quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

EUA: o aumento brutal da desigualdade.

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Um novo documentário revela como 400 norte-americanos tornaram-se financeiramente mais ricos que metade da população do país
Por Inês Castilho e Andrew Barker*.

Uma forma de medir o aumento da desigualdade de renda é comparar, ao longo do tempo, o salário do trabalhador médio com o do trabalhador do topo do mercado. É o que faz o economista político Robert Reich, ex-secretário do Trabalho dos EUA e professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, no documentário Inequality for All (Desigualdade para Todos), que acaba de ser apresentado no Sundance Festival.

Em 1978, diz Reich, um trabalhador homem norte-americano típico ganhava cerca de 48 mil dólares anuais, enquanto um profissional de elite recebia cerca de 393 mil dólares anuais. Em 2010, o trabalhador médio viu seus ganhos reduzidos a 33 mil dólares anuais, enquanto o profissional do topo pulou para mais que o dobro, aproximadamente 1,1 milhão de dólares anuais.

Mas a desigualdade torna-se brutal mesmo quando se examinam os rendimentos dos mega-milionários. Eles cresceram tanto nas décadas neoliberais que hoje, conta Reich, as 400 pessoas financeiramente mais ricas dos EUA possuem mais que metade da população do país – os 150 milhões de norte-americanos da base da pirâmide.

Cobrindo uma amplo espectro da teoria econômica de modo simples e interessante, o documentário Inequality for All pretende fazer, para a questão da desigualdade de renda, aquilo que Uma Verdade Inconveniente fez para as mudanças climáticas, com Robert Reich no lugar de Al Gore como grande professor. Esforçando-se para manter-se imparcial e oferecendo “respiros” visuais, este é um documentário que quer comunicar-se com um público além dos simpatizantes do movimento Occupy.

Como Uma Verdade Inconveniente, Desigualdade para Todos ancora-se em uma longa aula, no caso “Riqueza e Pobreza”, de Robert Reich, em Berkeley, com cortes para entrevistas e recursos visuais – uma coleção de gráficos alarmantes que se alinha a outras tendências socioeconômicas. 

Reich tem um argumento simples: a ampliação da distância entre ricos e pobres está levando ao fim da classe média e irá paralisar a economia, se não for controlada. Para apoiar sua tese, traça todo o desenvolvimento fiscal do país desde a Grande Depressão, e faz isso com louvável ausência de tom professoral.

Se a classe média não consegue mais se manter, à medida que o custo de vida aumenta e o salário se mantém igual, argumenta Reich, o motor central da economia – os gastos com o consumo – devem levar o sistema à paralisação. 

Uma de suas preocupações principais é que, para compensar a estagnação dos salários, os trabalhadores da classe média fizeram empréstimos. Este é um dos gráficos mais chocantes: o salário se mantém imutável na base da tela, enquanto a dívida pessoal sobe para a estratosfera.

Paralelamente, o jovem diretor Jacob Kornbluth acompanha personagens do mundo real, incluindo um empresário multimilionário que argumenta contra seu próprio papel de ‘criador de emprego’ isento de certos impostos, e um casal Mormon que vota no partido Republicano e procura sindicalizar trabalhadores de uma usina geotérmica em sua cidade. 

Mas o depoimento mais revelador é o de uma trabalhadora mãe de dois filhos cuja demissão do marido fez com que perdessem sua casa. Forçada a dividir uma pequena casa com outra família, ela pergunta: “Como faço para ganhar dinheiro? Não que eu queira ser rica, mas… Como você faz para ganhar dinheiro, quando não tem ações?”

Reich recorda com carinho seu tempo de White House como secretário do Trabalho de Clinton, embora se admita frustrado com o que (não) conseguiu alcançar. Mas, estranhamente, não menciona o importante papel de Clinton na desregulamentação financeira que viria abalar a economia mundial uma década depois. Ainda assim, ele oferece lições a serem aprendidas. 

Como informa durante o filme, vem pregando contra o crescimento da desigualdade há décadas, e quando começou era considerado de centro. Mas, recentemente, as mesmas ideias levaram a Fox News a tachá-lo de marxista radical.

Em uma das sequências mais tocantes, Reich é arrastado para um diálogo áspero com um trabalhador que se opõe com eloquência à sindicalização. 

Reich trava com ele um debate de admirável civilidade e, ao mesmo tempo, falta de condescendência. Esse diálogo mostra que não será fácil derrubar os muros que impedem a reforma do sistema financeiro, e a luta que o filme terá de travar para tocar as pessoas que mais precisam ser convencidas.


* A partir do quarto parágrafo, o texto é tradução/adaptação de resenha publicada pela revista Variety


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Seis policiais são presos por chacina em São Paulo.

24/01/2013. Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil.

São Paulo – Foram presos temporariamente hoje (24) seis policiais suspeitos de participar de uma chacina que deixou sete mortos no último dia 4 no Capão Redondo, zona sul paulistana. 

Na ocasião, segundo testemunhas, homens encapuzados, que chegaram em quatro veículos, dispararam contra um grupo de pessoas que estava em um bar. Dois baleados sobreviveram ao ataque. No local, foram encontrados 49 cartuchos de bala de pistola e espingarda.

Segundo o secretário de Segurança Pública de Estado de São Paulo, Fernando Grella, os policiais presos negaram envolvimento no crime. Grella disse, no entanto, que a investigação conjunta da corregedoria da Polícia Militar (PM) e da Polícia Civil conseguiu “provas e elementos fortes e robustos que apontam para a participação das seis pessoas hoje presas”. 

Apesar das prisões, Grella enfatizou que a apuração dos fatos continua. “Ainda há muitas diligências a serem feitas em busca dos esclarecimentos e dos demais participantes”.  O exame de balística feito pela polícia indicou que pelo menos duas vítimas do crime receberam disparos da pistola do policial Gilberto Eric Rodrigues. 

Outra vítima, o DJ Lah, recebeu um golpe de uma espingarda retirada irregularmente do 37º Batalhão da PM, que tinha vestígios de sangue na coronha. “O armeiro responsável que deveria estar presente nesse dia pediu dispensa, o que deu ensejo para que o policial Anderson Francisco Siqueira atuasse como armeiro. O que provavelmente facilitou o acesso dos autores desse crime à arma utilizada”, disse Grella.

Na casa do policial Fábio Ruiz Ferreira, foram encontradas toucas ninja e placas falsas de carro. Fábio registrou no dia seguinte ao crime o roubo de sua pistola .40, um dos calibres usados nas mortes.

Uma filmagem feita próxima ao local do crime indicou que a viatura em que estavam Carlos Roberto Alvarez, Adriano Marcelo do Amaral e Patrícia Silva Santos deu cobertura aos assassinos. De acordo com testemunhas, os policiais da primeira viatura que chegou ao local, em que estavam os policiais presos, recolheu parte dos cartuchos que estavam no chão. Ficou constatado que os três suspeitos retiraram por 54 minutos o aparelho que indica o trajeto feito pela viatura.

O ataque foi feito, provavelmente, em retaliação a divulgação de um vídeo feito em frente ao bar em novembro, que mostra um grupo de PMs executando o servente de pedreiro Paulo Batista do Nascimento . “Desse fato que foi exibido em uma filmagem por uma rede de TV ensejou ameaças a moradores daquele bairro, em razão da divulgação dessas imagens que motivou a prisão de alguns policiais, entre eles um oficial”, explicou Grella.

O secretario evitou, porém, relacionar outras chacinas e a onda de assassinatos ocorrida ao longo de 2012 à ação de grupos de extermínio com a participação de policias. “Nós temos a preocupação e a responsabilidade de nos empenharmos e nos dedicarmos em esclarecermos todos os casos. Todas as linhas de investigação devem ser perseguidas”, disse, ressaltando em seguida que não podia fazer generalizações.

Grella fez um apelo para que a população continue confiando na polícia. “Nós estamos dando uma demonstração aqui hoje que é para população confiar nas suas policias: na Polícia Militar, na Polícia Civil, porque nós temos um trabalho sério e a responsabilidade de cumprir com esse dever que a sociedade espera”.

Hoje, em audiência pública, moradores do bairro Capão Redondo cobraram providências do poder público para as chacinas e a atuação de grupos de extermínio na periferia da cidade.

Edição: Fábio Massalli
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Seis policiais são presos por chacina em São Paulo

 http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-24/seis-policiais-sao-presos-por-chacina-em-sao-paulo

Racismo no Rio de Janeiro mancha imagem da BMW.

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Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH ) do Rio de Janeiro vai solicitar abertura de inquérito policial sobre denúncia contra o gerente da concessionária de carros de luxo BMW, na Barra da Tijuca, onde uma criança de 7 anos sofreu discriminação racial.

24 de Janeiro de 2013 às 21:52.

Governadora Roseana deixa Hospital UDI após exames

A governadora Roseana Sarney já está em casa, de repouso, após ter recebido atendimento nesta quinta-feira (24), no UDI Hospital, apresentando quadro clínico de epigastralgia intensa (dor epigástrica).

A governadora sentiu-se mal no final da manhã desta quarta-feira (24), ela estava em casa e foi levada ás presas par Hospital UDI.

Ao realizar exames clínicos, além de eletrocardiograma, ultrassonografia abdominal e endoscopia digestiva, foi diagnosticado um quadro de esofagite e gastrite.

Por precaução, a equipe médica que atendeu a governadora decidiu realizar ainda um ecocardiograma e cateterismo cardíaco, não evidenciando qualquer anormalidade cardiovascular.

Abaixo o último Boletim Médico.

 

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Maranhão. Apenas 6% das escolas tem biblioteca.


Publicação: 23/01/2013 12:25

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) pelo Jornal Estado de São Paulo mostra que no Maranhão apenas 6% de todas as escolas tem uma biblioteca.

De acordo com a Lei nº 12.244, editada pelo Governo Federal, todas as instiuições de ensino do país devem ter um acervo bibliotecário. Para se chegar a esse número, as redes públicas e privadas do país precisam construir cerca de 130 mil bibliotecas até 2020. No país todo, o percentual de escolas que não tem uma biblioteca é de 72,5%.

Segundo o levantamento, realizado pelo movimento Todos Pela Educação. com base no Censo Escolar 2011, para equipar 113.269 escolas públicas sem biblioteca, seria viável a construção de 34 unidade por dia.

Segundo a pesquisa, iniciada em 2008, de todas as escolas que foram construídas nos três anos seguintes (cerca de 7.284 novas unidades) apenas 19,4% têm biblioteca.

As regiões mais carentes são das Regiões Norte e Nordeste, que tradicionalmente têm infraestrutura escolar precária, com escolas que chegam a funcionar em construções sem energia elétrica e saneamento básico.

Mais o destaque mesmo do ranking é o aparecimento do Estado de São Paulo com um dos piores resultados, com 85% das unidades de sua rede pública (escolas estaduais e municipais) sem biblioteca. São 15.084 unidades sem o equipamento.

(Rodrigo Arleyson, com informações do Estado de São Paulo)
 
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RUSSIA. Peça metálica extraterrestre é encontrada.

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Colagem: Voz da Rússia

Ao acender fogo na chaminé, um habitante de Vladivostok descobriu uma cremalheira de metal presa em carvão. O homem entregou o achado extraordinário a cientistas da cidade. Após uma análise minuciosa, os pesquisadores concluíram que a peça tem uma idade de 300 milhões de anos e foi fabricada por um ser vivo. Mas cientistas não podem responder quem foi seu autor.

Um artefato estranho em carvão não é um caso único para nossos tempos. Tais achados extraordinários colocam cientistas num impasse por destruir diversas conceções fundamentais da ciência contemporânea. 

O primeiro artefato foi achado em 1851 nos Estados Unidos, em Massachusetts, durante os serviços de explosão numa pedreira. O vaso de prata e zinco foi feito no Período Cambriano que começou há 500 milhões de anos. 

Em 1912, em Oklahoma, foi encontrada em carvão uma marmita de ferro, cuja idade é de 312 milhões de anos. Em 1974, foi achada em areia na Roménia uma peça de alumínio de destino desconhecido. A peça, parecida com martelo ou apoio de pouso do vaivém espacial Apollo, não podia ser fabricada por um humano, porque data do Período Jurássico.

O recente artefato de Vladivostok voltou a surpreender os cientistas. O carvão, em que foi achada a peça extraordinária, foi trazido para a cidade da Khakássia e tem uma idade de 300 milhões de anos. Por isso os cientistas concluíram que a peça metálica deve ter a mesma idade.

Quando pesquisadores quebraram com cuidado o fragmento de carvão, eles descobriram uma peça ligeira e mole de 7 centímetros de comprimento, feito de uma liga de alumínio (98%) e magnésio (2%). 

O alumínio puro é muito raro na natureza e foi feita uma suposição de que a peça tenha uma origem artificial. Ao mesmo tempo, a liga não ordinária permitiu explicar bom estado de conservação do artefato. 

O alumínio puro produz uma película resistente de óxidos na superfície, que impede a corrosão. Em resultado, a liga com o teor de alumínio de 98% resiste a altas pressões, temperaturas extremas e a um meio ambiente agressivo.

Foi ponderada a possibilidade de origem espacial de alumínio. Graças ao estudo de meteoritos, a ciência conhece a existência do alumínio-26 extraterrestre que se desintegra no magnésio-26. Nomeadamente a presença de 2% do magnésio na liga pode testemunhar a origem espacial da peça. Mas para confirmar esta hipótese, é necessário efetuar uma série de pesquisas adicionais.

O último que chocou os cientistas foi uma semelhança descomunal da peça com uma cremalheira contemporânea. É difícil de imaginar que a natureza poderia criar um objeto com seis dentes de forma regular com espaços iguais entre eles. Ao mesmo tempo, os espaços são extraordinariamente largos em relação aos dentes. Provavelmente, esta cremalheira fosse uma parte de um mecanismo complexo. 

As semelhantes peças são utilizadas em microscópios contemporâneos e outros aparelhos. Pergunte-se então como tal peça complicada poderia ser fabricada por um humano há muitos milhões de anos?

Quando se tornou conhecido sobre o achado, falou-se imediatamente que a peça pertence a um OVNI. Mas cientistas preferem não fazer declarações sensacionais antes de estudar adicionalmente o objeto encontrado.

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Violência - Morre o produtor de programa policial da TV Cidade, baleado na Madre Deus.

Foto: Blog do Gilberto Lima.

Morreu, no final da noite dessa quarta-feira (23), o produtor da TV Cidade em São Luís, afiliada à TV Record, Wadson Luís Costa da Silva, mais conhecido como ‘Cof-Cof’.


Segundo informações repassadas ao Blog do Luís Cardoso, ele teria se envolvido com uma ex-namorada de um presidiário, sem saber. 

O motivo do crime teria origem neste fato. Um suspeito foi preso e levado a Reffsa.


Ele era produtor dos programas polêmicos da emissora: ‘Balanço Geral’ e ‘Qual É a Bronca’, que é um programa policial.

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ATUALIZAÇÃO:

“Cof-Cof” não resiste a ferimentos e morre no Socorrão I; crime pode ter sido motivado por uma rixa antiga ou a namoro com a ex de um presidiário. Imagens mostram o momento em que "Cof-Cof" agoniza depois de atingido pelos disparos. Populares levaram a vítima para o Socorrão I.

Wadson Luiz Costa da Silva, o “Cof-Cof”, assistente de estúdio da TV Cidade, não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 23h55 de quarta-feira (23) no Socorrão I. 

Ele foi alvejado com três tiros na Praça da Saudade, na Madre Deus, por volta das 20h20, quando estava com a namorada. Os disparos atingiram “Cof-Cof” na cabeça, tórax e braço. 

A polícia prendeu o elemento identificado como Zé Luís, acusado de ter feito os disparos.

Segundo informações da namorada da vítima, depois de atirar contra Wadson, o assassino teria afirmado: “Eu disse que ia te pegar”. O crime pode estar relacionado a uma rixa entre os dois. Há algum tempo, “Cof-Cof” teria atingido Zé Luís com uma facada.
Outras informações dão conta que a atual namorada de Wadson é ex-namorada de um presidiário que cumpre pena no presídio de Pedrinhas. 
A polícia não descarta que o crime possa ter sido encomendado por esse ex da atual namorada de “Cof-Cof”. O assassino também cumpria pena no presídio de Pedrinhas e saiu recentemente.
Como assistente de estúdio, Wadson era responsável pela operação do teleprompter(TP) nos programas “Qual é a Bronca” e “Balanço Geral”.  O clima é de comoção entre os seus colegas de trabalho na TV Cidade. O apelido de “Cof-Cof” foi colocado pelo apresentador do “Balanço Geral”, Sérgio Murilo.
Matéria original publicada em: “Cof-Cof” não resiste a ferimentos e morre no Socorrão I; crime pode ter sido motivado por uma rixa antiga ou a namoro com a ex de um presidiário.
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Maranhão. Bandidos dão dez tiros em produtor do ‘Balanço Geral’ e ‘Qual é a Bronca’. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/maranhao-bandidos-dao-dez-tiros-em.html

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vice-governador prestigia aniversário da cidade de Fortuna e estimula as parcerias institucionais.

Vice-governador, Washington Luiz, durante “Seminário sobre Políticas Públicas”, no município de Fortuna.

O vice-governador do Maranhão, Washington Luiz (PT), continua na estrada.

Desde o início do ano de 2013 o petista tem rodado o estado, visitado as bases do seu partido e prestigiado os aliados políticos, seja do PT ou de outras siglas partidárias, sobretudo das que compõem a base dos governos Dilma e Roseana. Já foram dezenas de municípios visitados e ainda há uma extensa agenda para este primeiro semestre.

Na última sexta-feira (18), por exemplo, Washington esteve com a sua comitiva em Fortuna, por por ocasião do aniversário de 51 anos do município, e participou do “Seminário sobre Políticas Públicas”, que reuniu prefeitos e prefeitas, com objetivo de discutir soluções para superação dos problemas locais e estimular a trocar experiências para melhorar as gestões dos municípios.

“A troca de experiências entre prefeitos e prefeitas deve ser estimulada, com objetivo de buscar soluções para resolver os problemas do município e apontar caminhos junto aos governos do Estado e Federal, para trazer a esses municípios programas e ações, destinados à melhoria da qualidade de vida da população”, destacou o vice-governador.

Washington esteve na cidade atendendo convite do prefeito de Fortuna, Arlindo Filho, o vice-governador estava acompanhado dos prefeitos Domingos Araken (Alcântara), Iracema Vale (Urbano Santos), Antônio Carlos (Colinas) e Osmar Fonseca (Lago do Junco), além do vice-prefeito de Pinheiro, César Soares, e o presidente da Câmara Municipal de Grajaú, Marinaldo do Gesso.

Também acompanharam Washington Luiz ao município, o deputado estadual, Dr. Pádua; o Superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Maranhão, José Inácio; e o Delegado Regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ney Jeferson Teixeira, além de lideranças políticas.

O vice-governador reafirmou ao prefeito Arlindo Filho a disposição do Governo do Estado em apoiar a administração, com foco no desenvolvimento e progresso do município, para trazer qualidade de vida à população de Fortuna. 

“Queremos reafirmar nosso apoio à gestão do Arlindo, para trazer ao município desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e modernidade”, afirmou Washington Luiz.

Ao agradecer a presença do vice-governador e a demonstração de apoio a sua gestão, o prefeito Arlindo Filho, ressaltou a importância de uma administração conjunta entre os governos municipal, estadual e federal. “Temos consciência de que com a parceria e o apoio do Governo do Estado e também do Governo Federal, vamos trazer o progresso e desenvolvimento para Fortuna, realizando uma grande administração”, finalizou.

Cooperativismo de Crédito - Um momento importante durante o “Seminário sobre Políticas Públicas”, ocorrido na Câmara Municipal, foi a apresentação das ações voltadas para os municípios, a exemplo do Cooperativismo de Crédito, apresentada por José Aneirão, que coordena o Sistema de Cooperativas de Crédito no Maranhão, sistema ligada ao SICOOB (Sistema das Cooperativas de Credito no Brasil), constituído por mais de 600 cooperativas.

Em Grajaú, a experiência conta com um Banco Popular, em que a gestão e feita pelos próprios associados.

A iniciativa de Washington Luiz visa estimular os prefeitos e prefeitas a trocarem experiências administrativas e buscarem soluções a partir das parcerias institucionais entre os entes federados (Município, Estado e União), para resolver os problemas que afetam a população.

É isso aí, vice-governador!!!


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Maranhão. Bandidos dão dez tiros em produtor do ‘Balanço Geral’ e ‘Qual é a Bronca’.

Foi baleado, no período da noite desta quarta-feira (23), no Bairro de Fátima, o produtor da TV Cidade em São Luís, afiliada à TV Record, por duas pessoas que estavam em um carro preto, ainda não identificado.

O fato aconteceu em uma praça da Madre de Deus. Ele levou dez tiros, o que caracteriza tentativa de crime de execução.

Cof-cof, como é mais conhecido o produtor, estava na praça, quando dois homens desceram do veículo e atiraram contra ele.

O profissional encontra-se hospitalizado em estado grave no Socorrão II. 

Ele é produtor dos programas polêmicos da emissora, ‘Balanço Geral’ e ‘Qual É a Bronca’, que é um programa policial.

Do Blog do Luís Cardoso e do programa "Comando da Noite", da Rádio Capital

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O "cisma do Pacífico".


José Luís Fiori - Jornal Valor Econômico, Publicado no Resenha do Exercito.

"O Brasil era naturalmente líder, hoje a coisa é muito complicada. O continente se dividiu, há o "Arco do Pacífico"... Então de alguma maneira perdemos nossa relevância política no continente que era inconteste. Nunca chegamos a pensar uma negociação a fundo com os EUA, sempre tivemos medo". F. H. Cardoso, Valor, 30/11/12.

Na história do desenvolvimento sul-americano - depois da Segunda Guerra Mundial - o projeto de integração do continente nunca foi uma política de Estado, indo e vindo através do tempo, como se fosse uma utopia "sazonal", que se fortalece ou enfraquece dependendo das flutuações da economia mundial e das mudanças de governo, dentro da própria América do Sul. Durante a primeira década do século XXI, os novos governos de esquerda do continente, somados ao crescimento generalizado da economia mundial - entre 2001 e 2008 - reavivaram e fortaleceram o projeto integracionista, em particular o Mercosul, liderado pelo Brasil e pela Argentina. Depois da crise de 2008, entretanto, esse cenário mudou: a América do Sul recuperou-se rapidamente, puxada pelo crescimento chinês, mas esse sucesso de curto prazo trouxe de volta e vem aprofundando algumas características seculares da economia sul-americana, que sempre obstaculizaram e dificultaram o projeto de integração, como seja, o fato de ser uma somatória de economias primário-exportadoras paralelas, e orientadas pelos mercados externos.

Essa situação de desaceleração ou impasse do "projeto brasileiro" de integração sul-americana, explica, em parte, o entusiasmo da grande imprensa econômica internacional, e o sucesso entre os ideólogos liberais latino-americanos, da nova "Aliança do Pacífico", bloco comercial competidor do Mercosul, inaugurado pela "Declaração de Lima", de abril de 2011, e sacramentado pelo "Acordo Marco de Antofagasta", assinado em junho de 2012, pelo Peru, Chile, Colômbia e México. Quatro países com economias exportadoras de petróleo ou minérios, e adeptos do livre-comércio e das políticas econômicas ortodoxas. O entusiasmo ideológico, ou geopolítico, entretanto, encobre - às vezes - alguns fatos e dados elementares.

Os quatro membros da "nova aliança" já tinham assinado acordos prévios de livre- comércio com os EUA.

O primeiro é que os quatro membros da "nova aliança" já tinham assinado acordos prévios de livre-comércio com os EUA e com um grande numero de países asiáticos. O segundo e mais importante é que o México pertence geograficamente à América do Norte, e desde sua incorporação ao Nafta, em 1994, se transformou num pedaço inseparável da economia americana e no território ocupado pela guerra entre os grandes cartéis da droga que fornecem a cocaína da sociedade americana, que vem, em boa parte, exatamente do Peru e da Colômbia.

Em terceiro lugar, os três países sul-americanos que fazem parte do novo bloco, têm territórios isolados por montanhas e florestas tropicais e são pequenas ou médias economias costeiras e de exportação, com escassíssimo relacionamento comercial entre si, ou com o México. O Chile é o único desses três países, que possui um clima temperado e terras produtivas, mas é um dos países mais isolados do mundo, e é quase irrelevante para a economia sul-americana. A soma do produto interno bruto dos três, é de cerca de U$ 800 bilhões, menos de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e menos de um quarto do PIB do Mercosul. Além disso, o crescimento econômico recente do Chile, Peru e Colômbia foi quase igual ao do Equador e Bolívia, que também são andinos, não pertencem ao novo bloco, se opõem às políticas e reformas neoliberais, e devem ingressar brevemente no Mercosul, como aconteceu com a Venezuela.

Concluindo, se pode dizer com toda certeza que esse "cisma do Pacífico" tem mais importância ideológica do que econômica, dentro da América do Sul, e seria quase insignificante politicamente se não fosse pelo fato de se tratar de uma pequena fatia do projeto Obama de criação da "Trans-Pacific Economic Partenership" (TPP), peça central da sua política de reafirmação do poder econômico e militar americano na região do Pacífico. Desde 2010 o presidente Barack Obama vem insistindo na tecla de que os EUA são uma "nação do Pacífico" que se propõe exercer um papel central e de longo prazo no controle geopolítico e econômico dos dois lados do Pacífico, no Oceano Índico e no sul da Ásia.

Nesse sentido, é preciso ter claro que a inclusão do Brasil nesse novo "arco do Pacífico", implica numa opção pela condição de "periferia de luxo" do sistema econômico mundial, e também significa, em última instância, apoiar e participar da estratégia americana de poder global, e ao mesmo tempo, de uma disputa regional, entre os EUA, o Japão e a China, pela hegemonia do leste asiático e do Pacífico Sul. Segundo o Foreign Affairs, "if the negociations be fruit, the TPP will add billions to the U.S. economy and solidify Washington"s political, financial, and military commitment to the Pacific for decades to come." (july/august 2012; p.22).

José Luís Fiori, professor titular de economia política internacional da UFRJ, é autor do livro "O Poder Global", da Editora Boitempo, e coordenador do grupo de pesquisa do CNPQ/UFRJ "O Poder Global e a Geopolítica do Capitalismo". Escreve mensalmente às quartas-feiras.
 
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São Luís. MP investiga possíveis casos de improbidade administrativa na implantação do VLT.

A procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, designou uma comissão para apurar casos de improbidade administrativa no processo de implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) pela Prefeitura de São Luís em 2012. A investigação foi iniciada na última segunda-feira (21).

A comissão recebeu documentos do Ministério Público Federal (MPF), noticiando uma possível falta de transparência no processo de implantação. Na segunda-feira foram solicitados do Município o procedimento licitatório e os contratos relativos à instalação do VLT. O prazo para a prestação das informações é de 15 dias úteis.

O Imparcial Online com informações da Ascom/MPMA

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Secretária diz que não encontrou estudos técnico e orçamentário do VLT

Myrian Aguiar disse ainda que estuda, em parceria com a Semosp, alternativas para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
 

Arleysson Rodrigo - Publicação: 15/01/2013 11:34 Atualização: 15/01/2013 12:25.

Na manhã desta terça feira (15) a secretária de Trânsito e Transportes, Myrian Aguiar, concedeu entrevista coletiva, no Auditório Reis Perdigão, no Palácio La Ravardière, para explicar à população os planos de ação de sua pasta para os primeiros dias de 2013.

A secretária explicou que teve que trabalhar dentro de condições limitadas já que encotrou a SMTT com contratos suspensos , a maior parte da frota de carros recolhida e com os agentes de trânsito paralisados, devido ao atraso nos salários

VLT - Em relação ao Veículo leve sobre trilhos (VLT), Aguiar afirmou que não foi encontrado nenhum estudo de demanda, viabilidade técnica e nem orçamentária. Por conta disso, a SMTT em parceria com a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), estuda alternativas para o VLT.

"Estamos fazendo uma análise das demandas e volumes e a Semosp está estudando os aspectos de engenharia para oferecer solucões efetivas”, declarou.



Planos de Ação da Secretaria

*Projeto de Engenharia;
*Recuperação física de Terminais;
*Campanhas educativas;
*Criar conselho de Mobilidade Urbana;
*Intervenções em 18 pontos fixos de paralisação;
*Criação de 80 abrigos de passageiros;
*Parceria com a SEMOSP, para garantir a segurança publica;
*Fazer um evisto no termo de ajustamento de conduta assinado em 2011;
*Elaborar edital de licitação sobre serviço de transporte coletivo;
*Fazer um cronograma de implantação de bilhetagem única.

http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/urbano/2013/01/15/interna_urbano,128152/secretaria-diz-que-nao-encontrou-estudos-tecnico-e-orcamentario-do-vlt.shtml 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Maranhão. Juíza bloqueia bens e quebra sigilo bancário de João Castelo.

A juíza de direito da 1ª vara da fazenda pública, Luzia Madeiro Nepomucena, decretou no dia 17 de dezembro de 2012 a quebra do sigilo bancário, do sigilo fiscal, a suspensão do pagamento de qualquer valor pelo município de São Luís e indisponibilidade dos bens dos réus, Pavetec Construções Ltda., Gustavo José Melo Fonseca, Daniel França dos Santos, Cláudio Castelo Carvalho e do ex-prefeito da capital, João Castelo Ribeiro Gonçalves.

A medida visa eventual ressarcimento de recursos públicos com suspeitas de desvio em sua gestão.

Castelo é acusado de desviar recursos, sobretudo na reta final do seu governo. Pelas informações passadas por Edivaldo Júnior, o montante da dívida deixada pelo ex-prefeito é da ordem de R$ 800 milhões.

E a situação da prefeitura após a posse do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) fortaleceu a suspeita de que ele tenha se beneficiado de dinheiro público.

Em sua sentença – prolatada ainda em dezembro - a juíza Luzia Madeiro Nepomucena, da 1ª Vara da Fazenda Pública, determinou também a quebra do sigilo bancário de Castelo, do seu então secretário de obras, Cláudio Carvalho, e dos sócios da empresa Pavitec.

Todos são acusados pelo Ministério Público de irregularidades na licitação de R$ 115 milhões, que beneficiou a empresa.
Com a decisão da juíza Luzia Madeiro Neponucena o ex-prefeito João Castelo e os sócios da empresa PAVETEC começam a responder na justiça pelas condutas irregulares e atos que afrontaram a população de São Luís. 

No seguimento do processo cabe a determinação da impossibilidade de nova candidatura do membro do PSDB com o enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

Com informações do Blog do Marco D´Eça e do Felipe Klant.
 
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Chefe da quadrilha que seqüestrou garoto em Imperatriz é preso no Piauí.

O Serviço de Inteligência da Policia Civil do Maranhão prendeu na madrugada desta terça-feira (22), Sebastião Soares da Silva, o “Velho”.

Considerado um dos seqüestradores mais perigoso do Brasil, ele vinha sendo procurado pela policia em todo o país.

Contra “Velho” há oito mandatos de prisão provenientes de vários Estados brasileiros, também por homicídios.

A policia do Maranhão estava à procura de “Velho” desde o fim do seqüestro do garoto Pedrinho, ocorrido na cidade de Imperatriz. Ele foi quem coordenou e comandou o seqüestro. O caso teve grande repercussão e mobilizou as policias dos estados do Maranhão, Pará e Tocantins.

Praticamente todos os envolvidos no seqüestro já havia sido presos, faltando apenas Sebastião. Policiais vinham no encalço de “Velho” desde o fim do sequestro.

De acordo com a policia ele teria passado por seis Estados na sua fuga, acabando por se estabelecer na cidade de Picos-PI, onde comprou um sítio com parte do dinheiro do sequestro de Pedrinho.

Ele será apresentado ainda hoje na SSP. Uma aeronave do GTA já se deslocou ao Piauí para recambiá-lo a São Luís.
 
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Além de São Luís, Zé Doca e Coroatá agora é a cidade de Tuntum sem Carnaval.



Arleysson Rodrigo - Publicação: 21/01/2013 11:49 Atualização: 21/01/2013 12:28.
 

Neste domingo (20) o Prefeito de Tuntum, Cleomar Tema (PSB), decidiu que não irá financiar o carnaval da cidade com recursos do Município.

“Não vamos promover o carnaval de rua esse ano, a situação financeira não é boa, temos outras prioridades e a saúde é uma delas”, declarou.

Tema ainda explicou que o principal objetivo de sua gestão, no momento é reorganizar a administração, colocando toda estrutura pra funcionar a contento e assim atender a população.
Outras cidades do Maranhão que decidiram que não irão financiar o carnaval são Coroatá e Zé Doca. 
Em São Luís, a Fundação Municipal de Cultura decidiu não montar a passarela do samba e investir o dinheiro na saúde. 
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 SUGERIMOS A LEITURA DA SEGUINTE MATÉRIA RELACIONADA:

Prefeitura de São Luís não montará passarela do samba. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/prefeitura-de-sao-luis-nao-montara.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Mineradora VALE. CARTA ABERTA DOS MORADORES DE VILA MARANHÃO E MARACANÃ AFETADOS PELA VALE À SOCIEDADE MARANHENSE.

Nós, moradores de Vila Maranhão, Maracanã e adjacências, bairros de São Luís, guardiões de patrimônio material e imaterial fundamental para a manutenção da memória da cidade, vimos através desta carta denunciar a violação do nosso direito de ir e vir e a acentuação de riscos à nossa integridade física devido ao prolongamento do túnel de acesso aos bairros referidos. 

O prolongamento desse túnel faz parte da obra de duplicação da Estrada de Ferro Carajás, preste a ser realizada pela mineradora VALE que, sem consultar as comunidades afetadas, pretende prolongar em vez de ampliar o túnel existente, que já nos causa tantos problemas.

O túnel é a única via de acesso entre as comunidades Maracanã, Vila Maranhão e adjacências, imprescindível para grande número de pessoas acessarem seus locais de trabalho e estudo, inclusive empregados terceirizados da própria empresa.

Por ser um túnel extremamente estreito, só permite a passagem de um carro por vez, o que deixa vulnerável a violências físicas os motoristas que precisam reduzir a velocidade para passar e, no horário de pico, provoca engarrafamentos com longas esperas. 

Problemas que se acentuarão com o aumento de 30.000 pessoas que habitarão condomínios do Programa “Minha Casa, Minha Vida”, em construção no Maracanã, Gapara e Vila Maranhão e com os alojamentos dos terceirizados da VALE.

O tamanho atual do túnel em largura e comprimento e a falta de iluminação nos deixam vulneráveis. 

Assaltos e até homicídios já ocorreram naquele espaço. 

Com receio de serem atacados, os moradores da comunidade Jacu só atravessam o túnel em grupo.

A trepidação provocada pelos trens causa rachadura nas casas mais próximas à ferrovia e a buzina do trem, a todo o momento, tira-nos a paz.

Com o início das obras de terraplenagem ao longo da ferrovia, temos sofrido com a poeira, que tem causado problemas respiratórios em alguns moradores.

As áreas de preservação ambiental foram desmatadas e nossos poços estão secando.

Na comunidade Sitinho, além de sofrerem com a poeira, os moradores têm suas casas afetadas por piçarras que caem das caçambas carregadas de materiais que a toda hora transitam por nossas estradas para o canteiro de obra da empresa, deixando-as mais danificadas

Solicitamos a VALE a garantia do nosso direito de ir e vir em segurança através da ampliação do túnel ou construção de um viaduto. Ela alegou não poder fazer por questões técnicas. 

Para duplicar a ferrovia a empresa faz uso da engenharia mais avançada, porém não dispõe da mesma quando se trata de garantir o bem estar, a segurança e os direitos das comunidades que afeta!

São Luís, 17 de janeiro de 2013.

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