quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

60% dos políticos usam prostitutas, diz Deputado Jean Wyllys.

Foto Brasil 247 - Câmara dos Deputados e Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentou um projeto de lei na Câmara para regularizar a profissão das prostitutas no País. "Eu diria que 60% da população masculina do Congresso Nacional faz uso dos serviços das prostitutas, então acho que esses caras vão querer fazer uso desse serviço em ambientes mais seguros", defende.


16 de Janeiro de 2013 às 17:09

247 - Ninguém melhor que um parlamentar para compreender a importância da regularização da profissão de prostituta. É o que deu a entender o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ), que apresentou um projeto de lei na Câmara propondo a questão. 

Em entrevista concedida ao portal IG, o deputado defendeu o projeto: "As prostitutas, embora estigmatizadas e marginalizadas, são uma categoria menos odiada que os homossexuais. E tem outro fator, eu diria que 60% da população masculina do Congresso Nacional faz uso dos serviços das prostitutas, então acho que esses caras vão querer fazer uso desse serviço em ambientes mais seguros".

Foto Brasil 247 -Profissional do Sexo.
A expectativa de Wyllys é de que a proposta seja aprovada antes da Copa do Mundo de 2014. "O projeto é urgente, sobretudo às vésperas dos grandes eventos (...) e não vamos ser ingênuos de achar que os turistas não vão demandar por esse serviço sexual. 

Então, as prostitutas têm de ter um ambiente seguro para prestar esse serviço", disse o deputado, que é o segundo parlamentar a tentar algo do gênero. 

Em 2003, o então deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) havia protocolado proposta semelhante, que terminou arquivada.

Se aprovado, o projeto garante à prostitutas acesso à saúde, ao direito do trabalho, à segurança pública e, segundo Wyllys, à dignidade. 

Para o deputado, a medida ajudaria a combater a exploração sexual, já que o prevê a fiscalização das casas de prostituição e o controle do Estado sobre o serviço. 

A Lei 'Gabriela Leite' (em homenagem à militante pelos direitos dos profissionais do sexo desde 1979, fundadora da grife Daspu e presidente da ONG Davida) permitiria às prostitutas atuar de forma autônoma ou em cooperativa e lher daria direito a aposentadoria especial após 25 anos de serviço.

 Esta matéria foi publicada originalmente em:

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/90773/60-dos-pol%C3%ADticos-usam-prostitutas-diz-Wyllys-Jean-Wyllys-diz-60-parlamentares-usam-prostitutas.htm 

NOTA DESTE EDITOR: No ultimo dia 23 de outubro de 2012. Este blog já havia posto uma Matéria, tratando deste tem, relebre aqui. Deputado propõe a regulamentação da atividade de profissionais do sexo.

Clima de Conflito em Amarante. Madeireiros agridem indígena e enfrentam agentes da Polícia Federal no Maranhão .

Notícia publicada no VIAS DE FATO, tendo como fonte o CIMI, informa do clima de tensão instalado no Município de Amarante do Maranhão, cidade localizada a 110km de Imperatriz, onde os Indios e uma equipe de Policiais Federais foram cercados pelos madeireiros. 

Os Policiais Federais sobre a ameaça de serem atacados, estão pedindo reforços para poderem sair da região.

Leia abaixo a matéria citada no início deste texto.

O indígena Frederico Pereira Guajajara, da aldeia Juçaral, Terra Indígena Araribóia, Maranhão, foi agredido na manhã desta terça-feira, 15, por madeireiros do município de Amarante do Maranhão, sudoeste do estado, a cerca de 110 quilômetros de Imperatriz.

A agressão aconteceu porque os madeireiros estão revoltados com a apreensão de quatro caminhões e um trator feito pelos índios Pukobjê-Gavião, fato ocorrido na noite do último domingo, 13. Os veículos eram usados para a retirada ilegal de madeira de dentro da terra indígena. Frederico ressaltou que a agressão aconteceu porque os madeireiros o confundiram com os Pukobjê-Gavião.

O Guajajara relatou que “os madeireiros bateram na minha cabeça, me empurraram, quebraram meu celular e queriam me jogar no fogo, só não fizeram porque outros indígenas não deixaram”.

O clima em Amarante do Maranhão é tenso, o que se agravou com a chegada de agentes da Polícia Federal, Ibama e Funai para apreender os caminhões madeireiros retidos pelos indígenas Pukobjê-Gavião na ação de domingo para combater as invasões do território indígena.

Segundo as lideranças do povo Pukobjê-Gavião, os madeireiros atearam fogo em pneus para impedir a saída dos agentes da Polícia Federal. Sem poderem sair da aldeia Governador, e levar os caminhões apreendidos, os agentes solicitaram reforços.

Durante o protesto dos madeireiros, uma viatura da Polícia Federal foi apedrejada e os pneus furados. Dezenas de madeireiros estão reunidos no pátio de um posto de combustível na entrada da estrada que leva à aldeia Governador, onde os caminhões e o trator estão apreendidos.

O Ministério Publico Federal (MPF) foi acionado. As providências estão sendo tomadas para que seja efetivada a retirada dos caminhões e do trator que estão no pátio da aldeia.

As lideranças do povo Pukobjê-Gavião relataram: “Os madeireiros de Amarante estão dizendo que as lideranças que estão à frente do movimento não vão mais poder andar na cidade de Amarante do Maranhão”. Outra situação vivenciada pelos indígenas é o medo da invasão da aldeia Governador pelos madeireiros quando a Polícia Federal deixar a aldeia.

Para a comunidade do povo Pukobjê-Gavião, a situação necessita de uma resposta urgente dos órgãos responsáveis para impedir que os indígenas sofram represálias por defender seu território, indispensável para a sobrevivência física, social e cultural do povo.

Histórico -  Mesmo com a demarcação do território Pukobjê-Gavião ter ocorrido em 1982, os problemas de invasão não cessaram e persistem em tempos atuais.

Na defesa de seu espaço social e cultural, os indígenas continuam enfrentando invasões de aldeias, como a que aconteceu em 2010, quando 40 madeireiros invadiram a aldeia Rubiácea para retirar apreensões feitas pela comunidade naquela ocasião.

A Terra Indígena Governador passa por um processo de nova demarcação, e, portanto, o território deveria estar livre da ação dos madeireiros, além de outros fatores que vão de encontro aos direitos dos povos indígenas. 

Fonte: CIMI.


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Africa. França desdobra forças terrestres em direção ao norte de Mali.

 
O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, afirmou nesta quarta-feira que as forças terrestres francesas que se encontram em Mali "estão avançando em direção ao norte" do país africano.

"Até agora, tínhamos nos assegurado de que houvesse forças terrestres em Bamaco, para garantir primeiro a nossa gente, nossos cidadãos, os europeus e a cidade de Bamaco. Agora, as forças terrestres francesas estão subindo rumo ao norte", disse à emissora RTL.

A França, que segue auxiliando a operação contra os rebeldes salafistas que desde meados de 2012 controlam o norte de Mali, ataca essencialmente de forma aérea, mas os primeiros blindados, procedentes da base francesa de Abidjan, começaram a chegar ontem a Bamaco para passar a essa segunda parte da ofensiva.

Esse avanço, segundo analisa hoje a imprensa francesa, implica que as tropas se dirigem em primeiro lugar rumo à cidade de Diabali, no centro do país e que foi tomada na segunda-feira pelos salafistas.

O almirante Édouard Guillaud, chefe do Estado-Maior do Exército, acrescentou hoje que a operação no terreno começou "há várias horas", mas não pôde precisar o início do confronto com as forças rebeldes.

"Combateremos diretamente nas próximas horas, mas não sei dizer se será em uma hora ou em 72", apontou em entrevista concedida à emissora Europe 1. O representante das Forças Armadas assegurou ainda que o objetivo da operação é puramente militar.

"Quando os jihadistas se instalam em uma cidade, aterrorizam a população e tendem a utilizá-la como escudo humano. Nós nos negamos a deixar que a população corra riscos. Perante a dúvida, não dispararemos; os isolaremos. Essas são as ordens do presidente (François Hollande)".

Segundo o ministro da Defesa, por enquanto a chamada Operação Cerval, que hoje entra em seu sexto dia, conseguiu impedir o avanço dos islamitas em direção ao sul do país, mas segue encontrando forte resistência no oeste, "onde se encontram os grupos mais duros, os mais fanáticos, os mais organizados".

"Enfrentamos várias centenas, mais de 1 mil terroristas muito organizados, e pode ser que eles recebam reforços. Essa é a razão pela qual as forças aéreas francesas atacam sua retaguarda, principalmente em Gao", assinalou.

O ministro indicou nesta terça-feira que a França contava com 1.700 militares envolvidos na operação, dos quais 800 em solo malinês, e seu departamento acrescentou que nos próximos dias o contingente deveria chegar a até 2.500 soldados.

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  Africa. Veículos blindados franceses chegam ao Mali. 

Travestis criam um calendário com seus santos protetores.


Santa dos Incubados,  uma versão de Thor, e
 Nossa Senhora das Esquinas, de inspiração católica

Um grupo de travestis de Fortaleza (CE) lançou a segunda edição do “translendário” (fotos com referências religiosas, uma para cada mês do ano; ver vídeo abaixo) com o acréscimo de figuras que representam seus santos protetores.

Silvero Pereira, idealizador do calendário, disse que Thor, da mitologia nórdica, serviu para a criação da “Deusa dos Incubados”. Trata-se, segundo ele, de uma referência ao preconceito que impede gays de assumirem a sua sexualidade.

O calendário mostra ainda a “Nossa Senhora Protetora das Esquinas”, cuja criação se inspirou na santa católica. “A ideia dessa santa é proteger os travestis que se prostituem nas esquinas de todo o Brasil”, disse o diretor de arte Andrei Bessa.



Quadro de Dali inspirou
 travesti crucificado
Há também uma figura de um travesti crucificado que se baseia em um quadro de Salvador Dali. “Nós nos inspiramos em algumas religiões para criar nossos santos e deuses”, afirmou Bessa.

Silvero disse que o objetivo do calendário não é criar confusão, mas inserir os travestis na sociedade. “Por que um travesti não pode ser associado a uma religião?”

A produção e impressão do calendário custaram R$ 10 mil — dinheiro que veio de doações. Cada exemplar está à venda por R$ 25.
Com informação do G1.
Veja mais matérias a respeito.

Calendário espanhol mostra transexuais no papel de santas
outubro de 2009
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http://www.paulopes.com.br/#ixzz2I9VrfPxX
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

Assassinato. Sargento da PM é morto com um tiro no olho na Avenida Paraíso no Jardim Tropical.

 sargento da PM, Gilmar Santana Cruz de Azevedo.
Foto. http://www.netoferreira.com.br/

O sargento Gilmar, que era lotado no 1º Batalhão da Polícia Militar, foi morto por volta das 22 horas, de ontem terça-feira (15),  quando se encontrava no interior de um ônibus coletivo, na Avenida Paraíso, em São Luís.


De acordo com testemunhas, o policial se encontrava em uma das cadeiras ao lada das janelas do ônibus quando dois elementos se aproximaram da lateral do coletivo em uma moto, e, com apenas um tiro, o garupa atingiu o policial na altura da cabeça.


Ele ainda foi socorrido e levado para o Socorrão II, mas já deu entrada no hospital sem vida. O sargento Gilmar Cruz Azevedo, 46 anos, residia na Rua Tancredo Neves, bairro Jardim Tropical II.


Após o crime a polícia militar iniciou uma perseguição aos suspeitos. Em consequência das buscas um elemento de nome Paulo Henrique Frazão, o “Pé de Bola”, foi morto a tiros pela polícia na Vila Jota Lima.


Dois elementos foram presos pelo Serviço de Inteligencia da PM, acusados de envolvimento no crime, um identificado como George (irmão de Pé de Bola), e outro, Jackson.


Ele seria irmão de um elemento que comanda uma das maiores gangs de bandidos que atuam na região onde o sargento Gilmar morava e foi morto.

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Sargento da PM é assassinado no bairro Jardim Tropical na noite desta terça-feira. Gilmar da Cruz Azevedo foi abordado por dois homens em uma moto quando se dirigia para casa. A vítima estava dentro do ônibus quando foi baleada.

Imirante, com informações da Mirante AM.

SÃO LUÍS - O sargento da Polícia Militar do Estado do Maranhão, Gilmar Pestana Cruz de Azevedo, de 48 anos, morador do Jardim Tropical II, foi assassinado na noite desta terça-feira (15), no interior de um ônibus.

Segundo testemunhas, o caso ocorreu por volta das 21h30. Gilmar da Cruz Azevedo foi abordado por dois homens em uma moto quando se dirigia para casa. A vítima estava dentro de ônibus, que faz linha para o Jardim Tropical. 

Um dos criminosos sacou da arma e disparou atingindo o rosto do policial. A vítima chegou a ser socorrida pelos passageiros do ônibus, mas não resistiu aos ferimentos.

Policiais do Serviço Velado da Polícia Militar agiram na região do Jota Lima. Na troca de tiros com suspeitos da morte do policial, Paulo Henrique Rabelo Frazão, o "Pé de Bola" acabou sendo baleado e morreu no local. Em poder dele, foi apreendido um revólver calibre 38. 

O irmão de "Pé de Bola", identificado como Carlo Jorge Rabelo Frazão foi preso, além de outra pessoa identificada por Jackson. A dupla vai prestar depoimento na delegacia da Cidade Operária. A polícia quer saber se eles têm envolvimento no caso.

Há informações de mais pessoas envolvidas no assassinato do sargento da PM. Além da moto utilizada no crime, testemunhas disseram haver um veículo no local.

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São Luís. Polícia mata em confronto um e prende dois suspeitos de envolvimento na morte do Sargento da Policia Militar Gilmar Santana. 

http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/sao-luis-policia-mata-em-confronto-um-e.html

  
Pistola ponto 45 é autorizada pelo Exército para policiais militares e bombeiros.

Violência em São Luís. Mais um Delegado de polícia é vítima de assalto ao chegar em casa no Cohajap.  http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/virou-moda-mais-um-delegado-de-policia.html

 Maranhão. Policial da Força Tática é morto a tiros em Balsas. http://maranauta.blogspot.com.br/2013/01/violencia-policial-da-forca-tatica-e.html 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Pistola ponto 45 é autorizada pelo Exército para policiais militares e bombeiros.

pistol 45 cal. 6” extended barrel, stainless steel 

Policiais Militares e bombeiros podem comprar agora ponto 45, que era exclusiva da PF. 

Arma, mais pesada, é de uso exclusivo pessoal e proibida no policiamento.

O Comando do Exército autorizou policiais militares, civis e bombeiros a comprarem e portarem, para uso pessoal, pistolas de calibre ponto 45, que até então era de uso exclusivo de policiais federais. A ponto 45 é também usada pela Polícia Federal como arma corporativa, nas ruas.
 
As Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal, porém, continuam proibidas de usar o mesmo calibre no policiamento. Segundo o Exército, pela legislação, as armas de dotação das PMs no país são exclusivamente o revólver calibre 38 e a pistola ponto 40.

A pistola ponto 45 é mais pesada e possui maior poder de impacto e potência do que a ponto 40. “A ponto 45 tem uma munição maior e mais potente, com poder de parada grande. 

O uso dela exige maior treinamento para realizar um tiro de precisão do que a ponto 40, que já é uma arma ideal para os policiais”, diz o especialista de segurança urbana da Viva Rio, Sandro Costa.

A portaria 1.042 foi publicada em boletim interno do Exército em dezembro de 2012 e, segundo a Força, decorreu de um pedido feito pelos órgãos de segurança pública do país para que igualasse os direitos dos policiais federais aos de demais policiais do país. 

Pelo novo texto, todo PM, bombeiro, policial rodoviário federal, policial ferroviário federal e policial civil do Brasil pode adquirir até duas armas nos calibres ponto 357, ponto 40 e ponto 45 na indústria nacional.

Estes calibres são de uso restrito de profissionais de segurança pública e, por lei, não podem ser adquiridos por outras pessoas. O calibre 9mm continua como exclusivo para integrantes da PF e das Forças Armadas, diz o Exército.

Arma de maior potência. A mudança, autorizada pela Diretoria de Produtos Controlados, ocorreu visando “ampliar o leque de escolha das armas, permitindo que o policial escolha a arma que melhor se adapte as características e habilidades individuais”. Segundo o Exército, não há planos de mudar a arma autorizada e padrão para o emprego nas ruas, pois tanto o revólver calibre 38 quanto a pistola ponto 40 são as que melhor atendem as necessidades do policiamento, impedindo que um tiro dado contra uma pessoa transfixe seu corpo e atinja outras vítimas, representando riscos.

“A escolha da arma é algo bem particular do policial. A ponto 45 tem maior potência e maior impacto para parar uma pessoa. O carregador leva menos munição do que as demais porque a munição (a bala) é maior, mais grossa, e a pistola fica mais pesada para o uso nas ruas”, acrescenta Sandro Costa.

Ponto 40 é adequada para as ruas, dizem policiais. Ex-secretário nacional de segurança pública, o coronel José Vicente diz que a ponto 45 é também mais cara do que a ponto 40, já em amplo uso pelos policiais, e que se adquirida pelas corporações nos estados, representaria maior custo de manutenção. “A ponto 45 é uma arma mais poderosa. A ponto 40, de uma maneira geral, já é adequada para o policiamento, não é preciso mudar. 

A portaria apenas iguala os direitos dos policiais de adquirirem também esta arma para uso particular”, explica.

José Vicente defende, porém, que os Estados autorizem os policiais a levarem para casa a arma corporativa, que usam nas ruas, ao invés de adquirirem uma arma para uso pessoal. “Alguns Estados, como São Paulo, permitem que o PM tenha acautelado sob sua posse este material. A arma e o colete são de posse do policial, são de uso dele para proteção”, afirma.

O Exército afirmou que as armas de calibre ponto 45 e 357, se adquiridas pelos policiais em seu acervo particular, devem ser empregadas exclusivamente para “uso próprio”, não podendo ser usada em serviço. O Comando de Logística irá criar mecanismos para verificar o controle das armas compradas pelos policiais, de forma a verificar, em caso de morte ou demissão, que elas não continuem mais sendo usadas.

FONTE: G1

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Violência em São Luís. Mais um Delegado de polícia é vítima de assalto ao chegar em casa no Cohajap.

Reunião entre sindicato de professores das universidades públicas e Mercadante foi positiva, avalia Andes-SN.

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Brasília - A reunião de hoje (15) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi positiva e possibilitará a discussão e o avanço na pauta apresentada pela entidade, que inclui questões referentes à carreira docente e condições de trabalho nas Instituições Federais de Ensino (IFE). A avaliação é da presidenta do Andes-SN, Marinalva Oliveira.

Esta foi a primeira audiência com o ministro desde o fim da greve das universidades federais, em setembro de 2012. Na próxima semana, o grupo enviará ao ministério documentos com os assuntos a serem discutidos para o agendamento de novas discussões.

A intenção é que a agenda com o ministro esteja definida antes do 32º Congresso do Sindicato Nacional, que ocorre entre os dias 4 e 9 de março no Rio de Janeiro, onde serão discutidas as bandeiras do grupo para 2013. Os principais assuntos que devem ser tratados serão referentes, entre outros, à carreira, condições de trabalho, concurso, pesquisa, segurança e infraestrutura.

"O ministro assumiu que precisa ter uma interlocução e se disponibilizou a agendar conosco uma série de encontros", disse Marinalva. Ela acrescentou que é necessário discutir pontos acordados anteriormente, mas que permanecem problemáticos: "Pedimos a reestruturação da carreira, mas ainda não temos critérios lógicos para tal, mesmo com a nova regra que deverá ser implementada. 

Um professor entra na universidade e não sabe claramente onde chega". Na compreensão do movimento docente, a pauta de reivindicações do ano passado não foi atendida.

No segundo semestre do ano passado, a greve nas universidades federais e institutos federais de educação tecnológica durou mais de 100 dias. Durante as negociações, os professores levaram temas recorrentes, como salários maiores e realização de concursos públicos para a contratação de mais profissionais.   

Em julho de 2012, o movimento grevista paralisou 56 das 59 universidades federais, além de 34 institutos federais de educação tecnológica. Os professores reivindicavam a reestruturação da carreira e melhores condições de infraestrutura nas instituições, além de melhorias salariais. A proposta acordada foi reajustes que variam entre 25% e 40%, nos próximos três anos, e redução do número de níveis de carreira de 17 para 13. A oferta terá custo de R$ 4,2 bilhões para a folha de pagamento.

A implementação do reajuste se dará com a aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2013, em tramitação no Congresso Nacional. Mercadante tem afirmado que pedirá urgência na aprovação da lei quando o Congresso retomar as atividades, no dia 5 de fevereiro.

Edição: Fábio Massalli

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