sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Homem com transtornos psicológicos comete suicídio.


Foto Ilustrativa 2013
Na ultima quarta-feira (23), em Mata Roma, um homem recorreu ao suicídio. 

Carlan Santos Mendes, de 32 anos, quesofria de transtornos psicológicos e foi encontrado enforcado hoje na manhã de ontem, no banheiro de sua residência.

Segundo informações dos familiares de Carlan, mesmo com transtornos o rapaz tinha momentos de plena lucidez, e quando se encontrava nesses momentos, era calmo e muito calado.

Na família do jovem já foi notificado outros casos de doença mental, o suicida possui uma irmã que também sofre de transtornos psicológicos.



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ATENÇÃO. Edital de Pontos de Leitura de Cultura Negra foi prorrogado.

Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC) prorrogou o prazo para inscrição de instituições interessadas em gerir e implantar o edital do projeto de implantação de Pontos de Leitura de Cultura Negra em todos os estados brasileiros.

Os candidatos terão até o dia 4 de fevereiro de 2013 para inscrever seu projeto. 

A partir do dia 15 de janeiro o Siconv estará aberto para receber as propostas.

O edital prevê a implantação de 27 pontos para fomentar a leitura nas comunidades atendidas e também oficinas de formação de escritores como forma de ampliar a presença dos criadores negros na cultura brasileira, que integra as políticas afirmativas de combate ao racismo anunciadas recentemente pelo Ministério da Cultura.

O investimento deve chegar a R$ 3,2 milhões.

Acesse aqui o edital aqui.


Fonte: site Cultura e Mercado

*Com informações do site da Fundação Biblioteca Nacional.

Parlamentares abusam de mulher desacordada após festa na Assembleia Legislativa da Bolívia.

Crédito : Reprodução
Os parlamentares bolivianos Domingo Alcibia e Javier Humana, foram expulsos pelo tribunal de ética do MAS, partido governista da Bolívia. 

Eles são acusados de envolvimento no estupro de uma funcionária, nas dependências da Assembleia Legislativa de Chuquisaca. Outros políticos também participaram do crime. O vídeo, que dura cerca de 15 minutos, é datado de 20 de dezembro de 2012, e traz a inscrição "Hall of atribuições 1".

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu punição severa contra os envolvidos. Em comunicado na capital La Paz, a ONU afirmou que os envolvidos no que “parece ser uma agressão flagrante, gravada em vídeo, devem ser imediatamente investigados, julgados e punidos severamente de acordo com a lei”.

O crime - Os políticos usaram a sala de sessões da assembleia para abusar sexualmente da mulher e as câmeras de segurança flagraram o ato. As imagens foram divulgadas nas emissoras locais na semana passada. 

O presidente da Bolívia, Evo Morales, e o vice-presidente, Álvaro García, repudiaram o crime. Morales pediu que os envolvidos no caso se afastassem do cargo através de um pedido de renúncia ou de licença por tempo indeterminado. 

A assembleia criou uma comissão responsável por investigar o caso. O grupo será composto por parlamentares de diferentes partidos. O procurador-geral da Bolívia, Ramiro Guerrero, solicitou a abertura de uma investigação criminal sobre o caso e o governador de Chuquisaca, Esteban Urquizu, pediu que os envolvidos no caso fossem afastados da função.

 
 

Jornalista Lúcio Flávio Pinto condenado mais uma vez pela justiça paraense.

Crédito : Reprodução
O jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, que edita há 25 anos o Jornal Pessoal, ganhou mais uma condenação para sua coleção, por conta das matérias que publica. 

Ele deverá pagar a 600 salários mínimos, o que equivale R$ 410 mil, ao empresário Romulo Maiorana Júnior e à empresa Delta Publicidade S/A, de propriedade da família dele que coordena as Organizações Romulo Maiorana, um dos maiores grupos de comunicação do Norte e Nordeste.

A decisão da desembargadora Eliana Abufaiad, que negou o recurso interposto pelo jornalista no primeiro semestre de 2012, data de 21 de novembro de 2012, mas foi publicada apenas em 22 de janeiro com uma incorreção e, por causa disso, republicada nesta quarta-feira, dia 23. 

O jornalista vai recorrer da decisão, tentando levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas teme que a condenação seja confirmada.

O jornalista foi alvo de exatos 33 processos desde 1992, sofreu agressões físicas e verbais por causa de seus artigos.

Maiorana – Maiorana alegou ter sofrido danos morais e materiais devido à publicação, em 2005, do artigo “O rei da quitanda”, no qual o jornalista abordava a origem e a conduta do empresário à frente de sua organização. Por causa desse texto, em 12 de janeiro do mesmo ano, Lúcio Flávio foi agredido fisicamente pelo irmão do empresário, Ronaldo Maiorana, junto com dois seguranças deste em um restaurante de Belém.

Além de a justiça paraense não condenar Maiorana pela agressão física, promove um ataque à liberdade de imprensa a cada sentença contra Lúcio Flávio. Não é à toa que, depois da agressão, o jornalista se tornou alvo de 15 processos judiciais, penais e cíveis, movidos pelos irmãos Maiorana e chegou a ser condenado em 2010 a pagar uma quantia de R$ 30 mil, mas recorreu da decisão do juiz Francisco das Chagas.

Lúcio Flávio vê nesses processos uma clara tentativa de impedimento à realização do seu trabalho junto à imprensa, lamenta o fato de juízes e o próprio Tribunal de Justiça do Pará não terem avaliado o mérito dos recursos por ele apresentados. “Os tribunais se transformaram em instâncias finais.

Não examinam nada, não existe mais o devido processo legal. E isso não acontece só comigo. São milhares de pessoas em todo o Brasil, todos os dias, que não têm direito ao devido processo legal. Em 95% dos casos julgados no país rejeitam-se os recursos. Não tem jeito”, afirma.

Segundo o Jornalista, há outra ação judicial em curso, ainda a ser julgada, na qual Romulo Júnior pede R$ 360 mil de indenização também por danos morais e materiais.

Perseguição judicial – Lúcio ficou ainda mais conhecido no início de 2012 quando foi alvo de uma condenação que mobilizou pessoas e organizações, nacionais e estrangeiras, que o obrigaria a indenizar a família do falecido empresário Cecílio do Rego Almeida. O crime teria sido chamar de “pirata fundiário” o homem que tentou fraudar e se apropriar ilegalmente de quase 5 milhões de hectares de terras públicas, na região paraense do Xingu, denúncia posteriormente comprovada pelo próprio Estado.

Nesse caso, aliás, a sentença foi irregular. Em 2006 o juiz Amílcar Roberto Bezerra substituiu, por um dia, o juiz responsável pelo caso de Cecílio do Rego Almeida e levou o processo de 400 páginas para casa durante o fim de semana, devolvendo na terça posterior, quando a juíza titular já estava no domínio das funções e sentenciou retroativamente para a sexta, entre 10h e 14h.

Sobre o comentário do jornalista sobre a sentença, o próprio Amílcar se manifestou via facebook em fevereiro do ano passado. “Pensei em dá-lhe uns sopapos, mas não sei brigar fisicamente; pensei em processá-lo judicialmente, mas não confio na justiça (algo que tenho em comum com o pateta do LFP). Então resolvi usar essa tribuna para registrar o meu protesto. 

Mas se o Lúcio for realmente MACHO e honrar as calças que veste, esta desafiado para resolver nossas pendências em uma partida de tênis. Escolha a quadra, o piso, as bolas, o local, data e hora, CANALHA!!!!!”, escreveu o juiz.

Em seguida, o magistrado afirmou ainda: “Eu quero me aposentar. bem que esse otário do LFP poderia fazer uma reclamação no CNJ. Juro que não me defento e aceito a aposentadoria agora. Me ajuda, babaca!!!!!! (sic)”. Viva, pois, a liberdade de expressão...

Com informações do blog “Somos Todos Lúcio Flávio”.
 
 
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Em 24 horas ocorreram dois homicidios no sistema prisional de São Luís.

Pedro Araujo da Silva

Em 24 horas foram registrados dois homicidios no Sistema prisional de São Luís.  

Segundo informações da SEJAP, a primeira vítima foi o detento Paulo Rogério Barbosa Soares, de 29 anos, ele residia na Vila Embratel, interno do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas. 

E a outra vítima foi o detento Pedro Araujo da Silva, de 25 anos, que era originário do município de Zé Doca, foi morto no Presídio São Luís II, nesta Capital de São Luís. 

Abaixo reportagens detalhadas sobre as duas mortes, contendo os respectivos créditos.

 

Trancrevemos abaixo o Primeiro Caso.

Detento é encontrado morto no CDP de Pedrinhas



A Secretaria de Estado da Justiça e da Administração Penitenciária (Sejap) informa que o detento Paulo Rogério Barbosa Soares, de 29 anos, interno do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, foi encontrado morto no inicio da tarde desta quinta-feira (24), na ala delta da unidade. O corpo da vitima foi encontrado com uma chuçada no peito.

Morador da Vila Embratel, o detento chegou à unidade em dezembro de 2012 e foi preso por roubo. Ele já tinha outras passagens pelo sistema prisional do estado. Após a descoberta do crime todos os procedimentos foram efetuados imediatamente. A Perícia foi acionada e um inquérito será aberto. O delegado Cristiano Farias, do 12º Distrito Policial, investigará o caso.
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Trancrevemos abaixo o Segundo Caso.

Detento de Zé Doca morto a chuçadas dentro do Presídio São Luis II era de alta periculosidade.



No início da tarde desta quarta-feira (23), o detento Pedro Araujo da Silva, de 25 anos, natural de Zé Doca, foi morto no Presídio São Luís II, em São Luís. O preso chegou ao presídio de segurança máxima na sexta-feira (18) e foi morto a chuçadas dentro de um banheiro em uma ala.



Segundo informações apuradas pelo o blog, o detento era considerado de alta periculosidade, suspeito de cometer vários homicídios e assaltos a mão armada na região do município de Zé Doca.



De acordo com as informações, ele respondia na região por três tentativas de homicídio e um homicídio, sendo que esse último praticado em frente ao Quartel da Policia Militar em Zé Doca no mês de setembro.



Pedro Araujo da Silva, de 25 anos, foi transferido pra São Luis por questão de segurança, pois segundo informações, chegaram ao ouvido da polícia que o mesmo poderia ser resgatado da Delegacia Regional de Zé Doca.


Ele foi atingido com vários golpes de chuço. A polícia ainda investiga o motivo do crime. Ainda não há informações sobre o que teria motivado o crime ou quem o teria praticado.




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Maranhão Bandidos dão dez tiros em produtor do ‘Balanço Geral’ e ‘Qual é a Bronca’. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/maranhao-bandidos-dao-dez-tiros-em.html

Corte de Justiça alemã julga internet como serviço "essencial".


Segundo nova determinação do País, falta de acesso à internet é comparável à perda de um carro e pode acarretar em indenização.

25 de Janeiro de 2013 às 06:54.

247 – A Corte Federal de Justiça da Alemanha determinou, nesta quinta (24), que seus cidadãos têm direito a pedir compensação a provedores de internet em caso de interrupção do serviço, pois o acesso é uma parte "essencial" da vida.

A determinação surgiu em decorrência do caso de um homem que não conseguiu usar sua conexão DSL (de banda larga), cujo pacote também oferecia linha de telefone e fax, por dois meses. 

A lei alemã determina que a inutilização de itens essenciais podem acarretar em indenização.

"A internet desempenha um papel muito importante atualmente e afeta a vida privada de um indivíduo de maneira decisiva. Portanto, a perda da internet é comparável à perda de um carro", afirmou uma porta-voz da corte.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

EUA: o aumento brutal da desigualdade.

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Um novo documentário revela como 400 norte-americanos tornaram-se financeiramente mais ricos que metade da população do país
Por Inês Castilho e Andrew Barker*.

Uma forma de medir o aumento da desigualdade de renda é comparar, ao longo do tempo, o salário do trabalhador médio com o do trabalhador do topo do mercado. É o que faz o economista político Robert Reich, ex-secretário do Trabalho dos EUA e professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, no documentário Inequality for All (Desigualdade para Todos), que acaba de ser apresentado no Sundance Festival.

Em 1978, diz Reich, um trabalhador homem norte-americano típico ganhava cerca de 48 mil dólares anuais, enquanto um profissional de elite recebia cerca de 393 mil dólares anuais. Em 2010, o trabalhador médio viu seus ganhos reduzidos a 33 mil dólares anuais, enquanto o profissional do topo pulou para mais que o dobro, aproximadamente 1,1 milhão de dólares anuais.

Mas a desigualdade torna-se brutal mesmo quando se examinam os rendimentos dos mega-milionários. Eles cresceram tanto nas décadas neoliberais que hoje, conta Reich, as 400 pessoas financeiramente mais ricas dos EUA possuem mais que metade da população do país – os 150 milhões de norte-americanos da base da pirâmide.

Cobrindo uma amplo espectro da teoria econômica de modo simples e interessante, o documentário Inequality for All pretende fazer, para a questão da desigualdade de renda, aquilo que Uma Verdade Inconveniente fez para as mudanças climáticas, com Robert Reich no lugar de Al Gore como grande professor. Esforçando-se para manter-se imparcial e oferecendo “respiros” visuais, este é um documentário que quer comunicar-se com um público além dos simpatizantes do movimento Occupy.

Como Uma Verdade Inconveniente, Desigualdade para Todos ancora-se em uma longa aula, no caso “Riqueza e Pobreza”, de Robert Reich, em Berkeley, com cortes para entrevistas e recursos visuais – uma coleção de gráficos alarmantes que se alinha a outras tendências socioeconômicas. 

Reich tem um argumento simples: a ampliação da distância entre ricos e pobres está levando ao fim da classe média e irá paralisar a economia, se não for controlada. Para apoiar sua tese, traça todo o desenvolvimento fiscal do país desde a Grande Depressão, e faz isso com louvável ausência de tom professoral.

Se a classe média não consegue mais se manter, à medida que o custo de vida aumenta e o salário se mantém igual, argumenta Reich, o motor central da economia – os gastos com o consumo – devem levar o sistema à paralisação. 

Uma de suas preocupações principais é que, para compensar a estagnação dos salários, os trabalhadores da classe média fizeram empréstimos. Este é um dos gráficos mais chocantes: o salário se mantém imutável na base da tela, enquanto a dívida pessoal sobe para a estratosfera.

Paralelamente, o jovem diretor Jacob Kornbluth acompanha personagens do mundo real, incluindo um empresário multimilionário que argumenta contra seu próprio papel de ‘criador de emprego’ isento de certos impostos, e um casal Mormon que vota no partido Republicano e procura sindicalizar trabalhadores de uma usina geotérmica em sua cidade. 

Mas o depoimento mais revelador é o de uma trabalhadora mãe de dois filhos cuja demissão do marido fez com que perdessem sua casa. Forçada a dividir uma pequena casa com outra família, ela pergunta: “Como faço para ganhar dinheiro? Não que eu queira ser rica, mas… Como você faz para ganhar dinheiro, quando não tem ações?”

Reich recorda com carinho seu tempo de White House como secretário do Trabalho de Clinton, embora se admita frustrado com o que (não) conseguiu alcançar. Mas, estranhamente, não menciona o importante papel de Clinton na desregulamentação financeira que viria abalar a economia mundial uma década depois. Ainda assim, ele oferece lições a serem aprendidas. 

Como informa durante o filme, vem pregando contra o crescimento da desigualdade há décadas, e quando começou era considerado de centro. Mas, recentemente, as mesmas ideias levaram a Fox News a tachá-lo de marxista radical.

Em uma das sequências mais tocantes, Reich é arrastado para um diálogo áspero com um trabalhador que se opõe com eloquência à sindicalização. 

Reich trava com ele um debate de admirável civilidade e, ao mesmo tempo, falta de condescendência. Esse diálogo mostra que não será fácil derrubar os muros que impedem a reforma do sistema financeiro, e a luta que o filme terá de travar para tocar as pessoas que mais precisam ser convencidas.


* A partir do quarto parágrafo, o texto é tradução/adaptação de resenha publicada pela revista Variety


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