quarta-feira, 9 de outubro de 2013

São Luís - Policial Militar reformado foi executado com 8 tiros na frente de sua casa.

Postado em por Redação (GI Portal)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Entidades(O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Nacional dos Médicos Residentes ) se dobram ao Governo e concordam com "Mais Médicos".

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Depois de meses de ataque ao projeto, com protesto nas ruas e recusa na liberação dos registros dos médicos estrangeiros, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Nacional dos Médicos Residentes aceitaram, com poucas ressalvas, o novo texto da medida provisória 621/2013, que criou o programa "Mais Médicos"; a proposta deve ser votada na noite desta terça-feira (8) pela Câmara; texto do relatório final passará por mudanças no plenário; "o que vemos é o surgimento do Mais Saúde em lugar do Mais Médicos. Estamos ajudando o Governo a ampliar seu projeto específico para uma proposta realmente estruturante para a saúde pública brasileira”, disse Roberto d'Ávila, presidente do CFM.

8 de Outubro de 2013 às 19:57
247 – Governo e entidades médicas chegaram a um acordo sobre o programa “Mais Médicos”. O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Nacional dos Médicos Residentes aceitaram, com poucas ressalvas, o novo texto da medida provisória 621/2013, que criou o projeto. A proposta deve ser votada na noite desta terça-feira (8) pela Câmara.

As entidades aceitaram que o Ministério da Saúde passe a emitir o registro especial para os médicos formados no exterior atuarem no país. Essa era a principal polêmica envolvendo o parecer do relator, Rogério Carvalho (PT-SE). 

O programa foi alvo de vários ataques das entidades que criticam a atuação desses profissionais no país sem revalidação do diploma. Os conselhos regionais de medicina chegaram a dificultar a emissão do registro, o que vem impedindo a atuação desses médicos.

O apoio ao texto do relator foi negociado com a contrapartida de que seria retirado do texto trecho que cria o chamado Fórum Nacional de Ordenação de Recursos Humanos na Saúde.

O fórum foi criticado pela oposição, que apontou interesse do governo federal em criar o espaço para tomar decisões em diferentes temas da saúde. Além disso, houve ainda o compromisso de incluir no projeto a previsão de uma carreira de Estado dos médicos a ser implantada nos próximos anos.

O presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, considerou o entendimento alcançado um importante avanço para a assistência brasileira por abrir perspectivas e compromissos concretos relacionados a pontos nas áreas de financiamento e de recursos humanos. Além disso, o resultado do entendimento trouxe um melhor delineamento para a forma como os médicos intercambistas poderão atuar no país.

“O que vemos é o surgimento do Mais Saúde em lugar do Mais Médicos. Estamos ajudando o Governo a ampliar seu projeto específico para uma proposta realmente estruturante para a saúde pública brasileira”, disse.

Após a reunião, que durou mais de duas horas, foram informados ainda outros itens que passaram por entendimento entre entidades e líderes da base governista. 

Entre eles, estão: permanência máxima de intercambistas estrangeiros dentro do Programa Mais Médicos por três anos (dois anos com possibilidade de renovação de contrato por mais um); obrigatoriedade de aprovação em exame de revalidação de diploma para os estrangeiros ou brasileiros que sem títulos revalidados que decidirem ficar no país após o fim de seu contrato; e garantia de avaliação dos cursos de medicina na lógica da progressão de conhecimento por meio de aplicação de exames periódicos.

Os líderes do Governo sinalizaram com a possibilidade de incluir nas propostas que discutem o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) artigos que assegurem o aumento dos repasses federais de forma consistente e suficiente para atender as demandas da população e de aperfeiçoamento da infraestrutura disponível.

De acordo com o deputado Rogério Carvalho, que também relatará o projeto de lei que discute o financiamento do SUS, deverá ser incluído na proposta encaminhada para votação o compromisso da gestão federal de aportar mais R$ 25 bilhões até 2016 ao orçamento da Saúde.

 “O financiamento é crucial para a sobrevivência do SUS e para a melhoria dos serviços oferecidos à população. Este é um anseio dos brasileiros, o qual não pode ser ignorado pelos parlamentares e pelo Governo. 

Acreditamos que com esta determinação de transferir mais recursos da União e com a qualificação e modernização da gestão do Sistema Único, os ganhos serão significativos para toda a sociedade, sem prejuízos para a luta em defesa do movimento Saúde+10. 

O empenho dos médicos e de suas entidades tem sido fundamental para esta conquista”, ressaltou o 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital, que também acompanhou a reunião.


São Luís - Lilica do Bonde dos 40 faz festa no Araçagi e é presa pela Polícia.

Polícia realiza prisões e apreensões no aniversário de “Lilica” na praia do Araçagi.



Policias do Serviço de Inteligência da Policia Militar realizaram durante a madrugada desta terça-feira (9), uma ação que culminou com a prisão de cerca de 39 pessoas e um morto, numa casa de praia no Araçagi.


Só mulheres, foram 19 encontradas no local da prisão. Entre os detidos havia também vários menores. A festa estaria sendo patrocinada pela organização criminosa intitulada “Bond dos 40″.


De acordo com as primeiras informações da policia, no local da batida policial estava acontecendo o aniversário de “Lilica”, que tem uma mandado de prisão aberto por trafico de drogas e outros crimes, ela é considerada perigosíssima.


Além das detenções foram apreendidos quatro armas, joias, seis veículos, dinheiro e drogas. Vários policias participaram da ação que culminou ainda com troca de tiros com um elemento identificado como “Danilo” que tombou, ele era homicida.


Dois elementos perigosos e bastante conhecidos da policia, identificados como “Paulinho Matador” e “Paiacan”, conseguiram fugir do cerco policial. Entre os carros encontrados na casa estava o utilizado no arrastão ocorrido na manhã de domingo na praia do meio.


Todos que estavam na festa foram levados para SEIC (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), onde será apurado o envolvimento de todos eles em crimes na capital.

ATUALIZAÇÃO: Leia nova matéria do mesmo tema: São Luís - Policia Militar invade festa do bonde dos 40 e mais de 100 homens são presos    http://maranauta. blogspot.com.br/2014/12/sao-luis-policia-militar-invade-festa.html



Além de ruim, telefonia celular no Brasil é a mais cara do mundo.

Edição/247 Fotos: Shutterstock/Reprodução:

País ainda é o que cobra mais caro pelas chamadas em termos absolutos. Segundo um relatório divulgado em Genebra pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência das Nações Unidas, o minuto para ligação entre celulares da mesma operadora no Brasil custa em média US$ 0,71, 70 vezes mais que em Hong Kong, por exemplo.

7 de Outubro de 2013.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Juventude do PT pede expulsão de Vaccarezza, ‘expoente máximo da desvirtuação’

Por João Paulo Soares, RBA

03/10/2013 11:27 - Militantes querem Comissão de Ética para deputado que tem contrariado diretrizes do partido, entre elas a da Reforma Política,
Vaccarezza conversa com índio na entrada do Congresso.

©PEDRO LADEIRA/FOLHAPRESS
São Paulo – A Juventude do PT do Estado de São Paulo vai protocolar nesta quinta-feira (3), no Diretório Municipal da capital, um pedido de Comissão de Ética para expulsar o deputado Cândido Vaccarezza (SP) do partido. O documento já foi enviado por e-mail e também postado na página JPT em Debate do Facebook. O pedido vem a público no dia em que Vaccarezza foi cercado por um grupo de índios que protestavam na Esplanada dos Ministérios e teve de abandonar seu carro para escapar da confusão.

Vaccarezza tem provocado descontentamentos na militância petista – e mesmo entre os dirigentes de sua corrente política interna – por posicionamentos que contrariam diretrizes partidárias e são considerados “conservadores” ou de “direita”.
Há três anos e meio, quando tentava viabilizar sua candidatura à presidência da Câmara junto a setores conservadores, Vaccarezza deu uma entrevista às páginas amarelas da revista Veja em que pregou a reforma da CLT e atacou direitos trabalhistas. A CUT e o PT reagiram. E a bancada escolheu outro nome para disputar (e vencer) aquela eleição.

Agora, o deputado bateu de frente com uma das principais bandeiras do PT desde a crise de 2005, a da reforma política.

Contra a vontade do partido e da própria bancada petista, Vaccarezza aceitou coordenar o Grupo de Reforma Política controlado pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). As propostas desse grupo, encampadas e defendidas por Vaccarezza, passam bem longe daquelas que o PT definiu como prioritárias em reuniões, encontros, convenções e congressos ao longo de sua história – entre elas o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais e do voto uninominal para o parlamento.

O grupo de Vaccarezza também tem ignorado os apelos da presidenta Dilma Rousseff pela convocação de um plebiscito para decidir sobre o tema.

No documento da JPT-SP, escrito e votado durante uma reunião num assentamento agrícola, no fim de semana, a militância expressa repúdio por “alguns elementos” do PT que “se aliam aos setores conservadores da política para bombardear o projeto de reforma política construído no Partido dos Trabalhadores”.

Na sequência, diz que Vaccarezza é “o expoente máximo dessa desvirtuação”.

O texto diz ainda que a juventude petista vai exigir “atitudes coerentes das instâncias partidárias” e de seus  parlamentares, no sentido de que “se mantenham na defesa de uma constituinte exclusiva e plebiscito para a implementação de uma verdadeira reforma política no Brasil”.

Leia a íntegra:

Moção de Repúdio - Com pedido de instauração de Comissão de Ética para expulsão do deputado Cândido Vaccarezza do PT.

Entre as diversas bandeiras defendidas por nosso partido, como reforma agrária, política de cotas e transferência direta de renda, temos também como prioritária a defesa da democracia e a ampliação desta. Neste sentido, julgamos que a reforma política nos modelos construídos pela militância partidária e pela população é objetivo central para avançar a democracia brasileira.

No entanto, alguns elementos do partido se aliam aos setores conservadores da política para bombardear o projeto de reforma política construído no Partido dos Trabalhadores. O expoente máximo desta desvirtuação do projeto petista de reforma política é o deputado federal Cândido Vaccarezza.

Reunidos na Comunidade Padre Josimo, na Agrovila Campinas, Assentamento Reunidas, no município de Promissão, reivindicamos a instalação de comissão de ética para expulsão do referido deputado dos quadros do Partido dos Trabalhadores, uma vez que este não nos representa, assim como exigiremos atitudes coerentes das instâncias partidárias.

Indicamos ainda, neste mesmo sentido, que nossos parlamentares se mantenham na defesa de uma constituinte exclusiva e plebiscito para a implementação de uma verdadeira reforma política no Brasil.
Promissão, 29 de setembro de 2013.

Juventude do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo.
Leia também:
Isto É revela que Paulo Preto tem costas quentes
Vacarezza, o bolsa família, a cachaça e o contexto

domingo, 6 de outubro de 2013

Tragédia - Três Funcionários da Suzano morrem queimados em Cidelândia.

Funcionários da Suzano morrem queimados tentando apagar fogo em eucalipto.

Ontem (05) de outubro, três funcionários terceirizados que prestavam serviço para a Suzano Papel e Celulose, foram queimados vivos em um incêndio florestal ocorrido em uma das fazendas de eucaliptos da Suzano Celulose , no município de Cidelândia (MA).
Foto: Isisnaldo Lopes
Os trabalhadores morreram ao tentarem apagar sozinhos um incêndio florestal de grande proporções, as vítimas foram identificados como: 
1 - Edione Pereira Souza;
2 - Renato Cunha Linhares; e
3 - Luís Rodrigues Fontinelli.
Eles eram empregados da Emflors, uma empresa terceirizada, prestadora de serviços para a empresa Suzano. 
Os mesmos trabalhavam no local quando o incêndio teve inicio. Segundo a direção da Suzano os funcionários mortos estavam treinados e habilitados, para dar o combate ao fogo, mas, infelizmente, por uma fatalidade, vieram a falecer em circunstâncias que ainda deverá ser investigada pela policia civil.
 
Informações blog 

                                                                   

Eleições 2014 - A direita se disfarça. E a esquerda vai se mostrar mais?



Passadas as primeiras horas da rearrumação – ainda não concluída – do campo conservador para as eleições de 2014, seria bom que a esquerda popular também olhasse para si e avaliasse seus próprios comportamentos e erros.

Porque, a rigor, as coisas só não são promissoras para a direita brasileira por três fatores essenciais.

O primeiro, claro, é Lula, cuja empatia popular e a memória dos avanços que produziu, no Governo, permanecem e funcionam assim como uma espécie de “bomba atômica”  diante dos assanhos do conservadorismo, que sabe e teme o que ele vá representar quando se colocar como referencial de voto.

O segundo, a respeitabilidade da figura de Dilma Rousseff, que tem austeridade e autoridade, e sobre quem, até hoje, não se conseguiu tisnar a imagem séria que ela transpira. Isso, em parte, ajuda a compensar o silêncio e a invisibilidade de seu Governo, que só aparece para o combate político quando ela própria toma a iniciativa. O “Mais Médicos” e a reação à espionagem americana são os mais recentes – e evidentes – exemplos disso. No resto do tempo, o silêncio e a falta de definições compreensíveis para as políticas de Governo, que não são – ou quando são, envergonham-se em dizer

O terceiro fator é externo: a incapacidade da direita de ter produzido quadros novos e, com isso, apresentar faces diferentes para suas velhas idéias. Aécio Neves não tem carisma algum e construiu-se como candidato mais pelo esgotamento de José Serra que por suas virtudes políticas. Em matéria de alianças, pouco ou nada foi além daqueles locais, onde o poder do governo de Minas e os “rachas” e equívocos do PT mineiro, que de alguma forma o legitimou com o apoio da seus indicados em Belo Horizonte. Além do mais, pela disputa interna em que se viu envolvido e por sua própria falta de discurso, Aécio passou meses “dependurado” em Fernando Henrique Cardoso, o que dispensa maiores comentários sobre representar “o novo”.

Comecemos, então, por este último fator.

Ainda é cedo para dizer com todas as letras, mas fica claro que a direita (a que manda, a turma da bufunfa, na genial expressão de Paulo Nogueira Batista Júnior) está construindo um caminho que exclui Aécio e que, talvez, exclua o próprio PSDB como alternativa eleitoral, ainda que não de poder. Eduardo Campos tem algumas coisas que, em geral, faltam aos pretendentes a “enfant gâté”, menino mimado da direita.

Uma origem nordestina, de esquerda hereditária, mas apoiada em uma capacidade de convívio e relacionamento com as oligarquias conservadoras e livre da pecha de anti-Lula, não apenas porque apoiado por ele em duas eleições como, também, pela renitente esperança do ex-presidente de trazê-lo, num segundo turno, para as forças de apoio a Dilma.

O que, para mim, torna-se mais difícil pelas alianças à direita que construiu para sua candidatura e, agora mais ainda, pela presença rancorosa de Marina Silva em sua composição.

Como é cedo para dizer o rumo que a sucessão tomará com as “novidades” do final desta semana, manda a prudência política que o governo e o PT se conservem num certo “resguardo” pessoal de Lula e de Dilma nesta questão.

Mas, ao mesmo tempo, parece ter chegada a hora de reavivar o significado e os projetos deste projeto de governo que, não se pode negar, perdeu parte de suas forças de apoio partidárias, embora isso não queira dizer, neste momento, perda eleitoral.

Tanto Lula quanto Dilma, que por diversas razões vinham, até pouco tempo atrás, se poupando de exposição, estão chamados, imediatamente, a expor-se mais e, sobretudo, a expor mais direta e claramente compromissos, realizações e objetivos de seu governo.

A reforma ministerial pré-eleitoral deve sofrer uma antecipação, não apenas em busca de recomposição política mas, sobretudo, para tirar a máquina pública do marasmo comunicativo em que se encontra, ausente como se percebe (salvo raras exceções, como o Ministro Alexandre Padilha) da polêmica.

O “núcleo mole” do Governo – um lote generoso, no qual se destacam Paulo Bernardo e José Eduardo Cardoso – também precisa ser substituído por pessoas que possam, ao lado de tirar a administração do marasmo e da “pomada” lubrificante que marca estes personagens travar a polêmica com a ofensiva conservadora que certamente virá.

Será um enorme engano contar que a mídia – e as armações que, sob sua batuta, a direita produzir –  são incapazes de produzir novidades na disputa eleitoral.

É verdade que a direita brasileira está, ainda, sem cara. Mas também é verdade que, como de outras vezes, ela pode produzir uma cara nova e palatável para suas ideias. Ou ir buscar no estoque de velharias, sua cara hoje mais velha, a de José Serra, retomando, com Eduardo Campos, o papel divisionista que se esperava de Marina Silva.

Fernando Brito

No Tijolaço