destacou pelo seu conhecimento das obras de Karl Marx, pensador que teve acesso quando estudava na Universidade de Columbia, ainda nos anos 1950. Berman foi membro do conselho editorial do "Dissent" e contribuiu
regularmente para a publicação "The Nation". Berman lecionava ciências políticas no "The City College of New York" e filosofia política e urbanismo na "City University of New York".
"O ensaísta esteve em Porto Alegre em diversas ocasiões. Em 1993, realizou duas palestras em que criticou o isolamento dos intelectuais, propôs a reinvenção do marxismo e defendeu até mesmo a derrubada do muro da Mauá. Em 2001, esteve presente no 1º Encontro sobre Espaço e Linguagem e, em 2007, era esperado no Ciclo Fronteiras do Pensamento, mas desmarcou alegando motivos de saúde. Ao invés disso, enviou um vídeo gravado em Nova York" (ZERO HORA, 12/10/2013).
O ensaísta norte-americano Marshall Berman,
autor do livro "Tudo Que é Sólido Desmancha no Ar", em imagem de 1987
Em 2001, Berman deu uma entrevista que foi publicada na revista "Superinteressante". Veja AQUI.
O sociólogo e filósofo deixou sua mulher, Shellie, e seus filhos Eli e Danny.
A sua principal obra pode ser baixada AQUI ("Tudo que É Sólido Desmancha no Ar"). A resenha do livro "Um Século em Nova York" pode ser acessado AQUI.
Fontes:

Ibama intensifica fiscalização para combater desmatamento ilegal na Amazônia.

Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil
Brasília – Mais de 1,5 mil agentes ambientais e militares do Exército estão atuando na Amazônia Legal para combater o desmatamento ilegal. 

As equipes contam com seis helicópteros e mais de 100 veículos adaptados para apoiar as operações Onda Verde e Hileia Pátria, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os primeiros resultados foram o embargo de 252 mil hectares e a apreensão de 117 mil metros cúbicos de madeira serrada e 68 mil de metros cúbicos de madeira em tora. Também foram emitidos 4 mil autos de infração, com multas que chegam a R$ 1,9 bilhão, e apreendidos 158 tratores, 86 caminhões, 291 motosserras e 44 armas de fogo.

De caráter preventivo, a Operação Onda Verde começou em fevereiro e tem seis frentes atuando centradas em áreas críticas, que respondiam por mais de 70% do desmatamento da Floresta Amazônica. Os fiscais ambientais estão concentrados no norte de Rondônia, nas imediações da capital, Porto Velho, e no sul do Amazonas, no eixo da Transamazônica, em que os alertas de desmatamento e de degradação são provocados por pressão da agropecuária, da grilagem e de assentamentos.

Com duração prevista até o fim do ano, a Onda Verde tem ainda duas bases em Mato Grosso, nos municípios de Sinop e Juína, com grande influência da agropecuária, e três bases no Pará, em Novo Progresso, onde se concentram os casos de grilagem e pecuária, e em Anapu e Uruará, com grande pressão da pecuária e dos assentamentos.

Em maio, foi incorporada uma nova frente de trabalho, a Hileia Pátria, que tem apoio logístico e de inteligência do Exército e atuação mais repressiva, para coibir a extração ilegal de madeira em terras indígenas e unidades de conservação. No Maranhão, agentes ambientais estão percorrendo as áreas indígenas de Alto Turiaçu, Awá, Caru e Arariboia, além da Reserva Biológica do Gurupi. Eles fecharam 27 serrarias, o que resultou na apreensão de 4 mil metros cúbicos de madeira beneficiada e em toras. As multas aplicadas até o momento chegam a quase R$ 4,5 milhões.

A Hileia Pátria tem ações também em Rondônia, no Pará, no Amazonas e em Mato Grosso. “Observamos em várias situações a tentativa de burlar a fiscalização com camuflagem de equipamentos com tratores pintados de verde e escondidos no meio da floresta”, disse o coordenador-geral de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt.

Na terça-feira (10), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Ibama informaram que o número de alertas sobre desmatamento e degradação da Floresta Amazônica aumentou 35% entre agosto de 2012 e julho de 2013, na comparação com igual período anterior. As imagens de satélite do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter) orientam as equipes ambientais onde há concentração de alertas para que a fiscalização se intensifique nesses locais.

Segundo Schmitt, o aumento de alertas está relacionado à degradação por uso do fogo e por exploração seletiva da madeira. “O papel da fiscalização ambiental é fazer com que as áreas degradadas não sejam convertidas em corte raso [remoção total da floresta nativa em uma área] e que não exista uma atividade produtiva ilegal nessas áreas”.

Schmitt ressaltou que há uma mudança na dinâmica do crime ambiental, já que “o infrator não se arrisca mais a fazer o corte raso imediatamente”, por causa do trabalho dos fiscais e do monitoramento diário dos satélites. “O infrator primeiro começa fazendo uma degradação pelo fogo, mas o Ibama consegue interferir nesse processo antes que se converta em desmatamento ilegal.”

Edição: Nádia Franco. Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

Link desta Matéria: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-14/ibama-intensifica-fiscalizacao-para-combater-desmatamento-ilegal-na-amazonia