segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Socializando conhecimento - I. Livro Sociologia da Imagem - Ensaios Críticos..

Pretendo com este tópico "Socializando conhecimento" apresentar aos visitantes deste blog sugestões de "endereços eletrônicos" que considero interessante, além de indicar e-books, vídeos, textos, etc... Preferencialmente de downloads gratuítos, buscando sempre respeitar os direitos autorais de seus respectivos proprietários. 

Passeio virtual, que tal vc conhecer o site abaixo?

http://www.cafecomsociologia.com

 

O Maranauta apresenta como dica de leitura:

Sociologia e Imagem

Em Fevereiro de 2004 o professor/ pesquisador Mauro Guilherme Pinheiro Koury publicou um livro/coletânea composto por diversos trabalhos de autores nacionais preocupados com a questão dos usos da imagem nas Ciências Sociais e, particularmente, na sociologia. Trata-se de trabalhos apresentados em congressos durante o período de 1997 a 2003.

O livro é disponibilizado, em formato digital, no site da Universidade Federal do Paraíba/UFPB, podendo ser acessado aqui.

O livro está dividido em três partes. Sendo:

PARTE 1. COMUNICAÇÃO, ARTE E POLÕTICAS CULTURAIS: A DIMENSÃO IMAGÉTICA

PARTE 2. VÍDEO E FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTOS DE PESQUISA 

PARTE 3. FOTOGRAFIA COMO OBJETO DE PESQUISA.

Esta matéria foi publicada originalmente em:
http://www.cafecomsociologia.com/2012/12/sociologia-e-imagem.html


MATÉRIAS RELACIONADAS.  

Socializando conhecimento - II. Dica de leitura A história da Ciência.

 http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/socializando-conhecimento-ii-dica-de.html

India novo caso de estupro coletivo, policiais são suspensos.

Quatro policiais foram suspensos e um quinto foi transferido em conexão com os desdobramentos de um novo caso de estupro e assassinato ocorrido perto da capital da Índia, Nova Déli.

O pai da suposta vítima de 21 anos disse à BBC que ela teria sofrido um estupro coletivo. Seu corpo foi encontrado no sábado.

Dois homens suspeitos de envolvimento com o crime foram presos e um terceiro teria fugido.

O novo episódio vem à tona no mesmo dia em que cinco homens compareceram a um tribunal da capital indiana, acusados de sequestro, estupro coletivo e assassinato de uma jovem de 23 anos no mês passado, em um caso que chocou a Índia e despertou uma série de protestos por todo o país.

A vítima do episódio mais recente era uma empregada de uma fábrica em Noida, um subúrbio de Nova Déli.

De acordo com a mídia indiana, ela foi dada como desaparecida na sexta-feira, por não ter regressado para casa após o trabalho.

O pai da menina afirmou que a polícia inicialmente não demonstrou qualquer reação ao ser informada de sua desaparição, sugerindo que ela talvez tivesse fugido com alguém. O episódio gerou protestos em Noida.

Processo acelerado - No sábado, foram identificados os cinco acusados do crime que causou comoção na Índia - o estupro coletivo e assassinato de uma jovem de 23 anos dentro de um ônibus.

Os promotores dizem ter amplas provas contra os suspeitos, que poderão ser condenados à pena de morte se considerados culpados.

Os cinco acusados são Ram Singh, seu irmão Mukesh, Pawan Gupta, Vinay Sharma e Akshay Thakur.

Um sexto acusado, um adolescente de 17 anos, será julgado em um tribunal juvenil.

O processo foi acelerado, para que os acusados pudessem ser julgados semanas após o crime, em vez de meses, como seria o procedimento tradicional.

No dia 16 de novembro, a vítima, uma estudante, foi estuprada por cerca de uma hora, espancada com barras de ferro e lançada para fora nua do ônibus em movimento, juntamente com um amigo.

Ela morreu dias depois em um hospital, em consequência de seus ferimentos.

O incidente segue gerando protestos na Índia. No domingo, ativistas foram novamente às ruas em Nova Déli, reivindicando leis mais duras contra estupro e reformas por parte da polícia.

Muitos ativistas afirmam que a polícia constantemente deixa de indiciar acusados de crimes sexuais.

 Esta notícia foi publicada originalmente em:

Carta Capital Entrevista - Vera Regina Müller “No Brasil, pensamos que só a cadeia resolve”

A juíza aposentada Vera Regina Müller é uma das pioneiras no Brasil na defesa de penas alternativas. Apaixonou-se pelo tema no início da década de 1980, quando conheceu a realidade britânica: de cada cem penas aplicadas no Reino Unido, 80 são alternativas. 
 
Müller implantou penas alternativas no Rio Grande do Sul, sua terra natal, em 1985. Em 2000, faria o mesmo na Central Nacional de Penas e Medidas Alternativas (Cenapa) do Ministério da Justiça, que comandou no fim do governo de Fernando Henrique Cardoso.
 
Com o julgamento do “mensalão”, mais do que nunca o debate sobre as penas alternativas volta à tona, mas o assunto guarda duas ironias: se o governo do PSDB foi o responsável por tê-las implementado no País, não deixa de ser, no mínimo, curioso que o partido agora defenda, com unhas e dentes, o encarceramento dos condenados. 
 
Por outro lado, o PT, que gostaria de ver José Dirceu, José Genoino e outros colegas de partido cumprir penas alternativas, em vez de presos, diminuiu a verba federal para o setor nos últimos anos. A juíza explica sua visão do tema na entrevista abaixo:
A juíza aposentada Vera Regina Müller, uma das pioneiras
no Brasil na defesa de penas alternativas.
Foto: Sergio Amaral

CartaCapital: Desde que a senhora esteve no governo, evoluiu a questão das penas alternativas no Brasil?
 
Vera Müller: Carecemos, hoje, de um sistema online para medir as aplicações no País. Os dados que chegam são muito atrasados. Até onde se contou, em 2009, o número de penas alternativas ultrapassou o número de encarcerados: são cerca de 540 mil encarcerados e mais de 640 mil aplicações de penas alternativas. E deve ser muito mais.
 
CC: Não é irônico que o PSDB, que criou uma central de penas alternativas, defenda agora o encarceramento dos condenados no “mensalão”?
 
VM: É irônico, mas tem outra conotação aí, política. No Brasil, achamos que a única coisa que resolve é a cadeia. Está aí o (José Luiz) Datena que passa a tarde na televisão a martelar, a preconizar o encarceramento. Quando comecei a fazer esse trabalho, verifiquei que 75% dos processos numa vara criminal eram de menor potencial ofensivo. Só 35% são delitos mais graves. Os demais não tiveram defensor público, são pobres, sem qualificação profissional, poderiam estar fora da cadeia. Os delitos mais graves são em muito menor número, mas a população não sabe disso.
 
CC: Há quem defenda que crimes de colarinho-branco não sejam punidos com penas restritivas de liberdade, mas com multas e penas alternativas. A senhora concorda?
 
VM: Depende do crime de colarinho-branco. A Justiça Federal tem juizado especial e trabalha com penas alternativas e o recolhimento é fantástico exatamente em função da aplicação de multas a crimes do colarinho-branco. Muitas instituições são beneficiadas com isso, dá para fazer muita coisa. O que eu fico impressionada é dizer que “não vai dar em nada, vai aplicar pena alternativa”. Pena alternativa, quando bem aplicada, tem a sua função de prevenção da criminalidade e de reprimenda. O que se procura? Fazer com que a pessoa se sinta tão constrita, responsabilizada, que não volte a delinquir.
 
CC: Para aplicar a pena alternativa, a questão é apenas o réu não oferecer risco à sociedade?
 
VM: Violência, grave ameaça ou risco à sociedade. A maior parte das tipificações do código penal é para delitos mais leves. Quando a pena é de até quatro anos, o juiz precisa aplicar a pena alternativa se o réu preencher as condições: se é primário, se não tem antecedentes, se o delito é proporcional, tem vários requisitos. Quando tem essas condições, tem de aplicar, não pode fugir.
 
CC: Hoje quais são as penas alternativas possíveis?
 
VM: Tem a prestação de serviços à comunidade, a limitação de fins de semana, a prestação pecuniária. Têm, também, aquelas que a Lei Maria da Penha trouxe, que é o agressor se manter a tantos metros de distância da vítima e ter de se apresentar à Justiça de tempos em tempos. Em minha opinião, o que funciona muito bem, quando bem aplicada, é a prestação de serviços à comunidade. A reincidência é menor.
 
CC: Se as penas alternativas fossem mais bem aplicadas, as cadeias estariam mais vazias?
 
VM: Num primeiro momento, se acreditava que poderia esvaziar, mas são muitos os fatores. Como o movimento de entrada é muito grande, não dá para dizer isso. O que precisa é mais investimento. Fui ao Ministério da Justiça e, quando vi os recursos aplicados, me apavorei: são os mesmos de 12 anos atrás. São só 3 milhões de reais previstos para o ano que vem.
 
CC: Quer dizer que o PT agora defende penas alternativas, mas não investiu em sua aplicação?
 
VM: Investiu, mas todo o dinheiro do Fundo Penitenciário Federal está sendo utilizado para o superávit primário. A arrecadação que a pena alternativa teria é muito maior do que estes 3 milhões que se têm agora para o orçamento do ano que vem. Está na mão do ministro tomar alguma atitude.
 
CC: As penas alternativas caminharam mais rápido no governo FHC ou no governo Lula/Dilma?
 
VM: No governo FHC foi dado o start. Depois, num período grande do mandato de Lula, o recurso chegou a 9, 10 milhões de reais, mas logo começou a reduzir. Então, acho que os dois governos estimularam. O que não pode é deixar morrer, precisa dar um salto. No nosso país entende-se que a expiação tem de ser na cadeia, e quanto pior a cadeia, melhor. Mas lidamos com seres humanos. Como é que essa pessoa vai sair e ter uma vida harmônica na sociedade se é maltratado lá dentro? A pena alternativa ajuda muito para que ele não ingresse na prisão. E quem está lá tem de ser bem tratado.
 
CC: Outro dia o ministro José Eduardo Cardozo falou que se mataria se fosse preso no Brasil. O que a senhora achou?
 
VM: Teve o lado bom e o lado ruim deste comentário. O lado bom é que ele foi absolutamente sincero, foi até elogiado pela coragem de dizer o que estava sentindo. O lado ruim é: puxa, então por que não faz alguma coisa? Hoje o que está se propondo para o ministro é a municipalização da execução penal, já que o delito acontece no município.
 
CC: Existe na opinião pública uma vontade muito grande pelo encarceramento, não é?
 
VM: Exato, coloca-se o encarceramento como uma forma de terceirizar a execução penal. “Eu vou deixar lá na cadeia, não quero nem ver”. Pretende-se jogar para baixo do tapete, como se o réu não fosse fruto da sociedade em que a pessoa vive. Quando eu era criança, tinha uma cadeia pública pertinho de onde a gente brincava, em São Leopoldo (RS). Não tinha muros fechados, eram de arame, e a criançada enxergava os presos. Nenhuma criança estranhava. Hoje, quando querem fazer uma cadeia em qualquer lugar é uma gritaria lascada, ninguém quer saber de prisão por perto. Talvez fosse preciso um trabalho de mídia importante para explicar o que são as penas alternativas.
 
Cynara Menezes - No CartaCapital.

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http://www.cartacapital.com.br/sociedade/no-brasil-pensamos-que-so-a-cadeia-resolve/

Uruguai segue Argentina e edita a sua Lei dos Meios.

publicado em 6 de janeiro de 2013 às 11:23

por Daniela Novais, no Brasília em Pauta

A Lei dos Meios na Argentina teve seu modelo seguido pelo Uruguai, que decidiu colocar um freio dos monopólios de comunicação do país. 

A Secretaria de Comunicação da Presidência governo de José Mujica editou um decreto nesta quarta (02) e limitou a quantidade de afiliadas que podem ter as empresas privadas de televisão. “Por La diversidad, evitando oligopolios”, diz a Secretaria de Comunicação em seu site oficial.

O decreto limita a 25% o total de domicílios que uma empresa pode alcançar em todo o país e a 35% em cada território. “Sem afetar direitos adquiridos, se entende necessário limitar a participação no mercado de operadores de televisão para afiliadas, evitando a geração de monopólios e oligopólios”, pontua.

O decreto recorda que, no início, o mercado de serviços de televisão para afiliados se constituiu com base no princípio de territorialidade. Mas, atualmente, esse mercado está dominado por operadores que, em sua maioria, prestam serviços em todo território nacional e as empresas tem influído no desenvolvimento de produções locais de televisão, acrescenta o texto.

O documento sustenta que isso pode produzir “uma grande concentração não desejada, atendendo ao princípio de diversidade, e afetar o desenvolvimento de operadores que se encontram limitados a uma área territorial determinada”. Clique aqui para ler o decreto na íntegra


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Notícias de ontem. Em Portugal teve início campanha de combate à fome

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EPA

Em 1 de dezembro, o Banco Alimentar iniciou em Portugal uma campanha de combate à fome que se prolongará até ao próximo dia 9.

Nos supermercados, voluntários convidam os compradores a doar alguns alimentos e a mostrar-se solidários com as pessoas que passam fome. 

Os alimentos doados e recolhidos nos supermercados, após triagem no Banco Alimentar por voluntários, são depois distribuídos às instituições de apoio social, que os fazem chegar às pessoas carenciadas, quer em espécie quer na forma de refeições prontas.

Desde 1992, o número de pessoas carenciadas a nível alimentar em Portugal cresceu de 15 mil para 370 mil.

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domingo, 6 de janeiro de 2013

Adolescente desarmado é executado com tiro de escopeta calibre 12. Assassinato gerou comoção em Gonçalves Dias/MA.

 

Protesto dos gonçalvinos em frente a delegacia municipal.
Protesto em frente a delegacia . http://gd-ma.com/2013/01/05/assassinato-em-goncalves-dias-gera-comocao/

Crime bárbaro revolta população de Gonçalves Dias

Um crime covarde e bárbaro deixou revoltada a população de Gonçalves Dias. Ontem, milhares de pessoas realizaram grande manifestação pelas ruas centro, chegando até a delegacia, pedindo justiça e paz.


O crime ocorreu às 23h30  da última sexta-feira. O jovem Jeferson, 17 anos, conhecido como Cacô, estava pilotando uma moto empinando a máquina nas avenidas da cidade.


Uma viatura observou as cenas e saiu em perseguição ao jovem motoqueiro que caiu. Os policiais que estavam na viatura, o delegado Paulo Salomão Damasceno, o escrivão Marcelo e um guarda municipal.


Caído e indefeso, o jovem recebeu dois tiros de espingarda 12 e foi colocado na viatura, que circulou pela cidade por uns 30 minutos. Só depois que a vítima foi levada ao hospital, aonde já chegou sem vida.


Percebendo o tamanho da violência e do gesto bárbaro, os três policiais saíram da cidade. 

O delegado havia sido afastado do cargo desde setembro, mas reconduzido a pedido do prefeito que se elegeu agora, Vilson Trindade.

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Assassinato gera comoção em Gonçalves Dias


05/01/2013


O Estado do Maranhão tem alcançado níveis alarmantes no número de assassinatos, dando continuidade à série de barbáries que se observa em todo território nacional. Esses tristes e indecorosos assassinatos têm ocorrido com maior frequência na capital do Estado, entretanto, essa realidade vai se espalhando para o interior.

Locais que outrora eram calmos e pacatos se tornam palco para a violência desmedida e inexplicada, numa espécie de espetáculo grotesco de imitação do quotidiano das grandes urbes. Um triste fato tem gerado comoção e protestos na pacata cidade de Gonçalves Dias. 

Na noite do último dia 04/01, o menor J. A. A. F., de dezessete anos, foi alvejado pelas costas o que causou morte quase instantânea. O fatídico ocorrido alterou os ares de tranquilidade da cidade, criando um verdadeiro clima de insegurança, temor e revolta.


Para evidenciar tal impasse, a população mobilizou-se em passeata na tarde deste sábado (05), requerendo justiça e o fim da impunidade que ameaça ser a nova moradora do município. 

O disparo teria sido supostamente efetuado por um Guarda Municipal, que não possui porte de arma ou qualquer tipo de preparo para servir as forças armadas ou a segurança dos munícipes  formando uma força praticamente irregular, contratada de forma precária ainda pelo ex-gestor. O autor do(s) disparo(s) não foi identificado e estaria foragido.


Segundo Francilene Pereira Fernandes, tia da vítima, o acontecido foi devido ao jovem está andando de moto e fazendo manobras. Também, segundo Francilene, por volta das 23h, a Polícia Civil iniciou a perseguição do jovem e ao dobrar a esquina da rua da sua casa ele foi alvejado com um tiro, o que ocasionou em sua morte. (Imirante)


O acontecimento bárbaro e injustificado causou comoção na cidade, levando a manifestação pública da sociedade que saiu as ruas exigindo paz e justiça, tanto nas ruas como nas redes sociais. 

Até mesmo o prefeito recém-empossado Vilson Andrade (PC do B) se manifestou afirmando que a justiça prevalecerá com a apuração imparcial e punição rigorosa dos culpados.

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O excelente começo de Fábio Câmara…

Vereador Fábio Câmara
Nenhum dos novos vereadores eleitos em São Luís teve um início de mandato tão positivo quanto o peemedebista Fábio Câmara.

Desde a eleição, em outubro, Câmara tem se destacou pela postura firme, pela lealdade e principlamente pelo poder de articulação política, demonstrado sobretudo na eleição da Mesa Diretora da Câmara.

- Um homem público não pode perder o caráter. E o caráter é formado também pela lealdade que ele mostra aos seus aliados com a segurança na palavra dada- argumenta ele.

Sua postura de dignidade recebeu elogios dos colegas vereadores veteranos e ampliou a admiração que os novatos tiveram dele desde o primeiro dia de reuniões.

Na vitória de Isaias Pereirinha (PSL) contra o rolo compressor da administração Edivaldo Júnior (PTC), Fábio Câmara mostrou a mesma lealdade com a qual iniciou a vida pública.

Lealdade que o faz reconhecer – mesmo rompidos há anos - a importância que teve o deputado estadual Roberto Costa (PMDB) em sua trajetória.

- Não posso deixar de reconhecer que ele abriu as portas do PMDB para mim. Foi lá que comecei, como contínuo, e cheguei à Câmara Municipal, com votação consagradora. Não fosse ele, certamente não estaria aqui - explica ele.

Menino pobre da região da Madre Deus, negro, Fábio Câmara chegou à política com a determinação de quem sabe onde quer chegar. Assim, resistiu aos bombardeios de adversários, aos ataques infundados e à covardia dos inimigos.

Até se eleger vereador.

Desde as articulações da eleição na Câmara, o peemedebista passou a ser uma referência entre os novatos e uma segurança para os veteranos.

E isto é só o começo…
 
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